História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 249


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Visualizações 293
Palavras 2.530
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente <3

Postando um capítulo para vocês <3

Estou pensando em ficar para que todo sábado eu poste um capítulo (se se der, domingo também).

Amo vocês <3

Capítulo 249 - "Um Momento De Loucura"


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 249 - "Um Momento De Loucura"

-Eu exijo saber em que lugar eu estou – Mellanie falou irritada – Senhor Hans, eu quero...

-Você está em um dos meus apartamentos que eu tenho na cidade, não precisa se preocupar – Hans sorriu – Minha filha...

-E o que ela está fazendo aqui? – Mellanie direcionou o olhar para Amélia.

-Eu vim lhe ajudar, sou psicóloga.

-Ajuda-me? – Mellanie falou curiosa.

-Querida – Hans sentou ao lado da filha – Nós já tínhamos conversado sobre a minha falta paterna na sua vida, e digamos que eu arranjei um modo de tentar compensar isso para você. Podemos começar do zero, o que acha?

-Como eu vim parar aqui? – Mellanie abaixou a cabeça – Eu só me lembro que havia chegado no hospital e...

A menina levou a mão até a barriga.

-Eu perdi o bebê?!

-Não, o seu bebê está ótimo – Hans sorriu.

-Eu quero ver a minha filha!

-Você verá – Amélia encarou a menina – Mas por enquanto, podemos começar a sua terapia.

-Como eu lhe disse, quero um recomeço para você, para nós, e dizer que você havia falecido no momento do parto, fazendo com que todos acreditassem – Hans se sentiu satisfeito com o seu próprio plano – Seria o caminho perfeito para você recomeçar a sua vida, a nossa vida, como pai e filha, em outro lugar.

-Outro lugar?

-Não pensa em estudar em outro lugar, fazer uma universidade, morar em Londres? Nova York?

-Não. Eu gosto daqui, minha família está aqui.

-No começo é difícil essa aceitação, Hans – Amélia sorriu – Eu vou lhe convencer, minha querida Mellanie, que esse é o melhor para você.

-Eu quero ver a minha filha!

-Você verá – Hans sorriu – Não se preocupe. Agora descanse, Amélia, venha comigo, quero falar com você...

Os dois saíram pela porta do pequeno quarto.

-Obrigado pela ajuda, não sei se poderia confiar a minha filha em outra pessoa.

-Não se preocupe – Amélia pegou sua bolsa – Eu não viria se não tivesse pedido.

-Está gostando do trabalho na escola?

-Vou começar hoje mesmo, ou melhor, estou atrasada – Amélia olhou o relógio de pulso – Espero que não ninguém perceba que não estou lá!

-É meio difícil...

-Frank parece bastante com você, tem os meus olhos seus...

-É o meu orgulho – Hans sorriu – E como vai a nossa filha, a Lola?

-Eu ainda não...

-Ainda não contou?

-Não – Amélia se sentiu culpada – Eu acho que ela não entenderia que acabou vindo de...

-Foi uma das melhores noites da minha vida – Hans sorriu.

-Ela me odeia pela história de ter ceifado a vida do pai dela – Amélia suspirou – Não aguentou nem me ver no corredor da escola...

-Tudo ao seu tempo, como eu falei. Não se preocupe, pegue um táxi, eu pago.

Na escola, Nathaniel estava tentando conter os alunos no ginásio, antes que a diretora chegasse ao lugar e o expulsasse do grêmio de vez.

-Pessoal – Nathaniel cruzou os braços – PESSOAL!

-Ai eu disse que o outro media quase dez centímetros e eu chupei – Jenny percebeu que todos olharam para ela, depois do silêncio – Pirulito gente, bala.

-Sei – Helena soltou uma gargalhada.

-Certeza que era de uva – Gabi sorriu.

-BORRAAAAAAAAAAAAAA JENNYYYYYYYYYYYY – Alexy gritou.

-Pelo menos é maior do que a vassoura da Helena – Eric sorriu.

-Minha Jennyzinha - Matheus a abraçou – Pare de passar vergonha!

-Não tenho culpa se toda vez que fazem silêncio, sai uma frase peculiar...

-PESSOAL – Nathaniel levantou um dos braços  – Estou com a ficha de vocês aqui, e como todos sabem, só participarão do concurso quem estiver inscrito.

-Nathaniel! – A diretora havia chegado – Ótimo, todos já estão aqui. Percebi que fez um ótimo trabalho, e eu nem precisei pedir...

-BORRAAA NATHANIELLLLL – Alexy gritou.

-LINDO – Ariel logo em seguida.

-DONO DO GRÊMIO TODO – Gabi gritou.

-PICA DAS FICHAS – Eric soltou uma gargalhada.

-Parem com isso! – Nathaniel encarou irritado para os amigos – Claro, minha querida diretora, tentei adiantar o seu trabalho, sei que é bastante ocupada.

-Bom dia, queridos alunos e alunas – A diretora pegava as folhas com o discurso – Quero agradecer a todos o comparecimento para este incrível evento que estamos fazendo nessa instituição, e todo valor que arrecadamos das inscrições serão revertidos para melhorarmos essa escola...

-Lizzy – Lysandre encarou a namorada enquanto ela sentava ao seu lado – Pensei que não viesse, já estava saindo para lhe procurar. Está tudo bem?

-Estou ótima – A menina mentiu, ainda estava processando a ideia de está grávida – Só um pouco cansada das coisas, mas estou indo...

-Estávamos lanchando – Caroline tentou dá cobertura a mentira da amiga – Lizzy acabou comendo mais do que devia, juro que a Anne devia ter incorporado nela!

-Alguém falou o meu nome, aí? – Jane estava com Castiel – Estou presente.

-Gente, calem a droga da boca, eu quero saber qual vai ser o meu prêmio – Eric encarou os amigos – Já não basta a Helena do meu lado conversando...

-Eu?! – Helena tomou um gole do café – Cego idiota.

-Seu? Eu e o Matheus vamos ganhar, queridinho – Jenny abraçou o rapaz – Sinta a sua derrota, caro amiguinho...

-Eu cozinho desde que me conheço por gente. Vão perder!

-Calem a boca! – Helena falou irritada – Se alguém falar alguma palavra, eu juro que saio daqui!

-Alguma palavra – Castiel falou.

-EITAAAAAAAAAAAAAAAA – Alexy gritou – Tacou o macete e chamou de bruxa.

-Olha, o John está vindo com a psicóloga, logo ali – Ariel apontou.

-Parece que o John esqueceu mesmo a Mellanie – Helena cruzou os braços.

-Shiu! – Eric pisou no pé da amiga – Não se fala essas coisas...

-Agora vai controlar a minha boca?

-Tudo bem Eric – Lizzy sorriu para o amigo – Não tem problema.

-O pior é que a bruxa tem razão, quero dizer, a Helena – Frank fechou o livro.

-Ele só deve está tentando viver.

-Eu concordo, mas não vai ser ficando com outra depois de quase três dias do funeral de alguém que você gostava – Kentin suspirou – Mas a vida é dele, e com toda certeza...

-Ele deve saber o que faz – Kath completou a frase – Mas juro que acho que os dois combinam.

-Terão “macetinhos” – Jane falou.

-“Minimacetinhos” – Alexy sorriu.

-Bem peculiar essas frases – Kentin falou.

-Ela não vai acabar de falar não? – Helena cruzou os braços.

-Olá pessoal – Dani e Emy se aproximaram dos amigos – Chegamos, finalmente!

-Procurei você quase na escola toda, quando sai da quase prova – Gabi falou em tom desconfiado – O que estavam fazendo juntas?

-Fomos procurar alguns livros na biblioteca – Emy informou – Estava precisando de ajuda em filosofia, e a Dani acabou me ajudando...

-Sei – Gabi fez uma cara pensativa.

-Impressão minha ou estou vendo uma cena de ciúmes, senhorita Gabi?

-Claro que não – Gabi desviou o olhar de Alexy – Não estamos namorando.

-É O AMORRRRRRRRRRRRRRRRRRR – Jane gritou – QUE MEXE COM A MINHA CABEÇA E ME DEIXA ASSIMMMMMMMMMMM...

-Senhorita Jane! – A diretora gritou – O que pensa que está fazendo?!

Do outro lado do ginásio, Lola estava com suas amigas, e contando as últimas novidades para Peggy.

-Sairá amanhã mesmo – Peggy anotava algumas coisas em seu bloquinho – Manchete, vai ser o meu melhor artigo, desde a descoberta de que Elizabeth e Mellanie são irmãs...

-Claro, claro – Lola sorriu – Ficará me devendo uma, e em breve cobrarei.

-Querida – Matt se aproximou da namorada – Estava lhe procurando na droga da escola toda, o que está conversando com ela?

-Assuntos de meninas, com toda certeza não são interessantes para você.

Depois de uma longa abertura do concurso de culinária, os amigos resolveram se programar para comprar os ingredientes dos pratos principais que cada dupla faria.

-Eu vou para a casa – Lizzy falava com o namorado – Estou um pouco cansada, mas não se preocupe, sei que não vai se esquecer de nada...

-Isso é meio peculiar para me dizer, não?

-Verdade! – Lizzy sorriu - Só compre os ingredientes principais, qualquer coisa, eu compro a outra metade.

-Vamos Lysandre! – Kentin chamava o amigo – Antes que a Jane chegue lá e acabe com tudo de uma vez!

-Eu te amo – Lysandre beijou a namorada – Passo na sua casa mais tarde, posso jantar lá?

-Pode sim.

-Até mais! – Lysandre se distanciou da namorada.

No período da tarde, John e Amélia haviam ido fazer um pequeno lanche no shopping da cidade, um bom café acompanhava a conversa.

-Você é hilário, John! – Amélia sorria – Nunca pensei que literatura fosse tão engraçada assim!

-É por que você não viu as respostas dos meus alunos, parece, juro, que quando dá um branco na cabeça deles, acabam ficando mais criativos!

-Pensa em escrever algum livro?

-Penso, na verdade, tenho alguns poemas anotados, para...

-Jura?! – Amélia tomou um gole do café expresso – Posso ver algum?

-Ah, qualquer dia eu levo algum para a escola e lhe mostro – John sentiu seu celular vibrar no bolso da calça – Pode me dá um segundo?

-Claro – Amélia sorriu.

-Alô? – John se distanciou da mesa – Olá senhora Young, algum problema?

-Estou ligando para avisar, se o senhor puder trazer o leite da pequena Victoria, acabou de acabar – A velhinha falava – Mas não se preocupe, o seu anjinho está dormindo agora...

-Tudo bem, eu compro, e obrigado por avisar – John encerrou a chamada e por um segundo parece que o que estava fazendo era extremamente errado.

-Alguma coisa? – Amélia perguntou preocupada, pela fisionomia do rapaz.

-Não, eu estou ótimo, era a minha filha – John falou.

-Você tem uma filha? – Amélia ficou surpresa.

-Tenho, o nome dela é Victoria – John sorriu – A mãe dela faleceu recentemente, quero dizer, há mais ou menos três dias, e...

-Como era o nome?

-Mellanie.

-Ah – Amélia ficou pasma, Hans não havia lhe contado que John, John Mirrors era o companheiro de Mellanie – Ela deve ser encantadora como você.

-Obrigado – John desviou o olhar.

-Eu preciso ir – Amélia olhou para o relógio de pulso – Juro que queria ficar mais, só que o dever me chama, preciso fazer alguns relatórios...

-Tudo bem – John sorriu – Podemos almoçar amanhã.

-Claro – Amélia se levantou – Até amanhã.

Enquanto isso, Mellanie tentava arrancar cada informação do seu pai, se pudesse pulava por aquela janela, mas a cobertura parecia mais alta do que o normal. Hans estava tentando colaborar com a filha.

-Eu já disse que vou deixar você sair daqui. Só quero que pense antes disso, de querer voltar a sua antiga vida ou ter um recomeço melhor. Há coisas que eu não lhe dei, como um futuro, e...

-Está tentando recompensar agora, separando-me da minha filha e da pessoa que eu amo – Mellanie falou – Nada vai me convencer que você está tentando ser um bom pai ou seja lá como você chama esse seu comportamento...

-Eu não preciso que me compreenda agora...

-E não sei o porquê me manter aqui e contratar uma psicóloga para mim. Eu não sou louca.

-Amélia é uma boa pessoa – Hans falou – Vocês não se conhecem, mas são bem próximas.

-Ela é mãe da Lola, e esta não é nenhum pouco coisa boa.

-Ela é mais do que a mãe da Lola, cara Mellanie – Hans sorriu – Sua mãe nunca contou que tinha uma irmã?

-Irmã?!

-Amélia é irmã da sua mãe e foi ela o motivo de termos nos separado. Eu me apaixonei por Amélia – Hans tomou um gole de café.

-HAM?! – Mellanie estava em choque.

-Emma nunca lhe contou sobre a irmã dela?

-Não.

-Amélia e ela deixaram de se falar depois que eu as conheci – Hans suspirou – Quando Emma percebeu que havia deixado o senhor Black, o pai da sua amiga Caroline, e que ele não a queria de volta. Era tarde demais, ela me tirou você, como uma tentativa de me punir...

-E por que deixou a Amélia, já que agora você está com a mãe do Frank...

-Eu e ela nos desentendemos – Hans suspirou novamente – Ela era muito nova na época, estava na faculdade, e eu não queria mais problemas.

-Você a abandonou?

-Sim, mas era necessário. Ela não podia largar o curso por minha causa ou por causa do...

-Do?

-Da nossa filha – Hans falou – Lola é minha filha.

-É muita informação para eu processar – Mellanie falou ainda mais assustada.

-Eu não concordei com o que Lola queria fazer com a nossa filha.

-Tudo bem se não quiser falar – Mellanie segurou o braço do pai.

-Amélia quis abortar a nossa filha se eu não me afastasse – Hans falou – E eu me senti culpado, por que, parecia que a história se repetia, como havia acontecido com você e a sua mãe...

-Eu sinto muito – Mellanie falou em tom solidário.

-Fizemos as pazes e estou ainda aguardando a possibilidade de conhecer Lola.

-Não vai querer mesmo, ela é a pior pessoa que eu já conheci. Desculpa.

-Talvez seja por que não cresceu com amor ou com um pai...

-Eu não cresci com você, mas não me tornei uma pessoa como ela.

-Você é a melhor filha que eu pude ter – Hans a abraçou.

Amélia entrou no quarto.

-Precisamos conversar.

--Vou ficar aqui – Mellanie pegou um livro para ler – Pode ir...

-Alguma coisa? – Hans e a moça saíram do quarto.

-Por que não me falou?!

-Do que? – Hans falou sem entender a situação.

-Que John, John Mirrors é o pai e companheiro da Mellanie?!

-Pensei que soubesse.

-Claro que não! – Amélia falou irritada – Eu sabia que a Mellanie teve uma filha, mas não que o pai da criança era ele!

-O que lhe incomoda tanto?

-Nada – Amélia mentiu – Poderia ter me falado quem era o pai, só isso...

-Por acaso você está interessada nele?

-Não.

-Amélia...

-Eu e ele saímos, ok? – Amélia cruzou os braços – Somos amigos, mas depois dessa, parece que estamos voltando no passado.

-Não pense em fazer alguma coisa com ele, Mellanie gosta muito dele – Hans falou em tom sério – E se você tentar burlar isso vou tomar minhas providências, e sabe como eu gosto de conseguir o que eu quero. Agora, preciso ir, tenho reunião no escritório daqui à uma hora, pode começar sua primeira sessão com a minha filha, já que é para isso que estou lhe pagando...

No supermercado, Eric e Jenny estava travando uma disputa de quem pegaria primeiro o maior carrinho do supermercado.

-Crianças – Helena pegava uma cesta – Querido, vamos para qual?

-Esse é meu! – Jenny puxou o carrinho com força – Matheus!

-Estou com a lista nas mãos – Matheus sorriu – Vamos para a segunda sessão.

-SAIAM DA FRENTEEEEEEEEEEEE – Jane estava dentro do carrinho, enquanto Castiel o conduzia rápido  – Vamos, vamos!

-Não acredito que estou me submetendo a isso – Kath falou.

-Vamos antes que peguem tudo! – Kentin sorriu – Vamos!

-Lysandre – Rosa sorriu – Vai querer ajuda?

-Estou bem – Lysandre pegava uma cestinha – Com tanto que eu chegue primeiro que a Jane, posso ter chances de sair daqui.

-Agora é corrida de carrinho de supermercado? – Gabi sorriu.

-Vamos, vamos – Emy puxou Dani pelo braço – Vamos pegar um também!

Amélia estava tentando conduzir os pensamentos da menina.

-Vou pegar um café, quer também?

-Quero, por favor – Mellanie sorriu.

-Tudo bem, um minutinho – Amélia colocou o celular na mesinha e saiu.

Depois de alguns segundos, o celular vibra. Era John ligando.

-Não... – Mellanie viu aquela oportunidade bem na sua frente, e sem pensar duas vezes, atendeu a chamada.

-Amélia?

Ouvir aquela voz era tão reconfortante, mas Mellanie ficou estática, sem pensar no que falar, queria apenas ouvir a voz dele.

-Amélia? Alô?

-John... – Mellanie falou do outro lado da linha.

E em um momento de loucura, pensou que havia ouvido a voz de Mellanie.


Notas Finais


Jane sou eu na vida no carrinho do Supermercado
É ótimo para quem não tem mais que 1,57 de altura KKKKKKKKKK

Estava com saudades de vocês <3


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