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História Amor errado - Capítulo 1


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Notas do Autor


certo voltei com essa

eu estava assistindo um vídeo do leandro karnal e depois de ouvir todo o álbum do armandinho saiu isso

acho que consegui passar a minha ideia de amor

Capítulo 1 - Único


Foi inevitável.

Quando o viu pela primeira vez não resistiu, era carente de afeto. De atenção. Se apegou fácil em algo que era totalmente complicado, não errado, mas com certeza complicado.

Amar Lewandowski era como um jogo de xadrez em sua cabeça, se pegava imaginando que passos teria que dar na próxima vez que se encontrassem pessoalmente, já que trocavam mensagens todos os dias. Não faltava assunto.

E isso pareceu ascender uma chama em seu peito, um peito vazio de cumplicidade que se encheu quando imaginava toda noite antes de dormir situações que envolvia Robert e seu sorriso caloroso.

Se envolver foi intenso, ainda que apenas pra um lado, mas na primeira noite em que dividiram a luz da lua carregado de desejo surgiu o amor. Marco assegurava um amor recíproco.

Robert nunca confirmou.

Reus considerava que com o tempo, Lewy fosse o corresponder que Robert fosse sentir o que sentia.

Mas não aconteceu. Nunca aconteceria.

Marco amava do jeito errado. Seu amor era imaginário e queria que o amassem da mesma maneira fantasiosa. Queria que Robert o tratasse como namorado; queria ganhar beijos em público; queria toques singelos; queria algo que Robert não podia oferecer.

Não podia oferecer porque não sentia o que Marco queria que sentisse. Não sentia o mesmo amor, não compartilhava do mesmo sentimento e se sentia errado porque Marco merecia ser amado. Entretanto precisava entender que existia amores diferentes, formas de amar diferentes. E não somente aquilo que vivia em sua utopia era a única forma de amar.

O amor de Robert era afetuoso, brando chegava a ser um amor suave que se permitia tocar a parte mais delicada do coração como um abraço quente de inverno.

Robert amava Marco. Mas não dá mesma maneira.

Marco afastou Lewandowski para só então perceber o quão platônico era o seu sentimento para com o moreno. Quando não conseguiu o que queria parou de amar, era como o Deus Eros dizia, o desejo ardente se apaga quando não ateado.

Não sabia como devia amar, como deveria sentir esse sentimento, se a teoria de Eros não funcionava qual funcionária? Talvez se amasse de forma independente que sentisse a alegria, bem quisesse não só o coração e sentimentos dos mais próximos, mas de todos.

Teve que aceitar os tipos de amor.

O amor próprio, onde se valorizava antes de tudo. O amor pragmático, para um bem maior. O amor divertido, mais livre sem pressa ou pressão. O amor platônico, que sente o desejo, romance e paixão. O amor passageiro, que é autêntico, íntimo e seguro. O amor da família, é inspirador, desafiador e incondicional. E por último o amor de ágape, um amor universal que nos faz bem.

Marco esperou seu amor chegar, não teve pressa, nem ao menos se preocupou com isso sabia que iria chegar. E chegou.

Chegou acompanhado de um homem de olhos cheios de ternura e apreço, Marco assim como fez com Robert não resistiu, mas dessa vez foi diferente. Não quis ditar um amor, quis receber. E quando recebeu foi da forma mais íntima e fiel que foi impossível não sentir entusiasmo a cada sorriso que Toni lhe oferecia, Kroos era devoto ao romance tanto quanto Marco era.

A intensidade os uniu e parecia que a chama do amor era sempre ateada quando se beijava ou se amavam na libertinagem lascívia.


Notas Finais


é isso.


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