História Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 23


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Tags Álcool, Amor, Bangtan Boys, Bts, Contrato, Drama, Família, Historia De Amor, Imagine, Imagine Do Jungkook, Insinuação De Sexo, Jimin, Jungkook, Longfanfic, Personagens Originais, Romance, Saga, Shoujo, Shoujo Romântico, Você
Visualizações 837
Palavras 1.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Logo logo, respondo os comentários anteriores, a autora está dormido e só me mandou o capítulo justamente quando estou com a internet 4g com 80% de consumo.

Capítulo 23 - Cozinheira- Parte 2


Fanfic / Fanfiction Amor feito de contrato -Imagine do Jungkook BTS - Capítulo 23 - Cozinheira- Parte 2

Mercado/09:00 da manhã.

— Aí meu deus...— Digo com a boca, com o tamanho da lista de compras.

Segurança: Quer que eu ligue para o chefe de cozinha?

— Não! — Digo implorando — Eu vou levar esse celular comigo e qualquer coisa ligo para você! — O segurança me olhou com um olhar de desconfiado.

Segurança: Olha, foi dado a ordem para mim segui lá por tudo que era lado desse mercado pois se você passar mal, eu posso socorre lá...— Bufei e entrei no mercado.

Ele vai tirar minha concentração...

Ao entrar no mercado, fiquei chocada com o tamanho do mercado. Olhei para o segurança e ele apontou para o seu lado direito no qual segui a indicação, e por lá, tinha muitos carrinhos.

— Claro que eu sabia que o primeiro passo era pegar o carrinho...— digo sem graça.

O segurança foi em direção ao carrinho e o pegou.

(...)

— Que coisa difícil !— Digo olhando para prateleira de arroz.

Segurança: Se a senhora deixasse eu iria lhe indicando os caminhos ...— Eu o interrompi.

— Não se preocupe — Digo me curvando — Eu tenho que despertar para vida, mesmo que demore eu vou conseguir...

Passou-se vinte minutos.

— Carne...— Suspiro pois é o quinto item de cem.

Andei pelos longos corredores do mercado perdida. Andava tão rápido que por um momento, acabei me perdendo do segurança.

— Aí meu deus... — Olhei desesperada para todos os lados.

(Como foi que eu me perdi desse jeito ?)

Comecei a andar para pelos corredores com uma sensação horrível no peito. Como se eu estivesse entrando em pânico de ser deixada para trás.

Comecei a sentir uma vontade enorme de chorar igual a uma criança.

— Não posso chorar...—digo fungando o nariz.

Sentir alguém tocar no meu ombro. Olhei para trás e era um homem barbudo.

???: Acho que vi a pessoa que estava andando com você lá fora!

Limpei as lágrimas dos meus olhos.

— Pode me levar lá ?

???Claro, será um prazer...— Disse segurando meu braço com força.

Quando ele iria começar a andar, senti meu outro braço ser puxado com força, me fazendo se solta pelo homem barbudo.

Quando olhei para trás acabei dando um sorriso, era o menino do restaurante. De ruivo ele passou a ter o cabelo cor de rosa.

— Para onde iria levar minha namorada ? — Perguntou o menino do restaurante, olhando furioso para o cara.

— Ele iria me ajudar a — Ele me puxou para longe daquele cara.

Entramos em vários corredores até que entramos em um, aonde o segurança estava parado me procurando.

Quando o segurança me olhou, ele fez uma cara de furioso.

Segurança: Ficou maluca em sai de perto de mim? Poderia ter acontecido alguma coisa com você !

— Mas... O homem me disse que você estava do lado de fora me esperando...— Digo e ambos se olharam confusos.

Segurança: Senhor Park, obrigado por ter me ajudado a encontrar ela.

Park olhou para mim furioso.

Park : Ficou louca ? Sua mãe nunca lhe ensinou que não se deve confiar nas pessoas estranhas? Nem todas elas são boas igual a mim ou o segurança que trabalha para você.

— Mas... Como eu iria saber...

Park: Olha, aquele cara poderia ser qualquer coisas desde uma pessoa honesta até um estrupador ou assassino— Meus olhos encheram de lágrimas — Tome cuidado da próxima vez...— Disse tocando em minha cabeça.

Eu o abracei e comecei a chorar.

Segurança: Acho melhor irmos para casa, menina...— Disse porém o park o interrompeu.

Park: deixe ela comigo, volte para o carro pois eu irei ajudar ela a fazer compras e depois a levo de volta para o carro.

Segurança me olhou e depois confirmou.

(...)

— Bom, esse é o último item da lista — Digo amassando o papel na minha mão.

Park: Bom, agora temos que ir para o caixa.

O que irei fazer para ele comer ? Ele deve gosta de carne... Mas... O que faço?

— Park ?— O Chamei.

Park: o que houve? Não está se sentindo bem ?

— não... Não é isso, gostaria de saber se você pode me ajudar a cozinha um prato para uma pessoa?

Park: um prato?

— Sim, eu queria fazer uma almoço para uma pessoa que cuidou de mim a madrugada inteira...- Explico.

Park: podemos fazer a comida naquele restaurante que nos encontramos da última vez...— Sugeriu.

— Ótimo...— Digo abraçando ele.

(...)

Restaurante.

Park: O que você quer cozinha ? — disse limpando o balcão.

— Eu não sei...

Park : Como quer fazer um almoço para uma pessoa se não sabe uma receita ?

— Eu não sei que tipo de comida essa pessoa gosta.

Park: Entendi...—Disse com uma expressão de pensador.

Segurança: Ele gosta de peixe, poderia fazer um prato com peixe ...— Sugeriu.

— Peixe ?

Park : É isso !— Disse me puxando para dentro da cozinha.

Ele começou a pegar vários ingredientes de dentro das sacolas e começou a espalhar na balcão de dentro da cozinha. Eu fiquei observando enquanto o segurança fala no telefone com alguém, talvez seja com o chefe da cozinha da casa.

Ele começou a cortar o peixe e o colocar num prato. Eu observava cada movimento dele. Ele começou a fazer arroz e macarrão em um panela pequena.

— Você vai colocar tudo junto ?— Perguntei confusa.

Park: Sim...— disse sorrindo — Tem um amigo que gosta de comer tudo junto — me encarou — ele pode ser uma pessoa igual a ele !— Disse e eu sorri.

— Eu agradeço pela ajuda!— Digo.

Ele cortou um pedaço do peixe.

Park: Prove— Disse me entregando um pedaço cru do peixe.

Eu comi e olhei para ele com uma cara de surpresa.

Park: Tá ruim ?

— Não!— Digo colocando a mão na boca — Está ótimo !— Percebo um sorriso no rosto dele.

Park: Então, estamos no caminho certo. Agora, — olhou para mim — Sua vez de cortar esse peixe!

— Eu ?

Park: Sim. Venha aqui !— Disse dando espaço na banca.

Eu me aproximei e ele ficou atrás de mim, e me abraçou por trás.

Park: Preste atenção— Disse segurando minhas mãos no qual estava com uma faca — Tem que cortar devagar e certo — Disse demostrando.

Enquanto ele me ensinava a cortar as coisas, eu acabei sorrindo pois era a primeira vez que alguém me ensinava a cozinhar.

[Narração do Jungkook]

Cozinha / 12:00.

— Como assim ela saiu para fazer compras ?— Perguntei confuso, pois tinha acabado de acordar.

Escutei um barulho de alguém abrindo a porta da casa. Os empregados começaram a chamar os outros empregados da casa para ajudar a entrar na dispensa com as compras.

Eu acabei batendo a testa na mesa.

— Que péssimo dia, eu acabei tendo um pesadelo horroroso...— Lamento.

*Sonho...*

— S/n? Me desculpa por favor...— Digo me aproximando dela porém a mesma se afastou, toda machucada pois a Clara havia batido nela.

A Clara empurrou ela.

Clara: Você não tem vergonha em ficar com homem comprometido ?— Perguntou fechando os punhos para brigar de novo.

S/n: Eu ... Eu não tive escolha, fui obrigada a me casar com ele... Por favor, não me bate — Disse chorando.

Eu me pus no meio das duas.

— Clara, por favor, parou...— Pedi e a mesma me olhou com os olhos cheios de lágrimas.

Clara: Você levará a culpa pelo resto da vida por ter matado...— Disse se afastando de mim — sim... Pode ficar com essa vagabunda ruiva para você, eu vou sumir da sua vida — Correu em direção a porta. Eu iria correr atrás dela porém a s/n começou a tossir e colocar sangue para fora.

— E agora para onde eu vou...— Digo confuso.

(...)

Acordei com um barulho de prato sendo colocado sobre a mesa. Olhei para s/n e a mesma estava com um sorriso.

S/n: bom dia ou boa tarde —Empurrando o prato em minha direção — E-eu... Fiz isso para você, junto de um amigo que eu fiz dentro do restaurante ...— Falou desviando o olhar .

Olhei para o prato, e por coincidência era o mesmo prato que o Jimin fazia para mim, quando dormir aqui em casa.

Olhei para ela e deu um sorriso. Pedi para que sentar-se do meu lado, pois queria que ela ficasse do meu lado.

— Por que fez isso ?— Perguntei pegando o garfo.

Ela escondeu o rosto.

S/n: Queria agradece por ter cuidado de mim de madrugada.

Sorri fraco.

— Então, primeiro as damas...— Digo pegando um pouco da comida e pedindo para que abrisse a boca.

Ela obedeceu e começou a mastigar a comida.

— Sabe... Meu amigo gostava de fazer essas comidas estranhas para mim comer pois o tempero dele lembra o da mãe adotiva dele...— Expliquei e em seguida dei a primeira garfada na comida.

(Está igualzinho... O sabor, a textura... Parece até que foi feito por ele.)

S/n me abraçou.

S/n: Obrigada novamente...— Disse olhando para mim — Você tem sido muito bom para mim, você... — Ficou com o rosto vermelho, pois, talvez, seja por está com o rosto próximo do dela.

— Ei...— Me aproximei de seu rosto — você nunca teve curiosidade de como é beijar alguém ?— Digo encarando a boca dela.

S/n: Não sei...

Me aproximei devagar e ela apertava meu braço, que provavelmente estava nervosa. Comecei a sentir a respiração dela, isto é, já estava um dedo de beija-la. Porém eu acabei me lembrando do sonho, entao, acabei dando um beijo n bochecha dela.

Rir com a reação dela.

— Então, isso que dizer que você gosta de mim como um marido ?

Ela ficou com o rosto vermelho e se levantou.

S/n: Que absurdo!- Desviou o olhor - você é um bocó!- Disse batendo pé em direção a sala.

— Me desculpa...— Suspirei — Se por acaso, um dia, você bater de frente com a Clara, pelo menos você terá como argumentar que não ficou comigo nunca...— Digo mexendo na comida.

Meu telefone começou a tocar. Era o Jimin .

- Sim?
Jimin : Liguei errado, mas, o que faz acordado essa hora ? Tem formiga na sua cama ?
- não. A minha esposa fez uma almoço para mim...- Digo sorrindo.
Jimin: Que sorte !- Riu - Eu vou me encontrar com a Clara mais tarde, não quer vir com a gente ?

Olhei para trás e a s/n estava sentada no sofá.

- Hoje não, irei ficar com a minha ruiva hoje. Amanhã, eu saio com ela.
Jimin: Tudo bem. Depois não reclama se a Clara descobrir isso, e meter porrada nós dois.
- Tudo bem...- Digo.
Jimin: Bom mexidão de peixe!
- Obrigado... Espera como sabe disso ?
Jimin: Deduzi pela sua voz, você fala com uma voz estranha quando come isso.
- Espero que você não esteja trabalhando como espião, pois, se tiver, eu vou ordernar que briguem com você!

Ele riu e desligou o telefone ...

(Como será que ele sabia disso ?)


Notas Finais


Desculpa o capítulo grande !!!


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