História Amor, meu grande amor! - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Amor, Bar, Casal, Casamento, Drama, Espiritismo, Moto, Moto Clube, Poesias, Ramones, Rock, Romance, Tatuagem
Visualizações 21
Palavras 728
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Poesias, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Olarrrrr, meus nenéns!
Advinha quem deletei mais uma fic pra reescrever porque não estava gostando? hahahaha
Essa fic é mais curtinha, deve durar uns vinte capítulos, mas espero que gostem dessa nova roupagem!

Boa leitura! <3

Capítulo 1 - Passado e presente se confrontam


Fanfic / Fanfiction Amor, meu grande amor! - Capítulo 1 - Passado e presente se confrontam

29/10/2010

Fazia um mês que estávamos ficando! Eu a buscava todas as noites no bar e moto clube que pertenciam a ela. Eu olhava pra ela e tinha certeza de que era com ela que eu iria me casar e formar uma família.

Juliana era a mulher da minha vida e eu podia sentir isso. Meus amigos diziam que eu estava viajando demais, estava entusiasmado demais, alguns diziam que era capaz que o nosso romance não durasse muito. Mas eu sabia que era ela, até porque mesmo tão diferente de mim, ela sabia me completar como ninguém!

- Rafael? – ela sorria e sentava no meu colo – Uma moeda pelo seu pensamento!

- Meu pensamento, Ju? – dei um selinho nela – Meu pensamento tá bem aqui no meu colo!

Rimos e nos beijamos.

- Vou fechar o bar, Rafa! Têm planos pra mais tarde?

- Eu não – sorri e dei um tapa na bunda dela enquanto ela levantava – E você?

- Eu tenho vários planos pra mais tarde!

- Uma tequila pelos seus pensamentos pra mais tarde!

- Pode começar a pagar agora mesmo.

...

Não foi difícil decifrar os pensamentos e planos dela, da mesma forma que não era difícil decifrar sua pele, sua boca e seu cheiro. Sua pele macia ficava cada vez mais nua, à medida que ela tirava cada peça de roupa enquanto virava uma dose de tequila e rebolava em cima do meu corpo nu.

Coloquei-a sentada no balcão, ela cravou as unhas nas minhas costas e sussurrou no meu ouvido que era minha, só minha! Não, não estávamos “fazendo amor”. Juliana não era o tipo de mulher que fazia isso. Ela gostava de “foder” e de “foder com força”. E era isso que a gente fazia naquele bar.

Coloquei-a de quatro e voltei a meter com força porque era isso que ela me pedia entre gemidos, mordidas e arranhões. E depois de tanto prazer que aquela mulher e aquele corpo me proporcionaram, eu olhei nos olhos dela e tive que dizer:

- Juliana, eu te amo! – segurei as mãos dela – Desculpe se pareço precipitado, mas eu te amo!

Ela me deu um beijo.

- Eu te amo, Rafa!

Ela desceu do balcão do bar onde estava sentada, colocou a jaqueta de couro, virou um pouco da garrafa de tequila na boca e cantou uma frase de uma de suas músicas favoritas, de sua banda favorita (Ramones). Ela alisava minha nunca enquanto cantava:

- Baby, I love you!

29/10/2016

Estávamos juntos há seis anos e um mês! Ela já não queria e não precisava de mim para voltar pra casa, no caso, a nossa casa agora. Eu olhava pra ela e continuava a enxergar a mulher que eu ficaria até a morte, mesmo que toda a frieza dela me matasse por dentro.

Juliana continuava a ser a mulher da minha vida e eu sabia disso. Meus amigos diziam que eu parecia infeliz e que as coisas com meu casamento nunca iriam melhorar, alguns diziam que logo iríamos nos divorciar. Mas eu sabia que era ela, até porque eu amava da mesma forma!

- Chegou mais cedo, Rafael? – perguntou enquanto entrava na nossa casa e largava a bolsa no sofá.

- Não fui trabalhar hoje, Juliana. – Levantei e dei um selinho nela.

Sentamos no sofá.

- Vai abrir o bar hoje?

Perguntei, mas ela parecia não me ouvir.

- Ju?!

Ela olhava pra parede e pensava em várias outras coisas, mas não me ouvia.

- Uma moeda pelos seus pensamentos!

- Desculpa, Rafa – ela sorriu – Tem planos pra mais tarde?

- Não tenho – sorri e beijei a mão dela – E você?

- Também não. A gente pode tomar um café lá no Chico?

- Agora?

- Por favor! – ela levantou e pegou a bolsa – Vamos na minha moto mesmo.

...

- Ju, você sabe que eu te amo, não sabe? – beijei as mãos dela que estava sentada de frente pra mim.

- Rafa, eu sei – ela tirou as mãos de cima da mesa – Eu também te amo. Você sabe que é a minha única família, não sabe?

- Sei. E também sei que estamos em uma crise horrível. Estamos cada vez mais distantes, Ju. Sinto que estou perdendo você aos poucos e isso me machuca tanto! Eu sinto tanta falta...

- Sente falta? – ela me interrompeu – Não diga que sinta falta daquilo que você escolheu perder. 


Notas Finais


EITCHA!
O que acharam, nenéns? <3


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