História Amor, ódio e sedução. - Capítulo 14


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
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Palavras 1.112
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiiiiiiiii

Vcs perceberam que eu tô tipo a Netflix, postando capitulo e mudando a capa (coisa que eu nunca fiz)!!

Espero que gostem e boa leitura!

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fogaça passava pela porta do aeroporto com um leve sorriso no rosto e os olhos, que estavam cobertos por óculos escuros, cheio de esperança. Esperança de encontra-la.

Com o andar seguro e foco no que ele tava indo fazer, chamava atenção no aeroporto, principalmente de algumas mulheres, mas ele deu relevância. Ele só tava a fim de uma mulher e ela tava Rússia.

Pra viajar ele deu uma desculpa de que tava indo a trabalho e Ana obviamente confirmou a todos na divisão. Mesmo que alguns tivessem estranhado ele não ligava, só tinha que ir atrás dela.

Assim que tinha descoberto que ela tava na Rússia e tinha o endereço dela o notebook dele estranhamente explodiu, não foi uma explosão grande, mas só pra dar um susto ele começou a pegar fogo. Já não tinha conserto. Resultado do criptograma. Ele foi falar com Ana que tinha conseguido e ela ficou muto surpresa dele ter conseguia em apenas uma noite. Uma noite inteira, mas uma noite. Era mais fácil já que ele tinha o número como o FBI que tinha conseguido o número dela por uma denúncia anónima e assim o rastreado, tudo ficou mais fácil. E se o FBI tivesse a real ajuda de Ana pra prende-la já teriam a pegado milhares de vezes e Paola sendo Carosella fugiria todas as vezes.

Ele sentou em uma das cadeiras do salão de espera e respirou fundo. Ele ainda se perguntava aonde é que ele tava com a cabeça pra ir atrás de uma criminosa? Sim, ainda se perguntava. Mas iria desisti? De jeito nenhum. As melhores sensações são causadas por loucuras da nossa cabeça e sem elas o mundo fica sem graça, então por que não ir atrás de uma criminosa na qual você se apaixonou sendo que você é um agente recém formado do FBI e essa criminosa é a mais procurada do mesmo?

Fogaça pegou no bolso o papel que continha o endereço do lugar. Um loft no centro de Moscou. Era a cara da Paola fazer isso, ir pro outro lado do planeta e comprar um loft.

-Primeira chamada do voo a Moscovo, Rússia, passageiros embarcar no portão 16 - Uma voz feminina ecoou por todo o aeroporto.

Fogaça ouvindo isso se levantou e foi ir de verdade atrás da sua argentina.

[...]

No dia seguinte, Paola acordava abrindo os olhos lentamente tentando se acostumar com a claridade. O que não aconteceu. Em vez de tentar abrir os olhos por completo e acordar pro dia, ela pegou um dos travesseiros e colocou sobre a cabeça tentando conter toda aquela luz. O que também não aconteceu. Ela desistiu de lutar contra o dia e resolveu levantar.

Com os olhos fechados, ela deu uma levantada que trouxe a si as consequências da noite passada. Ela sentiu um tontura fortíssima o que fez ela deitar de novo e uma dor de cabeça enorme.

Ela levantou de novo tentando se manter de pé como qualquer pessoa normal. Mas de normal Paola Carosella não tem nada. Pra tentar acordar de maneira melhor, pôs a mão no rosto e esfregou o olho.

-Yo nunca mais bebo en mi vida - Disse a si mesma enquanto se queixava das consequências de ir para o país da cerveja grande e da vodka.

Se levantou e fez suas higienes descendo as escadas concentrada pra não cair, porque a tontura tava grande. Chegou até a pia da cozinha e terminou de fazer suas higienes lá. Se apoiou na mesma tentando retomar o equilíbrio, fechou os olhos e respirou fundo. Mas em vez de acabar com a tontura deu mais tontura e dor de cabeça ainda.

-Puta mierda - Sussurrou pra si com seu sotaque fortíssimo.

A argentina tomou um susto quando alguém tocou a campainha. E ela xingou mentalmente quem tivesse atrás daquela porta. Com cuidado foi até a entrada do loft e abriu se deparando com o vizinho não muito agradável que tinha conseguido.

-Ah uma mulher - O vizinho disse como se não esperasse que tivesse uma mulher morando sozinha, ele desceu e subiu o olhar pelo o corpo da argentina que tava coberto por um moletom enorme que ia até o começo da coxa dela e cobria até a metade da mão dela.

-Ah um homem - Paola retrucou a altura sem perder a graça.

-Bom senhorita, eu ouvi uns barulhos estranhos vindo daqui - Ele disse tentando discretamente olhar dentro do loft.

-Barulhos estranhos? - Paola se fez de desentendida.

-É, como se fosse uma pessoa... Gritando - Terminou de dizer e Paola com seus anos de mentira fez uma atuação muito boa de quem não fazia ideia do que ele tava falando.

-Se você quiser checar se tem alguma coisa estranha no meu loft, pode olhar - Ela deu passagem e ele entrou. O loft não era tão grande então da porta já tinha perfeita visão dele por completo, o tal vizinho só deu uma volta dando uma olhada por cima e assentiu com a cabeça de que não tinha nada.

-É, realmente, não tem nada - Ele disse saindo do lugar.

-E o que poderia ter? Por acaso, eu sou uma criminosa procurada que trás pessoas aqui pra tortura-las? - Paola disse em tom divertido fazendo o homem rir também. Ele foi embora e assim que fechou a porta, Paola desfez o sorriso simpático que tava estampado na cara dela - Sim, eu sou.

Paola com um péssimo humor e ainda com tontura e dor de cabeça, pegou um remédio e o tomou na falha esperança de passar aquilo tudo. Ela tomou outro susto, mas dessa vez era com o celular dela tocando e já sabendo quem era, já que era a única que tinha o número, pegou e atendeu.

-Oi Ana - Disse com uma voz de alguém que tá de porre.

-Me perdoa, me perdoa, me perdoa, me perdoa, me perdoa... - Ana começou a implorar repetidamente e Paola ficou confusa sem saber do que ela tava pedindo perdão.

-Eu te perdoou - Paola disse e ouviu um suspiro de alivio pelo o telefone - Mas do que eu tenho que te perdoar mesmo?

Assim que terminou de perguntar, tomou outra susto, isso já tava a irritando, com a campainha tocando.

-Peraí Ana - Paola disse colocando a chamada em espera e indo atender de novo a porta. Paola foi cambaleando até a porta, que ótima manhã ela escolheu pra ficar de porre.

A argentina abriu a porta rápido demais, o choque não tava calculado. Ela abriu a porta e sentiu olhos percorrer todo o seu corpo, olhos que o seu corpo queria senti-los de novo. A criminosa ficou surpresa um tanto demais, ficou encarando o homem dono incontáveis tatuagens com a boca entreaberta por alguns minutos, que pra ela se passaram como segundos.

-Oi Paola, quanto tempo - Fogaça a cumprimentou simpático.


Notas Finais


Esse é o capitulo mais ligado a realidade que já foi postado! Em uma manhã a Paola se assustou 3 vezes!

Eu queria ter a metade da força de vontade e segurança dos personagens dessa Fic! Primeiro a Paola foi no apartamento do Henrique pra transar com ele e depois ele vai pra RÚSSIA atrás dela! (Spoiler: e vai transar com ela)


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