História Amor: O sentimento atemporal - Capítulo 17


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Categorias Austin Mahone, Little Mix
Personagens Austin Mahone, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards
Tags Leigh-anne, Lerrie, Perrie Edwards
Visualizações 67
Palavras 1.294
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


**** Boa madrugada corujinhas!****

Espero que vocês estejam bem, a vida ta corrida como sempre mas o show deve continuar!


*Boa Leitura, Xuxus* ^.~

Capítulo 17 - Um brinde aos noivos!


Fanfic / Fanfiction Amor: O sentimento atemporal - Capítulo 17 - Um brinde aos noivos!

    Austin adentrou o grande salão de festas, os candelabros de ouro iluminavam ricamente o lugar de maneira exorbitante, todos os convivas pareciam extremamente felizes e complacentes tudo era  fantasioso e luxurioso, um leve puxão em seu braço o levou a olhar para trás, sua mãe encarou-o preocupada enquanto o pai apenas lançou-lhe um olhar reprovatório.

        - Acaso queres nos matar de vergonha, filho meu? Demorastes séculos para chegar, é melhor que não estivestes a se divertir com alguma vedete por ai, esqueço os modos e acerte-lhe a orelha!

    - Acalme-se mamãe não é para tanto, ademais avisei-lhes de meu atraso sabes bem que precisei tratar de meus negócios.

- Sabes que não havia necessidade alguma de comprar aquele cabaré, Austin.- Seu pai pronunciou-se ranzinza.- Devias se  concentrar em assumir os negócios da família Edwards, este casamento é antes de tudo uma união comercial

- Sei de meus deveres, e tenho competência para assumir os dois postos terei todo o poder financeiro desta família em mãos, não esqueci disso, fiquem tranquilos.

- Podias muito bem resolver-se com os antigos funcionários amanhã, atrasou-se e nos têm feito grande vexame nem mesmo a noiva pôde descer de seu quarto ainda.

- Digam a ela que desça, pois agora aqui estou eu, comecemos esta cerimônia o quanto antes.

    Em instantes foi anunciada a chegada do Gran Duque Mahone e sua família  ao salão, logo de inicio Austin saudou Lord Edwards e a esposa explicando-lhes brevemente seus novos investimentos, ocultando seus detalhes sórdidos e maquiavélicos, afinal como reagiriam eles a um genro cafetão? Em verdade ele não se envolveria com isso, se não fosse pela chance de ter Leigh-Anne a mulata arredia, desejava faze-la sua  amante e usufruindo do melhor dos dois mundos, obtendo o poder sobre seu corpo condenando-a, a permanecer submissa a suas vontades por tempo indeterminado.

    Em alguns minutos a noiva foi anunciada. Perrie desceu sobre os holofotes e olhares curiosos, estava encantadoramente linda, com um tímido sorriso, vestia um vestido de tecido nobre rosado, Austin sentiu-se naquele momento o melhor dos homens, sua futura esposa era sem dúvida um excelente troféu.

   Era notável que os homens daquele salão a olhavam com paixão, e ao noivo dirigiam olhares rancorosos e enciumados por ser ele o novo dono daquela obra prima, Perrie terminou seus cumprimentos a família Mahone, e juntou-se a ele.

 - Permita-me dizer que esta belíssima esta noite.

- Obrigada, fico lisonjeada.

- Desculpe-me se atrasei, sei que é errado trocar uma bela mulher por trabalho, mas foi inevitável.

- Entendo perfeitamente, um homem precisa cuidar de seus negócios, não é mesmo?

- Fico aliviado que compreendas, tudo que tenho feito garantirá para nós um futuro mais assegurado.

- Nós...é estranho que esta palavra agora faça parte de nossas vidas não achas?- Perrie exitou olhando-o com desconfiança.

- Não acredito que seja, a farei feliz. Nossos destinos já foram traçados, não há volta.- Olhei-a sedutor, tocando sua mão.

- Espero que seja como dizes, me esforçarei para amar-te.

    Austin beijou-lhe a mão. Perrie não poderia estar mais desconfortável naquela situação, buscou no salão algo  que a mante-se destraida e lhe tirasse das mãos a  tremura que sentia, mas nada poderia substituir a calma que Leigh trouxera-lhe, serenas respirando o ar da cachoeira, no único dia em que Perrie esteve plena de liberdade. Seus olhos  nublaram-se diante dos casais, que alheios a qualquer infelicidade, valseavam pelo salão sorrindo um para  o outro em corte.

    Para Austin, no entanto, a noite não poderia estar melhor, Perrie pensou consigo ao encará-lo, o rapaz ao contrário da nobre não parecia aflito ou inquieto diante daquele estranho casamento, parecia genuinamente conformado, talvez até feliz. Perrie tomou em mãos a taça de vinho a sua frente  sorvendo-o de uma só vez.

   - Vejo que esta com sede.- Austin deu um sorriso zombateiro.

  - E acaso te incomodas com isto?

- De maneira alguma, beba, hoje é um dia para celebrarmos.

    Perrie sorriu, parecia chegado o momento de aceitar seu destino ao lado daquele homem, não havia sinais de que Leigh-Anne sequer voltaria, e viver agarrada a essa incerteza corroía-a por dentro.

   Decidiu-se, a apagar tudo que a lembra-se daquele sentimento proibido, e se entregaria a Austin ela sentia que era assim que deveria ser. Leigh-Anne fora um sonho bom, e Austin era a realidade na qual ela se obrigaria a viver.

   

   Deitei-me ao lado de minha avó pela última vez, fitando-lhe atentamente, as vezes fechava os olhos para desenhar os traços de seu rosto adormecido, guardando-os na imaginação para ter um alento nos dias de dor.

  -Minha avó querida, o que será de você agora? Sozinha nesta casa?

  - Tens mesmo que ir, Leigh?- Leny perguntou-me preocupado.

 - Tenho sim, não existe outra saída esta foi a condição imposta, devo deixar esta casa para viver ao lado dele.

- Eu não chamaria isso de viver, você irá sofrer nas mãos deste crápula.

  - Antes eu, do que minha familía o que lamento é deixar minha avó desamparada.

  - É chegado o fim do ano, época de natal, sua irmã voltara para casa acredito.

  - Creio que sim, esta é a única coisa que me conforta neste momento, ao menos por um tempo Anastácia lhe fará companhia.

- Não se preocupe até lá eu e os vizinhos estaremos de prontidão para atender  vossa avó, cuidaremos dela durante a semana.

- Acredito e agradeço vossa bondade, aos fins de semana voltarei aqui para visita-la, Anastácia deve estar de volta na semana que vem.

   Uma batida forte pareceu estrondar toda a casa, do lado de fora uma voz grave e áspera chamou-me pelo nome, Draco viera me buscar como combinado, juntei as poucas roupas que tinha em uma pequena trouxa feita com um fino lençol, despedi-me novamente de minha avó que ainda dormia e dei um forte abraço em Leny, que ficaria vigiando-a durante a noite.

    A caminho do que seria meu novo lar, tentei fechar os olhos por um tempo procurando em minhas memórias um último resquício de felicidade a única cena que me vinha a mente era estar de mãos dadas com Perrie, naquela cachoeira, se silenciasse meu coração podia ouvir sua risada, seus suspiros, os pés dela tocando os meus por debaixo da cristalina e fresca correnteza.

     Era noite de lua cheia e uma fria brisa tomava conta da madrugada, enrolei-me no fino chale que trazia nos ombros, mas nada trazia-me o calor daqueles dias ensolarados em que estive com ela.

 - Austin é mesmo um maroto!- Abri meus olhos desperta. Ao meu lado na carroça, Draco pigarreava.- Festejando na alta corte, e o trabalho sujo fica para mim, patife!

   Notei pela primeira vez a música que vinha dos montes altos, de onde se via luzes amarelas. A alta nobreza parecia em festa.

 - O que há la em cima?

- O noivado de Lady Edwards! E eu nem sequer fui convidado larápio, é bem melhor que me pague o que prometeu!

    Edwards. Minha vista escureceu, e fiquei em trase por alguns minutos, Perrie estava agora para se casar com alguém, sabia que havia um pretendente a sua mão, mas ela quase nunca o citava, talvez porque não fizesse parte de seu disfarce para diverti-se as minhas custas.

   Minha imaginação percorreu os salões sintuosos, da mansão Edwards, visualizei a minha frente cada detalhe da festa, o banquete grandioso, o cheiro de ouro e nobreza no ar. Perrie deveria estar nos braços de um noivo, que fingiria amá-la para se aproveitar de sua posição social, e sugar sua vida.

   Talvez sua mãe e ela estivessem a divertir os convidados contando a história de como contrataram e humilharam uma crioula, neta de escravos, mas claro isto é somente minha imaginação, devo deixa-la de lado. No lugar para onde vou, ela será dispensável .

 


Notas Finais


Capitulizinho, pequeno para fluxo de continuidade.

Lembre-se: "Calmaria as vezes anuncia tempestades...mas só as vezes."

Beijitos! <3


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