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História Amor não correspondido - By: Luka Couffaine - Capítulo 6


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Notas do Autor


Algum dia temos que crescer e aceitar os desafios da vida, e até mesmo ver nossos decendentes crescerem, e obsevar eles passando pelo mesmo caminho que nós.

Capítulo 6 - Conhecendo os "sogros"


Fanfic / Fanfiction Amor não correspondido - By: Luka Couffaine - Capítulo 6 - Conhecendo os "sogros"

Luka narrando

Depois daquele vexame de tentar recuar o convite mas meu estômago me entrega, então acabo entrado na casa de Marinette junto com ela, se eu não me engano é minha primeira vez entrando aqui, o lugar cheirava a pães francêses que acabavam de sair do forno, sentia um vazio no estômago só de sentir esse aroma adorável, nos sentamos em uma mesa que dava para ver vários tipos de petiscos, só de ver tudo aquilo dava água na boca.

– Pode se servir hah... – Escutei a senhora Dupain dizer, olho para ela com um sorriso meio envergonhado, afinal era minha primeira vez comendo na casa da Marinette, então acabo pegando uma torrada e passo um pouco de manteiga, e logo em seguida pego um copo de café, observei que não era o único que estava me servindo, Marinette também estava se servindo para se alimentar, parece que ela prefere geleia do que manteiga, isso me deixava mais seguro, pois só eu comendo e os outros me observando me deixaria desconfortável.

– E então, Marinette, não vai apresentar seu amigo? – Olho para o senhor Dupain, engolindo meio seco a torrada, por alguma razão ele se mantia sério, mas por alguma razão eu sempre soube que ele gente boa, e não alguém frio... Será que os boatos eram mentiras?

– Oh... Bem, Mãe, Pai... Ele se chama Luka, Luka Couffaine, irmão de Juleka – Marinette respondeu seu pai com confiança, começei a tomar meu gole de café, apenas observando a situação.

– A quanto tempo se conhecem? – Sua mãe perguntou, pelo visto ela estava interessada em me conhecer.

– Bem... Eu e ela nos conhecemos já faz a uns mêses, ela foi visitar a casa barco, onde eu e juleka moramos juntos com nossa mãe, nossa mãe estava fazendo um festival de música, mas o barulho estava alto de mais que gerou alguns problemas heh – Decidi explicar por Marinette, afinal eu ficando calado o tempo inteiro não seria muito adequado de minha parte.

– Ah eu me lembro desse dia, lembro que também ela ganhou uma palheta do Jagged Stone, foi você que a deu? – A mãe de Marinette parecia bastante feliz em minha presença, e ao perguntar já lhe respondo que sim.

A conversa foi fluindo até que teve um momento em que o Pai da Marinette se pronunciou.

– Bem Luka, poderiamos conversar? de homem para homem? – Concordo com a cabeça, sinto meu coração pulsar rápidamente, será que ele vai pedir de que eu fique longe de sua filha ou algo do tipo? sinto que de alguma forma ele não gostou muito de minha presença.

Ele me levou até a parte de cima da casa, onde naquele momento já era 18 horas da noite, e é para eu voltar para casa as 19, espero que dê tempo, se não ai que eu tomo sermão de verdade da minha mãe. 

– B-bom... Sobre o que quer conversar senhor Dupain..? – Pergunto para ele com insegurança, olhando para o chão.

– Quais são suas intenções com minha filha? – Seu tom de voz parecia sério, respirei fundo e tentei olhar diretamente para seu olhos.

– Vou ser sincero com o senhor, senhor dupain... Eu gosto muito de sua filha, e quero dar todo o meu melhor por ela – Tento dar uma resposta vinda do coração, mas pelo visto nem isso acalmou a expressão do pai da Marinette. 

– Você não é o primeiro rapaz a vir aqui... Sabia? Minha filha já teve a visita do Adrien Agreste, que aparentemente só quis tratar minha filha como amiga, sendo que estava muito obvio que ela o admirava... Depois recebeu visita do Chat Noir, que foi capaz de rejeitar minha filha na minha frente, mas pelo foi sincero... Mas isso machucou e muito a minha filha... Eu particularmente não quero que ela sofra denovo – Ah... Agora eu entendo o por quê dele me olhar dessa forma, por ver a Marinette sofrer por outras paixões como aquelas, ele não quer ver tudo aquilo e repetir denovo e denovo. Então olho para ele com confiança e com mais calma.

– Senhor Dupain... Minha intenção não é rejeitar sua filha, ou fazer ela sofrer, por enquanto ela me considera um amigo, mas quado ela quiser me aceitar como algo a mais, estarei de braços abertos para ela, o senhor pode ter segurança disso – Cada paravra que dizia, dizia com firmeza e segurança, pela primeira vez vejo ele sorrir, e do nada recebo um grande abraço forte vindo dele, sentia que estava quase sendo esmagado. 

– Pode me chamar de Tom apartir de agora Luka, obrigado pela atenção que você estará dando para minha filha, mas tenho uma coisa a lhe dizer... Se você tem um talento oculto, utilize, isso fará com que ela se esqueça do que passou anteriormente, e passará a gostar mais de você, tudo bem? – Um talento oculto..? Hum... Isso é interessante, e sua dica irei aproveitar com certeza.

voltamos para baixo de casa, Marinette e sua Mãe nos olharam meio ansiosas, pareciam que estavam curiosas ao quererem saber o que conversamos, olho para o relógio e ja eram 18:20 da noite, tinha que voltar para casa o mais depressa possível, decidi então me despedir de Marinette e de sua famíla, e então subi em minha bicicleta, e fui em alta velocidade para casa

Por fim consegui chegar em casa, faltando 10 minutos para as 19, estava muito cansado, pois chegar em alta velocidade de bicicleta até em casa foi muito cansativo. E então entrei em casa e minha mãe me olhou, ela me cumprimentou e não reclamou pois consegui chegar em um horário em que ela não precisava se preocupar comigo, então dou um olá para a Juleka e decido tomar um banho para relaxar, sentia minhas pernas doloridas, acho que de tanto eu pedalar de bicicleta de um lado para o outro, quando terminei de tomar o banho, vesti o meu pijama e fui até o quarto.

– E então irmão... Como foi..? – Perguntou Juleka com um olhar curioso, comecei a contar tudo o que ocorreu, o museu, as entregas, a torre, e por fim a padaria, Juleka parecia feliz ao ouvir minha história depois de tudo.

– Um talento oculto... Hum...Juleka, tem alguma ideia para algum talento oculto que eu tenha..? – Decido perguntar para ela, o que o Tom havia falado me deixou animado e determinado a conquistar Marinette.

– Hum... Não sei irmão... Só sei que você é ótimo para escrever músicas e tocar guitarra... Talvez isso te ajude..? – Ela não tinha muitas ideias... Fiquei com essa pergunta na minha cabeça... Que talento oculto eu deva de ter para mostrar para a Mary..? Já toquei minha guitarra para ela, já fiz uma música para ela... Com que mais poderia tentar impressionar..?

Fiquei com esse pensamento até a hora de dormir...Quando estava prestes a fechar os meus olhos, me veio uma luz de ideias...

– E se eu tentar... Cantar..? – Sussurrei para mim mesmo sorrindo, a últma vez que cantei foi quando tinha uns 5 anos ou 6, já faz mais de 10 anos isso... Mas eu sei que tenho talento para isso, por fim eu durmo com um sorriso, já sabendo o que farei apartir de agora...

Escrever uma música mostrando para ela o que ela representa para mim, que não é apenas uma música que toca na minha cabeça... Mas sim em meu coração.


Notas Finais


Desculpa caso esse cápitulo foi pequeno, é que eu não tive muitas ideias de como prolongar ele... Mas de qualquer forma espero que tenham gostado, e já estou começando a sentir o cheirinho de final heheheh


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