História Amor: O sentimento atemporal - Capítulo 32


Escrita por:

Postado
Categorias Austin Mahone, Little Mix
Personagens Austin Mahone, Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards
Tags Leigh-anne, Lerrie, Perrie Edwards
Visualizações 51
Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


** Olá, amores!**

Me esforcei ao máximo para cumprir meus planos, e este é o resultado, apreciem...


Boa leitura! ♥

Capítulo 32 - Todo cuidado é pouco...


Fanfic / Fanfiction Amor: O sentimento atemporal - Capítulo 32 - Todo cuidado é pouco...

 

 

- Draco tem estado estranho desde a última vez em que esteve no escritório de Austin. Será seguro me encontrar com Perrie esta tarde?

    Jesy e Leigh-Anne estavam em uma varanda recém-construída nos fundos da propriedade, aparentemente o acesso àquela área era muito restrito e as moças não poderiam frequenta-la sozinhas, para tal Draco e Edgar vigiavam-nas a poucos centímetros escorados no fio de arame que circundava o terreno vizinho, uma pastagem verde e bem cuidada, porém abandonada. O lugar não era tão complexo, havia duas grandes tinas de madeira reforçadas e uma tabua para esfregar a roupa acoplada a uma delas, bem como três varais curtos predispostos um ao lado do outro para estenderem seus trajes.

   Desde que foram conduzidas para lá a fim de lavar as roupas acumuladas na semana, a jovem negra percebera que Draco não lhe deixara de encarar um só momento, por onde quer que ela fosse, seja por detrás dos lençóis encharcados ou debruçada sobre a tina a esfregar, podia senti-lo segui-la com as pupilas saltadas e atentas, como se ela pudesse fugir ao qualquer momento. Edgar por sua vez evitava encara-la, parecia muito nervoso ou irritado com algo e sempre que Draco lhe dizia qualquer coisa, ele contentava-se em ignora-lo ou expelir palavrões, e aquilo não poderia ser um bom sinal.

  - Sei que ele tem estado mais atento a você, mas não será necessariamente um problema sei os meios de mantê-lo longe, confie em mim. – Jesy dizia seguramente enquanto terminava de torcer mais um saiote. – De neutralizar brutamontes, e ervas eu entendo.

 - Funcionou da última vez, mas eu temo por você. Tem se arriscado demais, não tem medo? Se desconfiam que é você quem os deixa desacordados, se souberem que está me ajudando...

 - Bobagem, não descobrirão. Homens como eles não são o que conhecemos por inteligentes, além do mais sempre que você não está por perto deixo um ou dois comentários maldosos a teu respeito escapar, eles pensam que estou ao lado deles, é um milagre que Draco não tenha vindo até mim pescar alguma informação para Austin.

- Talvez desconfiem de nós duas, estou muito preocupada.

- Deveria preocupar-se em estar bela para ver sua amada esta tarde. Passe-me este lençol, vou coloca-lo aqui, assim secará mais depressa.

- Tome. – Leigh estreitou seu olhar para observa-los, Draco disfarçou ao encontrar-se as vistas da negra, enquanto a Edgar continuava perdido em pensamentos. – Edgar também está estranho, ontem o vi sair apressado da sala de Austin não parecia nada feliz.

- Ah, sim. Recolhi-me antes que ele chegasse, mas ouvi quando as vedetes comentaram sobre seu estouro repentino, ao que parece Austin recusou-se a pagar-lhe o salário mensal.

- E porque ele faria isto?

- Não soube dos motivos, mas conheces um homem contrariado, principalmente um homem como ele. Edgar jamais admitiria ser humilhado, muito menos contar seus constrangimentos por ai. Pergunte a Austin casualmente, talvez ele lhe conte.

- Não obrigada, a curiosidade não chega a este ponto, muito menos em se tratando de Edgar, que não vale a comida que engole.

- Tem toda razão ele não vale nada. Perrie por outro lado...- Leigh sorriu abanando a cabeça. - ...Já sabe o que usará?

- Na verdade sei sim, usarei meu vestido verde ele é leve, confortável e...

- Velho...- Leigh pareceu indignada, fazendo uma expressão engraçada. – Não faça esta cara, sabes que falo a verdade precisa de roupas novas, as que Austin te comprou são tão deslumbrantes.

- De fato são, mas Perrie conheceu-me usando roupas simples e sei que ela não se importa com isso. Pra dizer a verdade somente com ela, posso sentir-me como eu mesma, a Leigh que achei estar morta.

- Que lindo, fico feliz que se sinta desta maneira. Mas um vestido novo...hm...Você ficaria incrível eu posso afirmar!

- Jesy... – Leigh reprendeu a amiga, sorrindo em seguida. - Eu até tenho um vestido novo que nunca usei, na verdade é até muito especial para mim é um azul lindo, que Perrie me comprou quando eu era sua dama de companhia. Estou guardando para um dia especial.

- Hm... Então planejas um encontro especial com ela?

- Veremos... Tudo ainda está tão confuso, tanto Perrie como eu estamos passando por muitas coisas na mão de Austin.

- Sei disso, mas vocês precisam aproveitar ao máximo o tempo de vocês juntas. - Jesy se abaixou para recolher o cesto de palha, agora vazio. - Bom, acho que terminamos.

- Parece que sim, iremos almoçar agora?

- Vamos, prepararei aquele suco especial para os monstrões ali. E depois você poderá ir tranquila visitar sua Perrie.

- Mas será necessário? Afinal também visitarei minha família, e isto é permitido por Austin, por que eles desconfiariam?

- Sei disso, mas um deles pode segui-la. O suco com ervas cuidara para que não nos causem problemas.

- Tem razão, temos que prevenir.

- Ei, vocês ai! Já terminaram de lavar estes trapos? Eu estou com fome, vamos almoçar! – Draco gritou ao longe.

- Vamos, preparei uma bela recompensa rapazes, um suco refrescante para vocês que ficaram neste sol tão quente.

- Seria ótimo, mas eu prefiro wisky.

- Você pode mistura-los, laranja e wisky me parece uma ótima pedida.- Jesy piscou flertando com Draco.

    

O homem sorriu e lhe deu um forte tapa na bunda. Leigh-Anne se assustou arregalando os olhos, satisfeito Draco seguiu para dentro da taverna, Edgar ignorou a cena e o seguiu. As vedetes por sua vez a encararam, Carolyn parecia intrigada com a ironia do momento Jesy que sempre fizera linha dura, e recusara todas as investidas insistentes de Draco antes, agora mostrara que era tão promíscua quanto elas. Natalie por sua vez vislumbrou em Jesy uma nova rival, já que se considerava a atual dona de Draco e não admitiria qualquer outra em sua vida.

 

- Não se preocupe quanto a isto. Deixe que ele acredite que me tem ao lado dele. – Jesy sorriu para Leigh, que a encarava confusa. - Idiotas grandes assim, são os mais fáceis de derrubar.

 

 

 

  Austin apertou Rosa contra a mesa do escritório beijando-a intensamente, as mãos dela agarravam-se ao patrão como uma aranha espaçosa em sua própria teia, depois de alguns minutos eles se separaram, Austin encarou a empregada que lhe sorria com malícia, os lábios rosados e inchados. O Duque se afastou abotoando a calça, enquanto Rosa ajeitava o cabelos.

Sobre a mesa a marmita que ela trouxe esfriava gradualmente, bem diferente do clima entre eles, desde o último encontro Rosa vinha tendo um relação nada profissional como o homem a sua frente, os dois se tornaram amantes e cúmplices em um plano mórbido e ganancioso.

- Fez o que combinamos?

- Começarei hoje mesmo, saindo daqui irei visitar a minha mãe e sei o momento perfeito para agir, não se preocupe eu tenho tudo sobre controle.

- Excelente.

- Aquilo é o que estou pensando? – Rosa levantou o olhar para o pacote grande escondido atrás da mesa de Austin.

- Sim, e é somente a primeira remessa, depositarei ainda hoje. – Ele aproximou-se de Rosa, sussurrando em sua orelha. – E isso é só o primeiro, eu vou deixar a família Edwards na lama, e então eles precisarão de ajuda, e o único que poderá salva-los, estará bem aqui, eu terei controle de todo o patrimônio deles.

- Você é genial!

- Eu sei que eu sou. No entanto para que isto de certo, você precisará fazer a sua parte, é preciso eliminar o peso morto.

- Será feito, e enquanto ao que me prometeu? Eu serei a próxima senhora Mahone não é mesmo?

- Cada coisa há seu tempo, querida. Cada coisa há seu tempo.

  Rosa avançou sobre Austin abraçando-o, era claramente uma sonhadora confiando em uma vespa cruel. O vilão olhava por sua cabeça com pena, tão ingênua e imbecil, lhe serviria perfeitamente antes de ser enxotada, a mão e o elo entre ele e a fortuna de Lord Edwards. Ah Rosa, Rosa querida, a flor carregada de veneno, e por acaso a preferida classe floral de Austin.

 

 [...]

 

 - Não entendo que tipo de visita inútil é essa que nos faz.

- Annastácia, por favor!

- Ora vovó, por favor, ela vem até nós traz comida e algumas poucas coisas, lembranças inúteis e  desaparece em meio à visita. Não me diga que vosso patrão não permite que fique mais conosco. Nossa avó chora todas as noites, e quando te vê finalmente, você vai embora.

- Anna, eu entendo que se revolte, mas tente entender.

- Entender? Eu deveria entender? O que? Que você tem se afastado de nós, que não se importa em ferir sua avó, que esconde segredos de nós?!

- Basta, Annastácia! Tenho suportado tudo que me diz, mas isso já foi longe demais. Pare de acusar-me como se fosse minha culpa, eu tenho feito de tudo por você se trabalho nestas condições é pra salvar a vida da vovó e o seus estudos, se você não valoriza, não a nada que eu possa fazer. Adeus!

- filha espere, não fique chateada, sei que a Anna não fala por mal.

- Eu realmente sinto muito vovó por ter que deixa-la aqui, mas eu não tenho escolha. – Leigh-Anne já estava abalada, as palavras de Anna fariam qualquer alegria cair por terra. – Nuca tive, mesmo que você não acredite nisso, Anna.

  Anna não respondeu, mesmo que o olhar da avó a reprendesse ela continuava no alto de seu pedestal da razão, Leigh se despediu da avó que a abençoou e tentou secar, as primeiras lágrimas que brotaram no rosto cansado da neta. Quando a porta se fechou, Anna cerrou os olhos respirando profundamente, suas orelhas se aqueceram a espera do sermão, mas ele não veio. A avó locomoveu-se com dificuldade e deitou-se em seu quarto sem dirigir-lhe nada além de um olhar de desaprovação, mas ela já esperava aquilo, sua avó não entendia o que aquilo significava para ela. Annastácia não era do tipo que aceitava as respostas fáceis e evasivas da irmã, e por mais que detestasse admitir Anna conhecia Leigh muitíssimo bem, era natural atravessar a alma das pessoas, ela não podia evitar.

  Apesar de atrair enigmas pra si, ela os detestava e precisava acabar com o que tinha ao redor da irmã. Certificou-se de que a avó dormia e apanhou sua capa, mesmo que ainda estivesse um sol alaranjado naquele fim de tarde, ela não poderia ser notada. Percorreu as vielas o mais rápido que pode, mas não precisou ir longe de mais para encontrar o que procurava, na praça da cidade sua irmã seguia a passos apressados, a jovem não teve tanta dificuldade para não ser vista, Leigh-Anne só andava de cabeça baixa e não parecia preocupada com perseguidores, ela realmente não conhecia a irmã que tinha.

  Ela pegou uma charrete, Anna não esperava por aquilo, mas não estava disposta a perdê-la de vista, seguiu a pé os trotes da carroça mesmo que aquilo parecesse loucura e ao primeiro sinal de uma possível carona, adentrou em outro veículo e continuou com sua investigação. O veículo em que estava parou quando chegaram aos limites da cidade, ao descer, Anna foi questionada pelo motorista a respeito do destino final e informada que se tratava de um endereço desértico onde a única construção mais próxima dali seria a velha propriedade dos Cabret’s, um celeiro antigo e abandonado com fama de ser assombrado.

  Annastácia deu de ombros, meia dúzia de fantasmas não a impediriam de matar sua curiosidade e dar um fim às mentiras de Leigh-Anne fossem elas quais fossem. Ouviu alguns trotes e das trilhas de pedras surgiu à carroça na qual a irmã havia vindo, depois de confirmar com o motorista que sua passageira havia sido deixada ali, seguiu em frente com agilidade, havia um enorme moinho fora de uso, e um celeiro de aparência familiar e grotesca ao mesmo tempo, folhas secas serpenteavam a entrada, por isso Annastácia teve cuidado, a porta estava entreaberta, o suficiente para esgueirar-se e entrar sem ter que abri-la demais, pois temia que aquela porta rangesse.

  Entrou, encaixando-se por detrás das pilhas de feno na entrada, parada observou a cena que se desenrolava a sua frente, a irmã estava sentada sobre um bloco de feno e parecia chorar. Por que raios ela estaria ali? Não deveria estar no trabalho? Já havia detectado sua primeira mentira, mas ainda não compreendia a razão, Leigh suspirou e secou as lágrimas com as mãos e então a espiã ouviu uma segunda voz, uma voz feminina que nunca ouvira antes, mas não via ninguém, Leigh-Anne respondeu a voz que se tornou mais alta e clara. até que uma segunda mulher surgiu em cena. Era loira e vestia-se muito bem, parecia de boa família.

- Não gosto de vê-la assim, não quero que sofra por causa disso. Ela não entende agora, mas eu posso afirmar que quando ela souber tudo irá se resolver.

- Será mesmo Perrie? Eu amo minha irmã, mas por mais que eu tente ela nunca irá me entender, para ela eu não passo de uma pessoa fria, que não se importa com a dor delas.

- Você não é assim, você é a mulher mais doce que eu conheço. – A loira tocou a face de Leigh, e aproximou seus rostos. – E eu te amo, ouviu? Não chore mais.

  Leigh-Anne concordou e as duas se beijaram, os braços da mulher entrelaçaram-se na cintura da negra, e o beijo se tornou mais entusiasmado, as duas estavam completamente envolvidas, e Annastácia impressionada levou a mão sobre a boca. Em um movimento impensado e desajeitado derrubou dois dos blocos de feno que escondiam seu rosto, as moças se afastaram assustadas, e o desespero podia ser lido claro e pálido em seus rostos, principalmente em Leigh-Anne.

- Anna...- Leigh sussurrou antes de recomeçar a chorar, as mãos levantadas como se tentasse defender-se, mas Annastácia não parecia disposta a ouvi-la ao contrário encarava a irmã confusa, como se visse a uma aberração. – Anna por favor...

- Não se aproxime de mim! - Anna se afastou, havia muito rancor no tom de voz. - Então é isto que faz quando nos visita? Foges para se encontrar com uma...Uma mulher meu Deus!

- Não é verdade, por favor! Não é!

- Não? E o que eu vi aqui é uma alucinação? Eu não sou cega Leigh-Anne, muito menos louca!

- Não é assim, eu e Perrie nos amamos. Eu posso explicar se me deixar falar, você vai entender.

- Não há nada para entender! Eu não sei o que pensar... - Annastácia pôs as mãos na cabeça, fechando os olhos com força e voltando abri-los, como se desejasse acordar. - Não volte a falar comigo.

- Annastácia, não. – Annastácia virou-se para ir embora, Leigh tentou segui-la. – Anna, Espera! Não diga nada a nossa avó, ela não pode saber a saúde dela...Annastácia!

  Annastácia parou e virou-se para encarar a irmã.

- Eu não vou contar. Minha avó não merece saber o que fazes pela nossas costas, já é decepção demais, não achas?

- Anna...

   

  Qualquer coisa que dissesse dali em diante seria inútil, Annastácia já tinha ganhado as ruas da cidade, enquanto Leigh-Anne chorava, sentindo o coração ser prensado em seu peito, enquanto o chão sumia sobre seus pés, Perrie estava completamente imóvel, nenhum de seus músculos atrevera-se a se manifestar desde que foram interrompidas de forma tão abrupta. Os braços rígidos dela se moveram, e ela acolheu a jovem em seus braços.

- Eu sinto muito, Leigh, não se preocupe tenho certeza que Anna não contará sobre nós a ninguém.

- Eu não acredito eu preciso vê-la, Pezz. Preciso que ela me perdoe, não posso conviver com o ódio dela por mim, ela me olhou como se fossemos...

- Eu sei, sei que não é fácil. Olhe para mim, não estamos fazendo nada de errado, não estamos machucando ninguém, só nos amando, eu a apoiarei em tudo. Você não está sozinha, eu estou aqui com você.

- Sei que sim. – Leigh-Anne apertou-se ainda mais contra a amada. – Não entendo como ela nos encontrou aqui, devo ter sido seguida, como não percebi? Como pude ser tão tola?

- Não se culpe, meu amor. Se precisa falar com ela vá, mas não se culpe, se quiser eu mesma falarei com ela.

- Não. Eu a trouxe aqui, eu menti para minha irmã eu devo falar com ela.

- Se é isto que queres, melhor se apressar logo terá que regressar a taverna, nosso encontro se encerrará mais cedo, mas você poderá aquietar seu coração.

- Agradeço a compreensão. Eu te amo, e quero que saiba que independente das opiniões de minha irmã isso nunca mudará.

- Tenho certeza que sim. Quer que eu a acompanhe?

- É mais prudente que eu vá sozinha, espero que entenda.

- Absolutamente.

- Perrie...

 

   Leigh-Anne embrenhou-se no fundo dos olhos azuis de Perrie, e a beijou. Enquanto tinha seu rosto entre as mãos, a nobre aprofundou o beijo e quando acabaram ela a manteve perto por mais tempo, e ficaram ali paradas respirando o ar uma da outra, esperando que um dia aquilo não significasse mais uma despedida.


Notas Finais


*É isto, bb's! Tentarei postar ainda esta semana (Obsv: Não é uma promessa)

* Aviso: Atualizei Jerrie esta semana tbm, e começarei oficialmente a atualiza-la. Podem checar lá.

♥ Beijaços! *.*


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...