História Amor ou Amizade - Capítulo 1


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Palavras 2.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


olha eu aqui de novo. eu nunca paro kkkkkkkk antes de tudo, vcs devem estar se perguntando "por que vc esta postando uma nova história tendo duas pra atualizar?", eu sei, e eu prometo que vou atualiza-las. na real eu sou uma confusão, mas eu peço que não desistam de mim sz
abaixo, vou colocar alguns avisinhos.

— sem plagio!
— esse é um enredo adolescente e clichê. se vc não sabe gostar de uma comédia romântica, se retire.
— os atores/cantores não me pertencem, mas, suas personalidades sim.
— Selena Gomez como Blake Loomis.
Harry Styles como ele mesmo.
Bella Thorne como Jennifer Lancaster.
Alex Peytfer como Noah Maddox.
Debby Ryan como Sue Hastings.
Liam Payne como ele mesmo.
Louis Tomlinson como ele mesmo.
— amor ou amizade tem teaser! o link estará nas notas finais.
— capa pelo heathens design, especificamente, pela daria. peçam com ela!
— desculpem qualquer errinho.

por ora, é isso. tenham uma boa leitura! sz

Capítulo 1 - Aquele do primeiro dia de aula.


Fanfic / Fanfiction Amor ou Amizade - Capítulo 1 - Aquele do primeiro dia de aula.

Blake Loomis.

Em Venice, Los Angeles, o dia amanhece ensolarado como na maior parte do ano. É segunda-feira, mas não uma qualquer. Hoje é o primeiro dia de aula do meu último ano do colegial, no Venice High School. Em partes, esse foi o motivo pelo qual eu não acordei tacando o meu despertador longe, como habitualmente acontece. Isso amenizava um pouco toda a situação frustrante de ter que acordar cedo e conviver, forçadamente, com adolescentes fúteis e aulas entediantes pelas próximas cinco horas. Porque, de qualquer modo, esse era o último ano.

O último ano de todos os olhares tortos e da constante sensação de que não me encaixo.

Fiz o de sempre em uma manhã de colégio. Tomei um banho gelado para acordar, arrumei uma roupa para vestir no meu guarda-roupa — um vestidinho florido, relativamente curto, junto de uma botinha marrom de cano médio nos pés — e uma vez com a mochila em um de meus ombros, desci as escadas de casa em direção à cozinha, no primeiro andar.

Da sala, eu já podia sentir o cheiro tentador de panquecas.

Quando adentrei o cômodo cheiroso, notei mamãe pondo um prato de panquecas na mesa circular. Ela usava o seu típico uniforme de enfermeira e o cabelo preso em um rabo de cavalo bem feito. Como se adivinhasse, a mulher na faixa de seus quarenta anos levantou o seu olhar até mim, sorrindo de forma terna quando percebeu-me na entrada da cozinha.

— Bom dia, querida. Dormiu bem? — ela cumprimentou-me, à medida que eu rumava até a mesa; onde, logo depois, sentei-me na cadeira vaga. Ela passou por mim, deixando um beijo no topo da minha cabeça, e foi até a geladeira de inox do outro lado da cozinha, abrindo-a.

— Eu dormiria melhor sabendo que ainda estou de férias. — comento, resmungona como qualquer outra adolescente normal.

Ainda que minhas férias tenham sido resumidas com Sue forçando-me a acompanhá-la em festas universitárias e entrar em baladas com identidades falsas, aquilo era ainda melhor do que aulas entediantes e adolescentes com complexo de superioridade pelos corredores.

— Pense pelo lado bom: Esse é o seu último ano. — mamãe comentou, sentando-se ao meu lado junto com uma jarra de suco de laranja, a qual repousou na mesa. — É a sua última chance de aproveitá-lo e curti-lo ao máximo. Quando perceber, estará dizendo exatamente isso para a sua filha de 17 anos. Acredite.

Afirmou, beliscando um pedaço da panqueca em seu prato com o garfo.

— Por que? Você se arrepende de algo que não fez na adolescência? — pergunto, interessada no assunto. Pouco comentávamos sobre a adolescência da minha mãe. Não porque ela não gostava, mas sim porque eu nunca dava vazão para essas conversas.

Ela, por outro lado, se mostra pensativa.

— Vejamos… — ela coça o seu queixo, e eu sufoco uma risada com a cena cômica. — Eu me arrependo de não ter aceitado o convite do Chase Penegan para nadar pelada no lago Egg. — ela confessa, e eu entreabro a minha boca, chocada. Sinto minhas bochechas corarem violentamente.

— Mãe! — advirto-a alto, constrangida.

— O que é? — ela se faz de inocente, demasiadamente tranquila.

— Meu Deus, mãe!

— Tudo bem. Você não tem que nadar pelada com um cara para a sua adolescência valer a pena. Quer dizer, a não ser que você quei...

— MÃE! — interrompo-o, àquela altura, querendo cavar um buraco no chão e enfiar minha cabeça — e se possível, meu corpo — dentro. Aquilo estava ultrapassando o nível permitido e aceitável de intimidade entre mãe e filha, certamente.

E tudo o que ela faz é rir, em seguida.

— Tudo bem, eu paro. — ela cede, erguendo os seus braços em forma de rendição. Eu suspiro, em partes, aliviada. — Mas eu adoraria lhe contar sobre minhas aventuras na adolescência.

— Quem sabe... nunca? — sou irônica, sorrindo sem mostrar os dentes. Leslie ri do meu desespero, tomando um pouco do suco. Nesse instante, ouço o som alto da buzina ressoar do lado de fora da casa, anunciando a chegada de Sue. Não poderia sentir-me mais aliviada por isso. Sabe-se lá o que minha mãe poderia me contar se eu passasse mais cinco minutos com ela naquela cozinha. — É a Sue, ela chegou. Tchau, mãe.

Despeço-me um tanto rápida demais, sacando a minha mochila e levantando-me da cadeira.

— Você não vai comer as panquecas?! — ela grita, mas já encontro-me longe o suficiente para respondê-la.

Abro a porta de entrada e a fecho em um estrondo, correndo até o seu Jipe azul fosco estacionado em frente a casa. Acomodo-me no banco do passageiro, sendo recepcionada por um sorriso largo da morena ao lado.

— E aí, gatinha? Vem sempre aqui? — perguntou-me, bem humorada.

Virei meu pescoço para o lado dela, lhe encarando com certa monotonia.

— Para de ser tão rabugenta, garota. Estamos no último ano! Mais animação! — ela repreendeu minha atitude, exalando entusiasmo. Não evito a risada que escapa de minha garganta.

Eu e Sue éramos opostas. Enquanto eu vivia na minha zona de conforto, prezando pela minha tranquilidade, ela era toda desinibida e animada, adorava a atenção que recebia. De todo modo, até dávamos certo uma com a outra.

Assim que a morena engatou a dirigir pelas ruas alegres de Venice, começou a tagarelar, como sempre:

— Ouça. Eu soube que Liam Payne vai fazer uma festinha casual de boas vindas quinta a noite, na casa dele. Eu pensei que nós poderíamos ir. O que você acha? — indagou-me, desviando o seu olhar esperançoso do caminho para mim por breves segundos.

— Uma festa? Como soube? — retruco outra pergunta, franzindo o cenho em estranhamento. Normalmente, o círculo popular do colégio era muito fechado e restrito. O que significava que pessoas como eu e Sue, insignificantes, não estávamos dentro da lista de convidados.

Com os olhos para a sua frente, ela sorri, convencida.

— Existe uma ferramenta chamada Twitter, conhece? — debochou e eu revirei os olhos. — Você deveria fazer um, sabia?

— Eu não sei não, Mad… — respondo, incerta.

Festas não são muito a minha praia.

— Sobre o Twitter?

— Não, sobre a festa. — corrijo-a.

É a vez da morena revirar os olhos.

— Qual é, B. O que você pode ter de melhor para fazer em uma quinta-feira à noite? — encarou-me com certa monotonia.

Arqueio minhas sobrancelhas.

— Definitivamente, encher a cara não é uma das opções. — articulo, rápida demais.

— Achei que poderia ser uma boa ideia. — deu de ombros, tristonha. — Você pode ao menos pensar no caso? — pediu-me, manhosa, levando o castanho de suas íris pidonas até mim.

Concordo em um dar de ombros:

— É justo.

Mad sorri agradecida.

[...]

Em meio às cantorias nada agradáveis de Sue durante quase todo o trajeto até o colégio, finalmente chegamos em nosso destino. Após estacionar o seu Honda na sua vaga do estacionamento de alunos do colégio, adentramos lado a lado o corredor lotado de adolescentes. Muitos transitavam de um lado para o outro, apressados, enquanto outros, por outro lado, conversavam entre si. Cogitei que o assunto em questão eram as férias de verão.

Eu e Sue rumamos até os nossos armários — coincidentemente, próximos um do outro — e nós pusemos a abri-los. Estoquei alguns dos livros que trouxe na mochila e peguei os da próxima aula, de Sociologia. Posteriormente, fechei o armário, encontrando uma Sue escorada no seu. Seu olhar estava longe.

— Já viu quem está do outro lado do corredor? — voltou seu olhar à mim e, logo em seguida, para seu ponto de foco anterior. Virei-me no mesmo instante, seguindo o seu olhar castanho, encontrando Harry junto de seus amigos do time, Louis e Liam. Ele tinhas seus cabelos castanhos curtos desalinhados, usava a sua típica jaqueta do time — em cores vermelha e branca —, uma calça jeans escura e aparentava rir de algo na rodinha do outro lado do corredor.

Estava tentadoramente atraente, embora eu odiasse admitir isso.

Nesse mesmo instante, como se adivinhasse, Harry para o verde de suas orbe aleatoriamente em mim. Em seguida, tendo-me em seu campo de visão, ele exibe seu sorriso de um milhão de dólares, aumentando os batimentos dentro do meu peito automaticamente. Agora, ele parece querer atravessar a caixa torácica. Mas, quando o vejo falar com seus amigos e logo mais se afastar para vir na minha direção, sinto minhas mãos soarem em nervosismo.

Tento ignorar tais sensações a cada passo que ele dá até mim. Para falar a verdade, esse tornou-se um hábito muito comum para mim desde o ano passado, quando tive a certeza de que estava perdidamente apaixonada pelo meu melhor amigo. Obviamente, Harry não sabe desse detalhe. E priorizando pelo nossa amizade de longa data — e que muito provavelmente é uma das coisas mais importantes para mim —, eu nunca nos destinaria a um fim idiota causado pela droga de um sentimento que resolveu surgir de repente.

Uma droga de sentimento que me corrói por dentro há meses. Se eu não dissesse que é frustrante ouvir da boca dele sobre outras garotas e sentir seu toque inocente sobre mim, sem sequer saber dos efeitos que estes causam em mim, seria um eufemismo. É torturante, sim, não poder dizer sobre tudo o que sinto com a pessoa no qual eu nunca menti ou omiti nada. Que, durante quase toda a minha vida, foi meu refúgio. Ele costumava ser um irmão para mim. O que mudou, eu não sei. Não sei como ou quando, exatamente, tudo isso veio à tona. Eu simplesmente… senti.

— Como vai a minha texana preferida? — uma vez diante de mim, o moreno regressa-me de meus devaneios.

Texana. Ele usa esse apelido desde que eu me entendo por gente. Basicamente, porque eu nasci no Texas, embora tenha ficado lá apenas meus dois primeiros anos de vida antes de me mudar com a minha mãe para Venice, em Los Angeles. Nossas mães se conheceram aqui, uma vez que frequentavam a mesma faculdade — embora minha mãe tenha cursado enfermaria e Alisha, economia. São melhores amigas desde então. Nitidamente, isso meio que acabou influenciando, também, na nossa amizade. Crescemos juntos, praticamente.

Abracei-o apertado, sendo retribuída na mesma intensidade.

Harry tinha um aroma forte de perfume masculino e a firmeza de uma rocha nas mãos, que pousaram-se em minha cintura. Uma descarga elétrica passou por todo o meu corpo com o seu toque.

— Senti sua falta, panaca. — soo indiferente — apesar do meu coração estar batendo a 100 por segundo dentro de mim e eu estar com meu ventre formigando incessantemente — assim que partimos o abraço. Em seguida, bagunço o seu cabelo, apenas pelo prazer de receber uma feição de descontentamento em troca da minha atitude.

Acabo rindo.

— Oi para você também, Harry. — Sue surge de repente entre nós, fazendo com que nós virássemos para ela. Harry ri para a morena baixa, finalmente percebendo-a.

— Ah, e aí, Mad. — acenou com a cabeça. — Você por acaso viu o Joshua por aí?

Ele provocou, sorrindo maldosamente.

Joshua Maddox fazia parte do time de football do colégio, e era também um grande amigo de Harry nas horas vagas. Não tanto quanto Louis ou Liam, mas eles sentavam na mesma mesmo no refeitório. Isso deveria significar algo. A questão é que Sue sempre teve uma pequena paixãozinha nada secreta pelo loiro de físico atlético desde a nona série, mas nunca conseguiu de fato se aproximar do atleta por motivos de vergonha. Tratando-se de Sue, isso soa inacreditável, eu sei, entretanto, é a mais pura verdade. Suponho que seja por ele ser um dos garotos mais cobiçados do colégio, também — ao lado de Harry —, isso agrave sua insegurança — que ela não deveria ter, aliás.

Sue dá uma risada para lá de falsa para Harry.

— Pode continuar rindo de mim, Styles. Mas caso você não saiba, eu elaborei uma nova tática para esse ano. — gabou-se, sorrindo maldosamente. — Desse ano ele não me escapa.

Lançou-nos uma piscadela esperta.

Arqueei minhas sobrancelhas para ela.

Dessa eu não sabia.

— Que ótimo. Estamos torcendo por você há… Deixa eu ver... — Harry olha para cima, fingindo pensar. Eu, por outro lado, sufoco uma risada muito em vão. — Três anos.

Constatou, debochado, e Sue lhe respondeu com uma careta boba.

Aquilo só fez com que nós explodíssemos em risada.

— Que seja, idiotas. Eu já vou indo. — Sue ajeitou sua postura, segurando os livros contra seu peito. Ela me encara, enfim encontrando minha feição de confusão. Quer dizer, o sinal nem sequer havia tocado. — Aula de economia, o Sr. Fitz detesta atrasos. — explicou, como se houvesse lido meus pensamentos, revirando os olhos em insatisfação.

— Bem-vinda de volta.

— Ao pesadelo, só se for. — replicou, tirando-me uma risada nasal. — A gente se vê no intervalo. Tchau, Harry. — Harry acena com a mão para ela, ainda sorridente. — E pensa com carinho naquilo! 

Ela grita para mim, antes de nos dar as costas e seguir definitivamente seu caminho pelo corredor amontoado.

Eu sabia que ela referia-se à tal festa. E assim que volto-me ao esverdeado, encontro um semblante meio perdido.

— Pensar no que? — questionou, curioso. — Eu perdi algo?

Eu arqueio as sobrancelhas, surpresa com a sua curiosidade notável, abraçando meus livros e ultrapassando o seu corpo em silêncio. A partida de Sue me lembrou que eu tinha que ir para a minha aula de Sociologia logo.

Como o previsto, Harry me segue.

— Obrigada por responder. — foi irônico, já ao meu lado.

Soltei uma risada, ainda com a atenção fixa à minha frente.

— Ah, era só uma festa daquele seu amigo. — dou de ombros, indiferente.

— Liam? — encaro-o, assentindo. Ele parece ligar os pontos. — E você vai?

— Hm… Acho que não. — faço uma careta, ainda com meus olhos fixos no moreno ao meu lado. Acabo notando que suas mãos estavam enfiadas no bolso de sua calça e em como ele passa a língua pelos seus lábios, calmamente.

Por um momento, me perco neles. Eram tão… beijáveis.

O que? No que eu estou pensando? Santo Deus, Blake! Larga dessa.

— Entendi. — ele assentiu. — As festas não fazem muito o seu estilo, de qualquer modo. — opinou e eu paro quase que automaticamente com os meus passos no corredor, enquanto ele segue até certo ponto. Pelo menos, antes de perceber minha ausência e virar-se para trás, notando-me parada, com uma feição não tão contente no rosto.

O que ele havia dito mesmo? Que eu não era bem de ir a festas?

Ok, aquilo meio que me chateou.

Eu podia, sim, querer ir a uma festa. Qual é.

— O que você quis dizer com isso? — pergunto, franzindo o cenho.

Harry umedece seus lábios rapidamente, como quem sabe que falou besteira.

— Olha, eu não quis te ofender, B. Quer dizer, você faz mais o tipo de ler um livro em casa, numa sexta a noite, do que ir a uma festa e beber, entende? — ah meu Deus, aquilo estava ficando cada vez pior.

— É, mas eu posso estar cogitando, sim, ir a festa, ok? — ajeito minha postura, empinando meu nariz na tentativa de passar seriedade para o moreno à minha frente.

Harry solta uma risada nasalada que chega a me ofender.

— Ah, tá bom. — é debochado.

Aquilo ferve-me por dentro.

Era tão impossível de acreditar assim?

— Quer saber, Harry? Eu vou sim a essa festa. — decido, séria, no calor do momento. Harry arqueia uma de suas sobrancelhas, surpreso. — Agora eu já vou.

— Não quer companhia até a sala? — pergunta-me, conforme eu passo ao seu lado pisando fundo.

Nem dei-me ao trabalho de respondê-lo e segui meu caminho sem olhar para trás, deixando-o parado no meio do corredor.


Notas Finais


e ai? gostaram? odiaram? acharam tolerável?
de qual personagem vcs mais gostaram?
comentemmmmmmm! irei adorar ler suas opiniões sz
o teaser: https://youtu.be/fHmNN9vUELA
peçam com ela!!! sz
um beijao!
até o próximo!


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