História Things of Cousins - Capítulo 14


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amizade, Amor, Bromance, Clichê, Colegial, Conflitos, Drama, Família, Hot, Incesto, Lemon, Primos, Romance, Romance Gay, Yaoi
Visualizações 50
Palavras 1.307
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Lemon, LGBT, Lírica, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 14 - A Bad Idea


Dia seguinte... 

Acordei com a minha mãe batendo na porta do meu quarto. Eu não fazia ideia de quantas horas eram. Só sei que não queria levantar da minha cama. Eu já tinha levantado só para ir no banheiro - que fica no meu quarto - e nada mais. 

- Levanta, filho! - chamou ela. 

- Ainda estou com sono, mãe. Me deixa dormir. 

- Seu primo está aqui, ele quer falar com você. 

- Fala que tô dormindo. 

- É o James. 

- Ainda estou dormindo. - ela parecia ter desisto, mais então ouvi uma batida mais forte na porta. 

- Taylor, abre essa porta. Eu sei que não está dormindo. 

- James, desiste. Não vou abrir. 

- Taylor. Taylor. Taylor. 

Ele ficou chamando pelo meu nome, eu pensei que ele iria desistir a qualquer momento mas ele era insistente e continuou a me chamar, o que me irritou e me fez levantar para abrir a maldita porta pra ele. 

- O que você quer? - perguntei irritado. Ele me olhou levemente surpreso. 

- Eu quero você. 

Ele me agarrou e me beijou. Com o pé ele puxou a porta e a fechou. Ele estava me levando rumo a cama mas então eu consegui desviar dele. 

- Ouu... O que foi isso? Ontem você não precisava mais de mim e agora isso. 

- O que? Do que você... Ah! Está falando da Diana. O que ela falou pra você? 

- Só o necessário. A verdade. 

- Não acredite nela. Ela é possessiva e ciumenta. 

- Por que contou pra ela sobre nós? 

- Eu estava irritado e acabei falando besteiras pra ela. 

- Ela me disse que você já fez isso antes. 

- Isso o que? 

- Pegou vários caras e depois largou eles. Descartou. E pelo jeito Miguel também sabia disso. 

- Eu sentia falta de você e peguei outros caras, mas nenhum era como você. Acredita em mim? 

- Eu não sei. - respondi. - Você pode estar se aproveitando de mim. Dos meus sentimentos.

- Estou falando a verdade. Diana é que é só um passa tempo, por assim dizer. É apenas para manter as aparências. Como eu disse, não posso dar desgosto a eles.

- Você fala como se ser gay fosse um problema. 

- Não é isso. Você sabe como meu padrasto é, sabe que ele é homofóbico. Não acredite nas idiotices que Diana fala. 

- Não me fale em quem devo acreditar. - reclamei. - Eu quero um tempo, lembra? Não pode me agarrar desse jeito. 

- Não está nenhum pouco com saudades dos nossos momentos juntos? - perguntou ele se aproximando de mim. 

- Talvez. Quero dizer, não. Não sinto. - ele sorriu e me puxou pela cintura. 

- Seja meu, Tay. - ele falou de forma sedutora em minha orelha. 

- M-me solta, James. 

- Mas eu gosto de ficar bem pertinho de você... - continuou. 

- P-para, James! - eu tentei empurrar ele e ele me beijou. - Vai embora, James. 

- Quer mesmo que eu vá embora? 

- Sim. - respondi o mais firme que pude. 

- Você ainda vai ser meu, Tay. - foi o que disse antes de sair do meu quarto. 

Ele podia ser menos gostoso, menos bonito e menos sedutor. Seria mais fácil resistir a ele. 


- O que James queria? - perguntou minha mãe quando desci para tomar café. 

- Coisa de primo. - menti. 

- Ele nos convidou para jantar na casa dele. 

- O quê? Por quê? 

- Calma. Uma pergunta de cada vez. Ele quer que conheçamos a casa e vai cozinhar pra nós. 

- Ele é um desastre na cozinha. 

- Ele deve ter aprendido algo com Diana. 

- Duvido que ela já tenha chegado perto de um fogão, mãe. 

- Não a subestime. 

- Pergunte pra ela se ela ao menos sabe fazer um café decente. 

- O senhor também não é lá essas coisas na cozinha. 

- Mas eu sei fazer uma coisa ou outra. Eu tento. 

- Da última vez você queimou um pano de prato. 

- Foi um acidente. Mas enfim, quem mais ele convidou? 

- Apenas nós três. Ele disse que queria um tempo dos pais, já que passou a vida toda com eles. 

- É bem a cara dele dizer isso. 

- Vocês se conhecem tão bem.

- Coisa de primo. - ela revirou os olhos. - Ele não mudou muito. 

- Você também não, meu bem. 



A ideia do jantar era uma pessoa ideia. Só podia dar algo errado, ou então James estava tramando alguma. Tentei convencer meus pais que não devíamos ir e que a comida dele era péssima, mas não deu certo. Eles meio que acabaram me arrastando para o tal jantar na casa de James. 

Ele estava bem vestido e com um sorriso largo no rosto. Ele nos guiou até a sala de jantar. 

- Eu me adiantei e fiz o prato de todos vocês. - disse ele. 

Eu tive que me sentar ao seu lado e meus pais se sentaram de frente pra nós. Conversamos algumas coisas de família enquanto comíamos. Dificilmente eu falava alguma coisa, só falava quando o necessário. Quando a palavra se dirigia a mim. 


- Como Diana está? - perguntou minha mãe após termos terminado de jantar.

- Ela está bem. Ainda louca pra vir morar aqui comigo. 

- E por que não a traz para morar aqui? - interveio meu pai. 

- Não sei se quero morar com ela agora. 

Eu parei de prestar atenção na conversa e fiquei encarando meu copo com um pouco de refrigerante. De repente senti uma mão quente sobre minha perna. Mesmo com jeans pude sentir o calor de sua mão. É claro que a mão era de James. Eu o olhei, mas ele continuava conversando com meus pais. Tentei ignorar mas ele foi subindo sua mão. Quando eu coloquei minha mão por debaixo da mesa para retirar a dele, ouvi meu nome na conversa. 

- Taylor ainda não encontrou ninguém. - disse meu pai. 

- É mesmo? - indagou James, cínico. - Que triste. 

- Na verdade eu estou bem sozinho. - disse eu tirando sua mão de minha coxa. 

- Tem certeza disso? - ele perguntou colocando sua mão agora mais perto de meu membro. Tirei sua mão novamente. 

- Sim, eu tenho. E a mamãe sabe disso, não é? 

- Sim, eu sei. Nem tente, James. 

- Pois é, nem tente James. - falei olhando para ele. 

- Meu anjo, está ficando tarde. - disse meu pai a minha mãe. 

- Tem razão. 

- Taylor, você pode dormir aqui hoje. Como nos velhos tempos. 

- Nos velhos tempos você que ia dormir na minha casa. 

- Isso foi um convite? 

- Não, claro que não. 

- Não seria uma má ideia. - sugeriu minha mãe. 

Eu queria dizer que era uma péssima ideia. Tão péssima quanto a ideia daquele jantar. Mas aí a campanha tocou e James foi atender. Ele voltou como uma loira arrumada de jeito exagerado. 

- Oi! - disse animada. - Não sabia que James estava com visitas. Vim passar a noite com ele, se é que me entendem. 

- Que isso, não queremos atrapalhar. - falou meu pai se levantando. 

- Eu que ia ficar com James hoje. - arqueei uma sobrancelha e ela sorriu. 

- Taylor, um outro dia. - interveio James. - Talvez eu vá dormir na casa de vocês. Se eu ainda estiver convidado, claro. 

Minha mãe ia responder mas eu falei antes dela. 

- Não, não está. - disse eu. - Papai está certo, está ficando tarde. Vamos logo. 

Eu me levantei irritado. James não tinha mesmo mudado. Ainda escolhia Diana como primeira opção. Eu não me despedi, apenas sai na frente e esperei que meus pais me seguissem. 

- Idiota. - murmurei baixinho. 







Continua... 



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