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História Amor em Fairy Tail. - Capítulo 3


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Notas do Autor


Boa noite amorecos ❤️
Mais um capítulo para vocês.
Como tivemos empate na escolha dos casais, fiz mamãe mandou 😂

Esse capítulo esta um pouco fofo, maia tranquilo ♥️ espero que gostem.

Escolham quem sera o próximo casal: Jerza ou Nalu.

Capítulo 3 - Desejos. ( Gale )


Fanfic / Fanfiction Amor em Fairy Tail. - Capítulo 3 - Desejos. ( Gale )

Sensações estranhas? Poderia ser, Levy já não reconhecia seu corpo, cada dia mais sentia que seus hormônios entrariam em ebulição. A maga juntava todos os esforços para não sucumbir ao desejo ou ao amor, tudo estava bagunçado. Mais tinha certeza que quando um certo alguem se aproximava, as coisas pioravam, não sabia o que fazer e tinha medo de pedir algo ao mago e ela zombar dela.

 - Levy o que foi? – Mira chamou a atenção da amiga.

- Não sei Mira. – Soltou um lufa de ar.

- Isso tem haver com um certo mago? – Mirajane tinha um sorriso tranquilo.

- Não! – Levy quase caiu do banco.

- Tem sim. – Juvia se aproximou, com Lucy e Erza junto.

- Já disse que não. – Levy estava cada vez mais nervosa. – Por que você não está com o Gray?

- Porque ele está lutando com Natsu e Gajeel. – Juvia sorriu. – Gajeel. – Todas riram da expressão da maga das runas.

- Não precisa esconder da gente. – Lucy tentou transparecer tranquilidade.

- Vamos Levy. – Erza sempre direta. – O que esta acontecendo?

- Eu falo! – Levy sabia que precisava desabafar. – Eu estou com desejo.

- Que desejo? – Lucy parecia não entender onde a amiga queria chegar.

- Desejos sexuais. – Mirajane complementou, fazendo Lucy e Levy virarem tomates, de tão vermelhas.

- É isso. – Levy não sabia onde enfiar a cara.

- Pelo Gajeel. – Juvia afirmou com um sorriso.

- Por que você não fala com o comedor de metal? - Erza cruzou os braços. – Ele resolveria essa de desejos sexuais rapidinho.

- Ele vai é zombar de mim. – Levy mordeu os lábios.

- Acho que sou a pessoa nessa guilda que mais conhece aquele maluco. – Juvia se sentou. – E sei que ele gosta muito de você.

- Mais se você precisa de mais um tempo. – Erza sorriu maliciosa.

- Erza. – Mira olhou desconfiada. – Não vá dizer isso.

- Dizer o que? – Levy encarou a Scarlett.

- Você pode se satisfazer um pouco. – Erza sorriu. – Aposto que você já deve ter lido em algum livro sobre masturbação.

- Eu. – Levy tentou afastar essa hipótese, mais estava quase sedendo. – Agradeço meninas. – Se levantou. – Vou buscar alguns livros que deixei lá em cima. - Saiu rumo ao segundo andar, pensando em tudo que Erza disse, arriscaria.

Adentrou a um dos quartos que seus livros estavam, o mestre havia deixado a maga usar aquele local para estudar seus livros em paz, longe do barulho da guilda. Fecho a porta, se direcionou ao livro, mais uma certa voz chamou sua atenção. Caminhou a paços lentos ate a janela, tendo a vista de Gajeel, treinando com Gray e Natsu. Parou para observar o homem, seus movimentos, seu sorriso. Suspirou, pois sua observação estava a deixando excitada, sentiu sua calcinha molhar, ambos já tinham passado por tanta coisa, até se beijado, não indiretamente, ela precisava salvá-lo, mais ate que foi bom, queria mais. Deixou seu corpo cair na cama, sabia que ninguém iria subir, já que estavam todos ocupados. Desceu a calcinha, deixando nos seu pés, levou os dedos ate a intimidade úmida, seguiria o conselho de Erza. Gemia baixinho, pensava no mago que lhe trazia esse desejo, ficava cada vez mais molhada. Levou uma das mãos a um dos seios e o apertou, imaginando como Gajeel o apertaria.

Ela estava tão entregue aos seus toques que não notou que os magos não estavam treinando mais e que Gajeel a procurava e graças a Erza sabia que a mesma estava no andar superior. Assim que virou no corredor, com seu olfato apurado sentiu o cheiro da maga, um pouco diferente, caminhou devagar e passou a escutar gemidos, não sentia cheiro de mais ninguém, sua mente foi a loucura, não se segurou mais, abriu a porta com certa brutalidade, quando ouviu seu nome sair entre os gemidos.

- Você? – Levy estava vermelha. – Não é o que você esta pensando.

- Não é? – Gajeel fechou a porta e a trancou, olhou a maga sobre a cama, com sua intimidade exposta e toda molhada. – Por que não continua? – Viu a Levy baixar a cabeça. – Vou te ajudar. – Caminhou ate ela e a fez sentar entre suas pernas, Levy estava estática, sentido o moreno suspirar em sua nunca. – Você estava pensando em mim? – Desceu sua grande mão da cintura até chegar a intimidade, começou a estimular seu clitóris, a maga gemeu. – Por que não me disse nada?

- Você. – Gemeu, segurando as pernas do mago com força. – Tinha medo de você me achar boba.

- Sua idiota. – Gajeel a beijou, um beijo quente, fazendo suas línguas dançarem. Levy gozou, gemendo entre o beijo. O moreno se separou dela, levou seus dedos a boca, os lambeu. – Faz tempo que queria saber qual era seu gosto. – Levy ruborizou, mais ficou sem entender quando o mago sorriu e saiu do quarto a deixando sozinha, estava se sentindo uma boba, que agora não sabia como ia voltar a sua vida normal. Agora não tinha volta e queria terminar o que começou, teria que atiçar o mago gostoso.

[...]

Havia se passado dois dias, Levy e Gajeel não trocaram uma palavra, não era para menos, já que a maga evitava o máximo, pensando que se afastando o deixaria ansioso para tela, mais em vão. Suspirou derrotada e entrou a guilda, caminhou ate o dragon, que comia um pedaço de metal.

- A gente pode conversar? – Perguntou com um pouco de receio, recebendo um aceno de positivo do moreno, assim se sentou a sua frente. – Quer ir jantar hoje em minha casa?

- Oi? – Gajeel deu um breve engasgada. – Como assim?

- Jantar. – Puxou uma lufa de ar. – É um pedido de desculpas.

- Desculpas. – O moreno pensou um pouco. – Acho que eu que devo desculpas.

- Você vai ou não? – Já estava ficando com vergonha, dos seus pensamentos impuros em relação ao comedor de metal.

- Tudo bem baixinha. – Sorriu. – Eu vou.

- Ótimo. – Levy ficou seria. – As vinte horas e não se atrase. – Saiu deixando o mago sorrindo atrás.

[...]

Gajeel andava de um lado para o outro, nunca tinha comparecido em um jantar, ainda mais com Levy, sua baixinha.

- Se você não parar, vai abrir um buraco no chão. – Jellal mirou seu olhar ao amigo. – Por que você está assim?

- Levy me chamou para um jantar. – O moreno sentou na poltrona.

- E você esta assim por isso? – Sorriu de ver a expressão do dragon. – Imagina que é um dos jantares da guilda, ou os que fazemos aqui em casa. – Ambos gargalharam, eram péssimos na cozinha. – Apenas seja você mesmo.

- Você não acha que devo ser mais...

- Gajeel. – Jellal tacou o livro que lia no moreno. – Levy gosta de você assim, como você é. – Suspirou. – Então seja você mesmo. – Olhou o relógio. – Agora vai tomar um banho e se arrumar para Levy, quando você voltar provavelmente não estarei aqui, peguei um trabalho hoje.

- Erza já está sabendo disso? – Gajeel tinha um olhar curioso, a relação do azulado com a Scarlett era um tanto quanto misteriosa.

- Não. – Puxou uma lufa de ar. – Ela ia começar com um monte de perguntas. – Fez cara de espanto. – Erza é mais ciumenta que Juvia.

- Impossível. – O moreno abriu a boca.

- Agora chega de papo furado e vai se arrumar. – Jellal recebeu um sorriso do amigo que se virou.

- Obrigado. – Gajeel se pronunciou sem olhar o outro mago. – Você é um bom amigo. – Sumiu pelo corredor.

[...]

Nervosa, eram assim que Levy estava, suas receitas estavam todas dando errado, justo no dia em mais precisava, seu dom culinário a abandonou.

- Não tem outro jeito. – Suspirou derrotada, teria que comprar a comida. Tarde demais, batidas na porta principal, deixaram a maga com borboletas no estômago, olhou as horas. – Ele não se atrasou. – Caminhou ate a porta, a abriu se deparando com o causador do seus sonhos mais eróticos. – Entre por favor. – Deu passagem para o mago.

- Trouxe um vinho. – Levantou a garrava. – Jellal achou que combinaria bem com um jantar.

- Então sobre o jantar. – Levy se direcionou a cozinha com o mago atrás.

- Você estava cozinhando ou em uma guerra com as panelas? – O comedor de metal desabou a gargalhar.

- Eu só queria fazer algo especial. – Seu tom de voz saiu triste. – Mais nada deu certo.

- Não tem problema baixinha. - Colocou a mão sobre o ombro da azulada. – Estou com você. – Sorriu. – Vamos beber um pouco e curtir a companhia um do outro, pode ser?

- Claro. – Deu um pulinho, foi ate o armário, retirou duas taças e puxou o moreno ate a sala, se sentaram no mesmo sofá, Gajeel colocou a bebida nas taças e começaram a beber.

- Então. – Levy sorriu. – Jellal e você então dividindo a casa?

- Sim. – Deu mais um gole no vinho. – Ele precisava de um lugar para ficar e eu de alguém para dividir o aluguel, ainda tem a Erza. – Gargalhou. – Eu não ia deixar o coitado com aquela sádica.

- Erza tem seu jeito estranho, mais ama Jellal. – Encarou o moreno, seu coração batia mais forte, queria culpar a bebida, mais sabia que a mesma não tinha nada haver com seu estado. Deixou a taça sobre a mesa de centro, foi manhosa ate o mago, que observava cada movimento dela. – Você está tão bonzinho hoje. – Se sentou no colo do mago, com as pernas uma de cada lado da sua cintura.

- E você esta linda. – O dragon a puxou, passando as mãos pelas coxas, subiram pela cintura e a abraçou, afundando o rosto no pescoço da jovem. – Tão cheirosa. – Depositou um beijo no local. – Por que você está fazendo isso comigo?

- Porque eu te quero. – Gemeu quando ele segurou um dos seus seios.

- Eu te amo Levy. – De forma brusca, tomou os lábios rosados da garota, que estava nas nuvens, seu amado havia se declarado finalmente a ela.

- Eu também amo você. – Passou a mão pelos cabelos negros.

- Onde é o seu quarto? – Gajeel mostrou um sorriso malicioso, Levy mais que depressa apontou para um porta que tinha no corredor. O moreno, com ela ainda em seu colo, caminhou ate o local, admirou o cômodo, era arrumadinho. Colocou a maga sobre a cama, abriu os botões de sua camisa e depois de tirar a jogou em qualquer canto. Levy o admirou, era gostoso. O homem levou a mão até o vestido, para tirá-lo. – Posso? – Levy apenas acenou um positivo, Gajeel o tirou com cuidado, admirando o corpo abaixo de si. – Você é linda. – Jogou o vestido no chão. – Gostosa. -Passou a mão pelo rosto da azulada, desceu pelo pescoço e parou sobre o seio, ainda coberto pelo sutiã. Observou a pequena calcinha, que mal cobria a intimidade úmida. Retirou o sutiã rápido, fazendo os seios medianos saltarem, sentiu sua boca salivar. A beijou, depois desceu para o pescoço, ate chegar aos seios, chupou.

- Gajeel. – A maga gemeu o nome do amado, que descia a mão para a intimidade. – Eu. – Gemeu a sentir ser estimulada por cima do tecido fino. – Eu sou virgem.

- Que? – Gajeel parou tudo que fazia e encarou a azulada. – Você é virgem?

- Sim. – Levy levou as mãoso ate o rosto na intenção de disfarçar sua vergonha. – Você deve me achar uma boba. – Seus olhos marejavam. – Não vai querer tocar em mim.

- Baixinha. – Gajeel segurou um das mãos da garota e a afastou do seu rosto. – Isso te torna ainda mais especial. – Beijou a mão delicada. – Só não sei se sou a pessoa certa para isso.

- Me faça sua por favor. – Levy o puxou para um beijo, um beijo cheio de ternura. A falta de ar os afastou, Gajeel com delicadeza retirou a calcinha, deferiu beijos pela coxa da maga ate chegar a sua intimidade, começou a chapa-la, retirando gemidos prazerosos de Levy, que se agarrava nos lençóis da cama. A língua do mago a penetrava, sabia que o gosto da mulher era incrível. Quando viu que a azulada estava próxima de ter seu primeiro orgasmo, passou a chupar seu clitóris, fazendo-a se derramar na sua boca.

- Você é incrível. Gajeel retirou a calça junto com a cueca box, Levy arfou, era grande e grosso. – Relaxe. – Se sentou na cama. – Venha por cima, e quando estiver pronta. – Sorriu. – Você já sabe. – Levy foi ate o moreno, com certa vergonha, ajeitou membro em sua entrada, suspirou. – Quando quiser.

- Tudo bem. – Levy começou a sentar, uma dor consumiu seu ventre, abraçou o homem, cravando as unhas nas costas largas.

- Não tenha medo. – Fez carinho nos cabelos azuis, fazendo a jovem tomar coragem e sentar com tudo, o membro entrou por completo, Levy gemeu alto com os olhos marejados, já Gajeel segurou um gemido rouco, ela estava o apertando. Depois de alguns minutos, Levy começou a subir e descer, a dor virou prazer, os gemidos eram gostosos, o calor que os corpos emitiam, era desejo, tesão e muito amor. – Você é só minha. – Gajeel beijava todo o pescoço da maga, que gemia como louca, rebolando em seu colo. Era um momento único, o sonho de ambos, ter seu amado no seus braços. Gajeel segurou a cintura da mulher, fazendo os movimentos ficarem mais brutos.

- Gajeel. – Levy mal respirava. – Eu te amo. – Sentiu o orgasmo tomar seu corpo, Gajeel estocou mais algumas vezes até derramar dentro da jovem.

- Também amo você minha baixinha. – Fez carinho no cabelo da maga, voltaram a se beijar, até o ar faltar. – Preciso ir.

- Ir a onde? – Levy o encarou.

- Para casa. – Sorriu e fez carinho na buchecha rosada.

- Hoje você não vai. – Fez o mago se deitar. – Ainda temos muito a brincar. – Fez uma carinha de safada.

- Você é terrível baixinha.


Notas Finais


Desculpem os erros amorecos ♥️

Digam o que acharam, os comentários são motivação para todos nós escritores.

Agradeço por acompanharem a fanfic ♥️


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