História Amor e Vingança (Jimin e suga) - Capítulo 1


Escrita por: e il-chan

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Tags Ação, Bts, Colegial, J-hope, Jimin, Jin, Joogkook, Lisa, Rap Monster, Romance, Suga, Tae
Visualizações 491
Palavras 1.233
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Pessoal, Haverá capítulos em que a escrita e o modo de expressão dos personagens mudarão. Isso pq as vezes eu escreverei e tbm será escrita por outra escritora. Espero que vocês gostem da fic e favoritem. Atualizamos todos os dias

Capítulo 1 - Sonho Ruim


Fanfic / Fanfiction Amor e Vingança (Jimin e suga) - Capítulo 1 - Sonho Ruim

Me sinto flutuando em um abismo escuro enquanto saio do meu quarto. Passei pelo corredor usando apenas meias e um pijama. Ouvi risadas vindo da sala de estar, não eram de papai essa voz. Um arrepio tomou conta de mim, aproximei-me mais uns passos e consegui ouvir sons abafados de uma voz.

Mamãe

Os sons abafados pareciam...súplicas.

Sem pensar adentrei na nossa imensa e luxuosa sala de estar. Um segundo depois eu gritava como uma louca enquanto corria para abraçar a minha mãe. Ela tinha sangue escorrendo pela testa, foi ferida por algum filho da puta. 

Querida por favor fique calma, está tudo bem.

Dizia ela tentando me acalmar. Porém, só me deixava ainda mais nervosa.

Sete homens

Foi tudo que pude contar, mais dois entraram pela porta trazendo papai com os pulsos amarrados e minha irmã ilze sendo carregada no ombro de um brutamontes. 

— Alfred, o que está acontecendo? — Mamãe pergunta abraçada a mim.

— Fique calma querida, tudo vai se resolver.

Mais a quem ele estava  tentando enganar? Não ia se resolver. Papai estava tenso e transpirando.

Oh meu Deus! — Mamãe Chorou.—Eles sedaram ilze alfred, porque Alfred, Porque? 

Papai ficou cabisbaixo e recebeu uma coronhada na cabeça caindo logo em seguida. Eu gritei desesperada.

— Faça ela calar a boca ou eu terei que resolver o problema. — Disse um homem encapuzado.

Ilze foi jogada no chão como um objeto, Meu coração se apertou ainda mais ao vê-la desacordada no chão frio. Ela sempre foi tão sensível e delicada.

A nossa casa sempre foi bem protegida, tinhamos muitos seguranças e agora eu não via nenhum.

O que será que aconteceu?

Ja se passa de meia noite, ninguém vem nos socorrer? a policia não virá? Papai sempre teve a policia na palma da mão, mais eles não vem nos socorrer.

— Peguem a mulher e as garotas, vamos para o galpão!

Um cara tentou me pegar e eu desviei correndo, então ele me puxou pelos cabelos.

— Me solta! está me machucando! me solta, me solta, me soltaaa.

— Solte-a, largue minha filha agora!

— Mamãe!

Conseguir me desvencilhar e corri para abraça-la, outro capanga empurrou minha mãe comigo para fora dali.

No galpão, ilze acordou assustada, porém, fraca demais para se erguer.

— O-Onde estou?

Quando percebeu que os seguranças do meu pai estavam dentro do galpão feridos e muitos mortos.

MÃE, QUE CARALHOS ESTÁ  ACONTECENDO AQUI?

Ela tentou se levantar mais foi empurrada de volta contra o chão duro.

Papai foi o ultimo a ser trazido, ele foi espancado de tal forma que teve quer ser trazido arrastado.

Jogaram-no ao lado da minha irmã e deram mais chutes no estomago dele.

O sangue escorria pelos labios de meu pai e eu me agarrava mais forte a mamãe para não gritar. Somente chorava baixinho ou eles iriam bater na mamãe também. Foi o que ameaçaram fazer se eu gritasse. Um encapuzado se aproximou de mim e me puxou levando-me e jogando-me em cima de meu pai.

-Assine o acordo ou não terá mais sua família. _Ameaçou.

-Nunca!_ Gritou Papai.

O encapuzado apontou a arma para mamãe e ela encarou com os olhos tristes e marejados.

- Senhor McGregor é melhor assinar estes papéis. _Disse o homem com a voz ameaçadora e perversa. Papai olhou para mamãe, Ele ia ceder por mamãe.

Mamãe tinha lágrimas escorrendo quando olhou para minha irmã e eu e disse:- Eu às amo queridas, nunca se esqueçam, Vocês são preciosidades para mim.

ilze arregalou os olhos assustada.

 -Porque está dizendo isso mãe?.

Mamãe não a respondeu. Ela engoliu em seco.

- Não assine Alfred, Não assine..._Foi o ela disse.

O Homem encapuzado apertou o gatilho uma, Duas, Três vezes.

-NAO!!! _ Eu gritei apavorada, depois de mais um sonho tortuoso.

-Ai que droga Jenni , Volta a dormir vaca.

É oficial, Ilze é a pessoa mais preguiçosa que existe, depois de mim é claro.

-Eu tive um daqueles pesadelos.

Ela se virou na cama somente para me olhar. Ela sabia. Ilze sempre sabe quando estou prestes a chorar.

- Você sempre sonha Jenni, não acha que é hora de voltar a ter consultas com algum psicólogo ?.

Eu suspirei agoniada. Essa conversa de novo não.

- Psicológos nunca vão entender o que passei a cinco anos atrás.

Minha irmã assentiu com compreensão. Ela levantou da sua cama e veio dormir na minha. Era mais uma daquelas noites que precisávamos uma da outra para nos consolar. Ela me abraçou e voltamos a dormir.

[....]

-É melhor andarmos mais rápido, ou chegaremos atrasadas para a aula Jenni-vaca.

-Estou andando o mais rápido que minhas pernas permitem, a culpa foi toda sua de termos atrasado ilze.

Minha irmã sorriu debochada e ajeitou a armação do oculos lilás.

-Você sabe, ainda é difícil pra mim me acostumar com o fuso horário de Seul.

-Nem me fale, ainda me sinto sonolenta.

Nos despedimos e cada uma foi para um lado do corredor , hoje será meu primeiro dia de aula na Coreia do Sul. Escolhi fazer ciências políticas enquanto ilze preferiu fazeer Médicina.

Assim que tomei meu assento na fila, notei um garoto me encarando e sorrindo na frente da sala. Ele e seus amigos conversam entre si. Me sinto incomodada. A professora entra na sala e então eu abaixo o olhar para meu caderno.

Todos se sentam em seus lugares e a professora começa:

-Formem grupos de quatro pessoas, hoje quero que vocês me preparem um ensaio de Geopolítica sobre a influência do Estado em outros territórios.

Me.Fodi.Total.

Não conheço nada sobre a política coreana.

Todos fazem seus grupinhos. E eu fiquei sobrando. Humilhante. Posso apostar de como minha cara está carrancuda.

-Você pode se juntar a nós se quiser. _anucia o garoto que vi a pouco. Aquele sorriso preguiçoso em sua face me deixando irritada.

- Tudo bem.

Me sentei próximo a ele porque não tinha outro lugar mais distante. Para mim todo asiático era igual até...bem, até conhece-lo.

- Seu nome é ...?

-Jenni

- Jimin

Eu sorri Tímida. Nomes parecidos.

-Estes são J-Hope e Nam-joon. Os garotos fizerem rapidos acenos com a cabeça e Jimin ergueu as sombracelhas sugestivamente.

- De onde você é novata?

- De Nova York.

- As garotas ocidentais que eu conheci não eram tão lindas assim.

Fiquei corada, não que eu fosse linda realmente mais ele estava flertando abertamente sem nem me conhecer.

- Olha, ela sorriu, Você conseguiu Jimin. _Disse Nam-Joon sorrindo. Voltei a ficar séria, construído minha muralha invisível ante-amigos.

Droga, eu realmente sorri involuntáriamente. Duas vezes.

Depois de um tempo construindo o ensaio geopolítico recebi duas mensagens de Ilze. Aquela garota testa minha paciência. Pelo visto voltarei para casa sozinha.

-Ei. _Sussurrou Jimin.

-Hey. _Devolvi.

Ele sorriu.E agora seu rosto ficou Vermelho. Ele conferiu os amigos e quando os amigos não estavam olhando, disse:

-Gostei de você.

Ai.Meu.Deus.

Meu corpo fraquejou. Mal nos conhecemos e já sinto uma ligação. Que por sinal não quero ter.

- IDEM._Respondi contendo um sorriso.

Ele escreveu algo em um papel, em seguida amassou e passou lentamente por baixo da mesa até chegar as minhas mãos. Abri o papel. Ele estava me pedindo para sair depois da aula. Meu coração martelando no peito e uma confusão mental me pertubou. Não posso deixar que se aproximem de mim, tenho medo de perder quem amo e depois, sou uma das donas da marfia...

Escrevi no papel

*Nao posso, tenho que encontrar minha irmã na saida, sinto muito.*

Devolvi o papel e quando ele  leu o que escrevi, apenas sorriu fraco e assentiu. 


Notas Finais


Deu até pena de Jimin kkk


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