História Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 273


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Charlotte, Dajan, Dakota, Debrah, Iris, Jade, Kentin, Kim, Leigh, Li, Lysandre, Melody, Nathaniel, Nina, Peggy, Personagens Originais, Priya, Professor Faraize, Rosalya, Violette
Tags Amor Doce, Castiel, Docete, Lysandre, Nathaniel
Visualizações 146
Palavras 1.340
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá gente! <3

Só tive tempo hoje para escrever, vou ver se faço outro capítulo ainda hoje <3

Resumo do anterior: O irmão da Isa havia sido sequestrado, e ela acabou recebendo um telefonema "bem real".

Boa leitura e saudades de todos <3

Capítulo 273 - Reencontro


Fanfic / Fanfiction Amor? Nunca Foi Tão Doce! - Capítulo 273 - Reencontro

-Eu falei que isso ia dá errado – Castiel sentou no sofá – Agora, só por milagre vamos conseguir alguma coisa...

-Eu vou pegar mais comida – Jane se levantou do chão.

-Só acho que deveríamos ligar para os outros, dizendo que foi sem sucesso.

-Isso não é nada divertido, Eric...

-Não falei que é divertido – Eric revirou os olhos – Vocês levam as coisas muito a sério.

-Eu, oficialmente, preciso de mais café para aguentar vocês – Helena foi em direção à cozinha.

-Agora podem ir embora da minha casa – Castiel foi em direção à porta.

-Está precisando de uma faxina aqui – Armin pegou seu notebook.

-Estou começando por jogar o lixo fora. Saiam da minha casa – Castiel abriu, sarcasticamente, a porta.

Isa estava em choque com a ligação que acabara de receber.

-Isso não é possível – Ela tremia – Preciso ligar para o meu tio...

-Você não vai ligar para ninguém – Priya surgiu na porta da loja – Acho que vamos ter que conversar sobre suas pretensões...

-O que você quer?!

-Digamos que eu conheço algumas pessoas – Priya sorriu – Mas não ao ponto de lhe ouvir.

-Não quero sua ajuda e muito menos eu sei do que está falando.

-Quero que devolva a loja de roupas para quem era o antigo dono – Priya cruzou os braços – Caso contrário, não responderei pelo que eu vou fazer...

-Você fala como se fosse para eu ter medo de você – Isa pegou o canivete.

-De mim não – Priya sorriu – Mas dele eu teria...

-Oi Isa – Um rapaz apareceu atrás de Priya – Há quanto tempo não?

-Feliphe... – Isa encarou assustada o rapaz – Pensei que estivesse longe daqui, atrás da sua namorada...

-Eu conheço uma pessoa, que ficaria bem feliz em me ver, mas acho que você não é ela – Feliphe pegou um envelope de dinheiro – Quero essa loja agora mesmo, sabe que não brinco em serviço.

-Não vou vender.

-Cada um tem o seu preço – O rapaz joga o envelope no chão – E esse é o seu.

-Eu aceitaria – Priya cruzou os braços – Sempre convidativo, Feliphe.

Isa o encarou desconfiada.

-Quero falar com o meu irmão.

-Aceite e eu deixarei você falar com ele – Feliphe tirou o celular do bolso – Enquanto minha paciência não se esgotar. Um, dois e...

-Tudo bem, eu aceito! – Isa pegou o envelope – É sua, agora, eu quero o meu irmão!

-Fizemos um ótimo negócio, tenha certeza disso – Feliphe joga o celular para  a menina – E seu irmão grita como um condenado viu.

Priya e Feliphe entraram no carro.

-Acho que fez um ótimo trabalho, foi bem convidativo.

-E sem pressão alguma – O rapaz suspirou – Fizemos um acordo, meu amor, agora, a minha parte precisa ser paga.

-Amanhã a verá. Tenho certeza que ela vai lhe reconhecer...

-Não sei se ela vai ficar feliz por isso, mas vou tentar.

No dia seguinte, Priya estava dando a boa notícia ao grupo.

-Grande merda – Helena tomava um gole de café.

-E ela não veio mesmo – Dani olhava para os lados – Isso é muito machismo!

-Mas eu ainda não entendi como... – Elizabeth falou em uma mistura de confusão e surpresa – Tipo, como conseguiram a esse ponto?!

-Persuasão é a palavra – Eric ajeitou os óculos.

-E quem se importa? – Armin abraçou a namorada – Nada melhor do que ter conseguido a loja de roupas de volta e dane-se o porquê a Isa ficou com tanto medo assim.

-Só sei que eu estou com fome – Alexy foi em direção à cantina da escola.

-Não vai contar o seu segredinho da persuasão para nós? – Electra sorriu.

-Daqui a pouco ele chega – Priya sorriu – Tenho certeza...

-Acho que deveríamos entrar – Nathaniel conferiu o relógio – Mas pensem na boa notícia: nenhum sinal da Isa, até agora.

-Minhas preces foram ouvidas – Castiel puxou Jane.

-Falta pedir para a Jane parar de comer tanto assim – Caroline sorriu.

-Temos aula de que? – Lysandre fez uma cara confusa.

-Eu preciso de mais café – Helena foi em direção a cantina – Guarda um lugar para mim, longe da Jane, tenho medo da burrice da garota ser contagiosa.

-Certo – Frank pegou a bolsa da namorada.

-Podemos conversar agora? – Priya puxou Gabi para perto de uma das árvores do pátio da escola – Ou vai ficar me evitando assim, o tempo todo?

-Não estou lhe evitando – Gabi falou seriamente – Só não quero que crie...

-Esperanças? – Priya sorriu – Esqueceu que fui eu que disse que “não queria mais”?

-Depois que eu tinha dito que “não queria ninguém agora”.

-Mas já encontrou outra, não foi?

-Já disse que não vai ter uma segunda vez – Gabi pegou a bolsa do chão – Agora, eu preciso ir para a aula, e se eu fosse você faria o mesmo...

Helena pegou o café no copo.

-Colocaram açúcar, caralho – A menina se engasgou – Açúcar não, mel para caralho. Isso sim.

-Sempre detestou coisas doces – Feliphe surgiu ao lado da menina, fazendo com que Helena quase derramasse o café por completo.

-Ham?! – Helena o encarou, sem entender o que estava acontecendo.

-Surpresa, Heleninha! – Feliphe a encarou – Feliz em me rever?

-O que pensa que está fazendo aqui?!

-Pensei que fosse ter uma recepção mais acalorada e feliz vinda de você!

-E acha que eu não vou lhe mandar para a puta que pariu?!

-Pode mandar, adoro lhe ver irritada – Feliphe a ajuda com o café – Está tão nervosinha que vai acabar com todo o café.

-Ele é meu – Helena puxou o café com força.

-Vai querer me ver queimado?!

-Bem que poderia, na verdade, seria uma recepção bem calorosa! – Feliphe suspirou – Se quer me ver sem camisa Heleninha, pode me pedir, ou até mesmo tira-la de mim.

-Literalmente...

Helena deu uma risada.

-Seu idiota – A menina o encara – Não ache que sendo engraçado comigo vai fazer com que eu relembre das coisas.

-Está vendo? – Feliphe sorriu – Está funcionando!

-EI – A diretora encarou os dois – O QUE ESTÁ FAZENDO FORA DA SALA?!

-Ela vai lhe tirar daqui, quase a força! – Helena avisou.

-Como me tirar?

-Tipo, para fora...

-Está se importando comigo?

-ELE NÃO É ALUNO DAQUI NÃO, DIRETORA – Helena tomou um gole do café – Boa sorte, Feliphinho, espero que sobreviva depois do breve ataque que ela vai ter.

-Isso é um desafio? – Feliphe sorriu – Estou requisitando minha resposta!

-Enfia a resposta no cu e corre – Helena se afastou do rapaz.

-Filha da mãe – Feliphe saiu correndo para fora do colégio.

A professora de matemática estava tentando conter os alunos.

-CALEM A BOCA!

-Ai eu disse que ia chupar e não engolir – Jenny conversava com Ariel.

-BORRRRAAAAAAAAAA TECOOOOOOOOOO – Eric gritou.

-Hoje tem – Gabi sorriu.

-BILADA – Armin começou a ter uma crise de risos.

-É o picolé, gente de mente maliciosa – Jenny revirou os olhos – Quero depois mostrar uma foto de...

-Senhorita Helena – A professora encarou a menina entrando, atrasada, na sala – Está, há dez minutos, atrasada...

-Oh, a diretora havia me chamado para lhe avisar que a quer ver na sala dela – Helena deu um sorriso falso.

-Mais falsa que o Alexy menstruado – Gabi fez uma careta.

-Que comparação, meu Deus – Elizabeth começou a ter uma crise de risos.

-Oh, um minuto turma... – A diretora saiu, rapidamente, da sala.

Helena sentou ao lado do namorado.

-Não entendo, se fosse o caso, a diretora tinha me requisitado para dá o aviso – Nathaniel ajeitou a gravata – Vou falar, agora mesmo, com a Melody...

-Oh, Nathaniel – Helena revirou os olhos – Não tem nenhum aviso...

-Não?!

-Não! – Helena tomou um gole do café.

-Eita que menina prendada e inteligente – Eric sorriu – Recatada e do lar.

-Você mentiu para a professora?! – Jane fez uma cara surpresa.

-Parcialmente – Helena deu de ombros.

-Sabe até falar palavras difíceis, olha para ela... – Eric ajeitou os óculos.

-Alguém já mandou você se lascar hoje? – Helena encarou o amigo.

-Por que demorou tanto? – Emy perguntou curiosa.

-Só sei que temos que comemorar pela Isa não ter vindo hoje, literalmente, é um milagre – Lucas abria o caderno.

-Estava revendo um conhecido – Helena não encarou o namorada – Por isso demorei.

-Que conhecido? – Eric fez uma cara pensativa.

-Espera – Elizabeth encarou a amiga – Tem alguma relação pela Isa não está aqui, hoje?

Priya encarou Helena.

-Talvez...


Notas Finais


JENNY JENNY e.e


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