História Amor (In)esperado - Ruggarol - Capítulo 6


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Categorias Sou Luna
Tags Karol Sevilla, Ruggarol, Ruggero Pasquarelli
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Palavras 2.816
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAA meu Deus, que vergonha, quase 1 mes sem postar akdjksd ok... admito que não sou tão boa com compromissos a
desculpa anjos, é que quando bate a famosa preguiça/bloqueio criativo fica bem dificil escrever, mas cá estou eu com um capítulo cheio de fofuras pra vocês
Boa leituraaa! 💓

Capítulo 6 - Sonhos


Fanfic / Fanfiction Amor (In)esperado - Ruggarol - Capítulo 6 - Sonhos

- Capítulo 6 -
          Ruggero Pasquarelli

Ok, o primeiro objetivo da minha “lista” de planos para fazer a Karol se livrar desse sentimento que ela guarda, que eu sei que com certeza não é apenas saudades da família, foi cumprido. Começar a nossa amizade foi esse objetivo, caso não estejam entendendo. Apesar de muita relutância, eu sei que a Karol vai aceitar ser minha amiga, aliás, quem não aceitaria?
Eu não conheço muito dela, apenas o básico que vi na internet: mexicana, 22 anos, cantora e atriz, seu melhor amigo é o tal de Agustin Bernasconi, que também é seu produtor musical, nasceu em Cancún onde sua família mora. Tem bastante fama (dê ênfase no bastante), é conhecida mundialmente e fez várias turnês. Tem uma relação incrível com os fãs, porém é bem reservada quanto a assuntos pessoais, bom, isso está na cara.
O resto eu vou descobrir, assim como ela vai saber qualquer coisa que queira sobre mim. Eu não sei porquê sinto uma necessidade tão grande de estar perto dela, de fazê-la se sentir bem, e afastá-la disso que a perturba e que faça ela construir essa máscara que desmoronou na minha frente aquele dia no banheiro. Não faz nem uma semana que a conheci e sinto esse sentimento tão... intenso. Mas, meus pais sempre me disseram que nada é por acaso, então se meus instintos me mandam fazer isso, eu estou disposto e vou cumprí-los.
Hoje quando acordei e a vi dormindo, com uma serenidade que só ela parecia ter, eu imediatamente comecei a pensar em o que fazer para dar a ela um dia de distração, em que ela se divirta, esqueça o mundo ao redor e eu também. 
Óbvio que não deixei passar o detalhe que seguramente vão ter papparazis ou até fãs que vão espalhar fotos ou vídeos nossos, causando outro alvoroço nas redes. Por esse motivo, deixei uma mensagem que admito que não costumo enviar frequentemente à Candelaria, apesar de não estar muito bem com ela no momento. “Te amo. Não esqueça disso.” Mandei para ela, logo cedo. Após isso, deixei meu celular no modo avião, e simplesmente acionei o botão de não ligar para mais nada e focar na Karol. 
Ela em algum momento citou que eu estava fazendo isso por pena. Quase ri desse pensamento absurdo. Se ela sentisse isso que eu sinto em relação a ajudá-la, veria que não é apenas “pena”. 
Mais cedo, após pedir um café da manhã, pesquisei várias atrações de Paris e comecei a reservar planos. Como havia muitas coisas para visitar, optei em levá-la à famosa Disney francesa e a noite, visitar a torre Eiffel, que hoje especialmente iria ter uma atração diferente a noite, com fogos de artifício e tal.
Depois de alguns minutos esperando-a após nossa conversa, ela finalmente sai do banheiro, vestindo um suéter ombro a ombro rosa bebê, dentro de uma calça branca com rasgados no joelho, um tênis e boné da mesma cor do suéter. Estava linda, como sempre.
Agora, estamos indo ao primeiro destino que eu citei, que no caso ela ainda não sabe. Aluguei um carro especialmente para isso, e ele será meu pelo resto das semanas que irei ficar aqui. Seguindo o GPS, íamos a caminho da Disney Paris.

— Ruggero, dá uma pista de onde possa ser... Eu vou morrer de curiosidade! — a mexicana diz, e eu rio com sua pressa de saber onde vamos
— Hmm, ok, deixa eu pensar. Tem também nos Estados Unidos.
— Ah não, pode existir um milhão de coisas aqui em Paris que possa ter nos Estados Unidos também! — diz, soltando um gemido de frustração, o que me faz rir mais ainda
— Relaxa, Ka. Olha, não falta nem quinze minutos para chegarmos! Aposto que você vai adorar. — ela apenas assente e no instante seguinte começa a tocar “For You”, da Rita Ora e Liam Payne no rádio. Karol solta um gritinho e aumenta o volume
— Socorro, eu amo demais essa música! — diz, sorrindo empolgada e começa a cantar junto. Apenas sorrio junto, e na parte do Liam, canto junto e sinalizo a ela, piscando depois.
— “Been waiting for lifetime for ya” — (estive esperando uma vida toda por você) — “Been breaking for a lifetime for ya, wasn’t looking for love ‘till I found you!” — (estive despedaçando uma vida toda por você, não estava procurando por amor até te encontrar), cantamos juntos e em um momento de paz, até finalmente chegarmos no local. Saímos do estacionamento e chegamos a entrada
— Oh. Meu. Deus. — Karol fala entre pausas, levando a mão até sua boca — RUGGERO! Não acredito que estamos na Disney de Paris! Isso é um sonho, eu estou pasma! — ela solta novamente um gritinho empolgado, antes de saltar em minha direção e entrelaçar seus braços em volta de meu pescoço, faço o mesmo com os meus em sua cintura e a ergo um pouco, sentindo seus pés sairem do chão 
— Pode acreditar, baixinha, porque é hoje que vamos fazer uma vistinha ao Mickey! — falo, enquanto ela sai do abraço e olha para a entrada, que dava vista a tantos brinquedos e de longe o castelo

Após esperarmos uma fila enorme, passarmos pelas catracas e confirmarem que não estávamos com nada perigoso, finalmente entramos no parque, que estava lotado por sinal. 
Como já era mais do meio dia, resolvemos ir almoçar antes de explorar todos os cantos daquele lugar mágico. Pegamos o mapa que recebemos logo no início e após sentar em um banco afastado, começamos a ler as opções. Não havia muitos restaurantes, apenas pontos que vendiam algumas comidinhas, então resolvemos ir em um que serviam lanches tradicionais. 
No caminho, notava que a Karol observava cada parte, com aqueles olhos verdes vidrados em tantos pontos turísticos. Tiramos várias fotos, algumas juntos e algumas separadas, e ela comprou uma tiara com as orelhinhas da Minnie, retirando seu boné e colocando-a logo em seguida. 
Quando chegamos ao restaurante, pedimos dois hambúrgueres com batata frita e dois copos de coca cola. Enquanto comíamos, ela decidiu gravar alguns stories falando que estava na Disney de Paris, e como se não importasse, gravou um “boomerang” nosso e postou, marcando minha conta e colocando um coração do lado.

— Eu só acho que vamos quebrar a internet com esse boomerang, se já quase o fizemos com uns simples follows! — disse, após guardar o celular na bolsa
— Devo concordar. Isso de ter fama as vezes me assusta. — falo e ela ri, assentindo
— Sim, se bobear daqui a pouco mesmo encontramos fãs por aqui, pedindo fotos. 
— Não duvido disso. — olho para o garçom que serve uma mesa ao lado e me surpreendo com o tamanho do lanche que fora servido — Foi só eu que pensei que era menor? — digo, sinalando a mesa para Karol
— Uou, eu também. Bom, melhor assim, estou morrendo de fome.
— Como assim? Você comeu uma bandeja toda cheia de comida agora pouco.
— Você chama aquilo de muito, Ruggerito? — rio com o apelido — Algum dia eu terei que levar você ao Mexico, aí sim você veria um café da manhã de verdade. 
— Posso considerar isso como uma proposta? — pergunto, olhando em seus olhos
— É... Sim. Sim, quer dizer, se você quiser né aliás estamos juntos só nessa viagem mesmo e não sei se vamos voltar a nos ver quando isso acabar então... — ela começa a falar rapidamente e um pouco nervosa, solto um risinho e coloco sua mão em cima da dela
— Calma, eu estava só brincando. E bom, vamos ver o que o famoso destino vai nos trazer em relação ao depois. — sorrio, e ela retribui com um sorriso tímido 
— Certo.

Após mais alguns minutos, nosso pedido chega e devido a fome devoramos tudo em menos de meia hora. Ficamos sentados mais um pouco, jogando conversa fora, até que decidimos levantar e acertar as contas.
Andamos mais um pouco, e por muita insistência, levei a Karol para ver as princesas. Ri muito na hora que entramos no local e havia um monte de crianças e só nós de adultos.

— Fica tranquila Karol, pelo seu tamanho vão achar que você é uma das crianças. — não consigo segurar a fala e me arrependo no momento que ela começa a distribuir belos tapas no meu braço 
— Vai se foder, Pasquarelli. Chegou minha vez, toma, tira bastante foto. — fala e me entrega seu celular, antes de ir do lado das princesas e abraçar uma por uma. Tiro as fotos que ela pede e quando saímos ela vibra de alegria vendo-as.
— Agora, tenho direito a escolher em irmos a montanha-russa. — digo e ela me olha apavorada
— Ah não, Rugge, eu tenho medo, eu vou desmaiar de pânico nesse negócio. — choraminga 
— Nem vem, estamos aqui pra ir em tudo, e as montanhas-russas são as coisas mais legais do parque, então você vai comigo sim.
— Por favoooor! Eu fico bem plena aqui em baixo te esperando. — diz e faz biquinho, tentando me convencer
— Nada disso, senhorita. Vamos! — pego em sua mão e a levo em direção a montanha-russa próxima

Ao chegarmos, esperamos novamente por uma longa fila, e a Karol não soltou minha mão em momento algum. Quando a fila estava acabando, sua mão começou a soar e eu fiquei levemente preocupado, não sabia que ela tinha tanto medo assim. Puxei minha mão da sua e passei meu braço por seus ombros, trazendo-na para mais perto de mim. 
Depois de esperar mais alguns instantes, entramos no carrinho com dois lugares e abaixamos a barra de proteção, que logo travou. Karol novamente pegou minha mão, entrelaçando os dedos.
Para falar a verdade, a montanha-russa era dentro de um local escuro, por isso não dava para ver, e eu não notei que era tão radical, porém pela proteção acima dos ombros, com certeza deve ter looping. (Quando o carrinho dá giros ou trajetos de ponta-cabeça).
Omiti esse detalhe, tentando não amedrontá-la mais ainda. 
Quando todos estavam prontos, as portas se fecharam e com um avanço, o carrinho começou a subir. Karol apertou os dedos contra os meus e quando a olhei, vi que estava de olhos fechados. Quase ri, porém quando menos esperava o carrinho desceu com tudo para baixo. Apenas dava para ver os feixes de luzes coloridas e imagens refletidas nas paredes. Estava indo absurdamente rápido, e a mexicana ao meu lado não parava de gritar.
Eu já estava acostumado, pois amo ir em esses tipos de brinquedos e já fui em piores, então apenas curti a sensação enquanto a Karol apertava minha mão com tanta força que meu dedo estalou.
Senti meu corpo sair da cadeira e percebi que estava certo em relação ao looping.

— RUGGERO PASQUARELLI EU VOU TE MATAR! — ouvi a baixinha gritar forte e não contive a risada 
— APROVEITA A SENSAÇÃO! — respondi, gritando também 

Após mais um trajeto do carrinho, ele parou e as luzes se acenderam, indicando o fim da atração. Saímos dos bancos e Karol não me dirigiu a palavra, andando em minha frente. Ok, ela realmente ficou brava. Pego em sua mão e a chamo, fazendo com que ela pare de andar e me olhe. Vejo que seus olhos estão marejados e sua face levemente corada. 

— Ei, ei, ei. Desculpa! Eu juro que não pensava que ia ser tão radical assim, sério. Eu não sabia que você tinha tanto medo... — digo sendo sincero e beijo suas bochechas, um pouco abaixo dos olhos, e a ponta do seu nariz. Ok, acho que pulei a parte da intimidade em nossa amizade, porém não consegui evitar o impulso. Ela abre os olhos e sinto o tapa que ia levar, porém ela não faz nada, apenas me encara e vejo que sua expressão suavizou.
— Tudo bem. Eu entendo. É que eu realmente não curto esse tipo de brinquedo. Mas admito que foi legal a experiência.
— Viu? Não foi tão ruim. Olha, ali revelam as fotos, só quero ver como ficou as nossas! — apontei para a tela exibindo shoots do pessoal durante o trajeto do brinquedo
— Meu Deus, deve ter ficado muito engraçadas. Vamos lá. — ela fala e me puxa. Algumas fotos se passam e do nada exibem três fotos nossas, em uma montagem. 

A primeira é de quando não havia começado, estávamos nos olhando com as mãos entrelaçadas. A segunda mostra quando o carrinho estava subindo, onde a Karol estava com os olhos fechados e eu a olhava rindo. A terceira e última foi tirada no momento do looping, e justo na hora que a mexicana estava gritando comigo. Rimos olhando aquilo e após imprimirmos duas cópias das fotos, saímos do local e fomos explorar o restante do parque. 
Não havia mais brinquedos legais, apenas de atrações e filmes da Disney, então ficamos ali andando e tirando mais fotos. Em um certo momento, três fãs da Karol apareceram (como eu havia dito, não demoraria para isso acontecer) e quase gritaram ao vê-la, antes de sairem correndo em sua direção para um abraço. 

— Ai meu Deus, não acredito que a gente te encontrou! — uma das fãs disse, enquanto abraçava forte a mexicana
— Era nosso maior sonho! A gente te ama muito, Karol. Te acompanhamos desde suas primeiras novelas! — falou a outra, com lágrimas descendo pelo rosto
— Ai meninas, não chorem que eu choro junto! Muito obrigada por me acompanharem, sem vocês eu não estaria aonde estou hoje. — sorri percebendo o amor que a Karol demonstrava com as fãs, era tão puro e único. As fãs abraçaram-na outra vez e finalmente notaram minha presença, soltando um gritinho
— Ruggero! Não acredito, hoje é nosso dia de sorte! — a menor falou, e eu ri, após abraçá-las. Tiramos fotos com cada uma, que ainda permaneciam um pouco alteradas — Posso perguntar uma coisa aos dois? 
— Claro. — respondemos em uníssono 
— Vocês estão juntos? — Karol e eu nos entreolhamos, antes de cair na risada. As fãs se olharem meio decepcionadas
— Ai... Não, gente, que isso. A gente acabou de se conhecer praticamente e além do mais...Ele tem namorada. Esqueceram?
— Ah, mas faz tanto tempo que eles não são vistos juntos que todo o fandom pensa que ele está solteiro. — a fã ri, porém eu fico sério, e percebo que ela está certa
— É... É que ultimamente ando muito corrido, mas logo estarei na Itália. — falo e elas assentem com a cabeça, e após agradecer-nos por a gente ter atendido-as, foram embora. Passamos mais um tempo ali, até que chegamos no castelo e paramos para tirar várias fotos. A maioria foi da Karol, e percebi que ela realmente amava ser fotografada. 

Depois disso, resolvemos ir embora, já que já se passavam das 18 horas e às oito precisaríamos estar na torre Eiffel. Saímos do parque e vi que a baixinha não tirava o sorriso do rosto, e fiquei extremamente feliz por ter feito isso por ela. Vê-la alegre me fazia alegre também. 
Entramos no carro e ela me perguntou aonde iríamos, e novamente eu disse que não podia falar, que era surpresa. O resto do trajeto foi em um silêncio confortável.
Quando finalmente chegamos ao centro de Paris, levei-a em um restaurante francês para jantarmos. Encontramos mais alguns fãs no caminho, e tratamos de atender um por um. 
No restaurante, pedimos nossos pratos e comemos tudo em meio a conversas descontraídas. As vezes me pegava observando-a, seu jeito era tão espontâneo e feliz, que trazia uma paz enorme.
Satisfeitos, pagamos o jantar e peguei sua mão, guiando-na para o local da torre, que era bem perto dali. Fomos andando e andando, até chegarmos numa praça justo embaixo da torre. 

— Gostou? — perguntei, enquanto observava suas feições olhando para aquela torre imensa e iluminada
— Rugge... Isso é lindo, eu nem acredito que depois de tanto sonhar com isso, finalmente estou aqui, bem em frente. — ela responde, maravilhada
— Sim, é realmente mais linda que nas fotos. 
— É perfeita! 
— Então, o que estamos esperando para subir? — falei e em um segundo ela puxou minha mão, correndo em direção ao elevador da torre. Rimos sem motivo, esperamos até nossa vez e subimos no grande marco de Paris.

A cada andar, o solo ficava mais longe de nós, e as pessoas cada vez menores. Quando chegamos ao topo, saímos do elevador e fomos até as grades, conseguindo ver toda a cidade abaixo de nós. Karol parou perto da grade, encostando-se na mesma e observando tudo, distraída com seus olhos verdes, que agora estavam marejados. Peguei meu celular e entrei na câmera, e justo quando tirei a foto, uma leve brisa bateu em seu rosto, fazendo com que seus cabelos fossem para trás.
Olhei pra foto, que havia ficado linda, e decidi não falar nada, apenas tive certeza que guardaria aquela foto comigo, não sei o motivo. Talvez o momento, ou talvez a pessoa. 
Ali, vendo a mexicana tão fascinada com pequenos detalhes, percebi que apenas estava começando a conhecer essa pessoa maravilhosa, e tive a certeza que não queria que isso fosse só durante duas semanas... 
E no instante seguinte, vi-me desejando que o destino deixasse a Karol por muito mais tempo em meu caminho.

 

 


Notas Finais


IRRAA OLHA O BROTP RUGGAROL ACONTECENDOOO (brotp ainda que logo deixa de ser amizade rs, falei nada)
Gente, o Rugge é um anjinho com a Karol, eu só sei amar isso e desejar um pra mim também ksjdskd
Ele ja tá todo se apaixonando por ela, pensando que é só amizade, mais lerdo que ele só dois dele mesmo
Ok, agora serio, o que acharam? Comentem e até o proximo capitulo 💘 (vou tentar não demorar)


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