História Amor, ódio e sedução. - Capítulo 28


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
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Palavras 1.144
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha só quem resolveu mostrar a cara! E eu tenho uma novidade boa,eu resolvi prolongar a fanfic por mais alguns capítulos. Vai dar mais trabalho? Vai, mas me veio a mente uma ideia pra mexer com o passado da nossa argentina (que comecem as teorias)!

Capítulo 28 - Capítulo 28


Paola, Henrique e Francesca já estavam no avião indo pra Manhattan. Enquanto Fran dormia e Henrique mexia em alguma coisa no notebook, Paola olhava, lia e relia o pedido de adoção que estava em suas mãos.

Paola encarava o documento durante umas horas e isso já tava ficando assustador pra Henrique. Carosella relia pela décima quinta vez o papel e suspirava pesadamente pela décima quinta vez.

-Tá nervosa? - Henrique perguntava percebendo o que Paola fazia a 2 horas.

-Un poco - Ela disse em suspiro.

-Quer conversar de novo? - Ele perguntou carinhosamente fechando o notebook e colocando de lado.

-Não - Paola disse ainda encarando o papel - O que que eu vou dizer quando chegar lá?

-Que tal dar um tapa nela por vender a própria filha e depois gritar aos quatro ventos que a irmã dela é uma vadia - O tatuado perguntou fazendo graça, mas isso acabou sendo uma ótima ideia pra Paola.

-Que ideia maravilhosa - Ela disse com os olhos brilhando.

-Paola, eu tava brincando - Ele disse surpreso com a disposição da morena pra dar um tapa em alguém.

-Mas seria bem interessante - A argentina divagou meio triste por não poder dar na cara da mulher - Enfim, vamos a Manhattan pegamos a assinatura dela e depois voltamos pra Los Angeles. Não quero ficar nem um minuto a mais nessa cidade.

-Por que o ódio por Manhattan?

-Porque foi em Manhattan que eu conheci a Carine - Ela disse fria.

[...]

Paola, Henrique e Fran entravam no prédio em que Carol morava. Carosella fechava a cara em entre no prédio e achar deprimente. Foram até o porteiro que não chamava atenção por seu charme.

-Oi, bom dia, sabe me dizer se Carol Ludvic está em casa? - Paola perguntou como se fosse uma pessoa normal.

-E quem é você? - Ele perguntou um tanto ignorante.

-Uma amiga - Ela disse simples e viu ele fazer uma feição de como se esperasse mais - Carine Ludvic.

-Você é irmã dela? - Ele perguntou curioso fazendo Paola o olhar incrédula.

-Não interessa - Ela disse um tanto nervosa, não é muito comum a argentina lidar com pessoas normais - Ela está ou está?

-Ela tá sim, eu vou te anunciar - Ele disse pegando o telefone sem deixar de encara-la.

-Ótimo - Paola disse forçando um sorriso simpático. Assim que o porteiro liberou os dois entraram no elevador sozinhos.

-Você quer mesmo ver ela de novo? - Paola perguntou agachando até a altura de Francesca.

-Sim, mamá - Ela disse fazendo Paola perder a contração e ficar mais nervosa.

-Paola, dá pra se acalmar, parece até que assaltar um banco - Henrique disse se divertindo com o nervosismo da namorada.

-Não, assaltar um banco é menos assustador - Ela disse ajeitando a postura e fazendo o tatuado rir.

Logo o elevador foi aberto e Paola já via a última porta do corredor, a porta em que Carol morava. A argentina respirou fundo e seguiu até a mesma. Antes de bater na porta repassou o que ia dizer na mente e enfim bateu.

-Carine, eu não acred... - Carol abriu a porta e já ia falando até que percebeu que não se tratava da outra Ludvic - Você não é a Carine.

-Jura? - Paola debochou - Nem tinha percebido.

-Quem é você? - Carol perguntou ignorando a ironia da argentina.

-Você não me conhece, mas eu te conheço e até demais - Ela disse respirando fundo - Enfim, prazer Paola Carosella.

-Paola Carosella? A Paola Carosella? - Ela perguntou enfatizando o A.

-Pelo visto, minha fama veio até aqui - Ela disse com um sorriso irónico olhando fixamente os olhos de Carol.

-Você é a mulher que...

-Que mandei sua irmã pro mundo do crime - Carosella completou - Vocês são idênticas.

-E o que você quer aqui? - Carol perguntou não gostando muito da presença da argentina.

-Eu quero que assine isso - A morena lhe entregou o documento.

-E o que é isso? - Perguntou olhando o papel.

-Um pedido de adoção - A criminosa disse simples e a loira a olhou um tanto surpresa.

-Pedido de adoção?

-Francesca - Paola disse e viu a loira engolir seco - Eu quero adotar a sua filha.

Carol ainda não tinha percebido a presença de Henrique e Francesca que estava atrás do tatuado e só agora que via a pequena depois de te-la entregado.

-Eu...

-Você nunca gostou da sua filha - Paola começou deixando sua mente comandar sua língua - Eu salvei ela. Ela tava sendo vendida em um leilão, como se fosse um item qualquer. Você ao menos pensou nela? Pensou aonde ela poderia parar? Eu a salvei em um leilão criminosa. Tirando eu, todas as pessoas que dessem o lance mais auto iriam abusar da sua filha.

-De quanto era seu lance? - Ela perguntou presa em um ponto que não era o foco da conversa.

-1 milhão, mas essa menina vale um preço que não se pode pagar - Carosella disse entre os dentes - Você só precisa assinar. Depois nunca mais terá que se preocupar com a Fran, se um dia você já se preocupou.

-Fran? - Ela perguntou estranhando o apelido.

-Não gostou? É uma pena mesmo que eu não ligo pra tua opinião - Ela disse exalando raiva - Ahora, por obséquio, pode poupar meu tempo e assinar logo isso.

Carol pegou a caneta que a argentina tinha lhe entregado e assinou todos os lugares em que contavam. Assim que terminou entregou o papel a Paola e começou.

-Sabe Paola, realmente nunca gostei da minha filha - Ela disse sem se importar se a mesma tava ali - Por causa dela eu fui expulsa da minha casa e perdi o contato com os meus pais. Por causa dela eu perdi uma bolsa em uma faculdade incrível e hoje eu tenho que trabalhar até morrer pra pagar a minha. Ela destruiu a minha vida. Ela é a culpada de ter acontecido isso. Fico até feliz, agora ela é problema teu.

-Não, Carol - Agora foi a vez de Paola dizer tudo - A Francesca nunca foi a culpada. A única culpada aqui foi você. Você foi irresponsável. Você tentou cuidar da sua filha e falhou, agora não venha por a culpa em uma criança, porque a única responsável pela as suas decisões é você. E eu digo uma coisa, como uma criminosa procurada, se você continuar com essa opinião saiba, você será uma péssima advogada - Paola se virou pronta pra ir embora, mas lembrou de algo que a fez voltar - Ah é mesmo - Ela sem aviso prévio deu um tapa bem dado em Carol que a olhou assustada - Isso é por ter vendido sua própria filha.

Agora sim, Paola se virou indo ao elevador e sendo acompanhado por Henrique e Fran. Ela ficou encarando de longe Carol que não tinha saído da porta observando a argentina ir embora. Mas antes da porta do elevador fechar Paola pegou todo o ar dentro de si.

-E a sua irmã é uma vadia - Gritou e assim a porta foi fechada.


Notas Finais


Como eu amo essa mulher!

E foi a primeira vez que eu disse aonde eles moravam (Los Angeles), eu tinha esquecido de falar isso no começo!

Besos nos vemos daqui a 4 dias!


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