História Amor ou Submissão? ( Min Yoongi) - Capítulo 1


Escrita por: e Min_Nininha

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, EXO, Got7
Personagens Jackson, JB, Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Mark, Min Yoongi (Suga), Oh Se-hun (Sehun), Park Jimin (Jimin)
Tags Submissão
Visualizações 5
Palavras 917
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Amor ou Submissão? ( Min Yoongi) - Capítulo 1 - Prólogo

Desde pequena, eu sou o que as pessoas chama de antissocial. Nunca tive muitos amigos, no máximo alguns colegas de trabalho. "Mas como o do tempo isso mudou", é isso que você espera que eu diga, não é mesmo? Não, se eu dissesse isso estaria mentindo. Talvez, com o passar dos anos, eu poderia ter mudado quem sabe até ter uma melhor amiga, mas uma coisa me impedia de ter uma amiga: parei de ir para a escola.

Quando eu estava no primeiro ano do ensino médio, meus pais me disseram que teríamos uma visita e me pediram para ficar no quarto, pois era conversa de adulto. Eu que sou muito curiosa, claro que não pude obedecer a curiosidade é sempre maior. Desci a escada com passos lentos - quase sedosos - e parei no meio da mesma, me escondendo atrás do corrimão, de onde estava dava para ver o hall de entrada. Fiquei realmente surpresa, meu queixo caiu no chão e, provavelmente, eu estava babando com a visão que tive ao olhar direito para o lugar - não me julguem, não é todo dia que tem a personificação da beleza na sua porta conversando com seus pais.

Parado em frente à porta se despendido de meus pais, estava um homem de arrancar suspiros. Aparentemente poucos anos mais velho que eu. Nunca fui muito de ficar olhando para os meninos, como minhas colegas faziam, várias pessoas já me perguntaram até se sou lésbica, só porque nunca viram eu ficando com ninguém. Mas a verdade é que eu simplesmente não sinto interesse por nenhum garoto daquela escola, simplesmente, nenhum chama minha atenção. Não como este homem.

Ele vai embora e meu pai fecha a porta, logo se virando e me encontrando ali parada. Ele parece surpreso em me ver ali, dou um sorriso sem graça. Poxa, não queria ser pega os desobedecendo.

– Não pedimos a você que ficasse no quarto? - pergunta minha mãe em tom de repreensão – Há quanto tempo está aí?

– Não muito - respondo e termino de descer a escada me aproximando dos dois e já esperando pelo sermão.

– Tudo bem - diz meu pai abraçando minha mãe de lado e dá um selar rápido na mesma, fazendo com que ela deixasse escapar um sorrisinho bobo, ele sempre sabe como acalma-la.

Ela suspira e sai dos braços dele indo em direção a cozinha, provavelmente preparar o jantar. Assim que some de nosso campo de vista, nos lançamos um sorriso cúmplice. Sempre foi assim, meu pai e eu sempre fomos próximos. Quando eu faço algo de que não devia, ele me ajuda e quando faço algo errado, ele senta comigo e conversa, sem gritos.

– Então... Quem era aquele homem? - pergunto ao me lembrar do platinado, a curiosidade é mato aqui e não conseguiria dormir sem saber quem era aquele. Meu pai passa a mão pela nuca e me olha sem jeito.

– Ele é alguém que conhecemos. Veio conversar sobre negócios. - percebi que sua resposta foi evasiva, mas decido ignorar isso e deixar o assunto de lado por hora. Talvez mamãe me conte depois.

– Vamos ver um filme? - pergunto animada, já fazia algum tempo que queria ver um filme lançado recentemente.

– Claro, vai escolhendo o filme e arrumando as coisas, enquanto isso, vou na cozinha ver se sua mãe precisa de ajuda. - concordo contente, ele leva a mão à minha cabeça bagunçando meus cabelos e se afasta rindo de minha expressão.

Enquanto ia até a TV colocar o filme, meus pensamentos voltam para o platinado bonito. O que será que ele veio conversa? Bom, a agora isso já não importa, provavelmente nunca mais irei vê-lo como todos os outros "caras de negócios" do papai. Ou pelo menos era isso o que eu pensava.

° ° °

Algumas semanas depois, meu pai me chamou para conversar e disse que eu passaria a ter aulas em casa com uma professora particular. Não fui contra isso já que não faria muita diferença, mas fiquei surpresa pelo repentina mudança. Quando perguntei o por quê, ele apenas disse que parecia o melhor a se fazer. Continuei confusa, mas eles sempre davam respostas evasivas então não adiantava perguntar muita coisa.

Dias depois, desci as escadas e vi na sala aquele que eu achei que nunca mais viria, o homem de pele clara e cabelo platinado estava ali novamente. Minha vida estava se tornando um mar de confusão, o que me deixava desconfortável .Voltei rápido para as escadas e as subi e me tranquei no quarto, não queria ser pega observando eles.

Logo as visitas dele se tornaram frequentes, me sentia estranha algo nele me atraia mas ao mesmo tempo algo me deixava desconfiada e me enchiam de perguntas. Quem era ele? Por que ele está vindo na minha casa? Papai está com problemas para fechar o acordo? Por que do nada mamãe pegava minhas roupas para conferir tamanho, cores e quais estilos eu gostava? Não tinha respostas alguma.

E assim seguiu até o terceiro ano do ensino médio, quando completei 17 anos. Eu passava o dia em casa com minha mãe, tinha minhas aulas durante a tarde e à noite esperava ansiosa a hora em que meu pai chegava para podermos continuar assistindo sagas e mais sagas de filmes. E também havia os dias em que Ele vinha, não me disseram seu nome e nem perguntei. E essa era minha rotina, eu até era feliz.

Mal sabia eu que tudo mudaria, da água para o vinho, com uma simples assinatura.



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