História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 249


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Visualizações 348
Palavras 2.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente <3

Postando mais um capítulo <3

Boa leitura!

Capítulo 249 - "Tem Alguém Morando Lá"


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 249 - "Tem Alguém Morando Lá"

-Do que você está falando?! – Amélia encarou o rapaz assustada – Você está machucando meu braço!

-Eu sei o que eu ouvi e não tente fazer com que...

-Com o... – Amélia puxou o braço – Isso só está na sua cabeça e não percebeu, não consegue superar a morte dela e fica ouvindo a voz...

-Eu sei o que eu ouvi! – John a encarou – Em que lugar você estava?!

-Na minha casa – Amélia mentiu.

-Quero que me leve até lá.

-Eu não vou lhe levar até a minha casa!

-Vai sim – John a segurou com força – Ou vai querer que eu lhe leve a força?

-Tudo bem, tudo bem, eu lhe levo, mas me solte.

-Vamos – John abriu a porta com força – Logo!

Depois das aulas, Caroline e Armin, juntamente, com Kentin, resolveram chegar com os preparativos na casa do Castiel.

-Jane está com o Alexy e a Rosalya no shopping – Lysandre informou – Temos que arrumar as coisas logo, Lizzy, meu amor, pode ajudar aqui?

-Tudo bem, vamos – Elizabeth arrumava os pratinhos de festa – Preto?

-Fui eu que comprei, são trevosos – Helena sentou no sofá.

-Jane odeia essa cor – Caroline falou irritada – Eu disse para você comprar amarelo, laranja ou rosa!

-Gente, só encontrei dessa cor, desculpa – Helena sorriu.

-Ela fez de propósito – Castiel revirou os olhos – Lysandre passa as bolas.

-HUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM – Jenny gritou.

-Um pouco peculiar essa frase, senhor Castiel – Frank arrumava a mesa.

-ÉOQUEEEEEEEEEEEEEEEE – Eric gritou – Jenny passa as bolas.

-AH AH AHHHHHHH as bolas – Helena caiu na gargalhada – Adoro fazer isso com o Castiel, melhor sensação!

-A questão é... – Matheus fez uma pausa – Que bolas estão em jogo.

-E olhe que a Jane nem está aqui – Lizzy falou – Emy, passa os garfos.

-Vamos colocar em que partes as bolas do Castiel?

-ÉOQUEEEEEEEEEEEEEE – Jenny gritou – Gente, não consigo parar, desculpa, mas essas frases!

-Eu seguro as bolas – Gabi sorriu – Vamos coloca-las aqui, ali e ali.

-Eu vou começar a encher – Castiel pegou os saquinhos que continham as bolas de sopro – Vou começar por aqui.

-Ótimo – Lucas falou – Podemos ir arrumando o som, claro.

-Falando nisso, espero que o Alexy tenha feito uma boa lista de música – Nathaniel sorriu – E não os tipos de música que eu penso.

-Se não tiver MC Loma eu não danço – Gabi falou.

-QUE TIRO FOI ESSE – Jenny gritou.

-Preciso passar no escritório do meu pai – Frank olhou a hora no relógio de pulso – Tenho alguns relatórios para fazer...

-Pode pedir para fazer depois não? – Dani deu a ideia.

-Não, ele detesta quando eu perco prazo! – Frank se aproximou da namorada – Amor, depois nos falamos, preciso ir...

-Eu daqui a pouco vou para a casa, qualquer coisa, eu passo lá e lhe pego.

-Nossa, Helena ajudando alguém? – Kentin olhou estranho para a amiga.

-BRUXA – Eric gritou – Olha o que eu achei na varanda, estacionou logo lá?

-Vassoura! – Jenny caiu na gargalhada.

-Alguém pode me ajudar a terminar o bolo? – Electra sorriu – Preciso fazer a parte de confeitar o bolo, estou sem ideias...

-Com tanto que dê para comer, deve está ótimo! – Kath falou.

-Nossa que bolão – Jenny ficou com água na boca.

-Esse é o nosso – Electra sorriu – E o outro é o da Jane.

-Quisemos garantir a nossa alimentação, literalmente – Lizzy falou – Vamos, temos trabalho a fazer, vejam se o Castiel precisa de ajuda com as bolas.

-AH AH AHHHHHH – Helena gritou.

-Alguém comprou o presente dela? – Kentin encarou os amigos.

-Nossa, eu nem pensei em presente! – Caroline falou surpresa.

-Ninguém pensou aqui – Lizzy olhou para os amigos – Precisamos comprar algum presente para a Jane!

-Podemos comprar um pirulito – Helena deu a ideia.

-Um pirulito?!

-Uma bala de menta, então?

-Eu posso comprar algo no shopping – Lysandre falou – Agora, não sei o que comprar.

-Podemos dizer que o presente já é a própria festa, além do mais, fizemos o bolo e isso tudo, tenho certeza que a Anne não vai pensar muito nisso quando vê a festa – Lucas sorriu.

-Vou com o Lucas – Elizabeth encarou os amigos – Jane vai está mais preocupada em comer as coisas do que ganhar presente!

-Eu ainda voto no pirulito – Helena levantou a mão.

-Nada de pirulito, bruxa, fique quieta – Eric ajeitou os óculos.

-Terminei com as bolas – Castiel falou – Precisamos fazer mais algo?

-Ajeitei o som – Nathaniel informou – Acho que estamos prontos.

Chegando a casa de Amélia, John começou a adentrar nos cômodos.

-Não sei o que está procurando aqui, não tem mais ninguém além de mim e de você, ou ainda não percebeu isso? – Amélia cruzou os braços.

-Eu ouvi, eu ouvi, eu ouvi – John falava apavorado – Eu ouvi a voz dela!

-John...

-Não toque em mim!

-Você precisa parar com isso...

-NÃO! – John começou a chorar – Eu ouvi a voz dela, Amélia...

-Tudo bem, eu estou aqui – Amélia o abraçou – Vai ficar tudo bem...

-Mellanie... – John falava em desespero – Por que, por que...

Hans havia visitado a filha em seu apartamento.

-Tudo bem?

-Eu não quero ficar mais aqui, por favor – Mellanie falou irritada – Não há nada para fazer a não ser ficar olhando para esse teto pálido ou as paredes que...

-Amélia fez uma sessão hoje com você?

-Eu... – Mellanie suspirou – Eu não gostei dela.

-Por quê?

-Ela está tentando roubar o John de mim.

-Querida...

-Não pense que isso é brincadeira. Eu vi hoje mesmo, o John ligou para ela e...

-E?

-Pai, eu só quero sair daqui, por favor...

-Em breve você sairá.

-Quando?

-Quando eu sentir que você vai está melhor.

-Por favor, pai...

-Eu preciso ir agora, trouxe algumas compras para você.

-Pai!

-Até mais, querida – Hans fechou, rapidamente, a porta, deixando a menina sozinha.

-EU QUERO SAIR DAQUI – Mellanie batia na porta com força – PAI!

No escritório, Frank estava terminando a papelada pendente, olhando, de cinco em cinco minutos, para o relógio da sala.

-Parece apressado, senhor Frank – A secretária falou curiosa – Um encontro?

-Não, uma festa – Frank ajeitou a gravata – Ainda preciso sair daqui e ir até lá, é um pouco longe sabe, e ainda não acabei.

-Tudo bem, não vou lhe interromper, mas pediram para entregar ao seu pai...

-Acho que errou de sala então, ele não está aqui.

-Por isso que vim até aqui – A secretária mostrou um envelope – Deixaram para o seu pai, mas o senhor Hans ainda não chegou, nem ao menos está na sala dele.

-Tudo bem, pode me dá. Obrigado – Frank jogou o envelope ao lado dos relatórios – Ah, e peça para uma das copeiras trazer uma café para mim.

-Certamente.

-Obrigado – Frank voltou sua atenção aos papéis.

Na casa de Castiel, os meninos estavam testando o som.

-Eu não vou ouvir esses sons horríveis! – Nathaniel falou revoltado.

-Sento, sento, sento e quico devagar – Gabi e Jenny rebolavam.

-Eu voto para mais sons desse tipo – Kentin levantou a mão.

-Concordo em gênero, número e grau – Eric olhou para o amigo.

-Que pouca vergonha! – Kath bateu no braço do namorado.

-Parem de olhar para a minha namorada! – Matheus puxou Jenny.

-Ainda bem que a MINHA não dança esse tipo de música – Nathaniel cruzou os braços.

-SENTO, SENTO E QUICO DEVAGAR – Ariel estava rebolando com Dani.

-OLHA SÓOOOOOO – Jenny caiu na gargalhada.

-Gente, eu e Lysandre vamos para a casa – Lizzy informou – Alguém quer carona?

-Eu – Gabi levantou a mão – Depois nós voltamos.

-Eu discordo com esse tipo de música nessa festa! – Nathaniel falou inconformado.

-Pare de frescura – Lucas via a seleção feita por Alexy – Vai piorar.

Chegando perto da hora da festa, Frank estava no último relatório pendente.

-Olha só, que concentração do rapaz – Helena havia chegado na sala, estava vestindo um longo vestido preto com algumas joias de prata.

-Uau.

-Fecha a boca – Helena sorriu – Vamos, vim lhe pegar.

-Ainda estou terminando esse – Frank não tirava os olhos da namorada.

-Sério?

-Estou quase.

-Hum – Helena se aproximou do birô, pondo a perna àmostra – Sério?

-O que pensa que vai fazer?

-Eu? Nada – Helena levantou um pouco do vestido.

-Pare com isso, não podemos transar na sala do escritório do meu pai!

-Eu disse que ia lhe pegar, e eu vou – Helena o puxou com força.

-Helena... – Frank a agarrou, jogando os papéis no chão.

-Rápido – Helena tentava desabotoar a calça do rapaz – Agora!

-Espera, espera – Frank encarou a namorada – Antes eu preciso fazer uma coisa...

-Vai me fazer esperar?! – Helena cruzou os braços.

-Hum... – Frank havia pegado o envelope que acabou caindo no chão – Espera.

-O que tem de tão interessante nessa porra?!

-Mas... – Frank falou desconfiado – Cobrança do aluguel de um dos apartamentos do meu pai...

-E daí?

-Ele não usa esse apartamento há quase dois anos.

-No que está pensando?

-Ele está mantendo alguém lá e minha mãe não vai gostar nenhum pouco disso – Frank dobrou o envelope e guardou no bolso.

-Podemos voltar ao que interessa?

-Não, Helena – Frank falou inquieto – Eu preciso que me leve até esse apartamento, tem alguém morando lá e eu quero saber quem é.

-Sério?!

-Sério.

-E o aniversário da Jane!

-Não vamos demorar, eu prometo – Frank puxou a namorada – E pode até dá tempo para as preliminares no carro.

-Vou segurar bem o volante – Helena o encarou maliciosamente.

Na casa de John, o rapaz estava inconformado com a própria situação.

-Vamos fazer assim, depois que eu lhe trouxe de volta – Amélia sorriu – Posso lhe convidar para um jantar na minha casa, amanhã?

-Do que está falando...

-Para fazermos as pazes, claro, acho que você não confia em mim.

-Por que eu tenho a impressão de que você está me escondendo algo? – John a encarou tentando interpretar o seu olhar.

-Por que você não confia em mim, simples assim.

-Eu, eu...

-Apenas aceite, podemos jantar e ir a algum lugar depois, está faltando você se divertir, não?

-Senhor John – A senhora Young se aproximou dos dois, com a pequena Victoria em seus braços – Acho que ela já se enjoou de mim hoje...

-Venha cá, querida – John a pegou nos braços.

-Ela é linda e adorável, como a mãe – John sorriu.

-Deve ser mesmo – Amélia retribuiu o sorriso – Posso segurar?

-Tudo bem – John a olhou atentamente.

-Ela é realmente linda, que olhos – Amélia a olhava com carinho – Agora eu entendi por que você sente falta da Mellanie...

-Não apenas eu deva sentir – John sorriu para a filha.

-Certamente.

-Eu aceito o convite, acho que podemos recomeçar – John pegou a filha de volta – Todos nós.

Depois de dirigir por alguns minutos, Helena parou em uma rua um pouco movimentada, estacionou perto da esquina.

-Se eu melar os rasgar o meu vestido, aqui, eu lhe mato Frank!

-Venha – Frank puxou a namorada – É bem aqui, vamos!

-Boa noite, posso ajuda-los? – O porteiro encarou os dois.

-Pode, eu quero ir até o apartamento de número quinze – Frank sorriu.

-Desculpe, mas não há ninguém lá.

-Como não? –Frank pegou o envelope – Mandaram o aluguel...

-Pode ter sido engano.

-Mas...

-O senhor Hans não quer que ninguém adentre lá, ok? – O porteiro falou em tom sério.

-Mas eu sou o filho dele – Frank suspirou – Eu posso subir até lá!

-Não.

-Olha – Helena pegou o canivete – Ele disse que vai subir e ele vai. Entendeu?

-Podem entrar – O porteiro falou assustado.

-Eu fico, você vai – Helena falou – Vai que o engraçadinho aqui inventa de chamar a polícia. Vai!

-Eu volto já! – Frank saiu em disparada para o apartamento.

Chegando à porta do apartamento, Frank sabia que não ia conseguir entrar.

-Droga... – O rapaz bateu com força a porta – Tem alguém ai?

Um breve silêncio tomou conta do ambiente.

-Eu sei que tem alguém ai! É amante do meu pai?!

-Frank? – Mellanie encostou o ouvido do outro lado da porta.

O rapaz se assustou, afastando-se da porta.

-Mellanie?!

-Frank!

-Mellanie?!

-FRANK! – A menina gritou – Eu estou presa aqui dentro!

-Ham?! – Frank fechou os olhos assustado – Eu estou imaginando coisas!

-NÃO ESTÁ, EU ESTOU AQUI DENTRO, PRESA! O SEU PAI ME PRENDEU!

-Isso é loucura!

-FRANK!

-Como você veio parar aqui, é você que está morando aqui?!

-Seu pai me sequestrou e me trouxe para cá!

-Por que ele faria isso?!

-Por que ele é louco! – Mellanie falou apavorada – E uma tal de Amélia também sabe que eu estou aqui...

-A psicóloga?!

-Conhece?!

-Ela é psicóloga do colégio, foi para lá depois que pensávamos que...

-Como está o John? – Mellanie perguntou curiosa.

-Ele está bem, mas estaria melhor com você. Voltou a ensinar lá.

-Eu preciso sair daqui!

-Eu não estou com a chave e não posso arrombar a porta.

-Só não me deixa aqui.

-Não se preocupe, eu vou lhe tirar daqui.

-Obrigada por ter me encontrado! – Mellanie falou aliviada, em lágrimas – Eu senti falta de todos vocês!

-Espera – Frank fez uma cara pensativa – Eu tive uma ideia, espere aqui, eu volto já!

-Frank! Frank! – Mellanie bateu na porta – Não me deixe!


Notas Finais


AH AH AHHHHHHH FRANK HOMÃO DA AH AH AHHHHHHHH <3


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