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História Amor Incondicional - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Tudo pela minha filha


[Cora Mills]

 Não me canso de admirar Regina dormindo, minha filha é um anjinho.  É um presente que Deus me concebeu, com as graças Divina. Regina dorme tão serenamente com a chupeta rosa em seus lábios, sua respiração é lenta e calma.  Como Regina tem cinco aninhos, e está um pouquinho grande, não agüento ficar com Ela em meu colo por longos períodos. Foi por esse motivo que comprei um carrinho de bebê, ele é um pouco maior que o convencional. Foi feito sobre encomenda para que minha pequena princesa, se sinta confortável.   Como Regina estava dormindo e Eu precisava fazer algumas coisas. Coloquei minha pequena no carrinho a  levando para o meu quarto. Assim poderia ficar de olho em Regina a todo o momento. Estou tão distraída em meus afazeres, que nem vejo minha pequena acordar. Ouça apenas sua voz manhosa, que sai abafada pela chupeta rosa em seus lábios.

- M-Mamãe?  – Fala Regina com a mão na barriga e os olhinhos cheios de lágrimas.

- Volte a dormir, Regina. – Fala Cora que continua olhando para alguns documentos em suas mão.

- Não quero dormir m-mamãe!

- Já falei para Você dormir Regina, ou quer ficar de castigo? -  Você me conhece, e sabe muito bem que meus castigos são severos. A escolha está em suas mãos?

- Eu não quero ficar de castigo, mamãe! – Fala a pequena chorando que chega a soluçar. –Se lembra da ultima vez que sua mãe aplicou 15 chineladas em sua bunda e depois não conseguia nem sentar.

- Então dorme. E me deixa terminar o que estou fazendo.

Regina coloca sua mãozinha na barriga fechando os olhinhos olhando para sua mãe. Fica quietinha olhando  para sua mamãe.  Depois de quase duas horas, Cora, termina de olhar todos os documentos que Sidney lhe entregou. Ao olhar para o carrinho observa que os olhinhos sonolentos de Regina estão abertos e cheios de lágrimas.

- M-mamãe! Minha barriga tá dodói, não consigo mimi. – Fala Regina chorando, e tossindo ao mesmo tempo.

 Ao colocar a mão na testa da filha, Cora, sente que está quente, seu corpo treme e soa sem parar. Rapidamente retira a cobertinha que cobre o pequeno corpo de sua filha e toda sua roupa e fralda. Observa que a filha está com a fralda limpa, não fez nem xixi e coco. Deve ser por esse motivo que Regina está com dor na barriga e está grande. Na verdade, sua barriga está inchada e já sabe como vai ajudar a filha.  Leva a pequena para o banheiro onde lhe dá um banho na água gelada. Regina ao sentir a água gelada em contato com sua pele chora tossindo. Cora ignora o choro da filha terminando de dar o banho na pequenina.   Toda vez que encosta na barriga de Regina a filha geme de dor.  Depois que termina de dar banho em Regina, leva a pequena para o quarto colocando uma fralda plástico e uma blusa rosa, ordena que a pequena fique deitada na cama.

 – Regina, Eu vou descer para a cozinha e quando voltar quero que Você esteja deitada nesta cama. Se me desobedecer na hora que Eu voltar Você será castigada. Está me ouvindo?

- Sim m-mamãe! – Fala a pequena com a voz manhosa e com suas mãozinhas em sua barriga.

Cora desce para a cozinha. Onde prepara um mingau de maizena bem docinho para a filha com algumas gotinhas de diurético. Precisa fazer com que Regina faço suas necessidades fisiológicas, e nada melhor que ajudar a filha. Ao voltar para o quarto encontra com uma Regina sonolenta. Do modo que a filha está, não vai conseguir lhe dar o mingau. Com todo o cuidado pega Regina adormecida em seu colo levando a filha para seu quarto. Com todo o carinho e paciência convence Regina a tomar  o mingau muitas vezes fechando a boca em protesto. Mesmo assim alimenta sua menina.  Quando termina o mingau, Regina, está mais sonolenta que no começo. Seu corpo está quente devido a febre e mole pelo sono e cansaço. Coloca Regina na cama colocando  uma canção de ninar para que durma. Em poucos minutos Regina está dormindo em um sono profundo, a todo o momento Cora olha a fralda da filha para ver se o diurético está fazendo efeito. Ouve a voz de Bela lhe chamando, se esqueceu completamente da moça. Havia se esquecido que deu o dia de folga para Bele passear com sua amiga Rebecca. Sai do quarto deixando Regina dormindo com sua chupeta nos lábios.   Ao chegar na sala, Cora, encontra com Belle e Rebecca sorridente. Pelo modo o passeio das duas foi bom.  

Belle está com um ursinho nas mãos embrulhado em um papel transparente com um enorme laço vermelho.

- Dona Cora, onde está Regina?  Fui em seu quarto e não a encontrei. Trouxe esse ursinho para Ela. – Fala Belle mostrando o embrulho para Cora.

- Belle! Durante todos esses anos Você cuidou de Regina, muita mais que uma babá. Teve ao lado da minha filha em todos os momentos, ficou com Regina no hospital quando esteve internada varias vezes durante madrugadas frias e geladas.  Eu nunca a reconheci como deve e merece, é por isso que estou lhe dando uma passagem de viagem para onde Você quiser ir. Se desejar, pode levar sua amiga. – Fala Cora apontando para Rebecca. – Como Você é nova, vou pagar uma faculdade para Você em Boston. Para seguir seu sonho de ser medica infantil.

- Muito Obrigada, Dona Cora! – Agradece Belle. – Eu não posso deixar Regina para trás, Ela precisa de mim.

- Deixa que Regina cuido Eu. Ela é minha filha e minha responsabilidade.    Você é nova e tem a vida toda pela frente. Vai viajar,  vai ser feliz.  Aproveite essa oportunidade que estou lhe dando e faça uma faculdade. Siga seus sonhos, siga a sua vida. – Fala Cora olhando para as duas meninas em sua frente.

- Dona Cora tem razão Belle! Agarre essa oportunidade que está aparecendo em sua vida. – Fala Rebecca olhando para a amiga em sua frente.

Depois de muito pensar e com o coração partido por ter que deixar Regina sozinha com Cora. Belle, fala um sim para a patroa. Cora é uma mulher com visão e pensou em tudo, comprou o passaporte, passagem,  arrumou a republica e a faculdade onde Belle estudaria. Sua matricula, já estava até feita.

- Quando poderei viajar, Dona Cora? – Pergunta Belle olhando para as escadas.

- Você vai viajar hoje mesmo, pode subir e arrumar suas malas. – Fala Cora olhando para as adolescente em sua frente.

 - Onde está Regina? Posso me despedir dela? – Pergunta Belle, com a esperança de ver sua pequena princesa pela ultima vez. Precisa ter certeza que Regina está bem.

- Regina está bem, neste momento está dormindo no meu quarto.

- Posso ver Ela? – Pergunta Belle esperançosa, e com uma angustia em seu coração.

- Pode. Vou te pedir, somente para não acordar Ela.

Cora leva Belle e Rebecca até seu quarto  onde ambas adolescentes observa Regina dormindo. Belle se despede de Regina com um beijo que manda com sua mão. Rebecca, faz o mesmo que a amiga.  Como não queria acordar Regina, Belle deixa o ursinho com Cora. Em seguida, segue para seu quarto onde arruma sua pequena mala com suas roupas e  segue caminho para o aeroporto com o motorista da família Mills. Rebecca, vai com Belle até o aeroporto e promete para  sua amiga  que sempre vai visitar Regina. Assim que Belle embarca para Boston o motorista leva Rebecca de volta para o orfanato.

 

 

****

O tempo passa, como Regina demora para acordar vou até a cozinha preparando uma mamadeira para minha pequena. Já faz tempo que Regina está dormindo, não gosto que Ela passe horas sem se alimentar.  Preparo uma mamadeira bem morninha, com toddy e algumas gotinhas de diurético. Quero que minha filha use a fralda para sua dor na barriga ir embora. E com isso, vêm sentindo cólica e sua barriga está inchada. Termino de preparar sua mamadeira e volto  para meu quarto onde encontro com minha filha dormindo em um sono profundo e sereno. Está tão fofa, com a chupeta rosa nos lábios. Me aproximo sem fazer barulho pegando minha pequenina no colo, me sentando na poltrona onde retiro a chupeta dos lábios de Regina colocando o bico de plástico da mamadeira. Imediatamente Regina começa a sugar o bico da mamadeira, ingerindo todo o leite. Seus olhinhos nem se abre, ouço apenas o barulho da sucção da mamadeira provocada pelo bico de plástico em contato com sua boca. Olho em sua fralda e observo que está seca, não fez xixi nem coco. Isso está me deixa preocupada. Assim que termina de mamar, volto à chupeta para seus lábios e continuo  com Ela deitada em meu colo. Levanto sua blusa e vejo como seu abdômen está inchado. Começo a fazer movimentos circulares em sua barriga, como uma massagem relaxante. Quem sabe assim, não consegue evacuar. Ouço apenas seus gemidos de dor que são abafados pela chupeta. Ouço sua voz manhosa que sai mais para um  choro.

 - Minha barriga mamãe, dodói! - Fala a pequena com lágrimas nos olhos.

- Por que não está fazendo suas necessidades fisiológicas?  Eu já falei para Você Regina Mills! Se Você não fizer, sua barriga ficará grande  e cheia de bicinhos. – Fala Cora olhando para a filha que está com os olhinhos cheios de lágrimas e vermelhos.

-M- Mamãe! Eu não quero bichinhos na minha barriguinha. - Fala Regina chorando e sentindo cada vez mais uma dor em sua barriga.

Cora continua fazendo massagem na barriga da filha e observa que Regina fecha e abre os olhinhos varias vezes. Seu rostinho fica vermelho, suas bochechas parece que vai pegar fogo. Um sorriso surge no rosto de Cora que coloca a mão na fralda da pequena sentindo um volume se formando. Em questão de segundos a fralda de Regina está cheia. A pequena começa a se movimentar no colo da mãe sentindo um grande incomodo se formando. Lágrimas silenciosas cai de seus olhos que escorre por suas bochechas.  Cora se levanta com a pequena no colo, levando para o banheiro. Onde coloca Regina deitada no trocador retirando suas roupas e fralda. Enquanto retira a roupa da filha, coloca a banheira para encher na água morna. Assim que termina de retirar as roupas de Regina coloca a pequena na banheira e começa a dar banho na filha, sua barriga continua inchada. Aproveita que a água está morn, e começa a fazer leves movimentos circulares em sua barriguinha. Onde termina o banho com uma Regina sonolenta. Retira a filha da banheira, enrolando em uma toalha de ursinhos e levando para o trocador, onde coloca a pequena deitada. Com toda a facilidade coloca uma fralda de pano em  Regina  para ver se a filha tem alergia. Observa que a bunda de Regina está cheia de pequenas pintinhas vermelhas. Um sinal de que a pequenina tem alergia a fralda plástica. Em seguida  vai até o guarda roupa, onde retira  vestido rosa. Depois de trocar Regina, colocar a fralda e a chupeta nos lábios da filha, leva Regina para sua cama onde a pequena abre os olhinhos sonolentos, varias vezes. A cena é encantadora. Após ter certeza que Regina dormiu, Cora, vai para seu escritório onde começa sua própria busca por sua filha primogênita.



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