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História Amor Intenso - Capítulo 12


Escrita por:


Notas do Autor


OIEE
Acharam que hoje não ia ter capítulo novo? 🙈
Desculpa a demora, tive alguns imprevistos hoje. Além disso, o capítulo acabou ficando maior do que eu imaginava, acabou levando mais tempo para ficar pronto
É isso, boa leitura💕

Capítulo 12 - Capítulo 12


Gabriel


A festa está animada e eu estou enchendo a cara junto com Lucas, Samuel e Cristiano. Mesmo longe da pista de dança, não tiro meu olhar de Madalena. Porra, ela dança bem demais. Seu quadril se move de forma sensual enquanto ela leva sua mão direita por todo seu corpo, alisando suas curvas perfeitas.

Estou de pau duro desde sua coreografia de pole dance. No começo, fiquei um pouco desconfortável com todos os olhares masculinos que Madá estava recebendo, mas depois me concentrei só nela e percebi o quanto ela estava feliz. Seu sorriso de orelha a orelha só provava o que já imaginava: ela ama pra cacete esse esporte e, admito, ele combina com seu jeito livre e ousado de ser. Deixei o ciúmes de lado e me permiti admirar sua força para subir naquela barra com tanta facilidade, sua sensualidade e leveza ao executar movimentos difíceis mas fazendo com que parecessem fáceis. Admirei seu sorriso, sua empolgação e não permiti que o medo de perdê-la para outro cara me impedisse de aproveitar o momento.

Sim, medo de perdê-la. Não sei se é a quantidade exorbitante de álcool que está correndo nas minhas veias, mas passei a aceitar que gosto de Madalena, que quero estar com ela, que tenho ciúmes dela. Talvez amanhã eu me arrependa dessa ousadia toda, mas hoje estou pouco me fodendo para isso, só quero aquela morena linda nos meus braços a noite toda.

Vejo Madalena saindo da pista de dança pela primeira vez desde que chegou na festa, ela deve estar indo para a cozinha tomar água, já que é a única coisa que a menina tomou a noite toda. Sim, eu reparei até nisso, essa menina está me transformando em um psicopata.

Quero beijá-la quando chegarmos em casa, quero despi-la inteira e chupar sua boceta, que presumo ser tão doce quanto seu cheiro. Resolvo conversar com ela sobre, ser sincero sobre meus sentimentos, mas preciso de uma dose de coragem para isso. Nunca fui aberto para falar sobre o que se passa dentro de mim, talvez por vergonha, talvez por não saber como iniciar uma conversa séria sobre mim mesmo. Viro três shots de vodka assim que Madá passa ao meu lado e meus amigos observam a cena.

— Relaxa, cara, ela está tão louca por você quanto você está por ela – diz Lucas. Acabei não dizendo para ele o que sinto por Madalena, simplesmente neguei todas as quinhentas vezes que perguntou sobre meus sentimentos por ela desde que chegamos na festa. Presumo que ele tenha tirado suas conclusões juntamente com os outros caras.

— Vai lá falar com ela logo, seu besta – diz Cristiano me empurrando na direção da cozinha.

Arrumo minha camiseta, toda amassada, e passo as mãos pelos meus fios escuros e longos. Eles devem estar tão ruins quanto minha roupa, mas resolvo não pensar nisso. Torço para que ela não perceba quão bêbado estou enquanto entro na cozinha da casa de Manuela.

Dou de cara com Rafael prensando Madalena contra o balcão da cozinha, ao lado do bebedouro. Ela parece assustada e desconfortável com a situação enquanto ele cochicha algo em seu ouvido. Meu sangue ferve e meu punho se fecha de forma quase automática. Sinto a adrenalina tomando conta de todo meu corpo e, antes mesmo que eu me dê conta, jogo o cara no chão e começo a gritar.

— Que porra você acha que está fazendo? – a veia do meu pescoço pulsa devido à raiva que estou sentindo e minha garganta dói tamanha foi a intensidade do meu grito.

Rafael fica um tempo congelado, provavelmente por medo, mas logo se recompõe. Levanta e vem para cima de mim, mas já estou preparado, antes mesmo que ele me acerte, lanço um gancho de direita em seu maxilar, fazendo com que ele voe longe mais uma vez. Mesmo bêbado, consigo bater tanto nesse mauricinho a ponto de mandá-lo para o hospital dentro de uma caixa de fósforo. Já me meti em muitas brigas, as vezes apanhei, mas aprendi muitas táticas e adquiri força. Ele jamais teria chance de me vencer.

Antes mesmo que eu ou ele façamos mais algum movimento, Madalena se coloca entre nós e nos afasta um do outro. Várias pessoas começam a entrar na cozinha e ficam em choque ao verem a boca ensanguentada de Rafael. Meus amigos entram no mesmo instante e me perguntam se estou bem. Eles gritam algo para a multidão que se formou ao nosso redor, mas não presto atenção. Meu foco está no rosto da morena a minha frente, percebo que ela está brava, talvez decepcionada com o meu comportamento.

Caio em mim e percebo quão estúpida foi minha atitude. Por mais que eu tenha gostado de socar a cara daquele desgraçado, não foi nada maduro da minha parte e, definitivamente, não me ajudou a conquistar Madalena. Penso no que posso dizer a ela. Um pedido de desculpas? Não, tive uma ideia melhor. Vou perguntar o que aquele filho da puta estava fazendo quando entrei na cozinha, ela só tinha ido buscar a merda de um copo d’água, certo?

Antes mesmo que eu diga qualquer coisa, Madalena se afasta de mim e vai em direção ao Rafael. De acordo com a minha excelente leitura labial, ela perguntou a ele se estava tudo bem e disse que ia pegar um pouco de gelo para colocar em seu resto. Ela sai do cômodo e eu a sigo, quase correndo para conseguir acompanhá-la. Como ela consegue andar tão rápido com esses saltos nos pés?

— Madalena? Madalena, espera, caralho, você está andando muito rápido – digo gritando por cima da música alta que está tocando na garagem.

— O que você quer, Gabriel? – diz ela enquanto pega cubos de gelo de um coller e os coloca em um copo descartável.

— A gente pode conversar? Prometo que vou explicar o que aconteceu.

— Não, a gente não vai conversar. Você socou meu amigo, seu idiota. No que estava pensando? – ela se vira e começa a andar novamente e eu a sigo.

— Desculpa! Eu não pensei exatamente no que estava fazendo, só senti meu sangue ferver e de repente já tinha acertado ele – meu Deus, eu realmente não sei como pedir desculpas a alguém – vamos conversar com calma, por favor.

— Vou ajudar o Rafael primeiro, a gente conversa em casa – diz ela entrando na cozinha e me deixando plantado na entrada.

                               ***

Estou esperando Madalena do lado de fora da casa de Manuela há mais de meia hora. Meu pé balança sem parar enquanto passo a mão direita sobre meus fios, um tique nervoso que tenho desde criança.

Já pensei em um milhão de coisas para dizer a ela, mas nenhuma parece boa o suficiente para consertar a cagada que fiz mais cedo. A gente estava começando a se dar bem e eu estraguei tudo. Suspiro e olho meu celular pela centésima vez desde que me sentei na calçada da casa.

Ouço o portão abrindo e vejo uma Madalena furiosa saindo de dentro da casa. Antes mesmo que eu diga alguma coisa, sua voz preenche o ambiente.

— Pedi um Uber para nós dois – ela olha para a tela do celular, ignorando minha presença ao seu lado.

— Eu pago – talvez isso ajude a amolecer o coração dela. Tomo coragem e começo – Então, eu queria...

— Já disse que conversamos em casa – ela me interrompe de forma seca, sinto uma pontada no coração e percebo que odeio ficar brigado com ela. Odeio saber que decepcionei ela.

Um sedã preto para do outro lado da rua. Presumo ser nosso motorista, já que Madalena começa a se dirigir até o carro. Entramos no banco traseiro e o caminho todo é feito em silêncio, um silêncio quase insuportável. O carro para em frente nossa casa, saco uma nota de vinte reais da carteira que estava no bolso da calça e pago nossa corrida.

Entramos silenciosamente para não acordar Paulo e Érica. Com medo de que Madalena fugisse de mim e se trancasse no quarto, coloquei uma das mãos na base de suas costas e a guiei até meu quarto. Fecho a porta atrás de mim e passo a chave. Começo a falar para não perder a coragem.

— Olha, me desculpa, eu sei que o que eu fiz foi errado. Eu não pensei no que estava acontecendo, agi por impulso, eu perdi a cabeça quando vi ele em cima de você daquela forma. Nem adianta dizer que gostou da situação porque eu vi bem sua cara de pânico e desconforto, eu só quis te proteger, tá bom?

— Eu sei me proteger sozinha, Gabriel, não sou uma garotinha indefesa e você não é meu herói. Você não tem o direito de sair batendo nas pessoas só porque te deu vontade. Achou que eu fosse achar fofo seu instinto de proteção? Pois fique sabendo que eu não acho. Talvez isso dê certo com as meninas que você pega, mas não comigo. E outra, tem certeza que o único motivo por ter socado a cara do Rafael foi por proteção? Porque parecia ciúmes – ela diz se aproximando cada vez mais de mim. Madalena pode ser muito intimidadora quando quer.

— Tá bom, Madalena, eu realmente senti ciúmes. Quer que eu seja sincero? Eu odiei ver aquele cara colocando as mãos dele em você, odiei ver ele sussurrando em seu ouvido e você quer saber o porquê? Porque eu queria que fosse eu ali, com o corpo tão colado no seu a ponto de eu poder sentir seu coração batendo contra meu peito. Queria que fosse eu cochichando putarias no seu ouvido, sentindo seu cheiro doce, sentindo seu quadril rebolando no meu pau, que por acaso, ficou duro a noite inteira graças a você! Tá bom assim para você? Tá satisfeita com a honestidade?

Antes mesmo que eu pudesse dizer mais alguma coisa, sinto seus lábios carnudos envolvendo os meus. Reajo imediatamente e a trago mais para perto de mim, sentindo seu cheiro. O beijo é desesperado, intenso. Sua língua quente envolve a minha em uma sincronia perfeita. Paramos apenas para puxar ar e voltamos rapidamente a colar nossos lábios, como se nossa vida dependesse daquele beijo.

Minhas mãos envolvem sua cintura e descem para sua bunda redonda e gostosa, apertando os músculos dali por cima de sua saia jeans. Suas mãos agarram e bagunçam meu cabelo e depois descem lentamente para meu peito. Tiro minha camisa camisa xadrez e em seguida a camiseta branca que usava por baixo para que a morena pudesse passear ainda mais suas pequenas e delicadas mãos pelo meu peito nu.

Meu pau está cada vez mais duro e pressionando meu jeans, esfrego o volume na virilha de Madalena e recebo um gemido baixo em resposta. Coloco-a contra a parede e desço meus lábios para seu pescoço, sugo sua pele sedosa com um pouco de pressão. Resolvo intensificar as coisas com os dentes, mordiscando a região já avermelhada pelos meus carinhos. Ela geme mais uma vez e envolve suas pernas em minha cintura, em um movimento rápido a trago para o meu colo e volto toda a minha atenção para seus lábios.

Ela morde minha boca e um gemido rouco escapa involuntariamente da minha garganta, fazendo-a sorrir. Ela desce do meu colo e começa a desabotoar meu jeans. Então a cena que fantasiei várias vezes na minha mente começa a se tornar realidade, Madalena faz um coque rápido no alto da cabeça, prendendo os cabelos sem uso de nenhum elástico. Ela se ajoelha a minha frente e tira meu membro duro de dentro da cueca boxer preta que eu uso, seus olhos brilham ao ver seu tamanho e grossura, fazendo com que ela comece seu trabalho rapidamente.

Ao contrário da maioria das meninas que já me pagaram um boquete, ela não leva meu pau diretamente para a boca, mas começa a depositar beijos em toda a minha virilha, até chegar ao meu membro, me excitando ainda mais. Ela beija a cabeça e lambe todo seu cumprimento, de forma lenta, enquanto mantem seus olhos cor de mel no meu rosto. Segurando meu membro pela base, ela o aperta levemente, me fazendo gemer. Porra, ela nem me colocou na boca e eu já estou desse jeito?

Madalena começa a me masturbar, suas mãos sobem e descem em um vai e vem delicioso, enquanto sua língua circunda minha glande, me fazendo ir à loucura. Ela coloca metade do membro em sua boca, chupando-o com vontade. Gemo mais alto do que deveria e agarro seus cabelos escuros, fazendo um montinho dele com uma das mãos. Ela intensifica o movimento, colocando uma porção ainda maior do pau em sua boca.

Ela o retira e lambe todo o membro, não só para me excitar ainda mais, mas também lubrificar a região de modo que sua boca deslizasse com ainda mais facilidade. A morena praticamente engole meu pau, colocando-o todo em sua boca, o que me faz pensar que ela já tem experiência em boquetes. Fico com um pouco de ciúmes, mas afasto o pensamento, me concentro no momento e meus olhos se voltam para a garota linda ajoelhada a minha frente. Ela sobe e desce a língua, me arrepiando de prazer. Minhas pernas começam a bambear e percebo que o orgasmo está próximo, resolvo avisá-la caso ela não goste do gosto de porra.

— Madá... eu... eu vou... gozar – as palavras saem com dificuldade, uma vez que a minha cabeça não funciona mais, meu corpo está todo voltado para o prazer que estou sentindo.

— Eu não me importo de engolir – ela diz após tirar meu pau rapidamente da boca para falar, mas logo o engole gostoso novamente. Sua voz firme me arrepia, amo sua ousadia, sua safadeza me deixa ainda mais duro.

Sua língua trabalha de forma perfeita, sua boca quente acomoda meu pau em sua garganta, apertando-o levemente. Meu orgasmo chega de forma avassaladora enquanto chamo seu nome, derramando meu sêmen dentro da boca dela. Algumas gotas escorrem por seu lábio, ela leva o polegar pelos lábios e o coloca na boca, chupando enquanto me olha de forma sensual. Essa mulher é uma deusa, só pode.

Agora é minha vez de fazê-la gemer meu nome. Pego Madalena no colo e a levo para minha cama, colocando-a com delicadeza sob o colchão macio. Me acomodo em cima de seu corpo pequeno e tiro sua regata preta, revelando um sutiã rendado de mesma cor. Começo a esfregar seus seios ainda por cima do tecido, vejo que ela revira os olhos e morde os lábios com o prazer que o gesto lhe proporcionou. Abro o fecho da peça íntima e a arremesso em algum canto do quarto, admiro seus seios por um momento: empinados, duros e rosados. Levo um de seus mamilos já empinados devido ao prazer à boca, mamando com vontade enquanto aperto seu gêmeo com a mão. Não resisto e mordo o bico levemente e Madá geme. Satisfeito, começo a descer minha boca em direção à sua barriga, deixando uma trilha de beijos em sua pele macia até chegar ao cós de sua saia.

Tiro a peça com um puxão e encontro uma pequeno pedaço de renda preta cobrindo sua intimidade. Deslizo os dedos por sua entrada, ainda em cima do tecido, e percebo o quanto ela está molhada. Empurro a calcinha para o lado, meus dedos passeiam por sua vulva, levando lubrificação para toda a região. Eles param em seu clitóris, esfregando e apertando seu ponto sensível, fazendo com que ela solte um gemido. Penetro-a com um dedo enquanto continuo os movimentos no clitóris, ela abre mais as pernas me dando ainda mais acesso a sua boceta.

Suas mãos empurram minha cabeça mais fundo em sua boceta e resolvo provocá-la.

— Você quer que eu te chupe, Madalena? – ela concorda com a cabeça enquanto faz barulhos de prazer que são música para os meus ouvidos – Então pede direitinho, amor.

— Me... chupa, Gabriel... por favor – sua voz está rouca e cheia de prazer.

Sem demora, passo minha língua por toda sua intimidade, depois me concentro em seu clitóris, sugando a região e mordiscando levemente, fazendo com que Madalena tire as costas da cama e me envolva com suas pernas. Continuo os movimentos com a língua e meus dedos a penetram, sentindo sua umidade. Ela começa a tremer e a gemer mais e mais quando atinge seu ápice. Lambo o líquido que saiu dela, tão doce quanto seu cheiro.

Saio de cima de Madá apenas para pegar a carteira que está no bolso da minha calça. Ela se levanta e começa a tirar minha calça e cueca.

— Por que você ainda está de roupa enquanto já estou pelada? – ela diz e eu sorrio, deixando que ela tire o restante de roupa que ainda cobre meu corpo.

Tiro uma camisinha da carteira, ela a toma de minha mão e coloca o preservativo em meu pau usando a boca, essa mulher só pode estar querendo me matar. Ela se deita novamente e abre as pernas para mim, me delicio com a vista de sua boceta pronta para me receber. Esfrego a cabeça do membro em sua entrada, arrancando um gemido de sua boca. Antes que eu coloque tudo nela, ela diz:

— Vai com calma, seu pau é enorme – sorrio com a fala, já que considerei um elogio, e completo.

— Você adorou o tamanho dele que eu sei, sua gostosa – ela sorri e concorda com a cabeça. Eu a beijo rapidamente, estou viciado em seus lábios.

Coloco meu pau aos poucos dentro da minha garota, ela é apertada pra cacete, vou devagar para não machucá-la. Quando a preencho por inteiro, espero alguns segundos antes de me mover para que seu corpo se acostume com meu tamanho. Sinto sua boceta apertando meu pau e começo a me movimentar com estocadas lentas.

— Mais... Mais rápido, Ga – ela me diz com a voz cheia de prazer, seus olhos quase fechando.

Intensifico os movimentos, coloco suas pernas em meus ombros e começo a fodê-la com força e rapidez, fazendo nós dois gemermos. Com um gesto rápido, ela vira o corpo e fica por cima de mim, me cavalgando. Sua bunda grande e volumosa rebola em cima do meu pau, uma de minhas mãos segura sua cintura e a outra aperta um de seus seios. O barulho de nossas peles se chocando uma contra a outra me deixa ainda mais excitado, mal posso acreditar que finalmente estou transando com ela, parece que demorou uma eternidade. Sinto meu orgasmo chegando e gozamos ao mesmo tempo com os lábios colados e de mãos dadas, atitude simples, mas muito íntima para mim.

Trago Madalena para o meu peito, sem sair de dentro dela. Nossos cabelos grudam em nossos corpos suados e nossa respiração irregular preenche o silêncio. Foi perfeito, perfeito pra caralho.

— Obrigado – digo olhando para ela – foi incrível. Muito melhor do que eu jamais imaginei.

— Eu que agradeço – ela deposita um beijo lento em meus lábios e depois sai de cima de mim.

Não quero que ela vá para o quarto dela, não quero ficar separado dela. Por isso, depois de tirar a camisinha e descartá-la na lixeira que fica no meu quarto, crio coragem e pergunto:

— Dorme aqui comigo? – minha voz sai um tanto hesitante, mas me recomponho. Merda, ela mexe demais comigo.

— Claro – ela se aproxima de mim e eu a puxo para a cama.

Estendo o braço até alcançar o interruptor e apago a luz. Seus braços me envolvem, enquanto minhas mãos se acomodam em sua cintura. Nossos pés se entrelaçam e nossa respiração vai ficando mais lenta. Beijo sua testa e esfrego meu nariz em seu rosto, sentindo seu cheiro e acariciando minha menina.

Nunca compartilhei carícias com nenhuma menina com quem dormi, mas sei que Madá não é parecida com nenhuma que já passou por minha vida. Ela é única, ela me faz querer vivenciar coisas que jamais imaginei, me faz querer dormir de conchinha, segurar na sua mão e a chamar de “amor”. Não é só mais sexo para mim. Isso não me envergonha e não me dá medo, depois dessa noite, quero me entregar à Madalena todos os dias. Não tenho mais medo de ser dela, espero que ela não tenha de ser minha. 

Antes que eu pegue no sono, peço desculpas novamente pela merda que eu fiz mais cedo.

— Está tudo bem, eu também senti ciúmes de você hoje com a Ingrid, se você quer realmente saber – meu peito quase explode de alegria, talvez ela goste de mim tanto quanto eu gosto dela – só não faz mais isso, tá bom? Ele se machucou e poderia ter dado problemas para você, não dá para resolver as coisas na porrada, isso não é certo, mesmo que você esteja com ciúmes – ela diz de forma calma, sua voz já está sonolenta.

— Você tem razão, não vai mais acontecer, Madá — beijo seu rosto novamente, meu coração está leve pela primeira vez em muito tempo. Fecho os olhos e deixo o sono me vencer.


Notas Finais


Gostaram da primeira vez deles?
Não quis contar antes que tava planejando isso pra ser uma surpresa pra vocês! Me contem o que acharam, foi a primeira vez que escrevi uma coisa erótica, acho que ficou ruim. Mas foi com carinho❤
Até o próximo capítulo, coisas lindas!


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