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História Amor incompreensível (sname-snack-snapin) - Capítulo 2


Escrita por: Sonserina_ate_Morrer

Capítulo 2 - Estranha.


Um frio passava por sua espinha, coberta por apenas o fino pano da camisola, era certamente sua morte precosse, mas nem diante desta o sorriso não saia de seus lábios atualmente gelados, na realidade o mesmo apenas se alargava.

Abrindo os braços em uma pose de entrega total, ditou alto.

— me despedasse — então o jovem rapaz intorpecido pela perturbação e tristeza, fechou os olhos esperando a dor de ter seu rosto estraçalhado. Contudo para sua surpresa a única coisa que sentiu foi um fuçar sobre suas madeixas, que passou pelos cabelos negros descendo para a bochecha deste.

O rapaz esperou, mais a realidade era que a criatura que minutos atrás iria deformar sua face, agora encontrava supostamente a cheirando, passando o fucinho sobre a extensão da mesma.

Era estranho mais a sensação do nariz molhado passando por seu rosto fez o jovem rir abrindo os olhos novamente, estes que novamente pousaram sobre os da criatura de certo perigosa.

Este que parecia não se importar com mas nada apenas em cheirar o sonserino que não sabia, mas a presença do ser das trevas o estava acalmando de alguma maneira estranha.

Logo se ouviu um estralado, o que fez o rapaz de cabelos escuros olhar em direção ao barulho, era um cervo de pelos alaranjados, este parecia analizar a cena.

Ou talvez Severus estivesse realmente perturbado ao ponto de pensar que um animal estava de alguma maneira analisando a situação de certo estranha, apesar de que animais são criaturas bem inteligentes, mas para situações bem diferentes da atual.

E logo ao lado do grande cervo, apareceu um cachorro igualmente enorme com pelos escuros, que como o cervo parecia analizar a situação.

O rapaz passou um bom tempo intertido em enteder o que se passava na cabeça dos dois animais que ali estavam, que até se esqueceu sobre ter um lobisomem sobre seu corpo com a boca bem perto de seu rosto.

Foi apenas quando sentiu um língua enorme passar por seu pescoço que acordou de seus pensamentos, a sensação tinha arrepiado o seu corpo de uma maneira tão desconhecida que este sem pensar saiu de baixo da criatura, colando suas mãos sobre o local onde a besta tinha passado o músculo molhado.

Olhando a criatura fixar seus olhos no seu corpo que tremia, e logo saindo do local correndo, sendo seguido pelos outros animais que a pouco estavam ali.

Deixando um Severus respirando fundo, que acontecimento estranho.

Mesmo se perguntando quem era o dono da personalidade da tal fera, este preferiu continuar esperando alguma outra criatura aparecer apesar de que certamente não seria morto por algo tão magnífico como um lobisomem, mais não importava se fosse um acromântula, sabia que tinha destas na floresta, se unicórnios matassem também seria uma boa opção.

Mais nada, o jovem adormeceu e nenhuma sombra de qualquer criatura, quando o sol estava se levantando sobre as brechas das árvores, foi quando o jovem que mantinha seu corpo encolhido pelo frio acordou ao clarear.

Sem qualquer sinal da criatura da noite passada coisa que o jovem até pensou ser sua mente pregando uma peça depois de adormecer em meio a um local perigoso, afinal pessoas tranformadas em lobisomens não tinham conciência, e atacavam qualquer criatura viva — humana — que viam, no entanto o lobo em questão não pareceu apenas o reconhecer, mas de alguma maneira — talvez um equivoco de pensamentos — estar de alguma maneira tentando o acalmar.

Suspirou se levantando, batendo as mãos sobre o conjunto de dormir de cores escuras, seu plano — se era que podia ser nomeado assim — não tinha tido efeito, talves devesse se jogar de algum lugar alto, se não tivesse um certo medo de altura, se bem que pensando com clareza isso não tinha muito haver com tentar se matar.

No entanto queria se sentir confortável, perante sua decisão, e já tinha resolvido que desejava morrer perante alguma criatura das trevas, então resolveu que voltaria para a escola, a este horário provavelmente os outros alunos estavam começando a sair de seus dormitórios.

Tudo era confuso no entanto, o jovem estava confuso então era normal tomar decisões confusas, e sem qualquer cabimento.

Então a passos calmos andou rumo a fora da floresta, sem dar-se conta de várias pegadas animais e humanas que circulavam ao redor de onde estava deitado minutos atrás.

No meio de sua caminhada viu sua varinha, está que ele logo pegou, e em minutos estava fora da floresta escura.

Com as roupas sujas de grama e terra molhada, mais isto não importava, nem ser visto desta maneira no final, então foi rumo ao seu dormitório sem se importar.

E logo estava dentro deste vendo as camas de seus companheiros de quarto já arrumadas, então sem pensar duas vezes foi até a sua própria pulando sobre está, e sentindo seu corpo relaxar sobre os lençóis, logo adormecendo. Pois para quem estava orquestrando sua própria morte participar de aulas era o que menos importava, apesar de que era estranho ao invés de estar pensando em como chamaria a atenção de alguma criatura este estava deitado sobre os lençóis frios de sua cama.

Mais era isso snape era estranho sempre foi, talvez tivesse um pouco de verdade em algumas das palavras que todos os anos foram direcionadas a sua pessoa.

Mais quem se importava?

O sono que relaxava seu corpo era uma das provas que se encontrava ainda vivo, mais isto não duraria.

Pois queria e iria ser morto de uma maneira horrível e dolorosa.





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