1. Spirit Fanfics >
  2. Amor no Purgatório >
  3. Sobrevivência VS Justiça

História Amor no Purgatório - Capítulo 10


Escrita por:


Notas do Autor


Oi gente!
Antes de começarmos capítulo, eu queria dar um aviso. Gente muito cuidado com Coronavírus ele é letal , ele pode matar então por favor quem puder fica em casa. Lavem as mãos, se exercitem, aproveita e faz a maratona daquela série que vocês adoram,leia livros, da aquela arrumada no quarto que tá precisando, mas fiquem em casa. Se você os sintomas da doença procure um médico logo, quanto melhor a gente fazer nossa parte mais rápido será o fim desse vírus.

Boa Leitura🤓

Capítulo 10 - Sobrevivência VS Justiça


Fanfic / Fanfiction Amor no Purgatório - Capítulo 10 - Sobrevivência VS Justiça

- Como assim! Enlouqueceu de vez? - disse Ban ao se levantar na mesa do bar.

- Qual é? Esse é o bordão, dos platinados agora? - disse Meliodas.

- Como é?- pergunta o King, tentando se manter calmo.

- Nada importante, a gente não precisa se alterar tanto, talvez o cara nem saiba da gente.- disse o loiro.

- É mas você não pode ter certeza chefe! E pelo que você me contou, esse cara não desiste de nada.

- Bom isso irá mudar, até esse cara sair daqui, a gente evita falar sobre o assassinato, e me de os telefones.- os dois obedecem e o loiro quero ver os aparelhos assim como o dele.

- Por que fez isso?- perguntou o King.

- Para o caso dele desconfiar de nós e acabar pedindo os nossos celulares, compre novos hoje mesmo e não coloquem os contatos um do outro. E King lamento pedir isso, mas será que dá um tempo na calçada sua irmã?

- Como é? Não nem pensar, tem uma pista em um orfanato, não posso parar agora! - disse King ao se levantar da cadeira.

- Nada disso teria acontecido, senão nos metesse nessa! - disse Ban, encarando o professor com fúria.

- Eu não obriguei ninguém aqui, há me ajudar! E podem esquecer, não vou parar de procurar a minha irmã! - disse King sem medo algum no platinado.

- Não se estiver com a perna quebrada.- disse Ban com um sorriso assassino.

- Pode vim raposa, eu não tenho medo de você!- disse o professor o encarando.

Os dois iriam começar um confronto, se não fosse Meliodas para ajudá-los ou torturar-los, ele pega o pulso dos dois e os torce  fazendo se ajoelhar de dor.

- Eu acho que não disse direito, nós precisamos de nos unir e não ficar brigando como colegiais, entenderam!

- S.s.sim...- fala King.

- O senhor manda chefe...- disse Ban.

Apesar do tamanho o filho do prefeito era muito forte, deixando no chão qualquer armário de 2 metros.

- Ótimo.- disse os soltando.- King se quiser pode continuar a procura da sua irmã eu não vou te impedir, mas peço que seja discreto entendeu.

- Está bem, prometo que ninguém irá suspeitar de mim.

- Vou confiar em você, agora que tal um copo de vodka?- disse com um sorriso gentil.

Ban e King afirmam com a cabeça, ainda massageando as suas mãos, realmente o chefe era muito estranho.

Enquanto isso na boate, Elizabeth conversa com Elaine e Diane sobre o mesmo tema dos meninos.

- Quer dizer que a gente não pode mais se ver?- pergunta Diane, triste.

- A gente até pode, mas temos que ter cuidado e não podemos mais falar sobre o assassinato.- disse Elizabeth se sentando, enquanto Elaine volta, das portas dos fundos.

- Pronto me livrei dos celulares.- disse se sentando.

- Obrigada amiga, bom eu conto com vocês para me ajudarem com o funcionamento da boate.

- Pode deixar Elizabeth, vamos ajudar no que puder, não é amiga?- pergunta Diane para a loira.

- É claro,inclusive eu conheço um cara nas aulas de balé, ele pode nos ajudar com as contas da boate.

- Ótimo liga para ele e marca uma entrevista, eu tenho que ir ver meu pai.- disse ao sair da boate.

No outro lado da cidade Arthur tinha voltado para o presídio, estava sentado na cadeira do escritório do diretor. E fazendo as mesmas perguntas para o funcionário que insiste em mentir na cara dura.

- Eu já disse, não sei como traficante sumiu! Estava em casa com a minha esposa e os filhos!- disse o velho gordo com charuto vagabundo nos lábios.

- Por que só o chamam de traficante? Por acaso o pessoal daqui tem preguiça de fazer fichas?- disse o ruivo provocando o diretor ele se levanta e vai até o armário e pega a ficha do desaparecido.

- Aqui está! - disse ao jogar o arquivo na mesa.- O nome dele é Henrique Tamanaka, a mãe é brasileira e o pai japonês. O pai era um alcoólatra que batia,na esposa e um dia acabou exagerando na mão e matando ela, mais tarde ele também morreu na cadeia. Henrique cometia pequenos furtos até participar do esquema de tráfico de humano até ser preso há dois anos. Como vê ele nasceu para destruir a vida de inocentes.- termina o diretor.

- Hum... Eu quero ver a sala dele e de todos os outros presos.- disse ao se levantar.

- Isso será impossível delegado, eu não estou autorizado a fazer isso.- disse se levantando.

- Sério? porque eu adoraria, ligar para sua esposa e confirmar o seu álibi. Há não ser que você queria que ela saiba que além de ser suspeito de um desaparecimento, ela souber que você foi um clube de striper depois.- disse o fuzilando com os olhos.

- Está mentindo! - disse batendo a mão na mesa.

- Jura?- Ele joga a conta de um cartão da boate de strippers, e uma camisinha usada da marca que ele sempre usa.- Eu mostro isso para ela, e assim que ela me disser a verdade você se torna o foco principal da investigação.- disse sério.

O diretor fica com as pernas tremendo com o foco e agilidade do rapaz nunca vista em 30 anos de profissão.

- Por que se importa com ele? É um escroto que destruiu a vida de inocentes.- pergunta o diretor.

- Não é por ele que faço isso, é pela justiça.- disse ao abrir a maçaneta.

- Com todo respeito delegado, aqui a Britânia não existe Justiça, só a sobrevivência do mais forte.

- Isso muda a partir de agora.- disse ao sair da sala sem olhar para trás.

No mesmo momento o diretor pega um celular descartável, e disca um número.

- Alô? aqui o diretor do presídio de Britânia me ligue com o prefeito temos problemas.- disse o homem apreensivo.

Depois de um tempo investigando todas as celas, Arthur estava na cela de Henrique sentindo cheiro de produto de limpeza. Como se tivesse feito uma faxina ou escondendo algo como digitais.

- Me diga? Quando as celas são limpas?- pergunta para o guarda.

- Os presos limpam suas próprias celas senhor, mas raramente fazem isso.- disse o rapaz.

- E Henrique era igual?

- Na verdade era o pior de todos. - Arthur coloca a mão no queixo, então não adianta colher digitais, não teria nada nelas.

Ele procura em todos os pertences, até que achou um pedaço de papel amarelado com a letra L, no chão, parecia ser de um panfleto de alguma festa, ele coloca no saco de evidências.

- Qual é a próxima cela? - pergunta o oficial.

- A última foi do Meliodas Devil conhecido como Dragão, ele é o filho do prefeito.- disse ao fechar a cela.

- Foi? O que aconteceu com ele?

- Ele foi libertado há algumas semanas.- disse ao abrir a cela.

- Interessante.- disse pensativo.

Na mesma época que Meliodas sai da cadeia, Henrique some misteriosamente seria coincidência? Ele não sabia, mas sabia que ele era filho do prefeito, e que não era lá muito honesto.

Ele entra na cela, ela é diferente das outras além dos pôsteres de mulheres, uma cama confortável e  o vaso de marmore,  tinha uma poltrona confortável e uma TV grande de LCD e um mini frigobar.

- Presos ricos sempre tem preferência não é?- disse para o guarda.

- Sim, mas o Dragão era diferente, ele tinha conforto mas não a proteção do pai quando chegou aqui não passava um dia em que ele não se meter em brigas ou sofreu um atentado, todos os dias ele ia para a enfermaria.- confessa o funcionário.

-Entendo.- disse enquanto o investigava o local. 

Ele encontra  um panfleto na parede, entre as cartas das fãs. Era do bar da cidade Lion, Arthur pega um pedaço de papel que encontrou e compara com panfleto era completamente igual.

Quem sequestrou Henrique estava na festa ou era funcionário ou até mesmo o dono do bar. Mas o que eles iriam querer com traficante de quinta como Henrique? Ele precisava saber mais, ele pega o panfleto e coloca em outro saco de provas.

- Isso é tudo guarda, pode dizer ao diretor que eu estou indo embora.- mas antes de sair, o guarda ou pega pelo braço o rapaz estava muito sério.

- Senhor vejo o que é um bom homem, por isso tenho um conselho é melhor tomar muito cuidado.

- Como assim?

- Aqui não é como as outras cidades se você não fazer o que mandam eles destroem você, veja!- ele abre a sua camisa e pode vir uma queimadura antiga no seu peito provavelmente de uma tortura.

- Porque fizeram isso com você?- pergunta o delegado.

- O porque não importa, o que importa é que se o senhor dançar conforme a letra você pode ter paz, mas se não consegue fazer isso é melhor ir embora dessa cidade.-disse o guarda assustado.

- Eu não tenho medo de nada! E muito menos vou desistir de aplicar a lei nessa cidade!- disse sem dúvidas ou medos.

- Bom é assim.- ele pega um cartão do bolso entrega para Arthur que o pega.- ela se chama de Guenevive, é a única pessoa da cidade que não tem medo do prefeito Damon ou dos capangas dele boa sorte.- disse indo embora.

Arthur olha para o cartão e fica intrigado, que faria ela ter toda essa coragem contra o prefeito?

- Detetive particular não é? Vamos ver do que você é capaz. - disse ao colocar o seu chapéu saindo da cela de prisão.


Notas Finais


Espero que tenham gostado 🤓


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...