História Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Bangtan Boys, Bts, Contrato, Drama, Família, Historia De Amor, Imagine, Imagine Do Jungkook, Insinuação De Sexo, Jimin, Jungkook, Longfanfic, Personagens Originais, Romance, Saga, Sexo, Shoujo, Shoujo Romântico, Você
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Palavras 1.727
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Capítulo 1: Henrique - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 4 - Capítulo 1: Henrique - Parte 1

 

Após a festa, meu pai me levou para casa e me deixou sozinha por lá pois teria que viajar dentro de um hora para o Brasil. Eu resolvi dormir para que pela manhã, tivesse força para arrumar minhas roupas por conta da mudança para casa dos Jeon's. 

Eu tentei - antes de dormir- ligar para Clara ou para Henrique porém ambos não atendiam a ligação - Isso me deixou muito triste, e acabei deduzindo que sou sempre a última pessoa que receberei notícias.

(Minha vida é...)

[02/04/2016 - 09:00 da manhã; Seul, Coreia do sul]

Ao amanhecer, as empregadas da casa me levaram para tomar um pouco de banho de sol e depois me deram o remédio no qual tinha que tomar todos os dias durante cinco vez ao dia. Hoje, era um daqueles dias no qual não acordei bem, estava fisicamente casada demais até para levantar da cama.

Recebi uma mensagem do Henrique. Ele havia escrito que tinha acabado de chegar de viagem, ontem, a noite. Henrique queria que eu fosse em sua casa. Do jeito que eu estava, não havia condições porém, ficar nessa casa sozinha novamente, eu também não queria, então resolvi aceitar seu pedido.

Durante a tarde, acabei almoçando com as empregadas. Nesse meio tempo, recebi uma mensagem do Sr. Jeon me dizendo que estava tudo pronto para me receber em sua casa. Como eu já havia marcado de ir na casa de Henrique, eu resolvi dizer que iria, mas não disse a hora.

(Pensando bem, acho que vou passar o maior tempo possível que ficar longe  dele- Jungkook-. Ontem, eu fiquei triste de saber que ele possuí uma pessoa, e ele mesmo parecia estressado...)

[Narração do Jungkook]
[02/04/2016 - 01:00 da manhã; Busan, Coreia do sul]

Após a festa, acabei dormindo feito pedra na cama. Ver aquela menina desmaiar e, em seguida, me abraça dentro daquela sala me deixou estranho. Não sei o porquê! 

[...]

[ 03:00  da manhã; Busan, Coreia do sul (pôs-festa)]

"A Clara e eu conversamos bastante depois que voltei daquela festa, pôs-casamento. Eu não sei como irei contar a ela sobre esse casamento de faixada. Ela não vai entender ou muito menos aceitar isso. Eu tentei disfarçar o máximo possível a minha mentira, porém quase fui pego por ela.

Clara: Amor, sabe com quem eu encontrei aqui no Japão!- disse do outro lado da linha telefônica.

- não sei, quem? - respondi.

Clara: A Leona, aquela loira falsa...- disse e eu quase me engasguei.

Ela continuou.

Clara: Você está bem?- notou-se um tom de preocupação do outro lado da linha.

- Estou...- menti- me diz, ela te provocou de novo?

Clara: Aquela loira dos olhos azuis, eu ainda esfrego a cara dela no asfalto do rua- se irritou- sabe que ela me disse, que você estava no casamento de uma amiga dela com uma outra mulher mais bonita do que eu, você pode acreditar nisso? E olha que não estou me referindo dela ter me chamado de feia duas feias!- fiquei nervoso com aquele comentário.

- Sério?- digo nervoso.

(Droga... não posso ficar nervoso... ela vai desconfiar...)

Clara: Eu disse para ela que era impossível pois você tinha me dito que estava em casa- o nível de nervosismo estava subindo de forma alarmante.

- Ela gosta de provocar você certo...- falei nervoso.

Clara: Por que está nervoso, Jungkook?

- Nada...- menti

Clara: Jungkook...

- Está bem- suspirei  fundo- eu fui a um casamento ontem! Pronto falei!

Clara :O QUÊ?!- berrou

- Me desculpa, foi coisa de última hora...- eu olhei para o quadro ao meu lado e tinha uma foto minha e de uma prima minha no qual a Clara não conhecia, era a desculpa perfeita

Continuei com a minha mentira.

- Eu fui ao casamento de Anna, minha prima de terceiro grau, e fui acompanhado da minha prima. Kim S/n flowes.

( Que droga, eu errei o nome da s/n... que merda, ela sabe que na minha família só tem "Jeon" no nome)

(Declarei a minha morte, agora mesmo.... Que péssimo mentiroso...)

Clara: Kim s/n flowes?- Soou estranho para ela.

- Sim...- confirmei.

Clara: Sorte sua, dela ter o primeiro nome parecido com o da minha amiga coelhinha...- Ela parou de falar do nada. 

(que apelido estranho para uma amiga, será que se eu chamar o Jimin de mão de bebê, ele vai achar estranho?)

Ela deu um berro do outro lado da linha,

- Porquê fez isso?- perguntei irritado.

Clara: Meu deus!- berrou de novo-  minha amiga deve está morrendo de preocupação...eu não consegui pegar no telefone durante dois meses e a primeira pessoa que ligo é para você...- me senti segunda opção da Clara, com aquela frase- que droga, espera um minuto que irei ligar para ela e depois vamos discutir essa história melhor, Jungkook!- Fiquei irritado.

- Quê!- berrei- Você vai me trocar pela sua amiga de novo?

Clara: Amigos são eternos, relacionamentos não. E você está temporariamente solteiro Jungkook...- foi as últimas palavras dela, após encerrar a ligação do nada.

(ela desligou na minha cara de novo por causa dessa amiga dela? Que droga!... Odeio essa amiga dela. Ela sempre dá prioridade à ela, do que para mim.... isso é irritante!)

(...)

Ao acordar, fique trancado em meu quarto o tempo inteiro escutando musica, porém, algumas horas depois, acabei escutando barulho de caixa sendo amassada ou rasgada. Como sou curioso. Sai do meu quarto, para saber do que se tratava aquela barulhada toda.

Ao olhar para fora do quarto, vi o meu pai fechado a porta de um quarto de hóspedes e os empregados tirando todas as caixas do corredor.

- O que está acontecendo aqui?- perguntei.

(Pai): A menina virá hoje para cá!
- você nunca fez isso, por quê agora?- digo, me referindo ao arrumar um quarto só para ela.

(Pai): Gostei da menina!- respondeu sorridente.

Rir.

- Então, por que não se casou com ela, já que isso é apenas de faixada- digo de forma debochada.

(Pai): Me respeita, e me deixe em paz...- disse saindo do corredor em direção a sala.

Que estranho.... ele está apegado demais a essa menina...

Passou-se trinta minutos...

Eu já estava com muita fome, então, resolvi descer para ver como estava o almoço. Ao chegar na cozinha, nada estava preparado ou muito menos tinha o cozinheiro por lá. Irritado, acabei procurando por meu pai na casa inteira, até que encontro ele em seu quarto.
- Cade o Almoço?- perguntei entrando no quarto dele.
(Pai): Não sabia que você almoçava em casa...- disse de forma debochada.

(ele fez de proposito...)

- Eu vou comer o quê?- questionei-o

(Pai): Pede para preparar algo para você, estou cansado de hoje!

- sério?

(Pai): Vá, me deixe aqui sozinho!- fiquei irritado com aquela frase

(Juro que estrangulava meu pai agora porém não posso, pois só tenho ele ... Tudo por causa daquela garota, tô começando a achar melhor essa garota não se meter em minha família...)

(Narração de S/n)

[14:00 da tarde; Seul, Coreia do sul]

Ao chegar na casa do Henrique, fui recebida pelos pais dele. Dona Anne e Carl, são muito bonzinhos comigo; parecem até meus pais.

(Anne): S/n, sinta-se em casa, tudo bem?

- Aonde irão?- perguntei curiosa e me sentando no sofá.

(Carl): Vamos almoçar fora...- Respondeu sorridente e entrelaçando a mão em Anne que dar um pequeno sorriso.

- Tudo bem-respondi- bom almoço para vocês... Cuidarei do Henrique...- digo sorrindo.

(Anne): Não esqueça de avisar a ele que tem obrigações a fazer na casa. Quando chegarmos queremos ver tudo arrumado.

- Irei avisa-lo!

Anne se despediu-se de mim com um beijo na testa e, em seguida, saiu. Ao mesmo tempo, Henrique entrou na sala com uma vassoura e um pano de chão.

(Henrique): Tem que começar logo, pois eles não costumam demorar na rua...- disse me entregando tudo sem qualquer chance de me escutar antes.

Eu fiquei olhando para ele, se deitar no sofá.

- Mas, hoje, eu não estou me sentindo bem... poderia ao menos me ajudar?- pergunto e o próprio me olha irritado.

Pelo olhar eu acabei deduzindo que não haveria ajuda.

(Henrique): Você pode começar pela cozinha, e, depois, siga as tarefas que estão grudadas na parede da geladeira, em uma folha de bloco.

Eu realmente não podia discutir com ele, acabaria irritando e, consequentemente, iria gerar uma briga. Então, para evitar isso, fui para cozinha.

Chegando lá, acabei percebendo que estava tudo bagunçado. Louça na pia, chão sujo e comida espalhada pelo chão. Então, acabei de analisar o motivo da Anne e seu esposo ter ido almoçar fora.

Peguei o bilhete da porta da geladeira.

"Limpar a cozinha..."

"Quartos, dobrar as roupas..."

"Fazer sua própria comida..."

"Lavar as roupas suja..."

"e Lavar as escadas..."

"Bj, Mamãe."

 

 - Meu deus, e hoje que irei visitá-lo...- murmurei para mim mesma lamentando a minha vinda para cá.

(...)

Nesse tempo que fiquei arrumando tudo, sentia forte dores no corpo, febre e inclusivamente, falta de ar por subi e descer repetidamente as escadas. Meu corpo estava pedindo por piedade porém, seria muito pior se não completasse aquelas tarefas logo Henrique iria descascar em cima de mim.

Passou-se oito horas...

Quando finalizei tudo, já estava de noite. Eu desci as escadas devagar pois estava com muita falta de ar, e encontrei o Henrique dormindo na sala, sem ao menos ter me ajudado. Me sentei um pouco na cadeira para descansar.

- Meu deus....- disse chorando de dor.

Acabei lembrando que dos cincos remédios, só havia tomado dois. Um quando sai e outro quando cheguei aqui.

Recebi uma ligação de um número desconhecido.

- A-Alô... Q-Quem é?- falei com dificuldade.

Jungkook: Sou eu, seu ''marido''- deu para notar o deboche em sua voz-... O que houve com você? por que não veio, ainda, para casa do meu pai?

- N-Não estou me sentindo...-Comecei a tossi até que percebo um pouco de sangue na minha mão e chorou ao olhar isso.

(O quê? Sangue? Isso nunca aconteceu...)

Jungkook: Ei, você está bem?- não respondi- Ei, estou falando com você! Por que está chorando? Aonde você está? eu peço para trazerem você aqui!

-  Não se preocupe... eu estou bem...- respondi atordoada- eu não vou para casa, hoje, e-eu... esquece... tudo bem, eu estou indo para sua casa pela manhã...- digo quase perdendo a força de respirar.

Jungkook:  ruiva...(...)

Acabei desmaiando de tanta dor que estava sentido.


Notas Finais


O capítulo estava muito grande, então,, parti ele em dois.


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