História Amor Eterno - Capítulo 6


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Categorias Dylan O'Brien, Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Saga Crepúsculo, Sou Luna
Personagens Bella Swan, Dylan O'Brien, Edward Cullen, Luna Valente, Matteo Balsano, Renesmee Cullen
Tags Lutteo, Saga Crepúsculo, Sou Luna, Vampiros
Visualizações 260
Palavras 3.435
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Adolescente, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Chapter Five


            A quase um mês atrás eu dizia que essa cidadezinha medonha e chuvosa era um inferno e que eu nunca iria chamar de casa. Hoje percebo que eu errei apenas uma coisa, essa cidadezinha medonha é a minha casa.

            Em menos de poucas semanas já tinha feito amigos e algumas raízes – contra a minha vontade, é claro. Mas foi indo tão natural que eu nem percebi! Quando pensei em dar uma de rebelde e não aceitar essa mudança, eu pensei que até agora estaria revoltada, mas então puft, não mais.

            Levanto-me da cama e vou em direção da minha gaveta de calcinha e pego o colar com as duas alianças. São tão lindas, quem será que perdeu? Como veio parar na minha sacada? Me atiro na cama e fico olhando elas, ai quem dera um dia usar uma com alguém. Ai to parecendo adolescente apaixonada, blé.

            Meu dia nunca foi tão chato como hoje. Estou doente e por isso faltei aula e agora estou sozinha na minha maravilhosa casa, enfurnada no meu quarto e debaixo de muitas e muitas cobertas. Meu computador toca dizendo que é alguma chamada, pego-o e vejo que é Nina.

            - Oie vagaba. – fala a morena do outro lado penteando seu cabelo.

            - Eai praga. Tudo bem? – questiono assoando meu nariz.

            - Você que não tá, né?! – ela fala rindo e eu lhe mostro o dedo do meio. – Eu não sei com que roupa uso para o encontro com o Agustin. – acho que fiz uma careta tão feia nesse momento, porque Nina está rindo como uma louca.

            - MEU DEUS SIMONETTI! – grito e ela solta uma gargalhada. Nina sai do campo de visão da camera do computador e volta com duas roupas. A primeira é um vestido de alças e florido com um tênis vans preto e a outra um short preto com uma blusa cavada nas axilas e gola ‘U’ com um coturno marrom.

             - Eu particularmente prefiro o look número dois, mas seria algo que eu usaria. Por isso acho que você tem que usar o vestido. É tem que usar o look número um, definitivamente o vestido. – digo olhando para Nina

            - AIIII OBRIGADA MIGUXA! – exclama a morena gritando, fazendo-me rir. – E como vai aquele garoto? O Matteo, deus grego. – ela questiona com um sorriso malicioso.

            - Nina Simonetti, pode parando ele nem é tão bonito. – digo, mas vejo-a encarrar-me debochada. – Tá! Ele é um deus grego.

            - EU SABIA QUE IRIA ADMITIR! – ela grita e a porta do meu quarto se fecha com um baque e eu grito. Ponho a mão no coração e vejo que a minha prima começa rir da minha cara. Nina olha para as minhas mãos e vê o colar. – O que que é isso?

            - Isso? – pergunto levantando minha mão e mostrando o colar. – Um colar que achei na varanda. Tem duas alianças, muito lindas.

            - Verdade. – conversamos mais um pouco sobre coisas aleatórias e quando eu desligo o meu computador, após despedir-me de Nina a campainha toca repetidas vezes e eu grito que já vou.

            Coloco um casaco e desço com a minha camisola preta mesmo, solto o meu cabelo que estava preso em um coque e coloco um chinelo. A campainha é apertada mais uma vez e grito irritada que eu já estou indo. Desço tropeçando as escadas e abro a porta enfurecida.

            - Olha aqui criatura de deus, quando uma pessoa fala para você esperar ela chegar e abrir a porta é para você esperar e não apertar a campainha mais vezes, porque a pessoa fica enfurecida e vai querer te mat... – perco a voz assim que vejo Matteo Cullen na minha porta e eu engulo um seco.

            - E vai querer me matar? – ele questiona e eu envergonhada, balanço a cabeça positivamente enquanto mordo os lábios. Sinto o ar frio e fecho o meu casaco.

            - Quer entrar? – Matteo ascente e dou espaço para ele entrar, levo-o até a sala da frente e sentamos lado a lado no sofá. – Então, por que veio?

            - A é que esse deus grego aqui veio te entregar as anotações da aula de biologia. – Matteo fala entregando-me seu caderno e eu coro na parte do deus grego. – Acha que eu sou um deus grego? – ele pergunta e eu arregalo os olhos.

            Olho para os meus pés e depois de uns minutos encaro seus olhos cor de mel e Matteo me encarava maliciosamente, reviro os olhos e viro-me para ele.

            - Por que seus olhos mudam de cor? E por que falta a aula por alguns dias e dizem que foi acampar? Quem acampa tanto assim? – questiono rápido de mais e mudando de assunto. Levanto-me e vejo ele baixar o olhar e resmunga.

            - Esquece isso, Luna. – Matteo diz com a intonação irritada em sua voz.

            - Matteo o que você tem? – pergunto e ele balança a cabeça negativamente. – O que você é? – questiono e Matteo me encara.

            - Faça suas teorias, Parker. – ele fala se levantando e ficando frente a frente comigo. – Agora voltando ao assunto anterior, eu sou ou não sou um deus grego? – o garoto pergunta pegando-me no colo e me coloca no sofá. Matteo se senta ao meu lado e coloca sua mão na minha coxa.

            - Talvez. – digo e ele coloca uma mecha rebelde atrás da minha orelha. Matteo chega mais perto de mim e minha respiração fica mais rápida. Não desviamos os olhos em nenhum minuto se quer, ele coloca sua mão em minha bochecha e eu na sua. Puxo-o para perto e tomo a iniciativa e encosto nossos lábios.

            Seus lábios são macios, mas frios. Matteo está rígido, porém passo meus braços ao redor de sua nuca e puxo-o para mais perto e Matteo parece esquecer – pelo menos um pouco - o que estava pensando e me coloca sentada em seu colo. Matteo não apressa nada e só ficamos aproveitando o momento, nada de mais e nem de menos.

            Separo-me e sinto meu rosto queimar de vermelho. Faço menção de sair de seu colo, porém as mãos grandes de Matteo ficam em minha cintura e ele remunga para eu continuar ali. Matteo começa a desenhar círculos na minha coxa com seus dedos, puxo seu queixo fazendo-o me olhar e remusgando, fala:

            - Isso não pode acontecer. Se eu me descontrolar, eu..

            - Se você descontrolar o que? – pergunto o interrompendo, Matteo me olha e antes de eu continuar falando ele me beija. Matteo pede passagem com a língua e eu cedo, ele aperta minha cintura como se usase para lembrar-se de algo e eu solto um gemido.

            Passo meus braços em torno de sua nuca e o puxa para mais perto, Matteo me levanta em seu colo e me deita com ele em cima. Entrelaço minhas pernas em sua cintura e mordo o seu lábio inferior, Matteo se separa um pouco ofegante.

            - Luna não podemos, é errado, mas tão bom. Temos que parar e..

            - Só que ter e fazer são duas coisas diferentes. – digo olhando em seus olhos, Matteo aperta a minha cintura e eu volto a beija-lo, ele começa a levantar a minha camisola e toca na minha anca e antes de qualquer coisa a mais acontecer a porta foi aberta e eu só escutei o grito do meu irmão e Matteo estar sentado ao meu lado com uma cara maliciosa e ao mesmo tempo arrependida.

            - O QUE ESTÁ ACONTECENDO AQUI? – Dylan pergunta gritando e fechando a porta da casa com força.

            - Nada, Dylan. – respondo revirando os olhos, levanto o caderno de biologia que de repende estava na minha mão. – Matteo trouxe as anotações de biolagia da aula de hoje, já que estou um pouco mal.

            - Vou estar no meu quarto, Luna Parker. Depois vamos conversar. – Dylan fala subindo as escadas, eu bufo e vou correndo até o pé da escada.

            - SÓ PORQUE SOU DEZ MINUTOS MAIS NOVA, NÃO QUER DIZER QUE PRECISA FINGIR SER O MEU PAI! NEM PARECE QUE COME QUALQUER VADIA QUE APARECE. – grito com raiva ele para lá em cima e grita de volta.

            - SÓ QUE A DIFERENÇA, QUE O IDOSO AQUI SABE O QUE FAZ.

            - CLARO, PORQUE EU SOU UMA DEMENTE E IRRESPONSÁVEL. MAS QUEM FOI PARA A CADEIA ANO PASSADO POR TER COLOCADO FOGO NA COZINHA DA ESCOLA ENQUANTO COMIA UMA DE SUAS VADIAS.

            - Conversamos mais tarde, Luna. – Dylan responde e volta a subir a escada, esuto o barulho da porta e o seu grito.

            Olho para Matteo e o vejo de pé, abro a porta e ele passa por ela. Nos encaramos por um tempão, eu por estar envergonhada por ter escutado nossa discussão e ele eu não sei.

            - Não deviamos ter feito isso. – Matteo fala. Fico enfurecida.

            - Então na próxima vez Matteo Cullen, não faça. Fique no seu cantinho e não venha atrás das pessoas, se aproximar e depois ficar dizendo coisas rídiculas. Então vê se me erra garoto. – digo irritada e fecho a porta na sua cara.

            Subo as escadas de dois em dois degraus e vou direto para a porta de Dylan, soco-a e espero ele abrir, porém não o faz. Bato mais forte e peço para ele abrir, mas ele me ignora.

            - Escuta aqui Dylan Parker, eu também posso pegar quem eu quiser e não preciso da porra do seu consentimento. Não venha com o papo furado de que é mais experiente e sabe que ele vai querer me comer e mais nada que isso não tem nada a ver. Talvez seja, talvez não, mas esse problema é meu e de mais ninguém. Você está sendo muito injusto! – falo e dou as costas para a sua porta e vou para o meu quarto.

            Pego o colar com as alianças, tiro uma foto delas e passo para o meu computador. Vou em um site e posto com a pergunta ‘Alguém sabe o ano em que foram feitas e se a continuam a vender?’. Fecho o computador e ponho no meu pescoço o colar para dentro da minha camisola.

            Jogo-me na minha cama e ligo a TV, ponho em algum programa qualquer e começo assisti-lo sem prestar muito atenção, porque meus pensamentos estão em um moreno com olhos que mudam de cor, em seu beijo, no que ele me disse e eu me sentindo um monte de merda.

 

 

            - A comida está uma delícia, papai! – exclamo e lanço um sorriso para ele. – Então, o que fizeram hoje? – pergunto para todos.

            Hoje todos pareciam estar de mal humor, principalmente Dylan que nem olha para a minha cara direito depois do que ele viu mais cedo. Mônica chegou reclamando de alguns alunos delinquentes da escola e papai de algum aprendiz novo do restaurante. Só eu estava com ‘bom humor’.

            - Fiz um bolo de chocolate incrível hoje, para uma festa que teve lá no restaurante. – diz Miguel orgulhoso de si mesmo, ele me olha nos olhos e abre um sorriso mostrando os dentes. – Vocês dois iam amar. – completa direcionando o olhar para mim e para Dylan.

            - Uns delinquentizinhos picharam o muro da escola. Fizeram o órgão genital masculino e escreveram que a senhorita Denver está precisando de uma. Vê se pode uma coias dessas! Que falta de respeito. – diz mamãe cortando o seu bife no prato com mais força do que deveria. – Mas fora isso está tudo ótimo.

            - Eu fui para a enfermaria hoje. – resmunga Dylan minutos depois de um silêncio. – Levei uma bolada na cara na hora do volêi se eu não me engano, da Bella Cullen. Sangrou e a enfermeira perguntou se eu estava bem ou se queria ir para casa. Decidi vir para casa, mas acho que era melhor ter ficado na escola. – olho para Dylan com um olhar severo. Ele não vai dizer! Não pode dizer!

            - Por que meu amor? – questiona minha mãe olhando meu irmão.

            - Bom, encontrei Luna fazendo coisas que não deveria fazer. – ele responde me encarando, levanto-me exasperada e todos se assustam com o meu movimento brusco.

            - Olha para a minha cara, Dylan, e vê se eu sou um palhaço. Não! Então nem se atreva colocar o circo no fogo ou eu nunca mais olho na sua cara. – digo e saio da mesa.

            Deito na minha cama e sem pensar mais nada e com muita raiva de Dylan, durmo sem ter nenhum sonho.

 

 

            Coloco uma calça jeans azul rasgada nos joelhos, uma blusa branca de maga comprida, um blusão, colete vermelho, óculos escuros – para não verem minhas olheiras de choro, porque descubri que chorei a noite toda - e meus all-star cano médio vermelho. Desço as escadas com minha mochila no ombro e vou direto para o meu carro, compro um café na escola mesmo. Entro nele e vejo Dylan vindo até mim, ele coloca a mão na maçaneta e eu tranco o carro abaixo o vidro.

            - Desculpa, mas otários não entram no meu carro. – falo e piso no acelerador, deixando-o plantado na calçada.

            Chego no estacionamento e deixo meu carro numa vaga qualquer, pego minhas coisas e vou para a máquina de café, pego o meu e sento numa das mesas de fora da escola e retiro meu livro ‘Extraordinário’.

            Não sei quanto tempo fiquei lendo, mas só percebi que estava na hora de parar quando escutei o sinal bater e ter que correr para o prédio número seis. As aulas estavam intediantes e eu não queria nem saber de Dylan, mas infelizmente na hora dos sete minutos para achar a minha sala – biologia – esbarrei com ele. Dylan seguro meu braço e puxou-me para perto dos banheiros.

            - Eu não falei, tá legal? Eu só estava, ou melhor dizendo, estou puto da cara, porque você estava quase transando com um cara. Eu posso fica com ciúmes! – diz me largando e eu estreito meus olhos.

            - Só que isso não é motivo para ser um babaca! – falo com as bochechas vermelhas e cruzo os braços. – Agora estou puta com você, puta com o Matteo e puta comigo mesma. Você fez a merda, então tem que arcar com as consequências: eu puta com você.

            - Mas que merda, Luna! – exclama Dylan chegando mais perto de mim. – O que queria que eu fizesse?! Queria que eu falasse “Podem continuar fodendo aí no sofá que eu vou ficar ali no meu quarto?” Qual é!

            - Talvez você poderia não ter sido grosso! Chega! Não quero mais falar, quando estiver de cabeça fria a gente conversa. – digo me virando, mas Dylan segura meu pulso. Que irmão chato que eu tenho.

            - Luna. – sussurra.

            - EU JÁ DISSE QUE AGORA NÃO PORRA! – exclamo e solto o meu braço.

            Quando vou entrar na sala de biologia, vejo Matteo entrar, meu coração acelera e eu não quero o ver, não depois de ontem. Corro para a saída e o que sinto é a vontade de desaparecer, olho para a floresta atrás da escola e vou em direção a ela. Encontro uma mini trilha e começa a adentrar sem pensar nem mais nem menos.

            Realmente, verdadeiramente e irritantemente meu irmão é um idiota, otário e ciumento! Que merda! Ele pode sair e pegar todas, eu tenho que ser a virgem Maria, ele pode comer vadias, e eu não posso pegar ninguém, ele quando vê uma garota de saia curta já fica de quatro por ela, se ele me vê quer que eu coloque algo mais decente. Idiota! Idiota! Idiota!

            Fecho os olhos por um tempo e quando abro novamente tropeço em uma raiz de árvore e quase caio para dentro de um buraco enorme no meio da trilha. Como eu disse quase. Duas mãos fortes e grandes estão segurando a minha cintura e quando olho pelo canto do olho vejo Matteo e mando ele me soltar gritando.

            - O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? EU VI VOCÊ ENTRANDO NA SALA DE CIÊNCIAS E...

            - Eu vi que não entrou e queria saber o porque. O sinal bateu e pedi para o professor deixar ir ao banheiro.

            - Mas como se quando o sinal bateu eu já estava por aqui? Como que sabia que eu estava vindo para a floresta?

            - Quando saí você já estava entrando então resolvi te seguir.

            - Impossível. – exclamo e afasto-me dele.

            - Não é não. Mas não importa, vem vamos sair daqui. – ele diz e puxa a minha mão, mas trago para mim.

            - Não vou a lugar nenhum com você. Você mesmo diz que é errado estar comigo e que não pode, então sai você daqui, eu vou ficar. – digo batendo o pé no chão. Matteo revira os olhos e antes de eu falar qualquer coisa ele me pega no colo e carrega-me para a fora da floresta comigo em seu ombro. Dou pontapés e tapas, mas nada adianta.

            Matteo larga-me no chão e dou socos em seu peito, mas ele nem vai para trás. Olho para o seus olhos e vejo que está um pouco chateado, mas a culpa não é minha se a culpa é dele e do Dylan por eu estar puta da cara. Nós dois ficamos em silêncio e percebo que como nenhum dos dois vai falar, me viro para ir a sala de biologia, mas Matteo coloca seu braço no meu ombro e faz eu ficar de frente para ele.

            - Desculpa. – ele pede e eu o olho com uma sobrancelha erguida e um sorriso irônico.

            - Sério? Depois de falar um monte de merda e me fazer sentir um monte merda?! Bem que me disseram para eu tomar cuidado. Mas eu sou uma otária mesmo. Me deixa em paz, Matteo. – digo e vou saindo de perto dele.

            - Por favor Luna, estou pedindo desculpas. – fala Matteo me acompanhando. Abro a porta e torço para fechar na cara dele, mas ele a segura antes. – Eu sei que falei bosta, mas eu estou confuso. Vamos continuar amigos!

            Viro-me para ele e suspiro, mas assinto, óbvio que não esquecerei tãããooo cedo o beijo. Olho no fundo dos olhos de Matteo e aponto o meu dedo indicador na sua cara.

- Eu vou descobrir o que você tem ou é, Cullen. Não é normal.

- Faça suas teorias. – ele diz e me lança um sorriso. Vou me afastando e quando o sinal bate, vou para o estacionamento, onde pego o meu carro e vou embora.

 

 

            - Você fez o que? – grita Edward para Matteo

            - Como sabem? – ele pergunta. A família Cullen está reunida, acho que na sala de estar e bom eu não estou entendendo.

            - Alice viu em uma de suas visões. Você beijou Luna Parker. – afirma a loura Roselli.

            Matteo cruza os braços e revira os olhos. Ele se senta no sofá, ao lado de Bella e de Renesmee e parece que nenhum deles está me vendo. Estou ao lado de James e quando vou por minha mão em seu ombro para perguntar qualquer coisa, minha mão passa por si e desaparece. Dou um grito e retiro de dentro do garoto e ela está intacta. Eu pareço ser uma névoa.

            Vou para o meio da sala, onde todos estão discutindo e ninguém me vê. Pulo, sapateio, grito, danço e nada!

            - Está se afeiçoando nela? – Um homem que nunca vi antes pergunta, deve ser Carlisle. Matteo engole um seco e olha para as janelas. – Não conte para ela do nosso segredo.

            - Luna já está desconfiando de Matteo. – se pronuncia Bella pela primeira vez. – Quando Alice e eu nos encontramos com ela, Luna veio perguntar sobre os olhos de Matteo que trocam de cor. Perguntei se ela estava louca e brinquei um pouco, mas ela ficou bem brava.

            - Por que não está usando as lentes? – pergunta Emmet

            - Incomodam os olhos. – responde Matteo dando de ombros. – Só ela que prestou atenção nisso, ela já tentou perguntar sobre, mas mudei de assunto.

            - Tome mais cuidado. Se não vai ter que parar de andar com ela. – diz outra mulher que não conheço.

            - Como se segurou? – perguntou Edward. – Demorei muito para beijar Bella.

            - Ela me beijou. Quase perdi o controle, mas fiquei apertando a cintura dela para lembrar que é frágil. Eu não sei, mas foi algo bom e eu sabia que não machucaria.

            - Estranho. -resmunga Jesper. – Muito estranho.

 

            Tudo começa a ficar embaçado de repente e antes de eu poder fazer ou escutar qualquer coisa levantei da minha cama e olhei ao redor. Coloco a mão no colar e acalmo o meu coração. Isso foi um sonho? Ou foi real? Uma dor de cabeça enorme vem e eu deito-me na minha cama novamente, mas antes vou para a sacada e vejo a floresta atrás da minha casa.


Notas Finais


EEE FOI ISSO!!!
Espero que tenham gostado.
Me desculpem pelos erros ortorgráficos.
Muchos besitos e TCHAUU


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