História Amor no Apocalipse? Talvez Um Pouco! - Capítulo 21


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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Inochi Yamanaka, Itachi Uchiha, Izumi Uchiha, Jiraiya, Konohamaru, Mikoto Uchiha, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Orochimaru, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju, Zabuza Momochi
Tags Naruhina, Naruto, Sasusaku
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Palavras 1.513
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa Leitura!

Capítulo 21 - Capítulo XXI


Se distanciando da cidade pequena bem tomada. Doze dias após o início da epidemia. O centro do país sofrendo com a infecção. O lado oeste do país se encontra todo tomado. 

—Acho melhor nós darmos a volta e não passarmos nem próximo desse lugar — Ino falou alto o suficiente só para eles ouvirem. 

Enquanto se afastavam viram as quatro pessoas que estavam no carro sendo amarradas e levadas para dentro daquela comunidade. 

 

O grupo continuou se distanciando pelo campo de milho. Andavam abaixados para não serem vistos pelos vigias nos telhados. 

Quando os campos terminaram já estavam em uma boa distância. Quem quer que seja que estava vigiando não poderiam os ver agora. 

Andaram pela estradinha de terra que pelo que parecia contornava a cidade e continuaram até escurecer. Acamparam e beliscaram biscoitinhos, montaram os turnos de vigia e depois se acomodaram para dormir.  

Como não fizeram fogueira, pois isso poderia chamar a atenção, tiveram que dividir os cobertores que tinham disponíveis. Shikamaru e Temari aproveitou para ficarem mais um tempo juntos, Jiraya aproveitou para se aproximar de Tsunade. Já Ino dividiu o cobertor com Kushina. 

Gaara ficou com um sozinho. Se sentiu um pouco solitário com isso, porém não se permitiu pensar muito no assunto. Tinha mais problemas para resolver do que seus sentimentos. 

O primeiro turno foi do ruivo que não quis companhia. Os outros foram revezando durante o resto da madrugada. 

Ao amanhecer recolheram suas coisas e voltaram a estradinha de terra, que a muito antes já tinha os afastados do perigo eminente. 

Quando já era meio-dia eles adentraram uma floresta, porém não andaram por muito tempo, pois foram parados por alguns soldados. 

Estes fizeram uma espécie de analise tosca, que foi olhar para os membros do grupo enquanto apontavam as armas, esperando se eles fariam algum movimento agressivo. Contudo antes que isso se prolongasse, Tsunade os disse que se eles estivessem infectados não teriam obedecido uma ordem de ficar imóvel para começar. O que poderia se tornar uma mentirinha da parte dela, mas eles não precisavam saber, pelo menos não agora. 

Depois disso ela se apresentou, informando ser uma das virologistas que estudavam a doença, e que tinha sido escoltada até ali por dois soldados, e que receberam ajuda de alguns civis. 

Trinta minutos depois estavam sendo recebidos pelo comandante do acampamento, um grisalho chamado Kakashi. Houve uma conversa cansativa entre a médica e ele que os outros nem se deram o trabalho de prestar atenção. 

O resto do dia foi calmo, eles comeram, se banharam no rio que tinha ali perto e ao escurecer dormiram nas barracas montadas para os civis. 

Um dia havia se passado. Os ex-universitários não tinham feito muita coisa produtiva. Os rapazes ajudavam a carregar a água, enquanto as garotas ajudavam a cuidar das crianças que tinham ficado órfãs.  

Contudo mesmo com o pouco tempo de permanência ali, Ino reparou o modo como as coisas funcionavam naquele lugar. 

Eles tinham montado uma barricada simples com sacos cheios de terra e estacas de madeiras fincadas no chão. Porém não tinham controle absoluto de quem entrava e saía. Mesmo que tentassem fazer com que as pessoas permanecessem dentro do perímetro rodeado, alguns pareciam não concordar com esta medida de segurança. 

Sem dizer também que quanto mais pessoas eles resgatassem menos controle eles teriam, e era isso o que estava acontecendo. 

Mas mesmo antes de ela começar a entender como o lugar funcionava, já tinha colocado na sua cabeça que não ficaria ali, e sim continuaria com a viagem até encontrar sua amiga. Em sua cabeça a rosada precisava dela para resolver esse problema. 

No entardecer do dia seguinte a qual eles chegaram, isto é, quatorze dias após a infecção começar se alastrar, ela chamou os irmãos Sabakus e o Shikamaru. Ela fez com eles fossem para um lugar mais reservado e disse que teria que ir embora. 

—É tão necessário assim você ir ao encontro de sua amiga? — O moreno perguntou. 

—Sim, é. Ela sabe de algo a mais sobre a epidemia, e esta informação pode ser crucial — a loira expôs. — E se acontecer de os conhecimentos dela não dar em nada, não faz mal, não é o único motivo de eu ir para lá afinal. 

—E o que te faz dar uma de louca e se arriscar? — O ruivo perguntou. 

—Você já notou como esse lugar funciona? — Ela murmurou não só para ele como para o casal também. 

—E no que isso vem ao caso? — Temari não gostava muito da amiga de seu namorado, sempre fora bastante ciumenta, porém ela sabia que se algo acontecesse com ela não só seu namorado ficaria mal, seu irmão também sofreria. 

—Eu compreendi o que você quer dizer — Shikamaru notara como o acampamento funcionava, e isso o deixou um pouco preocupado. Ele até tinha falado com o comandante do local sobre as falhas durante a parte da manhã, porém não deu em nada, pois não havia como negar abrigo as pessoas mesmo sendo difícil controlar as que já estavam ali. — O modo como eles trazem mais pessoas para cá, e o fato de não poderem controlar as saídas e entradas delas, torna as possibilidades de o acampamento ruir maiores — explicou para os irmãos. 

—A probabilidade é tão alta de não estarmos a salvo? — Questionou-lhe o ruivo. 

—Está na faixa de 80% a 90% dessa segurança ser temporária. 

—E o que se pode fazer para resolvermos? — Temari perguntou. 

—Não há um modo para melhorar a segurança. Se os soldados começarem a impedir a saída das pessoas eles podem se revoltar, e pela quantidade de civis acabariam abrindo fogo contra eles — expôs Shikamaru 

—E se começassem a dar armas para alguns, outros iriam querer também — Ino continuou. — E é bem possível que civis despreparados, sem experiência com situações que os deixem sob pressão, acabem atirando em qualquer coisa que se movimente e que os assustem. 

—Ou seja, qualquer dessas opções podem se tornar um enorme problema — Gaara concluiu. 

—É isto que me impulsiona a ir ao encontro da Testuda. Ela é filha de um assassino profissional e seguiu os passos do pai por um longo tempo. Você acha mesmo que a casa da família dela é vulnerável a qualquer tipo de situação? E também tem o fato de ela ter preparado o lugar antes do problema chegar a essa proporção. 

—Pelo que parece lá deve ser o lugar mais seguro que existe — Temari disse. 

—Pode ser que não seja o primeiro da lista, mas é o melhor que conheço — Ino suspirou. Tinha esperanças que eles fossem com ela. Se chegassem lá poderia mantê-los em segurança, e também não queria fazer essa viagem sozinha, mas faria se necessário. — Eu irei partir hoje. Já deixei tudo pronto para eu sair à noite. 

—Iremos com você — Shikamaru afirmou. — Alguém discorda?  

Ninguém respondeu, era um sinal que a noite eles estariam enfrentando os perigos juntos novamente. 

*** 

Era meia-noite aproximadamente quando eles se encontraram fora do acampamento. Eles tinham saído em pares para que não desconfiassem, como também andaram calmamente até ficar fora da visão deles. 

Se encontraram no meio do caminho onde pegariam o carro que Ino tinha preparado. Ela o deixara no acostamento da estrada como se ele tivesse sido abandonado. 

Ao chegarem ao local viram que alguém estava sentado em cima do capô, mas em vez de pararem eles continuaram só que com mais cautela. 

—Vocês pensaram mesmo que poderiam fugir sem que eu descobrisse o plano antes? — Ao escutarem a voz souberam de quem se tratava, o comandante daquele lugar. Como não disseram nada o homem continuou. — Espero que estejam indo para um lugar melhor do que este, que o perigo que irão correr saindo daqui seja compensado. 

—Eu preciso ver minha amiga enquanto tenho chance — falou a loira. 

—Pelo que Tsunade me disse, esta sua amiga tem informações importantes que podem nos tirar dessa situação. 

—Não é uma certeza, mas é melhor tentar algo, esgotar nossas possibilidades enquanto podemos fazer isso. 

Kakashi balançou a cabeça de um lado para o outro enquanto olhava para cima, se levantou do capô e andou poucos passos até ficar de frente para eles. 

—Penso que a decisão que tomei não esteja tão errada — soltou um suspiro longo e cansado. Olhou para cada um, o que para os quatro pareceu longos segundos sendo encarados por aqueles olhos escuros. —Desejo boa sorte na viagem de vocês, que ela nos dê pelo menos uma esperança — se afastou deles começando a andar pelo caminho que tinham vindo. — Deixei um presente para vocês dentro do carro — falou já sumindo por entre as árvores. 

O grupo ficou um tempo olhando as árvores onde tinham perdido ele de vista antes de entrar no carro. 

Ao adentra-lo viram que receberam o melhor presente que poderiam ganhar em um apocalipse zumbi. O que fez com que todos rissem um pouco. 

Gaara que estava na direção deu partida no carro tranquilamente. A preocupação que tinham se iam conseguir ou não chegar no destino almejado, foi substituído pela esperança de que agora era possível. 

—Com certeza que chegaremos lá — falou Ino carregando um dos fuzis. 


Notas Finais


Até daqui a pouco!


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