História Amor na zueira - Capítulo 4


Escrita por: e Milk-Coffee

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Comedia, Drama, Novela, Romance
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Palavras 744
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 4 - Treta no quarto


            *• P.O.V.s Nayara •*

 Uma semana se passou depois que mandei o Lucas se fuder. Ah! Também faz uma semana QUE ESSE SER DO DEMÔNIO, VULGO SERZINHO LÁ DE BAIXO, TIO LUH, CAVEIRINHA NÃO PARA DE ME SEGUIR! Okay, tudo bem que… talvez eu goste disso, mas não falem para ele! As coisas tem piorado um pouco desde a briga da Luiza com a Bianca. Elas nem se olham direito. Calma, não que elas se olhassem mais antes, né… só parece que o clima tá mais pesado e que a qualquer momento uma vai pular no pescoço da outra – se isso acontecer vai ser a mesma coisa que declarar a Terceira Guerra Mundial, por isso tento manter as duas o mais longe possível uma da outra. Saindo desse assunto… eu ainda tô devendo a Nutella da Mili… mas essa semana eu nem fui no merca- 

 Nay: – JESUS MARIA JOSÉ! TIRA TODA A FEITIÇARIA DESSE SER DO TIO LUH! – berro com os olhos fechados depois de sentir uma mão em meu ombro – EU ESCOLHO DEEEUS!

 XXX: – Calma aí, Nayara, eu só peguei no seu ombro, menina, não precisa de tudo isso. A pessoa – lê-se paquita do Luh –, que me assustou se pronuncia e se senta em sua cama.

 Nay: – Caralho, Luiza, tu quase me mata, puta! – boto a mão no peito – Avisa da próxima vez, porra! 

 Luiza: – Eu só queria te falar uma coisa, mas você surtou aí! – sorriu – Mas se bem que foi engraçado; ainda bem que eu gravei tudo! Arregalo os olhos e olho para Luiza. 

 Nay: – MAS O QUE, DESGRAÇA HUMANA QUE EU CHAMO DE AMIGA? COM QUE DIREITO? EU VOU TE PROCESSAR POR DENEGRIMENTO DE IMAGEM! Luiza: – Mas essa palavra, DENEGRIMENTO, nem existe. – riu mexendo em seu celular. 

 Nay: – Foda-se, eu não perguntei! – cruzo os braços e faço bico. Luiza: – Vou mandar pro Lucaaas! – cantarolou. _“A MAIS NÃO VAI MESMO!”_

 Nay: – AH, MAIS NÃO VAI MESMO!! – levanto da minha cama e pulo nela tentado pegar o celular. 

 Luiza: – Calma aí, vaca! •                                              

                P.O.V.s Bianca 

 Depois que terminei de comer meu bolinho de arroz, resolvi ir dormir um pouco já que hoje é sábado. Quando chego na porta do quarto, abri a mesma e encontrei a Luiza falando alguma coisa no ouvido da Nayara. AISH! ESSA GAROTA NÃO PERDE UMA! 

Bianca: – Você não perde uma, né, Luiza? 

 Luiza: – Iihh! Chegou quem não devia! – revira os olhos – Vai embora, menina, ninguém te chamou, porra!

 Bianca: – Ninguém precisa me chamar. Eu venho aqui a hora que eu quero e quando eu quero. 

 Luiza: – Só me diz o que eu te fiz pra ti me tratar assim, Bianca! – se levantou. 

Bianca: – Nasceu, Luiza Costa Silva, nasceu! – me aproximo também. Agora essa vaca vai apanhar.  

 Nay: – Bia, deixa a Iza, por favor! Vocês não precisam brigar! 

 Bianca: – NÃO SE METE, NAYARA! – grito e ela se assusta.

 Luiza: – Bianca, para! Não precisa gritar com a Nay!

 Bianca: – Sai do meu quarto, Luiza! 

Luiza: – Não, garota ridículo, esse também é o meu quarto! 

   Bianca: – MUDA DE QUARTO ENTÃO, CARALHO! – me aproximo mais e puxo seu cabelo – Só sai daqui… AGORA! – a jogo no chão. 

 Luiza: – A MINHA PACIÊNCIA JÁ ESGOTOU, BIANCA! Luiza se levanta e vem para cima de mim e começa a me dar tapas, eu apenas tento me soltar ou chutar ela, enquanto Nayara grita para a gente parar. 

Nay: – PARA! 

              P.O.V.s Nayara  

 Depois de muito tempo, consegui separar essas duas. Agora a Bianca tá fazendo as malas para mudar de quarto e a Luiza… bem… ela se foi dizendo que não tinha mais clima algum para a gente conversar civilizadamente já que resto de aborto que entrou no quarto atrapalhou tudo. Se eu soubesse que iria dar ruim, nunca tinha feito amizade com nem uma das duas. 

 Lucas: – Cadê a minha irmã, marrentinha? – pergunta Lucas que brotou do além. 

 Nay: – E eu vou saber, garoto!? – levanto o encarando.  

 Lucas: – Sua mãe não te deu educação, não, marrenta? – pergunta se aproximando. 

Nay: – Sim, mas você não merece ela. – me aproximo também. Assim, ficamos nos olhando por um bom tempo. Eu já disse que apesar de ser um idiota, ele tem olhos lindos? São castanho escuro. Posso confessar outra coisa? Acho que gosto dele. Quer dizer, dos seus olhos. Acordei do transe quando senti um esbarrão em mim. Me desequilibrei e cai em cima de Lucas. Depois disso só consegui ouvir o barulho da porta batendo. Fiquei olhando para Lucas até ser surpreendida com um selinho



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