História Amor Imaginário(JEON JUNGKOOK) - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 17
Palavras 1.272
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiiii^^ voltei, desculpem a demora. Tive um probleminha com a minha internet, mas pra compensar irei postar mais de um EP hoje...❤ Espero que gostem
Gente estou SURTANDO com a intro do jin ❤
Boa leitura 🍒

Capítulo 4 - Capítulo IV


*Capítulo VI*

   Jungkook

já fazem dois dias que a Mary me convidou pra ir na festa que a garota da nossa faculdade vai dar, acho que é Cléo o nome dela. Ela já me chamou algumas vezes, mas nunca fui. Eu e a Mary conversamos algumas vezes por mensagens durante esses dois dias, ela é bem gentil e simpática, admito que é bom conversar com alguém de verdade. Nunca tinha conversado antes com alguma garota que não fosse a Suzie. Ou melhor uma garota real. Falando na Suzie....estou evitando pensar nela pois a mesma me fez parecer um louco na frente da Mary quando estávamos presos na sala,ela queria que eu a beijasse. Assim do nada, então eu gritei com ela, assustando a Mary. Ultimamente a Suzie sempre tenta me manipular e fica querendo que eu faça coisas absurdas quando estou perto de alguma menina. Como se eu fosse um maníaco. Acho que minhas emoções não são mas as mesmas que as dela. Como se ela tivesse consciência própria, mas ela é só coisa da minha imaginação. Na pode sentir sentimentos diferentes dos meus.

Eu a amo é esse amor nunca vai ser real, pois ela não é de verdade. 

 É só um resultado de um sentimento alimentado por mim durante esses tempos. É só carência da minha parte. Tem que ser, uma hora ou outra eu iria ter que admitir que ela não é real. Apesar que demorou um pouco.

Sinto que estou abrindo os olhos para o mundo, depois de muito tempo...

[...]

Era sexta feira a noite e eu estava jogando no sofá pensando se seria uma boa ideia ir mesmo para aquela festa, a Mary já havia mandando mensagem perguntando se eu iria, eu disse que sim. Ela pediu pra me encontrar na portaria do nosso prédio, mas eu disse que estava na faculdade pois havia alguns trabalhos pendentes. Iria direto pra festa. Respondi.

Menti. Eu estava em casa, só não tinha coragem suficiente pra dizer que não iria mais acompanhar ela na festa.

A noite foi passando e Mary me ligou várias vezes, eu nem se quer atendi.

- Você vai deixar a garota plantada lá ? - Suzie falou  do fundo da sala.

- Quê? Mas como?..- respondi surpreso.

 Eu Não havia pensado nela, como ela apareceu ?

- Não foi preciso muito esforço pra fazer você pensar em mim, lá no fundo. E mais fácil do que você pensa fazer você pensar em mim. - respondeu se aproximando.

- Hum. Respondi sem ânimo pegando uma garrafa de whisky que ganhei da minha atvó no natal passado, e virei com gosto sentindo o líquido arder na minha garganta.

- Não vai a festa ? Suzie perguntou novamente olhando o líquido descer na minha garganta.

- Não, não vou. Respondi seco. Não estava a fim de ouvir Suzie nesse momento falando o quão covarde estou sendo.

- Sua mãe não se orgulharia de ver o que está fazendo.

- Acha que ela gostaria de saber disso?- continuou.

- NÃO TOCA NO NOME DELA DE NOVO, VOCÊ NÃO TEM ESSE DIREITO- respondi gritando assustando Suzie um pouco.

Ela me olhou com olhar de desprezo.

- Desculpa. Respondi passando a mão atrás da nuca. Com uma expressão de arrependimento.

- tudo bem. Mas não seja o covarde que afasta as pessoas que gostam de você. Ela diz simplista.

- E Melhor você ir embora, tá. Não quero brigar. - disse me virando para o outro lado e dando outro gole no whisky. O que será que ela quiz dizer com  "as pessoas que gostam de você." pensei.

O silêncio tomou o cômodo e quando me virei ela não estava mais lá. Melhor assim.

Peguei o porta retrato que estava encima da mesinha e admirei uma foto da minha mãe. Ela não foi a melhor mãe do mundo, mas não a culpo. Mas sentia sua falta.

Sou despertado do meu transe quando ouço meu celular tocar. Era Mary, mas quando fui atender desligou. Tentei ligar várias vezes de volta mas ela não atendia. Resolvi ir a festa. Não poderia deixar a Mary magoada por falta de coragem da minha parte. Peguei as chaves do meu carro é fui em direção a festa.

[...]

Maryb

Estava tão feliz, jeon confirmou a presença na festa. Pedi para irmos juntos mas o mesmo disse que estava na faculdade e que me encontraria na festa. Então decidi me arrumar na casa da Dreylla, para irmos juntas. É assim fiz, estava com uma saia preta uma blusa básica é um casaquinho por cima. nos pés usava uma pequena botinha preta. Dreylla disse que não eram trajes adequados para uma festa. Como ela disse "brega" . Mas eu não liguei. Antes de sairmos liguei uma última vez para o jungkook,o mesmo não atendeu. Talvez estivesse ocupado. Chegando na festa a Dreylla já estava bem solta e nem tinha bebido ainda. Quando me dei conta, a mais velha já estava na pista de dança acompanhada de Jimin, noo maior clima, é um copo de bebi em mãos.

Me vi sozinha em um lugar onde não conheço ninguém é nada do jungkook. Mandei mensagens há algumas horas é nada, ele nem se quer olhou, fiquei um pouco preocupanda. Até que Cléo encostou em meu ombro me fazendo olhar para ela.

- Mary, você veio - disse empolgada me oferendo uma bebida.

- sim. Respondi forçando um sorriso.

- Vamos pra piscina, você parece estar sozinha aqui. Vamos ? - me chamou fazendo sinal com a mão para que eu a acomnupanhace.

- Só preciso fazer uma ligação. Respondi tirando o aparelho do bolso do casaco. Ela assentiu e caminhou pra os fundos da casa.

Ligue uma última vez pra jungkook mas não adiantou, deu desligado...

Estava caminha perto da piscina distraída com o celular na mão até que...

Bufff

É eu já estava dentro da piscina, toda encharcada é meu celular... Ah esse já era. Todos riam de mim até que alguém me estendeu a mão. Era um garoto alto de sorriso quadrado.

- Me Desculpa, você apareceu na minha frente do nada. Me desculpe mesmo - ele falou me ajudando a sair de dentro da piscina.

-tudo bem, eu estava distraída mesmo. Respondi desanimada.

- Me chamo Taehyung. E você ? - disse me entregando uma toalha.

-Mary, Prazer. Falei um tanto desanimada por ter levado um bolo de jungkook. Afinal, ele nunca sairia com uma garota como eu. Me perdi em meus pensamentos.

-Tudo bem Mary? - Taehyung me perguntou chacoalhando meu corpo de leve, me fazendo olhar em seu rosto perfeitamente desenhado. Me olhando com uma expressão confusa.

- Sim estou, só preciso ir embora. Falei entregando a toalha e caminha para o portão dos fundos da casa.

- Não quer que eu te leve? - perguntou gritando um pouco por conta da distância é da música alta que predominava.

Neguei com a cabeça e sorri mínimo soando como um obrigada. E sair de dentro da casa. Agarrei meu próprio corpo tentando me aquecer do frio, já que minhas roupas estavam molhadas. Fui caminhando devagar pela quelas ruas escuras sentido o vento frio pater em meu rosto gelado. Estava triste demais pra perceber que estava sozinho na rua tarde da noite. Mil teorias passavam pela minha cabeça, pensando em por que o jungkook não veio, é em todas elas o final era o mesmo " ELE NUNCA SAIRIA COM UMA GAROTA COMO EU". Essas palavras ficavam rodando de um lado para o outro na minha cabeça, até que sou acordada dos meus pensamentos com alguém puxando meu pulso fortemente para um beco frio e escuro.


Notas Finais


Desculpem qualquer erro...
Até o próximo. 💛


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