História Amor Inimigo - Capítulo 9


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Categorias Villainous
Personagens 5.0.5, Black Hat, Demencia, Dr. Flug
Tags 505, Black Hat, Demência, Flug, Paperhat, Super Herois, Villainous, Vilões
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Palavras 1.993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Lemon, LGBT, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Capítulo IX: Vinho melhora tudo, sempre!


Fanfic / Fanfiction Amor Inimigo - Capítulo 9 - Capítulo IX: Vinho melhora tudo, sempre!

Notícias de última hora!

"A temível mansão do Lord Black Hat, o vilão implacável que se instalou em uma cidade local, acabou explodindo na manhã desta Sexta-feira, dia 13 de Agosto de 2018. Testemunhas dizem que desde o herói da cidade foi entregue para que os crimes acabassem de vez, nunca mais se teve notícias do vilão e nem de sua trupe do mal. A pergunta que não se cala é: Quem fez isso? Seria um novo herói ou um ataque feito por moradores à Black Hat? Acompanhe no jornal para saber mais."

Narrador.

Black Hat chuta a Tv, que se estraçalha no chão do hospital que eles estão. É um hospital particular e escondido no subsolo de uma floresta que fica ao lado de onde estava sua tão amada e preservada mansão. Ele estava muito estressado e mal-humorado nessas últimas horas. Por causa de um descuido seu, o herói quase morre, ele deveria ter se tocado que reabrir feridas já saradas é muito perigoso e desaconselhável, ainda mais quando a pessoa com que estamos conversando tem o poder de utilizar das energias que emoções humanas podem emanar. Maldito seja, Dr. Slys! Ele andava de um lado para o outro, por sorte, Demência tinha uma cópia de todas as principais pesquisas sobre os poderes de Flug, mas elas não seriam suficientes para controlar 100% o jovem rapaz. Agora, principalmente, que ele está descontrolado. Seus níveis de raiva e ódio estão muito altos.

Demência ainda deu uma puta bronca nele, ela não achava que ele revelaria aquele assunto em específico. Não agora, que Flug ainda estava muito instável. Ela também não sabia que o herói tinha o dito que qualquer assunto ou qualquer outra coisa poderia causar aquela explosão. A mulher estava muito puta da vida. Tinha que ser babá de um imbécil que está hospitalizaso graças a sua falta de controle e contenção de sentimentos, sendo que ele já sabia que teria de se controlar em certos momentos pois a força de um sentimento tão forte como o ódio misturado com a raiva, era capaz de uma destruição considerada mundial, sem falar que ela tinha que cuidar da reconstrução da mansão. Um de seus consolos cairia bem numa hora estressante como essa. Já que ela estava perdendo as esperanças naquele pedaço velho de mal caminho e maldade.

O herói estava fortemente amarrado e sedado, tudo para que seu cérebro volte ao funcionamento normal, contando com transporte limitado de enzimas sentimentais, ou seja, nada de paixões ou estresses agora, qualquer dose mal controlada de substâncias químicas comuns no cérebro humano, como a dopamina, poderia fazer ele se tornar uma máquina descontrolada de matar. Um suspiro foi solto pela cientista, já era 16:56 da tarde e tudo ainda está revirado.

●■●■●■●

Psyco.

Abro meus olhos. Tento me movimentar, mas todo meu corpo clama pela pausa. Minha cabeça está tão bagunçada. Como assim meu pai trabalhou para Black Hat? Que eu era uma de suas cobaias? Que ele me viu crescer? Demência já me torturava desde criança? Eu não entendo mais nada e eu já cansei de tentar entender. Parecia já estar a noite, eu ouvia risos vindos de algum canto longe dali, e só de virar a cabeça um pouco para o lado, ela doeu e rodou, gemo em desaprovação. Preciso tomar meu remédio. Era um remédio tarja preta feito especialmente pelo meu pai, de acordo com minha mãe, ele manteve a receita até depois de... Eu prefiro nem lembrar. Tento concentrar a energia do local, os poderes estão só o pó, difíceis de controlar, já que fazem mais de 3 semanas que eu não tomo ele. A energia parecia estar instável, ainda. Eu não lembro de muita coisa depois da conversa que tive com Black Hat e Demência, então não sei dizer porquê a atmosfera está tão tensa.

Algo parecido com.. Angústia, aquele sentimento cinza, que vem te assombrando, por nunca chegar a paz e nem aos completo caos. É algo neutro e inquieto, não tem definição certa, graças a sua flexibilidade de nos deixar ansiosos, sem calma, mas sem entrar no caos completo. Meus pulsos formigavam, aqueles choques sem vida percorriam meu corpo, libertavam-me aos poucos, e enfim, as fivelas se soltam com estalos e se chocam com a maca de aço, causando um som seco e causando um eco. Me xingo mentalmente, deveria ter ido mais devagar. Ouço passos vindo em direção ao quarto, quando vejo a porta abrir, viro o rosto e fecho os olhos, tentando disfarçar e esquecendo que fivelas não se abrem magicamente.

- E-Ei.. - Uma voz rouca e arrastada, nitidamente embriagada, soou por ela. - Eu não sou.. idiota, o-okay?.. Eu consigo ver que está.. fin-fingindo. 

- Oh que pena, pensei que tinha te enganado. - Digo baixo e irônico. A pessoa ri e entra, arregalo meus olhos ao ver Black Hat, com as roupas amassadas e completamente bêbado.

- Você explodiu m-minha casa.. Verme. - Ele diz raivoso, mas sua expressão se suaviza enquanto dá um longo gole na garrafa de vinho. - E seu pai me deixou rico.. - Ele ri seco e se senta em uma cadeira próxima a cama.

- Ele deve ter sido muito útil a você me usando de rato de laboratório.. - Digo, derramando algumas lágrimas involuntárias. 

- Ele não te usou como cobaia porque sim, e sim porque eu mandei. - Por um segundo, ele parou de soluçar, mas ainda cheirava a álcool. - Não queria ninguém que não tivesse o mínimo de laço com a corporação por perto. A sua mãe recusou, mas ameaçar sempre foi um dos meus melhores dons.. E ela teve que aceitar, igual seu pai. - Ele termina a garrafa e joga ela com tudo na parede, fazendo um estrondo grande. - Não se preocupe, Demência está desacordada. - Ele comenta, sem olhar em meus olhos. - Achava que ter uma cobaia saudável iria facilitar tudo, mas seus poderes são sensíveis demais, e te manter saudável está me custando tempo, dinheiro e segurança.

Eu apenas ouvia seu desabafo calado, ele era, na maioria das vezes, calado e fechado. Nunca revelando o que pensava perto de mim, e sempre com Demência, por uma questão de obtenção de informações, fiquei na minha até ele calar a maldita boca. Dentre vários e vários relatos das vezes que a cientista tentou transar com ele, algumas ele dizia que ela conseguiu e o resto eram apenas tentativas falhas de conseguir sexo, eu via que ele estava ficando mais próximo a mim, também fisicamente, mas não apenas isso, ele parecia mais solto. Arqueei uma sobrancelha com esse pensamento idiota.

- O-o que houve?.. - Ele pergunta corado e risonho. - Quer beber também?.. - Ele pergunta sarcástico.

- Não exatamente, eu só tive um pensamento idiota. E sim, se quiser me dar, isso se também Demência não reclamar. - Sua expressão ficou carrancuda novamente.

- Ela não manda em m-mim! Sou o maldito chefe dela, porra. - Ele saiu e voltou com duas garrafas de vinho. - Se ela vier me dar ordens, vai ter a maldita língua cortada! - Ele estava levemente alterado, e zangado, o que não o impediu de falar baixo o suficiente para não acordar a mesma e também, ainda sim alto para ser uma boa bronca.

- Certo, certo, esquentadinho. - Rio, sentando-me a maca e dando um gole grande no vinho. - Isso está ótimo. - Comento enquanto virava mais alguns goles de vinho. 

Sinto o álcool criar uma sensação de borboletas no meu estômago, talvez porque faz muito tempo que eu não bebia algo delicioso assim, ainda por cima com álcool. Minha respiração fica tranquila, meu corpo relaxa, meus músculos se sentem nas nuvens. A energia rosa começa a ser liberada de novo, não tinha percebido Black Hat olhar para ela como se visse uma pilha de ouro em  barras. Ele tocou, senti soprar um vento sem saída, senti como se nossos sentimentos se encontrassem. Algo envolvente, deve ser efeito da bebida. Ele se aproxima de mim como um predador, bem devagar, tocando mais daquelas pequenas nuvens de algodão-doce, para sentir mais daquela sensação deliciosa que era se conectar com alguém novo. Alguém que não era humano, alguém que era perigoso, alguém que nem deveria sentir algo, já que nem alma esse alguém possui, alguém como ele.

- Psyco. - Ele sussura, sentado a maca, bem próximo de meu rosto. O cheiro de uva e álcool era bem forte, ele segurava forte meu pulso. - Me deixa sentir mais de você . . - Nos aproximamos mais ainda e os lábios se tocaram.

●■●■●■●

Narrador.

O beijo calmo entre o herói e o demônio foi ficando envolvente. Black Hat foi subindo em cima da maca, ficando entre as pernas de Psyco, deitando devagar o corpo tão delicado daquele rapaz magro e pálido. Os dois iam se roçando e se esfregando, querendo sentir mais da deliciosa sensação de alegria, o rosa estava se misturando com o roxo de luxúria. Black Hat saiu do beijo, por falta de ar, e desceu o pescoço do Herói, distribuindo beijos melados, lambidas, mordidas e chupões grandes, que rapidamente ficariam roxos. Flug aguentava isso quieto, se esforçando para reprimir os gemidos altos e as cócegas, mas era inútil. Gemidos rasteiros e manhosos saíam de seus lábios, alegravam Black Hat em seus segundos pensamentos, da sua segunda cabeça. 

A pequena brincadeira parou, o vilão estava muito excitado, aquelas roupas todas estavam atrapalhando seu progresso. Ele arrancou a bata azul de hospital do corpo magro do Herói e viu aquelas marcas. Arranhões profundos, cicatrizes, hematomas mal curados, tudo aquilo excitou mais o vilão. Black Hat sabia que não poderia tirar suas roupas, ainda não, se Demência tentasse entrar na sala poderia ser disfarçado com mais facilidade. Psyco poderia ser coberto com o lençol e o rosto rubro de excitação poderia ser efeito do álcool também, preferia "levar uma bronca" por embriagá-lo do que por fazer algo pervetido com ele.

- F-Flug.. - Ele segurou firme seu cinto. - Vai fazer m-mesmo.. isso comigo? - Ele abria o cinto, tirava a calça devagar, arriava a sua e a cueca do rapaz, estava posicionando. 

- Acabe.. l-logo com isso! A-ah não ser.. que queira parar por aqui? - Black Hat se sentiu ameaçado e também desafiado. 

- E-eu ia lubrificar, Flug.. M-mas você me convenceu do contrário. - O rapaz parou um pouco para perceber o tamanho do convidado especial, que não era nada pequeno, ou parecido com algo considerado normal, e se arrependeu de suas palavras.

Black Hat penetrou, era macio por dentro, tão confortável. Ele arfou, pressionou os pulsos do rapaz contra o travesseiro, gemendo em aceitação, aquele espaço era mil vezes melhor do que Demência. Flug revirava os olhos em desejo eterno por mais daquela sensação, o rosa, que estava virando magneta para violeta, começava a ganhar suas colorações fortes de roxo. O vilão começou a se mexer, ia rápido, tentando não machucar Flug, mas sem ser lento demais, para causar mais arrepios grandes em sua coluna, mais daquela penetração, daquela conexão de os dois faziam sem se arrepender de seus atos. A velocidade aumentava, que nem as respirações, os gemidos, as estocadas fortes, o aperto nos pulsos.. Tudo estava implorando para que a relação se consumasse logo. Num instante, Black Hat já estava quase afundando Flug na maca de tão forte que estava indo. O herói gemia como nunca, as energias estavam serenas, mas com tons fortes, como aquela relação, que os mantinha relaxados, longe da realidade fria e sem emoções, mas também era algo permanente, que com certeza mudaria tudo a partir do momento que começou.

- F-Flug.. E-eu.. Quase..! - Ele sussurou enquanto diminuia a força e aumentava o ritmo quente daquele ato tão profundo.

Flug só conseguiu gozar entre o tórax dos dois, enquanto Black Hat gozou profundamente no herói. Os dois estavam ofegantes, o demônio acabou percebendo que haviam marcas vermelhas, quase roxas, nos pulsos do rapaz. Ele soltou e ainda deixou vários selinhos e mordidas pelas bochechas e boca do jovem. Psyco nunca esteve tão bem em sua vida.



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