História Amor imprevisível - Capítulo 32


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Abo, Lemon, Original, Yaoi
Visualizações 127
Palavras 819
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Lemon, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Sobrenatural, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Desculpa a demora, o Teatro ta me consumindo td a minha energia... mas enfim, ta aqui o capitulo
Espero q gostem ^ ^

Capítulo 32 - A árvore do pôr do sol


Fanfic / Fanfiction Amor imprevisível - Capítulo 32 - A árvore do pôr do sol

Depois de pagar a conta Aoi volta a mesa - Vamos? - pergunta esticando a mão.

Myu: Pra onde? - diz segurando na mão alheia pra se levantar.

Aoi: Surpresa x2 - sorri aberto puxando o menor pela mão, e o levando para a saida.

Myu bufa mesmo estando feliz e ansioso pela surpresa.

(...)

Myu: C-chegamos - diz caindo de joelhos no chão - p-por que eu sempre esqueço do teu ´´belissimo´´ senso de direção - pergunta tentando gritar, mas a falta de folego o impedia- a gente demorou duas horas pra achar esse lugar!!

Aoi: D-desculpa, m-mas enfim... aqui que eu queria lhe mostrar - diz auxiliando Myu a se levantar.

Myu olha em volta e vê um parque, um daqueles infantis e fofos, tinha um escorregador, trepa-trepa, uma casinha e balanços, era tudo bem fofo e o lembrava de algo, mas ele não sabia o que...

Myu: o-oque você queria me fazer surpresa aqui no parque?

Aoi: olha ali pra frente - o maior aponta pra uma arvore que parecia uma lua, conforme o sol ia se pondo o sol ia tomando seu lugar até que ele ´´parou´´ bem no centro da arvore, completando o pedaço da lua que faltava.

Os olhos do menor brilhavam em êxtase e seu rabo balançava de um lado pro outro- c-como é possivel que isso exista?- se pergunta.

Aoi: N-não sei, isso nunca tinha acontecido...ops

Myu olha pro maior, balança a cabeça em negação fazendo um barulinho de ´´tss, tiss, tiss´´ com a lingua, enquanto seu rabo balançava no mesmo sentido da cabeça.

Aoi gargalha - você é muito engraçado kkkkkk.

Myu para, cora e infla as bochechas... - chato - fala ainda com as bochechas cheias.

Aoi aproxima suas duas mãos do rosto do menor, posiciona uma de cada lado e aperta as bochechas deixando sair todo o ar, e ainda deixando o mesmo vermelho - rsrsrsrs, fica tão fofo.

Myu abaixa as orelhas e cora ainda mais - v-você pode soltar meu rosto? - pergunta desconfortavel pela proximidade de seus rostos.

Aoi: S-sim, desculpa hihi - ri sem graça, não queria prolongar o contato, mas ver aquele pequeno, ali inofensivo o fazia ficar agitado, e não de um jeito bom, seu lado predatório despertava quando estava perto dele, e isso era sinal que o efeito do remédio já havia acabado.

Myu olha para o chão e logo em seguida pros labios do maior, eles pareciam tão saborosos quanto seu cheiro.

Myu se aproxima do pescoço do Alfa aonde da uma leve fungada.

Aoi engole em seco, e abaixa as orelhas.

O Alfa olha para o pescoço do menor q estava um pouco aparente ´´se tivesse uma mordida alí ficaria tão mais bonito´´ pensa, ao se dra conta de seus pensamentos ele se afasta - preciso ir pro banheiro - ri sem graça.

Myu responde com um ´´hum´´ e se afasta do ombro q antes q antes apoiava a cabeça, suas orelhas permaneciam baixas e ele com um olhar perdido... o menor passa os dedos nos labios- o que eu iria fazer?- se pergunta corando.
 
(..)

Aoi segue para o banheiro - merda, você não é assim Aoi.

O alfa sai do banheiro treinando um sorriso, que murcha ao ver quem estava do lado de fora do banheiro -Rinna - fala com cara de nojinho.

Rinna: babaca, você acha que não sei o que você ta fazendo? - pergunta com um tom bravo na fala.

Aoi: o que?- se faz de besta - Ah! Você ta falando de mentir pros meus pais que eu sai de casa por conta que facilitava as coisas - diz em tom sarcastico com a cauda balançando levemente.

Rinna: Não ouse falar sobre isso - diz brava  e com o rabo ouriçado- não, foi isso, eu quis dizer sobre ficra tomando remédios supressores toda hora -fala em tom sério.

O rosto do maior se fecha e seu resquicio de cheiro se torna agressivo -Como você...?

Rinna o interrompe -como que eu sei? simples, os segui desde a escola, então eu vi tudo, desde o café até agora de pouco... Foi por pouco que aquele menino não vira teu lanchinho da tarde -bufa - por isso que jovens são... -ela levanta a cabeça e seu sangue gela, Aoi a olhava com raiva, suas pupilas eram somente uma fina linha, sua cauda balançava levemente, e mesmo com o efeito dos supressores dava pra sentir seu medonho cheiro.

Aoi se aproxima da Rinna, a mesma recua.

Aoi a prensa contra  a parede para impedir sua passagem - se você ousar, só ousar mesmo, falar isso para alguém, eu conto tudo o que eu sei pros seus pais, escutou bem? - diz ainda co os olhos em linha.

Rinna concorda com a cabeça, Aoi a libera e sai pra voltar ao parque, nesse momento a ômega cai no chão pasma por não ter conseguido ir contra ele.

                                              Continua...


Notas Finais


Vejo vcs nos comentarios -3-


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