História Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 4


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 3: "Estivesse"


Fanfic / Fanfiction Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 4 - Capítulo 3: "Estivesse"

12 de dezembro de 2017. 09:20 da manhã.

Hospital( Ponto de vista da S/n)

Acordei com uma luz forte em minha vista. Ao me costumar com a luz, pude notar que estava no quarto de hospital. Observei ao meu arredor e não havia ninguém.

Acordei com uma luz muito forte em minha vista. Ao me acostumar com a claridade, pude notar que estava em um hospital. Observei cada canto do quarto e não havia indício de que alguém havia ficado lá.

Entrou alguém no quarto.

Doctor: Que bom que acordou, s/n !!—Falou alegre.

Pelo visto fiquei mais de um dia desacordada !

—O que houve ?—Perguntei.

O médico mexeu no saquinho de soró e depois olhou para mim.

Doctor: Queda de pressão—Respondeu— você por acaso almoçou e tomou seus remédios ?

Engoli a seco a pergunta.

—Não...—A expressão do rosto do doctor era de bravo—Eu acabei esquecendo de tomar o remédio hoje...—Expliquei e o mesmo se sentou na beirada da cama.

Doctor: S/n...tenha mais cuidado com a sua saúde, sabe que não pode ficar sem tomo seu remédio ou, muito Enos ficar sem comer por muito tempo !—Falou.

—Até quando vou ter que fazer isso ?—Perguntei sem olhar para o doctor.

Doctor: Esse tratamento será pelo resto da sua vida—Explicou.

—Entendi... Meu pai está no hospital?

Doctor: Não—Respondeu— Ele teve que viajar rápido e pediu para lhe deixar internada aqui, então, daqui a dois dias, ele vem lhe buscar—disse.

—Tudo bem...—Falei.

O médico fez os exames de rotina e em seguida saiu da sala.

Olhei para o lado. Na mesa, tinha uma ficha. Na ficha estava escrito está escrito

" desacordada a dois dias"

—parece que dessa vez foi forte...—Murmurei.

Devem está se perguntando. O que será que eu tenho?no começo, os médicos não sabia o que eu poderia ter mas, depois de uma bateria de exames, a única coisa que descobriram é que, eu tenho a saúde frágil ou melhor, tenho imunidade baixa.

Me deitei na cama.

O médico disse que, só preciso preciso tomar meus remédios e ficar longe de pessoas doentes, porque, senão, a coisa pode ficar feia para o meu lado.

Às vezes fico pensando. Será que minha mãe está bem ? Ela nunca mais voltou para me procurar ou se quer ligou para avisar que estava bem.

—Pensando bem... Será que esse casamento tem alguma coisa haver com a minha mãe ? Meu pai deve está tramando alguma coisa...—Fiquei pensativa.

•~•

12:10 da tarde

Casa/ quarto. (Narração do Jungkook)

Cheguei em casa desesperado.

—O que aconteceu... Foi tão rápido....—Falei sem acreditar.

Escutei barulhos de caixas caindo. Corri para o segundo andar. O corredor estava cheio de caixas e homens passando pra lá e pra cá. Meu pai estava na entrada da porta do quarto de hóspedes.

Resolvi ir nele.

—O que tem nessas caixas meu pai ?—Perguntei curioso.

Pai: Móveis , decoração e etc !—Respondeu—Aonde você esteve ? Ficou fora de casa durante dois dias. Está usando drogas ?—Perguntou furioso e eu neguei com a cabeça.

Abri uma das caixas, por pura curiosidade, havia coisas rosas.

—Por que tudo é cor de rosa ?—Perguntei puxando a cortina de dentro da caixa.

Dois homens entraram com duas portas de armários cor de rosa.

Pai: deixa aqui—Disse para os dois homens e em seguida voltou sua atenção para mim— é para uma menina !—Respondeu.

Fiquei confuso.

—Vai adotar uma criança ?

Pai: Não—Respondeu—sua esposa irá vir morar aqui !

Quase me engasguei com a minha saliva.

—Como é?

Pai: O que você queria ?—Perguntou— Ela é casada com você, então, vira para cá.

—Por quê ?—Rebati—Já não basta o casamento arranjado?

Pai: ESCUTA !—Berrou e respirou fundo—Para o bem dessa nação, fique quieto na sua !—Esbravejou.

—Se minha mãe estivesse aqui, duvido que ela deixaria você fazer isso !—Rebati.

Pai: Exatamente "estivesse",no passado, hoje em dia, ela não pode opinar em nada.

Uma raiva tomou conta de mim.

—É assim que o senhor irá falar da minha mãe ?—Perguntei nervoso.

Pai: Eu fui casado com ela, então, falo do jeito que eu quiser.

—Tudo bem...—respondi e sai de perto dele.

Escutei meu pai me chamar, então, me virei.

Pai: Vai aonde ?

—Tomar um pouco de ar—Respondeu—Pelo menos, você teve consciência de não por a garota para dormir comigo, porque se não, duvido que está casa ficaria em paz—Respondi e virei de costas.

Pai: Moleque volte aqui...—Não dei atenção a ele e desci as escadas.

•=•

Hospital

( Narração da S/n)

A Clara chegou correndo no hospital. Pelo que ela me disse, ela foi na minha casa e viu o Henrique dormindo. Perguntou por mim para meu pai e disse que eu estava no hospital desacordada fazia dois dias.

Ela me disse que, teve a permissão do meu pai de caminhar comigo.

(...)

Começamos a conversar.

Clara: Você realmente está bem ?—Perguntou preocupada.

—Estou sim—Respondi e vi a mesma suspira aliviada—Os médicos já me medicaram.

Clara: Tem certeza que não quer que eu fique com você, até melhora ?

—Tudo bem—Respondi—Você tem seus problemas pessoais para resolver, então, não quero a importunar !—Encostei minha cabeça no tronco da árvore e em seguida suspirei.

Clara: Pode ter certeza que você não me perturba !—Agarrou meu braço e em seguida, encostou a cabeça em meu ombro.

Clara: Obrigada !—Encostei minha cabeça na sua.

Clara é como uma irmã para mim, se por acaso eu tivesse que dar prioridade, eu daria a ela. Sempre que preciso, ela está comigo, independente do que esteja fazendo, ela sempre arrumar um jeito de cuidar de mim.

Clara: Por que ainda dá papo para Henrique?—Perguntou, interrompendo o meu pensamento.

—Eu gosto dele...

Clara: Ele, claramente, não gosta de você !—Disse.

—Para com isso !—Briguei.

Clara: S/n, toda vez que a mãe dele sai de casa, você fica com o deveres doméstico dele. Ele lhe faz de emprega e, ainda, tem o momento que, aquele idiota, surta e te bate. você acha normal ?—esbravejou.

Odeio quando a Clara fala do Henrique. Ela deveria para de implicar com ele. O mesmo não tem culpa de ser assim...

—Mas, ele é meu amigo, eu tenho que ajudar ele.

Clara: Ajudar ? Ajudar em que ?—Se irritou—Você por acaso escutou a palavra empregada ?—Ela se levantou furiosa.

—Calma Clara—Segurei em seu braço— ele é um dos poucos amigos que eu tenho...—falei um pouco triste.

Clara: Então não quero ser sua amiga !—Soltou-se

—Como ?

Clara: Se você está classificado um babaca como amigo, então, automaticamente, você está me dizendo que eu também sou babaca com você!!

Droga... Ela é cabeça dura, nunca vai entender o problema do Henrique...

—Não é isso Clara !

Clara: Então , é o que ? Sou sua colega agora ?—Cruzou os braços demostrando insatisfação.

—Não... Você para mim e como uma irmã...—respondi de cabeça baixa.

Clara: Menos mal—Me abraçou— mas, quer um conselho...—Olhou para mim ainda abraçada— Fique longe do Henrique—Avisou— ele só lhe faz mal...

—Desculpa !—Retribui o abraço.

Clara: Se desculpa adiantasse, você não estaria doente em um hospital !—Brincou mas, logo tratou de ficar séria—Seu pai... Ele ainda está viajando ?

—Volta amanhã, de manhã—Respondi— Espero que ele me traga notícia nova.

Clara: Esperamos—Riu.

—Falando em notícia, soube que a senhorita está namorado !—Começamos a andar pelo pátio do hospital.

Clara: Não estou namorando—Corrigiu—Apenas estamos se conhecendo!!

—Um menino ? Quem é ?

Parou na minha frente e deu a língua.

Clara: Será supresa !

—Odeio surpresa—Fiz birra fazendo a mesma rir.

Clara: Ah, quase ia me esquecendo—Riu—Tem um amigo que está curioso para saber quem é você. Pense positivo, você poderá perder esse seu BV. Então, o que acha ?

—Não sei...—Falei um pouco desconfortável.

Na hora que a Clara iria falar alguma coisa, a sombra de um homem apareceu. Era o James. Ele pediu para que nós duas entrasse para poder passar protetor solar na pele, pois, o sol estava muito forte.

Pensar nisso, eu gostaria muito de saber quem é esse menino misterioso...



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