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História Amor Fati - Vmon - Capítulo 19


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Notas do Autor


Os três tipos de amor:
Ágape: afinidade de ideais espirituais.
Eros: atração física e desejo.
Philos: afinidade mental e cultural.

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Capítulo 19 - XVII - agape, philos, eros (FINAL)


🦉

Choi Woosik nasceu em Tampa, uma cidade no golfo da Flórida em uma manhã de primavera. Não foi planejado, não foi desejado, apenas nasceu, em uma ensolarada manhã de um dia qualquer de primavera.

Cresceu sem entender o mundo além dos gritos do pai, as ordens das babás, ou o olhar de desprezo dos habitantes do país em que vivia.

Mas sempre ouviu de seu progenitor que ele tinha nascido para grandes coisas, que ele devia almejar por mais.

Conheceu o dinheiro, antes de conhecer os próprios sentimentos. Aprendeu que a ganância era o que o levaria ao topo, antes mesmo de saber o que o topo a que se referiam significava.

Se mudou tantas vezes que as vezes era difícil se lembrar onde tudo aquilo tinha começado, e qual era o final. Uma inocência latente, manchada e corrompida.

Nunca sentiu falta de carinho, e não via sentido nesse sentimento. Sabia apenas que era necessário se ter ganância, e pensar logicamente. Por isso quando o pai começou a fraquejar, deixando os sinais da velhice atrapalharem seus planos de uma vida toda, ele pensou que era hora de ele partir.

E ele tinha a Bangtan, o disfarce perfeito, a distração mais que bem vinda para que continuasse com seu plano. Plano para chegar ao topo, mesmo sem ainda saber, o que isso significava afinal.

Mas as coisas mudaram de rumo, as paredes estavam se fechando contra ele e ele conhecia bem aquilo, afinal Woosik já tinha tido muitos nomes, e fugido muitas vezes, porque nem todas as pessoas tinham a visão necessária para se alcançar o que ele almejava. Se sentia incompreendido pelo mundo, mas pensava o conhecer bem.

Desde o momento em que colocou os olhos sobre Taehyung ele viu nele um potencial, alguém que talvez pudesse compreende-lo em sua jornada, alguém que assim como ele almejasse por mais. Porém, estava enganado, Taehyung era um tolo, e ele devia apenas partir com seus novos documentos para um novo lugar.

Mas ele não percebia como estava se perdendo aos poucos dentro da própria mente, os acessos de fúria e as atitudes impensadas. Ele queria destruir Taehyung, por ele ter destruído o que ele trabalhou por anos para construir, e não se importava com as consequências porque sua ambição o deixou tão cego que Woosik pensava ser invencível.

Taehyung sentia o coração batendo desesperado em seu peito, o metal gelado do cano da arma encaixada em suas costas o fazia arrepiar, as mãos fechadas em punho tremiam enquanto caminhava a passos incertos por uma mata fechada. O céu adotava um tom pálido de ciano anunciando que o dia estava para nascer mais uma vez, e o rapaz não fazia ideia de qual seria seu destino quando os raios de Sol tocassem a cidade em que viveu por toda sua vida.

_ Vamos. - Woosik sibilou atrás de si o empurrando com mais força o fazendo tropeçar no solo desregular.

_ Aonde você está me levando? - perguntou em um fio de voz, o medo tomando conta de cada célula do seu corpo. - A polícia virá atrás de você.

_ Vão sim, mas nós dois já vamos ter resolvido nossas questões. - o empurrou mais uma vez e o mais novo tropeçou em um galho tendo que se segurar em uma árvore para se equilibrar, reconheceu o lugar que se mostrou aonde a mata acabava como um dos galpões da West Village.

Três homens armados esperavam em frente aos portões.

Olhou em volta tentando pensar em soluções, mas o tempo não estava ao seu lado. Woosik provavelmente o levaria para dentro para fazer o que fosse que ele queria com ele e deixaria o corpo lá, mesmo que Jackson ou Namjoon já tivessem notado sua ausência, ou Jungkook já tivesse acordado no prédio de arquivos e ligado para os outros, era tempo mais que suficiente para que suas chances se reduzissem a nada.

Precisava distrai-lo, mas como?

O som alto dos portões de lata se abrindo para revelar o interior empoeirado do galpão, fez com que estremecesse. Entrou sendo empurrado pela arma de Woosik e logo o som se repetiu os deixando sozinhos no local mal iluminado.

_ Você tem noção da bagunça que você fez? - engoliu em seco quando Woosik se curvou sobre ele cuspindo as palavras contra o seu ouvido. - Tem noção do quanto me fez perder?

_ Eu não fiz nada. - respondeu petulante e a risada escandalosa do Choi o fez fechar os olhos com força. - Eu apenas mostrei o que você mesmo fez, a sua sujeira.

_ Cala a boca! - o gritou ecoou pelas paredes de metal e Taehyung grunhiu de dor ao ser empurrado contra o chão.

Não podia levar uma surra agora, precisava de tempo, mas o temperamento de Woosik era imprevisível demais.

_ Eu só queria ser como você. - observou o efeito de suas palavras sobre o mais velho e quase suspirou de alívio ao ver uma expressão de interesse cruzar o semblante tempestuoso. - Fui um tolo, mas queria ser alguém como você.

_ Como eu? - um brilho macabro surgiu em seus olhos enquanto ele se agachava em frente ao outro. - Alguém como eu?

_ Sim. - Taehyung se sentou se aproximando dele aos poucos. Uma mão segurando no joelho de Woosik enquanto a outra deslizava devagar em direção a arma que era segurada em uma das mãos do mais velho. - Você é tão brilhante, e eu sei que nem todos entendem você.

_ Ninguém entende. - Woosik falou com um sorriso que fez o estômago de Taehyung revirar, mas ele retribuiu.

_ Não, ninguém entende. - disse em falsa piedade. - Eles não vêem o mundo como nós.

_ Você é como eles. - Woosik disse entre dentes e Taehyung o encarou assustado, não, estava perdendo a atenção dele. - Olha só o que você fez.

_ Eu apenas estou te ajudando. - o homem o olhou confuso. - A Coreia é o lugar errado para nós, não vê? Veja como todos estão prontos para se virar contra você.

_ Acha que sou burro? - Woosik gritou rindo, mas logo seu sorriso desapareceu ao sentir a arma ser arrancada de sua mão e o cano o acertar em cheio no rosto.

_ Acho. - Taehyung sibilou e ao ver o outro cambalear antes de se lançar contra ele jogou a arma para longe. Não era muito bom com armas de fogo e se o outro a pegasse ele perderia toda vantagem que tinha conseguido até o momento.

O soco de Woosik acertou seu rosto ao mesmo tempo em que seu punho se afundou em seu estômago.

• •

_ Conseguimos! - Yoongi gritou triunfante enquanto os arquivos de gravação se abriam como flores na tela do computador. - E aí? - se virou para Chaeyoung e Dahyun que ouviam um dos áudios.

_ Ele... - Chaeyoung deixou uma lágrima de alívio descer por seu rosto. - Não tem como ele se defender disso, é impossível. - abraçou Dahyun que chorava sem parar e se virou para Yoongi. - Conseguimos, nós conseguimos.

_ Yoongi! - Namjoon entrou desesperado na sala de computadores e o detetive mais velho se levantou com os olhos arregalados. - O Taehyung... O Woosik...

_ Joonie, se acalma o que aconteceu? - Yoongi segurou o amigo pelos ombros vendo o desespero tomar conta dos olhos rasgados.

_ Woosik descobriu que a gente estava atrás dele. - disse tentando manter alguma calma, Taehyung precisava dele.

_ Ele fugiu?

_ Foi atrás do Tae, ele foi atrás do Tae. - Yoongi arregalou os olhos e viu as duas garotas atrás de si serem tomadas pelo medo. - Nós precisamos acha-lo, hyung por favor.

_ Se acalma, a gente precisa pensar para ajudar ele ok? - disse o mais controlado possível e viu o mais novo assentir trêmulo.

_ A pulseira! A pulseira! - Dahyun gritou se levantando e indo até os mais velhos. - Todos nós temos essa pulseira, - a mulher levantou o braço mostrando uma simples pulseira de miçangas coloridas. - vê essa pedra aqui. - ela apontou para uma das contas que era de um tom profundo de chumbo.

_ Um rastreador? - ela assentiu várias vezes. - Graças a boa deusa, qual o sistema dele?

_ Eu posso acessar em minutos, só preciso do computador.

_ Então vamos, - Yoongi apontou para o computador que a garota logo assumiu e começou a digitar os códigos. - precisamos de todo mundo para ir atrás dele, não sabemos quantos guardas Woosik vai ter com ele. Jackson e Seokjin já estão chegando com Mark, ele vai ser uma testemunha importante, e conseguimos acessar as gravações de Woosik.

_ Conseguiram? - Namjoon se virou para Chaeyoung que sorriu pequeno e levantou o polegar em afirmativa.

_ Escuta, nós vamos pegar o desgraçado e você vai me dar um pedaço de bolo bem grande na porra do seu casamento. Entendeu? - disse firme e viu a determinação retornar a expressão do amigo.

_ Sim. - respondeu firme.

_ Achei! - Dahyun anunciou se levantando e pegando o casaco. - Não é longe, mas precisam ir logo ok? Ele já está no mesmo lugar a mais de vinte minutos, é um galpão da West Village nos limites da cidade.

_ Eu e a Dahy vamos até o prédio de arquivos, Jungkook estava de guarda e não atende as ligações.

_ Certo, vamos Nam-... - se virou para trás e viu o vulto do mais novo já deixando a sala. - Ok. - deu de ombros e checou as armas presas em seu corpo.

Ele precisaria de um bom cochilo depois daquilo.

• •

Com um grunhido alto jogou Woosik para o lado tentando se levantar, o rosto latejava e os joelhos pareciam não suportar o peso do próprio corpo. Os olhos estavam quase fechados pelo inchaço, mas podiam ver que o outro também tinha dificuldade para se manter de pé.

Não sabia porque ele ainda não tinha chamado um dos guardas, mas não tinha muito tempo para pensar, e não podia deixar que ele tivesse também.

Voltou a se jogar sobre o Choi e conseguiu se ajoelhar sobre seu estômago vendo o outro engasgar e o segurar com força tentando diminuir a pressão.

_ Ela não entendeu nada. - Woosik falou com um sorriso macabro, os dentes alinhados cobertos de sangue. - Pobrezinha, a freira morreu rezando.

Taehyung sabia que não devia se deixar afetar pelas palavras dele, sabia que não podia deixar a raiva tomar conta de sua mente, mas aquela era uma ferida grande demais.

_ Cala a boca. - sussurrou entre dentes e segurou no pescoço do outro sem muita força.

_ Sabe por que você não conseguiu me pegar durante todo esse tempo? Por que você é fraco Taehyung, você é fraco. - soltou uma risada engasgada ao sentir o aperto em seu pescoço crescer. - Tão patético que todos te deixam não é mesmo? - Taehyung o olhou assustado e se afastou um pouco. - Seus pais, Namjoon, seus amigos... Gostou do meu presente para você?

_ Pre... Presente? - suas mãos tremiam contra a traqueia do mais velho.

_ O que? Achou que Namjoon veio para Daegu por você? - soltou uma risada seca e viu Taehyung balançar a cabeça como se afastando os pensamentos.

Ele sabia que Namjoon não tinha voltado por ele, tudo bem, ele sabia, precisava manter a calma.

_ Acha que ele ia ficar com um criminoso? Quando as pessoas virem as fotos de vocês dois na casa dele, acha que ele ainda vai ter carreira? Acha ele vai ter uma carreira militar se relacionando com um homem, um criminoso.

_ Eu... Eu não... - balbuciou e olhou em volta.

_ Te matar vai ser um favor. - falou agarrando Taehyung pelo braço no momento em que ele estava distraído tentando manter a calma, não foi fácil vencer a resistência do braço do outro mas conseguiu tira-lo de cima de si.

Taehyung grunhiu de dor ao ser acertado no rosto mais uma vez e sentiu a consciência oscilar enquanto o sangue escorria quente por seu rosto, mas logo se recuperou ao ver o outro se arrastar em direção a arma. Correu cambaleando e agarrou o objeto antes dele apertando o metal contra a palma.

_ O que? - fechou os olhos ao ouvir aquela voz que parecia envenenar seus pensamentos. - Vai me matar?

_ Cala a boca! - gritou apontando a arma contra a cabeça do outro. - CALA A PORRA DA BOCA!

Podia ouvir o sangue correndo em seus ouvidos, os nós dos dedos esbranquiçados pela força que usava para segurar a arma, o sangue que escorria de um corte em seu supercílio deixava em sua boca um gosto acre, metálico. Devia matá-lo, assim ele acabaria com tudo. Acabar com ele como ele acabou com a vida de tantos, apenas puxar o gatilho.

Nem notou a agitação do lado de fora, e nem se virou ao ouvir a porta de metal voltar a se abrir deixando a luz do amanhecer banhar o interior.

_ Tae! - paralisou ao ouvi-lo, mas não desviou o olhar da figura jogada a sua frente. - Não faz isso. - Namjoon se aproximou devagar sem ter a atenção de Taehyung. - Tae, por favor.

_ Me desculpa, Joonie. - falou baixinho mas sua voz ecoou pelo espaço, viu Woosik se arrastar tentando agarrar uma barra de ferro.

_ Tae, você não é um assassino. - Namjoon falava em um tom calmo enquanto se aproximava, atrás de si podia ouvir os colegas se colocando a postos, tinham um mandado de prisão para Woosik e Taehyung. Mas se o mais novo matasse o Choi, tudo mudaria de figura.

_ Não me importo. - falou em sussurro e atirou no chão próximo de onde a mão de Woosik tentava agarrar a barra de ferro, Namjoon engoliu em seco e paralisou por um momento. - Não me importo.

_ Eu me importo. - engoliu o nó em sua garganta sentindo os olhos inundarem. - Por favor, por favor não joga sua vida no lixo. Nós temos provas Tae, provas de verdade contra ele, acabou.

_ Ele me tirou tudo, tudo. - Taehyung soluçou segurando a arma com as duas mãos para que não caísse, sua mente perdendo a razão para a dor física e psicológica.

_ Você ainda tem a sua família, seus amigos, tem a mim, você tem a mim Tae. Seu Namu.

Ouviu ao longe sirenes se aproximando, o cantar dos pneus contra o asfalto. Não era um sonho? Era real? Soltou uma das mãos da arma e beliscou forte o próprio braço.

Era real.

Com um gemido de dor Taehyung apertou a trava da arma a desmontando e se deixou cair junto do objeto, de joelhos com o rosto machucado entre as mãos.

Namjoon correu e pegou a arma que Woosik ainda tentava alcançar mesmo parecendo lutar contra a própria consciência. Ao se ajoelhar ao lado de Taehyung o trazendo para o seu peito ouviu Yoongi gritar para o Choi a voz de prisão.

_ Tudo bem, eu te peguei. - falou baixinho o guardando em seus braços. - Te peguei, corujinha.

• •

Três meses depois.

Namjoon ajeitou o cabelo mais uma vez e desamassou o paletó mesmo que estivesse perfeitamente alinhado, não era a primeira vez que ele ia visitar Taehyung através do parlatório, mas seu coração cheio de saudades ainda ficava ansioso para ver o rosto que tanto amava através do vidro.

Assim que Taehyung surgiu na pequena sala os dois sorriram e o mais novo acelerou os passos para se sentar e tirar o telefone do gancho.

_ Oi hyung. - disse animado e viu Namjoon sorrir largo mostrando as covinhas.

_ Oi meu amor, como você está?

_ Tudo bem, a comida não é ruim. - a voz saía um pouco distorcida, e Namjoon daria tudo para poder ver ele sem aquele vidro entre os dois, mas ele sempre se acalmava ao ver o quanto os olhos de Taehyung brilhavam sem aquela sombra que antes pairava sobre ele. - E como vão as coisas aí fora?

_ Woosik foi condenado a prisão perpétua. - resolveu ir para o assunto que mais queria se livrar logo, Taehyung fechou os olhos e assentiu sorrindo. - Jungkook e Jimin vão cumprir prisão domiciliar, e tenho que dizer que eles parecem animados demais sobre usar uma tornozeleira. - Taehyung jogou a cabeça para trás rindo alto e Namjoon riu junto dele se deleitando daquele som. - Hoseok pegou três anos, mas tem direito a redução. Todos não podem te visitar por enquanto então vou servir de garoto recado.

_ Pobrezinho. - falou colocando a mão sobre o vidro e Namjoon fez o mesmo do outro lado. - São seis anos hyung, - falou tendo os olhos do outro sobre ele. - eu vou entender se-...

_ Taehyung, em meu coração não há dúvidas. - disse firme e viu os olhos do mais novo brilharem com as lágrimas. - Eu tenho certeza de que sua pena vai ser reduzida, e mesmo que não fosse, eu te esperaria para sempre se necessário. Se você não estiver certo disso, eu vou respeitar, mas em meu coração não há dúvidas.

_ Eu te amo. - Taehyung falou simples deixando uma lágrima rolar quente por seu rosto. - Te amo muito.

_ Eu também te amo muito. - sorriu em alívio.

Faltava ainda um longo caminho para os dois, não seria uma história fácil. Mas Namjoon não queria fácil, queria Taehyung, e estava disposto a lutar por isso.

• •

Ao chegar em casa Namjoon se sentou na cama com a carta de Taehyung entre as mãos. Tinha convencido o mais novo a escreverem um para o outro e ficou feliz ao ver que ele tinha escrito pela primeira vez.

Sorriu e abriu o envelope logo vendo a folha coberta pela caligrafia cuidadosa do mais novo.

"Namu,

Confesso que quando você me propôs sobre escrever cartas, pensei que era uma ideia um pouco boba. Afinal de contas, você vem me ver todos os sábados e pensei que seria o suficiente para te contar sobre minha semana (a vida na cadeia é muito menos emocionante do que dizem), mas agora, sinto vontade de te escrever sempre.
Como eu disse, a vida aqui não é muito agitada, mas isso não aquieta meus pensamentos. Sempre fico pensando sobre nós, naqueles dias que agora parecem tão distantes, e tão recentes ao mesmo tempo. É bobo, mas você me faz lembrar como era ser criança e ter como única preocupação ser feliz (e comer doces, sinto falta de chocolate!).
Tenho lido bastante também, a biblioteca aqui é incrivelmente completa. Li sobre um conceito da filosofia que no primeiro momento eu não entendi, se chama Amor Fati, e significa a aceitação do destino mesmo em seus aspectos mais cruéis e dolorosos.
Pensei que só uma pessoa fraca aceitaria assim seu destino, mesmo as coisas cruéis, mas pensando bem, acho que agora posso entender o que essas palavras querem dizer.
Você me fez amar o destino cegamente, me fez admirar e ser grato até pelas noites frias longe do seu abraço, pela distância, pelo tempo e até mesmo por aquele medo horrível de que eu nunca mais fosse rever meu Namu, minha metade. Mas esse mesmo destino me trouxe você de volta, então valeu a pena cada lágrima e cada erro para poder sentir essa alegria inacreditável que é poder dizer que eu te amo, e que sempre amei, desde o primeiro momento em que nossos olhares se cruzaram. Você é meu ágape, meu philos e meu eros, e eu amo o destino hoje porque meu destino é você.
Vou parar por aqui, porque as outras coisas que tenho para te dizer preciso estar olhando em seus olhos.
Ps: sinto mais falta dos seus beijos que de chocolate.

Para sempre seu,
Taehyung."



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