História Amor, ódio e sedução. - Capítulo 29


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Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Farosella, Fogasella, Henrique Fogaça, Paola Carosella
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Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 29 - Capítulo 29


-E a sua irmã é uma vadia - Paola gritou e a porta do elevador se fechou - Minha nossa, isso foi libertador, put...

-Paola! - Henrique chamou a atenção dela antes que a mesma pudesse completar o palavrão.

-Ata, responsabilidades, eu esqueci - Disse lembrando dessa parte de agora da sua vida - Tá, e o que eu faço agora?

-Como assim o que você faz agora? - Henrique perguntou confuso com a pergunta inusitada.

-Eu já consegui a guarda da Fran... - Disse pegando a pequena no colo - E agora o que que eu faço?

-Você vive, Paola - Henrique disse meio incrédulo por ela não saber isso e ela a olhou um tanto surpresa.

-Sério? Não tem mais nada? Então é só isso? - Ela perguntou surpresa.

-Sim, é só isso - Ele disse rindo - Você realmente pulou o ensinamento da vida sobre família, né?

-É - Paola disse esfregando o nariz dela no de Francesca que riu - Eu não tive muito tempo pra isso.

-Percebi - Ele disse rindo.

-A partir de agora... - Paola começou se dirigindo a Fran - Você será Francesca Carosella...

-Fogaça - Henrique completou fazendo a argentina o olhar com um olhar carinhoso e um sorriso.

-Isso - Ela o olhou e por alguns segundos perdeu o ar.

Se dissessem a Paola de 8 meses atrás que em 2 meses ela iria conhecer um cara que faria tudo mudar, que iria abrir uma porta de sentimentos desconhecidos dentro de si, que ela iria salvar ele de um sequestro, depois ele iria atrás dela na Rússia, depois ele iria dava-la de uma explosão e agora estariam adotando uma garotinha que mais parece um anjo, garanto, ela iria rir.

Paola continuou a brincar com Fran esfregando o nariz dela no da pequena e dando beijos nela, mas no meio segurou Fran com um braço só e com o outro braço pegou na mão do tatuado que a olhou com um olhar carinhoso.

[...]

De volta a casa deles, os três entravam cansados na esplendorosa casa. Henrique já ia deixando tudo em uma pequena mesa na entrada e Fran já ia subindo pra ir pegar seu ursinho. Mas Paola sentiu algo estranho, como se alguém tivesse mexido na casa, como se alguém tivesse invadido e vasculhado tudo. Era estranho, porque tudo estava no lugar em que eles deixaram.

Paola olhou em um segundo a sala por inteiro e realmente tava tudo no lugar. Mas Carosella prendeu o olhar na porta que dava acesso ao jardim que tava meio centímetro aberta.

-Ninguém se mexe - Paola gritou firme pegando a arma enquanto Fran e Henrique paravam e olhavam com certa surpresa pra Paola.

-Paola, você tem que... - Fogaça ia dizendo até que a argentina o interrompeu.

-Alguém entrou aqui - Ela disse seria pra ele que franziu a testa não entendendo como ela chegou aquela conclusão.

-Como você sabe?

-A porta do sala tá aberta - Ela disse apontando pra a porta de vidro que dava perfeita visão do quintal completamente escuro , e foi entrando na cozinha vendo que tinha sim mais coisa - E isso aqui - Ela pegou um caco de vidro um tanto quanto pequeno do chão - Alguém entrou aqui, vasculhou tudo e quando veio na cozinha derrubou um copo. Tentou limpar tudo, mas esqueceu um pedaço.

-Paola, fui eu que quebrei o copo - Henrique disse e a argentina olhou sem garça pra ele - Por que você desconfia de tudo e todos?

-Porque eu não confio em nada nem ninguém - A morena disse o óbvio - Tirando você, a Ana e a Fran.

-A gente pode ter esquecido a porta um pouco aberta - Ele disse especulando.

-Me deixe ser louca, por favor - Paola disse meio chateada por estar errada.

-Sabe o que é isso, lindinha? - Henrique perguntou sussurrando e se aproximando da argentina.

-O que? - Ela sussurrou de volta.

-Instinto de mãe - Ele sussurrou no ouvido dela, o que a fez se arrepiar e deixar ela um tanto surpresa.

-E isso é bom? - Ela perguntou meio confusa.

-Sim - Henrique disse rindo.

-Eu posso subir? - Francesca disse ainda parada no mesmo lugar em que Paola tinha mandado.

-Pode sim, mi amor - Paola disse e viu Francesca subir correndo para o segundo andar.

Carosella se sentou na bancada de frente pra Henrique que se aproximou e se colocou lo meio das pernas dela.

-Preparado para a nova vida? - A argentina perguntou passando as mãos pelos os ombros do tatuado.

-A pergunta é se você tá preparada? - Retrucou a pergunta o que fez Paola suspirar.

-Eu acho que já fiz esse pergunta pra mim muitas vezes - Ela começou a divagar - Vou começar a viver sem um plano. É óbvio que eu vou ter um plano ser algo der errado, mas enfim. Eu quero dizer que vou começar a curtir.

-Vai mesmo se aposentar? - Henrique perguntou se referindo a conversa anterior dele.

-Óbvio que sim, eu posso um dia ter dependido disso pra ter alguma coisa, mas isso já passou. Tá na hora de se transformar em uma pessoa normal - Eça respondeu orgulhosa do próprio pensamento.

-Você tá apavorada não tá?

-Tô - Paola confessou em um suspiro e de repente uma pergunta invadiu sua mente, uma pergunta bem seria pra Paola Carosella - Henrique, você me ama de verdade?

-O que? Claro que te amo - Ele disse sério estranhando a pergunta.

-O amor é um sentimento muito sério, Henrique - Ela começou - Eu não sei nada disso, mas sei que não era pra ser tão instantâneo assim. Era pra ser assim? Tipo em 6 meses eu tá adotando uma garota com você?

-Não, não é - Disse - Mas não somos pessoas normais - O tatuado a olhou com malícia.

Ele começou a beijar o canto da boca da morena e trilhou um caminho até o pescoço começando a beija-lo e chupa-lo. Paola só curtia o momento e sorria pensando aonde isso iria parar. Mas infelizmente o momento não durou muito, os dois foram separados pelo o grito de Francesca vindo do quarto.

Henrique não esperou e foi correndo até a garota, logo Paola sentiu sua espinha esfriar e seu cérebro desligar e ligar de novo. Quando desceu as pressas da bancada sentiu suas pernas fracas e assim que retomou o movimento por completo de seu corpo começou a correr até o quarto.

Assim que a argentina chegou no quarto se assustou por ver Francesca assustada e Henrique paralisado vendo o closet. Ela se aproximou dele e entendeu o motivo da paralisação.

-Meu instintos sempre estão certos - Paola disse se gabando de ter suspeitado lá atrás enquanto os dois observavam uma frase escrita de vermelhos por todo o closet:

"O seu fim está próximo, vadia"

Paola fuzilou com um pouco de ódio a frase sabendo direitinho quem que tinha escrito aquilo. Dessa vez, ela foi longe demais.

-Carine Ludvic, espero que esteja feliz, acabou de ganhar sua morte.



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