História Amor feito de contrato-Imagine do Jungkook BTS(corrigindo) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Bangtan Boys, Bts, Contrato, Drama, Família, Historia De Amor, Imagine, Imagine Do Jungkook, Insinuação De Sexo, Jimin, Jungkook, Longfanfic, Personagens Originais, Romance, Saga, Shoujo, Shoujo Romântico, Você
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Palavras 2.675
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Chapter 4


Fanfic / Fanfiction Amor feito de contrato-Imagine do Jungkook BTS(corrigindo) - Capítulo 4 - Chapter 4

 (Chapter 4) - (Capítulo 4)

Depois da festa, meu pai me levou para casa e me deixou descansando. Decidi dormir para que, de manhã, eu tivesse forças para arrumar minhas roupas para a mudança.

Tentei, antes de ir dormir, ligar para Clara ou Henrique, mas os dois não atenderam à ligação — Isso me deixou muito triste e concluí que sou sempre a última pessoa a receber notícias.

Minha vida é uma merda!

[ domingo, 09:00 da manhã; Seul, Coreia do Sul]

Ao amanhecer, os criados da casa me levaram para tomar um banho de sol e depois me deram o remédio que eu tomava todos os dias, cinco vezes ao dia. Hoje foi um daqueles dias em que eu não acordei bem, eu estava fisicamente casada para sair da cama.

Eu recebi uma mensagem do Henrique. Ele havia escrito que acabou de chegar de viagem, na noite passada. Henrique queria que eu fosse para a casa dele. Do jeito que eu estava, não havia condições, mas ficar naquela casa sozinha novamente, eu também não queria, então decidi aceitar o pedido dele.

À tarde, acabei de almoçar com a equipe da cozinha. Antes, recebi uma mensagem do Sr. Jeon dizendo que tudo estava pronto para me receber em sua casa. Como eu já havia confirmado de ir na casa de Henrique, decidi dizer que sim, mas não disse a hora.

Acho que vou passar o máximo de tempo possível longe dele —Jungkook —Ontem, fiquei triste em saber que ele tinha uma pessoa, e ele até parecia estressado ...

[Narração doo Jungkook]

Depois da festa, adormeci na cama. Vendo aquela garota desmaiar e depois me abraçar dentro daquele quarto me deixou estranho. 

Eu não sei porquê?

[...]

[Algumas horas atrás: 03:00 da manhã; Busan, Coreia do Sul (antes de dormir)]

Clara e eu conversamos muito depois que voltei daquela festa. 

Não sei como vou falar sobre o casamento do faixada com ela, ela não irá entender ou muito menos aceitar. Terei de esconder o máximo possível a minha mentira, mas quase foi pego por isso

Clara: Querido, você sabe quem eu encontrei aqui no Japão? Ela disse do outro lado da linha telefônica.

— Eu não sei. Quem?— eu respondi

Clara: Leona, aquela loira falsa ... — falou e eu quase me engasguei.

Ela continuou.

Clara: Você está bem? — escutei uma voz de preocupação no outro lado da linha.

— Sim ...— menti — ela te provocou de novo?

Clara: aquela loiras, dois olhos azuis...— Se irritou—  ainda esfrego seu rosto no asfalto da rua. Ela é irritante demais—  Disse—  eu sei que ela me disse, que você estava no casamento de uma amiga dela com outra mulher mais bonita que eu, você pode acreditar? E olha, eu não estou me referindo a ela ter me chamando de feia!— Eu estava nervoso com esse comentário.

— Mesmo?— Eu digo nervoso.

Drogas ... eu não posso ficar nervoso ... ela vai desconfiar ...

Clara: Eu disse a ela que era impossível porque você me disse que estava em casa —o nível de nervosismo aumentava de forma alarmante.

— Ela gosta de provocar direito ...— eu disse nervosamente.

Clara: Por que você está nervoso, Jungkook?

— Nada ... — menti

Clara: Jungkook ...

— Tudo bem!— eu suspirei profundamente— eu fui a um casamento ontem. Pronto!

Clara: O QUE? - ela gritou

— Fui ... — Eu olhei para a mesa ao meu lado e havia uma menina e uma prima minha na foto. Clara não sabia, era a desculpa perfeita

Eu continuei com a minha mentira.

— Fui ao casamento de Anna, minha prima de terceiro grau e fui acompanhada por minha prima., S/n kim Jeon...

Declare a minha morte, agora mesmo ... Que mentiroso terrível ...

- Clara: S/n kim Jeon? —Soa estranho para ela.

— Sim ...—eu confirmei.

Clara: sorte sua, ela ter o primeiro nome parecido como da minha amiga coelhinha ...

Que apelido estranho para um amiga, será que se eu colocar o nome do Jimin de Mão de bebê, será estranho?

Ela gritou do outro lado da linha;

— Por que você fez isso?— Eu perguntei com raiva.

Clara: meu deus! — Berrou de novo — minha amiga deve estar morrendo de preocupação ...—Disse nervosa— Eu não pude pegar o telefone por dois meses e a primeira pessoa que eu ligo é para você ... — Senti-me ofendido com aquela frase— Espere um minuto, eu vou ligar para ela e depois vamos discutir melhor essa história, Jungkook —eu estava com raiva.

— O que!— Berrei— Você vai me trocar por sua amiga de novo?

Clara: Amigos são eternos, relacionamentos não são. E você está temporariamente sozinho Jungkook ...—foi suas últimas palavras, depois de fechar a conexão do nada.

Ela desligou na minha cara novamente por causa de sua amiga ... Eu odeio sua amiga, ela sempre dá prioridade a ela... Isso chega a ser irritante!

(...)

Quando acordo, fico trancado no meu quarto o tempo todo ouvindo música, mas algumas horas depois, acabei ouvindo o som de uma caixa sendo esmagada ou rasgada. Quão curioso eu sou. Saí do meu quarto para descobrir o que era aquilo tudo.

Quando olhei para fora da sala, vi meu pai fechando a porta de um quarto de hóspedes e os empregados tirando todas as caixas do corredor.

— Oque esta acontecendo aqui?—Eu perguntei.

(Pai): A menina virá aqui hoje!

— Você nunca fez isso, por que agora?— Eu digo, referindo-me a arranjar um quarto só para ela.

(Pai): Eu gosto da garota! — ele respondeu sorrindo.

Rir.

— Então por que você não se casou com ela, já que é simplesmente extravagante— eu digo ironicamente.

(Pai): Respeite-me e me deixe em paz ... —disse ele saindo do corredor para a sala de estar.

Que estranho ... Ele é muito ligado a essa garota ...

Já faz trinta minutos ...

Eu já estava com muita fome, então decidi descer para ver como estava o almoço. Quando chegou na cozinha, nada estava preparado ou muito menos o cozinheiro lá estava. Irritado, acabei procurando meu pai em toda a casa, até encontrá-lo em seu quarto.

— Almoço?—Eu perguntei, entrando em seu quarto.

(Pai): Eu não sabia que você almoçava em casa ... — disse de maneira depravada.

Ele fez isso de propósito ...

— Eu vou comer o que?

(Pai): Peça para preparar algo para você, estou cansado de hoje!

— Mesmo?

(Pai): Vai, deixa-me aqui sozinho! - Eu estava com raiva dessa frase

Eu juro que estrangulei meu pai agora, mas eu não posso, já que eu só tenho ele ...

Tudo por causa daquela garota, eu estou começando a pensar que é melhor ela não entrar na minha família ...

(Narração de S/n)

[14:00 Seul, Coreia do Sul]

Ao chegar na casa de Henrique, fui recebido por seus pais, Anne e Carl.

Eles são muito legais comigo; Eles até parecem meus pais.

(Anne): S/n, sinta-se em casa, certo?

— Onde vocês vão?— Eu perguntei curiosamente e me sentei no sofá.

(Carl): Vamos almoçar fora ... —respondeu sorrindo e entrelaçando a mão de Anne, que deu um pequeno sorriso.

— Tudo bem— Respondi — Bom almoço para você. Eu vou cuidar de Henrique —eu digo, sorrindo.

(Anne): Não se esqueça de dizer a ele que o próprio tem obrigações para fazer em casa. Quando chegarmos, queremos ver tudo arrumado.

—Eu aviso você!

Anne se despediu de mim com um beijo na testa e depois saiu. Ao mesmo tempo, Henrique entrou na sala com uma vassoura e um pano de chão.

(Henrique): Tem que começar logo, porque eles não costumam ficar na rua ... —disse me dando tudo sem chance de me ouvir mais cedo.

Eu olhei para ele, deitado no sofá.

— Mas hoje eu não estou me sentindo bem ... você poderia ao menos me ajudar?— Eu pergunto e ele olha para mim irritado.

Através do olhar, concluí que não haveria ajuda.

(Henry): Você pode começar na cozinha e depois seguir as tarefas que estão ligadas à parede da geladeira, em uma folha de bloco.

Eu realmente não poderia discutir com ele, acabaria irritante e, consequentemente, geraria uma briga. Então, para evitar isso, fui até a cozinha.

Chegando lá, percebi que tudo estava bagunçado. Louça na pia, chão sujo e comida espalhadas pelo chão. 

Eu peguei a nota da porta da geladeira.

"Limpe a cozinha..."

"Quartos, roupas​..."

"Faça sua própria comida ..."

"Lave sua roupa suja ..."

"e lavar as escadas ..."

"Bj, mamãe."

— Meu Deus, e hoje eu vou visitá-lo ...— murmurei para mim mesma, lamentando minha vinda aqui.

(...)

Durante esse período, limpei tudo. Senti muita dor no corpo, febre e até falta de ar, porque subi e desci as escadas várias vezes. Meu corpo pedia pena, mas seria muito pior se eu não completasse essas tarefas logo. Henrique me descascava.

Passou-se oito horas ...

Quando terminei tudo, já era noite. Desci as escadas devagar porque estava com falta de ar e encontrei Henrique dormindo na sala de estar, sem me ajudar. 

Eu sentei na cadeira para descansar.

— Meu Deus— Digo, chorando de dor.

Acabei lembrando que dos cinco remédios, eu tinha apenas dois. Um quando sai e outro quando cheguei aqui.

Eu recebi uma ligação de um número desconhecido.

— Quem é?— Eu disse com dificuldade.

Jungkook: Sou eu, seu "marido" — Notei o tom de ironia em sua voz —O que aconteceu com você? Por que ele não veio para a casa de meu pai?

— N-não estou me sentindo ... — comecei a tossir até perceber um pouco de sangue na mão e chorei ao olhar para isso.

O que? Sangue? Isso nunca aconteceu ...

Jungkook: Ei, você está bem? — não respondi— Ei, estou falando com você!— Berrou— Por que você esta chorando? Onde você está? Eu peço para trazer você aqui!

— Não se preocupe ... eu estou bem ...— Digo atordoada— Eu não vou para casa hoje, e eu ... esqueçi ... ok... eu estou indo para a sua casa de manhã .. — Eu digo quase perdendo o poder de respirar.

Jungkook: ruiva (...)

Acabei desmaiando de tanta  dor que senti.

(...)

"Ela vai ficar bem mãe?"

'' Cale sua boca, idiota!— Disse—  como você a deixa fazer isso? Ela tem problemas de saúde

Abri meus olhos devagar. Eu senti um pano quente sendo colocado na minha testa. Quando consegui me localizar melhor, percebi que estava em uma quarto grande, provavelmente no quarto da Park's

Eu olhei para o lado e Anne estava fazendo uma compressa de água em mim.

(Anne): Você está bem?—ela perguntou com uma voz doce.

— O que aconteceu?— Eu perguntei, tentando me levantar, mas fui impedida por Anne.

(Anne): Descanse um pouco, eu gostaria muito que você ficasse aqui e descansasse ... —ela disse, acariciando meu cabelo.

Incrivelmente, não havia dor no meu corpo. E muito menos falta de ar..

— Eu não estou com dor no corpo, o que você fez?— Eu perguntei curiosamente.

(Anne): Você me deixa triste às vezes — você esqueceu que eu sou médica e clínico geral? — Ela sorriu.

rir.

Anne me lembra muito minha mãe! Eu não possuo muitas lembranças dela embora, a maneira de cuidar de Anne é parecido com o da minha mãe...

— Você pode deitar ao meu lado, por favor ...— eu perguntei.

(Anne): Claro ... — disse.

Ela se deitou ao meu lado e me abraçou.

Eu estava mais quieta, aquele cheiro para mim era tão familiar, me lembrou muito da minha mãe que se foi.

(Anne): Eu deveria deixar Carl brigar com você! —Ela disse —  Você sabe que não pode fazer um esforço e acabar fazendo um batalhão de tarefas que deixei para Henrique

— Sinto muito ...— Eu disse— Eu só queria ajudar!

Alguém acaba no quarto. Foi o Henry.

(Henrique): Você está bem? — ele diz entrando no quarto de cabeça baixa.

— Sim—Respondi.

(Anne): Você já falou com o seu pai?

(Henrique): Ele disse a mesma coisa chata de sempre ... Obrigado, s/n por me punir por um mês ...

— Sinto muito ...— Eu digo e Anne me interrompeu.

(Anne): Quem deve se desculpar aqui é Henrique, e não você ...

— Deixe-a ...— Eu a abracei novamente— Eu não posso forçar, lembra?— Eu digo com um sorriso e recebo um abraço dela.

(...)

Dia seguinte...

No dia seguinte, acordei muito melhor. Fiquei surpresa porque não precisei tomar o remédio. Anne me ajudou muito porque me fez comer um purê de batata na noite passada —Jantar com todo mundo que conheço é muito bom.

Depois de um tempo, Henrique acabou me levando para casa pelas costas. Chegando lá, ele me deixou no sofá e ficou em silêncio.

— Se quiser ir embora, pode ir ... — falei quebrando esse silêncio.

Henrique sentou no meu colo e segurou meu rosto com as suas mãos.

(Henrique): Por que você não disse aos meus pais que eu forcei você a fazer as tarefas? — Ele perguntou confuso.

— Anne já estava muito brava com você, isso poderia ser um ótimo motivo para você parar de falar comigo!

(Henrique): Por que você se importa tanto?

— Eu-eu não gosto de ver as pessoas tristes ...— Eu digo nervosa e o próprio riu.

Henrique se aproximou de mim devagar e veio puxando meu rosto para ele. Naquele momento, não entendi nada. Ele estava se aproximando de mim e eu não sabia o que fazer. Quando senti sua respiração muito perto de mim, todo o meu corpo começou a ficar nervoso.

Será meu primeiro beijo com Henrique?

Quando senti meus lábios tocarem os dele, Henrique recuou depois de ouvir o som da porta se abrindo. Eu olhei assustada em direção à porta. É Jungkook. Acabei de me lembrar da noite passada. Desmaiei ao telefonema e não lhe dei nenhuma satisfação.

(Henrique): É melhor eu ir ... — diz ele, saindo de cima de mim, parecendo confuso.

Isso não está cheirando bem ...

Henrique passou por Jungkook e ambos ficaram se olhando feios. Eu estava terrivelmente com medo de que Henrique começasse uma briga com ele. Depois que a porta foi fechada violentamente, Jungkook olhou para mim por um tempo sem entender nada.

Levantei-me do sofá e fiquei olhando para ele, em que ele tinha uma expressão de decepção ou arrependimento.

— Eu acho ou devo dar-lhe alguma explicação— eu digo, chamando sua atenção.

Ele se aproximou de mim furiosamente e me empurrou brutalmente contra o sofá.

(Jungkook): VOCÊ É MALUCA! — Ele gritou.

Acabei ficando com medo dele. Ele continuou falando.

(Jungkook): Eu pensei que estava morta ou algo assim!

— Desculpa...— Pedi

(Jungkook): Calada —exigiu e começou a andar de um lado para o outro — você acabou de ficar doente e chorar ao telefone!—Disse— Eu digo ao meu pai que você teve uma ataque ou algo parecido do outro lado da linha e ele começou a ficar doente também!— Contou— Eu o levei no meio da noite para o hospital e só fui liberado depois das seis horas da manhã!

— Desculpa...—Pedi

(Jungkook): Olhe para o meu rosto!—  Ele apontou para si mesmo — parece que eu dormi algum dia antes? Não. Então eu tive que levar meu pai para casa. O velho começou a chamar forças especiais para encontrá-lo aqui em Seul. Quando eu te encontro, quem você acha que ele mandou pra você? Eu

Ele parece muito mal ...

— Acalme-se — você terá um ataque, Jeon me desculpe ...—- perguntei segurando ele e Jeon acabou me olhando confuso.

Eu estava chorando porque eu não gosto de ver as pessoas com raiva ou preocupado comigo, eu não gosto.

— Desculpa...—Pedi.

(Jungkook) Que chata— Ele disse, me assustando— Pare de se desculpar!

— Sinto muito ... — digo sentado no sofá.

(Jungkook)Pare com isso!—Ele disse com raiva—Vá pegar suas coisas no quarto e vá até o carro. Estou esperando por você na entrada da sua casa!— Após o aviso, ele saiu da sala com um bufar de raiva.

Eu só irrito as pessoas ...



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