História Amor Imaginário(JEON JUNGKOOK) - Capítulo 5


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Visualizações 15
Palavras 1.022
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Universo Alternativo

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura 🍒

Capítulo 5 - Capítulo V


*Capítulo V*

Eu estava completamente apavorada, fui virada com brutalidade. Me deparei com um homem alto e velho com um cheiro forte de bebida. Ele me empurrou contra a parede fria do beco e a todo custo eu tentava me afastar dele, mas ele era mais forte. Eu senti me rosto quente pelas lágrimas que desciam pelo medo. Tudo que eu fazia era gritar por socorro e pedi para que ele me deixasse ir embora. O homem me empurrou com força contra o chão, fazendo com que eu batesse a cabeça. Ele fala coisas nojentas em meus ouvidos, e ficou sobre meu corpo, coloquando seu peso sobre mim. Senti uma dor no meu rosto, ele havia feito um corte um pouco profundo com uma faca. Eu só gritava e implorava pra que ele parace...ui

Jungkook

Assim que cheguei na festa eu procurei pela Mary em todos os lugares, até que avistei Cléo na parte de trás da casa.

- Olá Cléo, viu a Mary? - perguntei um pouco nervoso. Já que não conversamos muito.

-Olá jeon. Nunca pensei que viria em uma festa minha. - ela disse sorrindo.

- sim...mas você viu a Mary - sorri sem graça npassado a mão na nuca.

- Aconteceu um pequeno acidente na piscina é ela foi embora.

- Ah, droga! - disse um pouco alto.

-Vai atrás dela, faz pouquíssimo tempo que ela saiu pelos fundos- ela disse dando um gole na bebida em sua mão.

-Obrigada. - respondi e sai em passos rápidos adentrando no meu carro.

Dei algumas voltas por ali, preocupando Mary. Seguindo as ruas escuras com as olhos e nada. Tentei ligar e ela não atendia. Devia estar me evitando por te a deixado sozinha na festa. Já estava voltando para minha casa quando ouço gritos de socorro. Estacionei o carro rapidamente e fui em udireção ao beco de onde se vinha os gritos.

Meu coração disparou quando vi Mary gritando socorro.

- Deixa ela em paz- falei em alto tom, tendo a atenção do homem a mim. Ele se levantou e com brutalidade eu acertei seu rosto com força, continuei a deferir socos em seu rosto, ele não se defendia. Meus olhos arderam de raiva e eu não conseguia ver nada em minha frente, continuei socando freneticamente o rosto daquele monstro que já se encontrava desmaiado e ensanguentado. Mary a todo custo tentava me tirar de cima dele.

-Pare Jeon, vai mata- lo. Dizia entre os soluços.

Senti dos braços fortes me puxando pra trás. Eram polícias.

[...]

Mary já estava dentro do meu carro vestida no meu moletom. Estávamos voltando da delegacia. Ela estava paralisada. Estava assustada. Eu via em seus olhos.

Chegamos y no nosso prédio.

- Mary, você ficará comigo em meu apartamento. Não está em condições de ficar sozinha- eu falei é ela só assentiu com a cabeça.

Caminhamos até o meu apartamento e logo a porta se abriu, é ela entrou. Seu olhar rodou cada canto da pequena sala.

-Vou preparar um banho pra você- felei olhando ela andar pela sala e observando os quadros com fotografias que eu mesmo tirei e caminhei para o banheiro.

Entrei no banheiro e coloquei a banheira para encher com água morna.

Mary ainda estava na sala, com meu moletom,e suas roupas molhadas.mas agora com um olhar neutro.

- Vamos ? -

Ela apenas me acompanhou até o banheiro em silêncio. Eu entrei junto com ela fique parado na porta.

Seu rosto ficou com um semblante confuso e então me toquei.

- Eu vou te ajudar a se banhar, pode confiar. Eu respondi sério.

Ela abaixo o olhar e começou a se despir na minha frente, ficou apenas com as peças íntimas. Meu coração palpitou e sentir meus batimentos ficarem mais fortes. Mary era realmente muito bela. Tinha um corpo esculpido. Seu rosto corou e pude perceber que ainda descia um pequeno fio de sangue pelo corte.

Ela entrou na banheira e se sentou de costas pra mim. Eu me sentei em um pequeno banco que havia ali e com cuidado fui entregando sua pele perfeitamente branca.

- Jeon.

- Hum. Respondi baixo sem olhar para ela.

- Obrigado...se não fosse voc.

Eu a calei colocando o dedo de leve sobre seus lábios pequenos e rosados naturalmente.

-Shiii. Tá tudo bem agora, você está comigo- falei calmo e a mesma mu lançou um sorriso mínimo.

Estava cada vez mais difícil não pensar em Mary,ela tinha um sorriso lindo. Nunca senti isso antes, mas meu coração batia de uma forma diferente quando eu estava perto dela. Não sei o que é isso mas eu estou gostando.

Deixei Mary no banheiro se trocando, lhe emprestei uma roupa minha confortável.

Estavam arrumando um pequeno colchão no chão, onde eu dormiria. A cama estava arrumada para a Mary. Ela saiu do banheiro e se sentou na cama. Me aproximei com uma pequena caixa de primeiros socorros para fazer um curativo no seu rosto.

Fui limpando o seu corte com cuidado e observando o quão Perfeito era seu rosto.

- É sua mãe? Ela falou apontando o pequeno retrato que havia em cima de mesinha.

-Sim. Respondi olhando diretamente em

Seus olhos.

- Ela se parece com você, é muito bonita. Respondeu sem quebrar o contato visual.

- Realmente, eu sou muito bonito- falei arrancando um sorriso sincero de Mary. Era bom ver ela sorrir depois do ocorrido.

- O que aconteceu com suas roupas. Perguntei mudando de assunto é apontado para as peças molhadas no chão sem tirar o olho do corte em seu rosto.

- Um pequeno acidente na piscina. Ela respondeu baixo.

- Prontinho. Falei fechando a caixa e saindo do quarto levando suas roupas para lavar.

[...]

Quando eu voltei segurando uma bandeja com comida ela já estava dormindo. Aconchegada nas cobertas.

- Tudo bem, sem lanches...quem sabe amanhã. Falei sorrindo baixinho pra mim mesmo.

Me aproximei e deitei no canto da cama a observando dormir. Ela vez ou outra se mexia até que deitou sobre meu peito. Sentido sua respiração quente bater no meu pescoço. Eu adormeci tranquilamente. Desde a morte da minha mãe eu não tenho uma noite de sono tranquila.


Notas Finais


Não sei se ficou tão bom quanto eu queria, me faltou criatividade...
Me desculpem qualquer erro
Até o próximo.
💛


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