História Amor, paixão e desejo - Capítulo 16


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Categorias Bleach
Personagens Aizen Sousuke, Byakuya Kuchiki, Cirucci Sanderwicci, Grimmjow Jaegerjaquez, Hinamori Momo, Hirako Shinji, Hiyori, Ichigo Kurosaki, Ikkaku, Isshin Kurosaki, Izuru Kira, Karin Kurosaki, Kenpachi, Kensei Muguruma, Kon, Mashiro Kuna, Nanao Ise, Nelliel Tu Odelschwanck, Nemu Kurotsuchi (Nemuri Nanagou), Nnoitra Gilga, Orihime Inoue, Rangiku Matsumoto, Renji Abarai, Retsu Unohana, Rukia Kuchiki, Sado Yasutora, Shihouin Yoruichi, Shunsui Kyouraku, Shuuhei Hisagi, Soi Fong "Soifon", Szayelaporro Granz, Tatsuki Arisawa, Tier Harribel, Toushirou Hitsugaya, Ukitake, Ulquiorra Schiffer, Urahara Kisuke, Uryuu Ishida, Yadoumaru Lisa, Yashiro, Yumichika
Visualizações 48
Palavras 6.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amores!!!

Eis que chegamos ao penúltimo capítulo, e espero que gostem desse finalzinho de trama!

Sem mais delongas, desfrutem!!!

Capítulo 16 - O tempo é o senhor da razão - Parte I


Fanfic / Fanfiction Amor, paixão e desejo - Capítulo 16 - O tempo é o senhor da razão - Parte I

 

Dois anos depois...

 

Sentada no banco de uma pracinha, a bela morena de olhos turquesas tinha o seu mirar focado na pequena bebê, que brincava alegremente num cercadinho de areia, alheia à tudo o que se passava à sua volta. A inocente criança enchia alguns pequenos baldes de plástico com a substância arenosa, assim como as muitas forminhas comuns nesse tipo de kit de praia, montando verdadeiras esculturas que no fim, não tinham forma alguma. Ria sozinha, ato típico da euforia infantil, e com suas fofas mãozinhas, agarra a estrutura precária, a destruindo entre os seus dedinhos, por onde a fina areia escapa, sob o castanho olhar curioso da mesma.

Lisa sorri. Admirava sua pequena filhinha como se ela fosse a maior preciosidade desse mundo, o que realmente o era. Apesar do pai ser um verdadeiro monstro, ela amava aquela criaturinha. Acompanhar seu desenvolvimento por nove saudáveis meses em seu ventre, e logo depois tê-la em seus maternos braços, foi algo que tornou-se a sua maior alegria, sua maior motivação para viver e continuar a lutar por tudo o que sempre acreditou.

Suspirou pesadamente, mas logo um terno sorriso voltou aos seus lábios tão somente em escutar outra vez a risadinha gostosa e despretensiosa de sua bebê. Na realidade, às vezes essa melancolia lhe abatia, pois não tinha um dia sequer, nesses dois anos que se passaram, que não recordasse daquela noite. Seu coração ficava apertado, pois sentia um ódio imenso por Aizen tê-la sacaneado daquele jeito tão baixo, mas, as lembranças daquele tórrido sexo feito por eles, ainda a queimava por dentro. Era contraditório, mas, infelizmente, inevitável de se sentir.

Perdida em seus devaneios, ela sente o seu ombro ser tocado, e ao olhar para trás, dá de cara com um sorridente Shinji, que de ponta cabeça, a cumprimenta com um beijo na bochecha.

- Trouxe a Riyoko pra brincar? - se põe de pé, enquanto olha para onde a bebê estava, e vê que sua amada Momo está sentada, brincando junto à pequena.

- Sim, mas… estou esperando o Szayel Aporro. - inspira bastante ar - Ele vai trazer os testes definitivos, e confesso que estou bem nervosa.

- Relaxa… - senta ao lado dela e segura de leve as suadas mão da moça - Já fez outros testes antes, e todos deram negativos para a presença da reiatsu do Aizen.

- Eu sei, mas, esses são exames mais complexos, e vão indicar se o contato com ele poderá influenciá-la de alguma forma. - passa as mãos no rosto, para depois repousá-las por sobre as coxas - Tenho que resolver de vez essa situação antes de tomar posse da capitania da 8ª Divisão, pois se o Kyoraku descobre…

- Lisa, Lisa, Lisa… - o loiro ri de canto - Você às vezes é tão ingênua que nem parece ter séculos de vida. - seu tom fica mais sério - Acha mesmo que Kyoraku não sabe? Como crê que sem uma ordem direta do Todo Poderoso Comandante do Gotei 13, o Mayuri iria dar um laboratório auxiliar no porão do 12º Esquadrão para um Espada? E com o Ggio, que nunca foi cientista, como auxiliar dele? Não seja tola. Shunsui pode não saber o que houve com detalhes, mas basta olhar para a sua filha, que qualquer um já sabe quem é o pai. Ele só não te chamou pra conversar ainda porque deve estar esperando escutar toda essa história da sua própria boca, e pra não te expor, mexeu seus pauzinhos para continuar mantendo isso em segredo, ficando essa verdade somente entre nós, e agora, também com os dois patetas agregados que a Mashiro e Hiyori arrumaram.

- Ai Shinji… - dá um tapinha no ombro dele - Não fala assim dos meninos… eles tem me ajudado bastante com isso, pois desde os primeiros meses de gestação, o Szayel se arriscou em fazer muitos exames sem o consentimento do lunático do Kurotsuchi, e sabe que ele poderia ter sido severamente punido por isso, não sabe?

- Sei… - revira os olhos entediado - Tenho que dá o braço à torcer… eles tem feito um bom trabalho e se mostrado muito amigos e prestativos.

- Assim como a Momo, que também sabe de tudo, e nunca me julgou por isso. - volta o seu olhar para a morena que ainda brincava com sua filha - Aliás, ela fica tão linda assim, brincando com a Riyoko… não pensam em ter um bebê? Afinal, já se casaram faz um bom tempo.

- Não… já temos um gato! - fala despreocupado, enquanto a ex-Tenente dá um leve empurrão nele.

- Shinji!! - balança a cabeça negativamente e ri com gosto, pois seu amigo era uma figura.

Ela ia dizer alguns impropérios ao seu velho companheiro, quando ao longe, avista a figura do esbelto rapaz de cabelos rosa, de mãos dadas com Mashiro, e do moreno de olhos cor de mel, que vinha abraçado à Hiyori.

Os quatro se aproximam, e logo a loirinha saúda seu amigo com uma língua bem dada, que é retribuída por ele com uma careta mais monstruosa ainda, fazendo Ggio olhar para os dois e balançar a cabeça derrotado, pois, por mais que amasse sua pestinha sardenta, nunca entenderia essa implicância entre eles.

Com um singelo beijo na testa de Lisa, Szayel a cumprimenta, e dá um forte aperto de mão em Hirako. Logo em seguida, tira debaixo do braço um envelope, e neste, estavam os resultados dos últimos testes realizados com as reiatsu de Aizen e de sua inocente filhinha.

- Pode respirar aliviada, Lisa. Ryoko não tem nenhum resquício da reiatsu do calhorda do Sosuke, e esta, definitivamente, não causará influência alguma na reiatsu dela, então, será impossível que ele consiga manipulá-la algum dia.

A Vizard retira os muitos papéis do envelope, e os folheia com suma atenção. Depois que comprova que o que foi dito por Aporro é seguro, ela dá um longo suspiro, e chora sem sentir.

- Não sei como conseguiu essa proeza, mas… sua filha tem a reiatsu de um Shinigami comum, com poderes bem modestos, próprios de qualquer aprendiz. Posso afirmar com convicção, pois comparei com as amostras cedidas pela Momo, e também com as suas e de seus outros amigos Vizards.- ele se lembra de algo, e volta a falar eloquente - Ah! Já ia me esquecendo: ela também não herdou seu lado Vizard, pois também fiz testes com amostras minhas e de Ggio, e se comparar, Arrancars e Vizards tem a tanto reiatsu, quanto o sangue, com quase as mesmas composições e complexidades.

Emocionada, ela se levanta e abraça o 8º Espada, que retribui o carinho, seguido de Mashiro e Hiyori.

Momo presencia a cândida cena com a pequena Riyoko em seus braços, e uma poucas lágrimas também rolam por seu alvo rosto. Era um momento feliz, pois Lisa, apesar de ninguém fazer ideia de como, foi exitosa em livrar sua filha da maldade de Aizen.

Ao fundo, Kensei, Love, Rose e Hachi sorriem satisfeitos, pois todos torciam para que Yadomaru pudesse enfim, ter a paz de espírito que tanto merecia.

Com um pigarrear, Shinji interrompe a cena, e é logo repreendido por Sarugaki, que lhe dá um forte soco na cabeça.

- Tinha que ser você a estragar o clima, “careca”...

Com um olhar entediado, ele ignora a franzina loira, e fala bastante compenetrado.

- Sabe o que tem que ser feito agora, não é, Lisa?

- Sei… - seu olhar perde o brilho - Podem preparar tudo, pois amanhã, irei levá-la para ele poder conhecê-la.

- Nesse último ano, a reiatsu de Sosuke está mais agitada do que o normal. - diz o sempre observador Rose.

- Os outros no Sereitei podem não ter notado, mas nós, como Vizards e agora novamente Capitães, detectamos com certa facilidade as oscilações de humor dele, e te digo: estão piores a cada dia que passa. E isso significa que corremos um risco em potencial se ele resolver sair de lá pra tirar satisfações pelo seu atraso. - Kensei fala seriamente, tendo a concordância dos demais Vizards presentes.

- Sim… eu entendo a preocupação de todos, mas, eu tinha que ter certeza de que minha estratégia deu certo, pois não quero perder minha filha para a perversidade dele. - pega a menina dos braços de Momo, e a beija com muito amor- Ela é a minha felicidade, não poderia arriscar…

- Sabemos disso, e tenha convicção de que sempre pode contar com todos nós. - Hinamori acaricia delicadamente o rosto da futura Capitã -  E amanhã, tudo isso terá um fim, acredite!

- Sim… tudo irá se acabar amanhã…

 

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No dia seguinte…

 

Com passos vagarosos e um olhar atento, a linda Yadomaru sente um nó em sua garganta, e um calafrio correr todo o seu corpo. Aperta sua bebê contra si protetoramente, e lhe dá um beijinho nas fofas bochechas, e esta, dá uma risadinha ante o gesto de sua mãe. Outra vez estava naquele horrendo lugar, e novamente o via sentado em sua cadeira. De onde estava, tinha a visão de seu perfil, e notou que ele não estava com as faixas que o selavam à sua prisão, e por um segundo travou. Ficou paralisada no lugar onde estava, sem conseguir mover um músculo sequer.

Viu quando ele se levantou com a maior facilidade da cadeira-prisão, e como num filme em câmera lenta, se aproximava de si, com um semblante, que à princípio, lhe pareceu um tanto sombrio. Estava todo de preto, charmoso e elegante, imagem esta que fez seu coração acelerar. Não queria e nem podia se sentir assim… ele não valia nada! A fez sofrer com sua sordidez, e também à muitos outros, mas… a verdade, é que ele a marcou de um jeito tal, que por mais que se esforçasse, não conseguia esquecê-lo.

Com sua costumeira altivez e soberba, ele fala com a voz imponente.

- Porque demorou a vir? Creio que fui bem claro quando disse que queria vê-la assim que nascesse.

- Só seu eu fosse muito estúpida para fazer tal sandice. - o encara sem temor - Tinha que ter absoluta certeza de que ela jamais sofreria com a sua nefasta influência, e somente quando isso me foi garantido, eu decidi trazê-la.

Ele fica visivelmente descontente com a afirmação de Lisa, mas não acredita que ela tenha tido êxito em algo tão complexo como extinguir sua reiatsu da pequena neném.

- Deixe-me segurá-la. - estende seus braços para pegar a criança, que lhe é entregue pela Vizard, ainda que a contra gosto.

Aizen segura a menina em seu colo, e esta, muito risonha, passa suas mãozinhas pelo rosto dele, tateando toda a face masculina, e enredando seus dedinhos na mecha castanha que lhe caía nos olhos. Mais risos são emitidos pela criança, que ao ver um pequeno esboço de sorriso no rosto do adulto que a segurava, balbucia baixinho.

- Pa… pa… - bate palminhas e repete contente - Papa...

Lisa leva as mãos à boca, embasbacada com o que ouviu. Riyoko nunca o tinha visto, nem mesmo por fotografias, então, como o reconheceu? Como sabia que ele era seu pai? Por um momento ficou temerosa em sua estratégia ter falhado miseravelmente, mas ao ver a seriedade de Sosuke, voltou a ter esperança de que tudo tinha saído como planejou.

- Qual o nome dela? - indagou enquanto acarinhava os castanhos e ondulados cabelos da bebê.

- Riyoko. - diz ainda impressionada em como sua filha estava à vontade com ele.

- Riyoko… belo nome. - diz sincero, enquanto anda com a menina nos braços, a levando para perto da cadeira - Vejo que Kisuke mais uma vez me superou, e te deu uma solução para o seu “problema”, pois não sinto vestígios do meu reiatsu nela. - seu tom é debochado.

- Por incrível que pareça, dessa vez, Kisuke não teve nada a ver com isso, pois somente recorri à algumas de suas anotações no auge do meu desespero. Porém, a solução de fato, foi você mesmo quem deu.

Ele levanta uma de suas sobrancelhas totalmente intrigado, enquanto sentava no chão para brincar com sua filhinha.

- Do que está falando?

- Falo que sempre teve como seu maior trunfo o desespero e o temor de todos, de que qualquer coisa que venha a fazer, não tenha solução, à não ser com sua direta interferência, e te digo que tem razão. Até certo ponto. - dá alguns passos, se aproximando dele - Acontece, que naquela mesma noite, eu tive clareza e discernimento de deixar a agonia de lado, e procurar uma saída em definitivo para esse “problema”. - assim como ele, Lisa abusa do deboche em sua argumentação - Nas anotações do Kisuke, encontrei qual era o verdadeiro poder do Hougyoko.

O ex-Capitão agora se vira, e mira diretamente à mulher que lhe fala.

- Mesmo que este o tenha rejeitado, ele continua fazendo parte de ti, pois esta fusão não pode ser desfeita, sendo assim, Riyoko, como sua filha, também tem esse poder em suas veias, e este consiste em…

- Realizar os mais profundos desejos de quem está à sua volta… - o atônito homem completa a frase.

- Sim. O que fiz, foi somente desejar com toda a fé do meu coração, por todos os dias, desde que descobri essa verdade, que meu bebê não tivesse resquício nenhum de sua maldade, e que também não fosse uma Vizard como eu. Não teve um só dia, até a presente data, em que eu não implorasse e desejasse com todas as forças, que ela fosse uma criança comum, exatamente como qualquer outra no Rukongai. - o olha vitoriosa - Creio que tinha como certo, que devido à minha angústia, eu não ia sequer cogitar a possibilidade de procurar por algo assim. Mas, para minha sorte, apesar do fato de ter ficado fora de combate, aliás, por culpa sua, Urahara fez anotações detalhadas das batalhas do dia da sua queda, inclusive, as relacionadas ao poder do Houkyogo, e com isso, pude te derrotar dentro do seu próprio jogo.

O belo homem se levanta, deixando com a criança um objeto que lembrava um cubo mágico, para ela se entreter. Se achega à Lisa, e esta não evita suspirar, pois a simples proximidade dele a perturbava substancialmente.

Temendo cair em tentação, ela se vira. Não queria olhá-lo nos olhos assim... tão de perto.

Ele dá um meio sorriso. Sabia que ela o evitava pois sentia algo por si, exatamente como ele próprio, ao longo desses dois anos, sentiu por ela. Encostou sua testa na parte de trás da cabeça dela, e aspirou o perfume dos negros cabelos, que exalava uma suave nota de baunilha, a qual tanto gostava. Uma nostalgia o remeteu diretamente àquela noite, mas, sabia que esta, jamais voltaria a se repetir.

Pôs suas mãos nos ombros tensos da Vizard, que foi tomada por um calor sem igual. Porém, manteve-se em sua postura fria e impassível.

Ele chegou seu rosto perto do ouvido dela, e com serenidade, falou baixinho.

- Touché Lisa. Você venceu.

Ela arregala os olhos, sem acreditar que ouviu tais palavras pronunciadas pelo tão presunçoso homem.

O castanho lentamente a vira para si, e ver a face desconcertada dela, o fez estreitá-la contra seu corpo, e com a voz rouca, ele continua a falar.

- Tenho que admitir que não pensei que fosse inteligente o suficiente para chegar à essa conclusão, e peço desculpas por te menosprezar dessa maneira. - seus dedos tocam a pele aveludada da face feminina, que fecha os olhos ao receber tão gentil contato - Detesto quando algo que planejo tão cuidadosamente dá errado, mas no seu caso, não me sinto frustrado por ter arruinado meus planos, pois o que de fato queria, era conhecer minha filha, e também te ver… sentir seu cheiro, tocar sua pele...

Ela se afasta rapidamente, repelindo os toques do ex-Capitão, mas ele a traz para si novamente, e ela, irritada por sentir-se impotente, fala quase chorosa.

- Para de mentir, seu cretino! Vai dizer que realmente se importa com Riyoko? Que o que acontece ou não comigo te interessa?

- Só porque Riyoko não serve mais para os meus planos futuros, não quer dizer que eu não tivesse real interesse em conhecê-la, pois ela é minha filha, tem o meu sangue, e nada, por mais que nunca possamos nos ver outra vez, vai mudar esse fato! - se exalta um pouco, mas logo se recompõe - E quanto à você…

- Quanto à mim…? - questiona receosa.

O castanho nada fala, pois toma a rosada boca com um beijo amoroso e delicado, que pegou a Vizard literalmente de surpresa, a deixando totalmente rendida diante desse inesperado contato. As línguas se reencontram com suavidade, e do mesmo jeito bailam num ritmo calmo, pacífico. Pousadas na fina cintura, as másculas mãos apertam com leveza as curvas femininas, colando seus corpos quentes e excitados. Ambos estão absortos, pois esperavam há muito por beijarem-se outra vez… por mais uma vez trocarem um ósculo tão cheio de intensidade e sentimentos.

Por falta de ar se separam, e envergonhada, Lisa abaixa a cabeça, e se abraça, pois a culpa por gostar de estar com ele outra vez a consumia.

Ele toca o queixo da morena com as pontas de seus dedos, e cortesmente, faz a moça encará-lo de frente, e, com a voz tranquila e amena, fala com naturalidade.

- Não se culpe por sentir-se assim, pois o único responsável por essa situação sou eu. Joguei perigosamente, e em uma área onde não é bom fazer apostas tão altas. Acreditei piamente que sairia ileso de tudo isso, mas não contava que eu fosse… sentir algo que não sei explicar por ti. - volta a acarinhar o rosto de Lisa, que não resiste, e chora algumas poucas lágrimas - Não te recrimino por rechaçar esse sentimento, pois eu... estou condenado. - seu semblante fica entristecido - Não digo em relação à essa bobagem que o Sereitei chama de condenação, mas falo quanto ao meu ser, a minha essência… jamais poderei ser aquilo que você merece, nunca poderei ser um pai de verdade para Riyoko, e o melhor que tem a fazer, é me repudiar, como tem feito ao longo desses dois anos. - dá um singelo beijo na testa de Lisa, que seca as insistentes lágrimas que insistem em cair - Seja feliz Lisa… crie nossa filha o melhor que puder, e… - as palavras doíam ao serem por si pronunciadas - Se encontrar alguém que te ame, retribua.

Se afasta, e vai até onde a bebê brincava com o cubo dado por ele, a tirando do chão, e lhe dá um caloroso beijo em sua testinha, a abraçando depois com carinho. De frente para a morena, ele lhe passa a neném, que faz beicinho, pois não queria sair do colo de seu pai.

Aizen dá mais um beijo na menina, que de repente, fica sonolenta, e começa a se aninhar no ombro da mãe para dormir. Ele sorri ao ver a cena, e antes de voltar para a sua cadeira-prisão, toca sutilmente os lábios de Lisa com os seus.

- Adeus...

Engolindo o choro, e se mantendo firme, ela também se despede em definitivo.

- Adeus, Aizen… - e com passos firmes, ela e a pequena Riyoko, desaparecem de uma vez por todas daquele lugar.

Sentado, Sosuke inspira profundamente e reflete em sua existência. Nunca deu valor ao que tinha, pois sempre achou que o que possuía era ínfimo diante de tudo o que poderia ter aos seus pés. Mas agora, via que suas ambições desmedidas só o levaram à um poço sem fundo, à um beco sem saída, de onde jamais poderia retornar, nem se um dia quisesse, como agora, que tinha a oportunidade de realmente ser feliz nas mãos, mas não pôde fazê-lo, pois se conhecia… sabia que sua “normalidade” não iria durar muito, e que destruiria as vidas de mais duas pessoas, sendo que uma delas, era parte de si.

Olhou ao seu redor, e novamente se viu sozinho. Mas, dessa vez, não iria se lamentar. Sabia que Lisa era a mulher mais forte que conheceu, pois ela o derrotou, o suplantando em seu plano, e o expondo à um sentimento ao qual ele não sabia elucidar e nem sabia lidar. Tinha certeza de que ela seria de fato feliz com a sua filha, e que isso somente seria possível, bem longe de si.

 

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Três meses depois…

 

Embalados pelas batidas de I’m the one, num dia de clima ameno e um com um tímido sol que brilhava entre as nuvens, bem atípico para o inverno japonês, Rukia e Ichigo dançavam contentes, rodeados por seus amigos e família, comemorando mais um aniversário da pequena Shinigami, e também o fato de terem finalmente adquirido um lar para chamar de seu. Trocavam alguns singelos beijos enquanto se deixavam levar pelo ritmo da canção, sendo observados ao longe pelos dois veteranos do Gotei 13, que aproveitavam a ausência de suas respectivas esposas, que estavam mais adiante vigiando as estripulias do pequeno Akira, filho de Shunsui, para tratarem de um assunto confidencial.

- Então… conversou com Yadomaru? - o platinado perguntou curioso.

- Sim. - o moreno passa as mãos pelos seus longos cabelos encaracolados, visivelmente exausto - Foi uma conversa… difícil, digamos assim.

- E… é como desconfiávamos? A Riyoko é filha do...

Kyoraku acena em positivo, e depois dá uma longa tragada em seu cigarro.

- Ela me contou tudo o que houve, e… não a culpo. Foi algo que fugiu ao seu controle, mas, que não voltará a se repetir.

- Sei… - Juushirou toma alguns goles de seu refrigerante e mira a aludida que estava mais adiante conversando com Shinji e Momo - Fico feliz que tudo esteja esclarecido, e que ela não tenha rejeitado substituí-lo na 8ª Divisão por conta disso.

- Não… - ri de canto - Conheço a Lisa, e sei que ela não foge das responsabilidades, tanto que Riyoko está aí, como prova disso. - se espreguiça e dá um demorado bocejo - Ai, ai… quem diria que ficar no lugar do velho Yama ia ser tão cansativo?

- Não reclame Shunsui. - ri com gosto - O pobre merecia um descanso, juntamente com o fiel Sasakibe, não acha?

- Acho… - coça um pouco a cabeça - Mas preferia os meus bons e velhos tempos como Capitão e… - não termina de falar, pois Nanao coloca o menino no colo de seu pai, e fala um pouco irritada.

- Agora é a sua vez de ficar com ele, pois vou com a Halibel comer alguma coisa.

Pega a loira pela mão, e rumam até a uma grande mesa de aperitivos, enquanto os homens dão de ombros, e tentam entreter o agitado menino.

 

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Neste mesmo local, Shuhei prepara um farto pratinho com variados tipos de salgadinhos e frios, e os leva com um generoso copo de suco para Cirucci, que sentada perto de uma árvore bastante frondosa no quintal da casa, acaricia sus discreta barriga de quatro meses de gestação. O belo exemplar masculino entrega o que trouxe à sua noiva, que aprecia cada salgadinho como se fosse a coisa mais gostosa que já comeu na vida.

- Hummmmm… não imagina a vontade que eu tinha de comer todas essas delícias do Mundo dos Vivos.

- Imagino sim. - sorri contente e beija o topo da cabeça dela - Quer mais alguma coisa? - indaga preocupado.

- Por enquanto tá bom. Obrigada amor. - ela aponta para a cadeira ao lado - Senta um pouquinho aqui e come comigo. Essa gravidez tá me deixando muito carente… - faz cara de tadinha.

- Claro! Como quiser, meu anjo... - ele se senta, e observa uma inquieta Rangiku passando à frente deles, usando um vestido largo, estilo envelope, de mangas compridas, que a deixava com uma aparência mais velha do que realmente tinha - Cirucci… a Ran tá tão esquisita ultimamente, não acha?

- Mas é normal ficarmos meio surtadas quando engravidamos. - ela pisca, e ele balança a cabeça sem acreditar no que ouviu.

- Como assim? Grávida?

Ela ri com a falta de percepção dele e diz calmamente.

- Homens… jura que não percebeu? - ele faz que não com a cabeça - Eu sou muito observadora, e além do mais, também estou esperando um bebê, e sei como é. Notei que ela está sempre sonolenta, come bastante, enjoa com facilidade…  ah! A barriga dela tem quase o mesmo tamanho que a minha, por isso ela está usando esse vestido horrendo, provavelmente para disfarçar a gravidez.

- Não entendo o porquê dela esconder, se a barriga vai continuar crescendo… - o moreno divaga sem entender.

- Ela não terminou com o Quincy? Talvez seja por isso. - revira os olhos entediada - Vai entender esses dois… - beija os lábios do Tenente e fala manhosa - Pode pegar mais alguns salgadinhos e passar no chocolate daquela cascata? - aponta para uma outra mesa, que tinha uma cascata de chocolate e muitos espetinhos de frutas - Devem ficar deliciosos, não é?

Shuhei sente o estômago embrulhar só em imaginar o gosto terrível dessa mistura, mas… fazia de tudo para agradar sua amada Arrancar.

- Claro minha linda… tudo o que você quiser…

 

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No jardim da recém adquirida residência do casal anfitrião, a Tenente da 10ª Divisão perturbava um zangado Hitsugaya, que olhava Karin conversando ao longe com Yuzu e alguns colegas dos treinos de futebol. A ruiva sabe que o pequeno platinado estava cheio de ciúmes de vê-la rodeada de tantos meninos, mas, como todo homem, não dava o braço à torcer.

- Porque não vai lá ficar com ela?

- Porque não. - responde seco.

- Já sei o que é… a Karin está crescendo, e acha que ela não vai querer nada com um pirralho igual à você, acertei?

Um tic se dá no olho direito de Toshiro, que rebate possesso.

- Eu não sou pirralho!

- Então vá lá, e divirta-se! - ela o olha impositiva, e ele, resignado, deixa os ombros caírem e dá um leve sorriso.

- Você venceu Ran… mas quero que saiba que esse seu vestido tá horroroso, e só um idiota não consegue perceber o óbvio. - vai andando, enquanto a face de Rangiku fica petrificada - Quanto tempo acha que vai poder esconder isso do Ryūken? - o garoto se afasta de vez, indo ficar ao lado de Karin, que o abraçou cheia de animação.

A ruiva ficou pensativa. Por todo esse tempo, seu relacionamento com o Ishida pai foi um verdadeiro festival de altos e baixos, e nunca chegou a ser algo formal de fato. Tudo isso devido à personalidade forte de ambos, e por Ryūken ainda não aceitar o agora noivado de seu filho único com Nemu, a quem ele considerava inferior.

Ran era uma pessoa expansiva, que adorava uma boa história de amor, e defendia o jovem casal com unhas e dentes, por isso, sempre que achava que seu adorado Quincy pisava na bola, terminava sem dó a relação. Tais idas e vindas se deram por muitas vezes, mas nessa última, ela descobriu que estava grávida, e não sabia o que fazer, pois temia a reação do platinado. Por isso, escondia como podia tal fato, e achou que o gigai disfarçaria a protuberante barriga, com o auxílio do tenebroso vestido envelope. Mas parece que a tática não deu muito certo, pois tinha quase certeza de que todos já haviam percebido qual era o seu atual estado.

Suspirou derrotada, e iria atrás de algo para comer, quando sentiu uma forte mão lhe segurar o braço, e lhe arrastar para dentro da casa. Olhou para quem lhe agarrava, e viu o taciturno rosto de Ryūken, que entrou com ela em um cômodo pouco mobiliado, abriu o laço do vestido brega, e olhou detenidamente a volumosa barriga, que parecia estar mais ou menos com uns quatro meses de gestação. O médico franziu o cenho, ajeitou os óculos, e indagou seriamente.

- Foi ingênua ao ponto de achar que disfarçaria uma gravidez assim, desse jeito? - ela baixa o olhar, pois não consegue encará-lo - Sabe muito bem que o gigai se molda ao corpo de quem o usa, e como diabos pensou que um vestido ridículo desses, o qual eu sei que não usaria nem morta, iria ajudar a camuflar uma barriga desse tamanho? - passa as mãos pelos fios curtos e prateados, e outra vez questiona a mulher - Até quando ia esconder isso de mim?

Envergonhada, ela fala baixinho.

- Eu… estava esperando uma oportunidade melhor pra te dizer, pois não sabia qual seria a sua reação. Não queria que pensasse que fiz isso de propósito, pra te forçar a algo que não está afim de fazer.

- E o que diabos eu não estaria afim de fazer, Rangiku? - chega mais perto dela, e toca de leve o seu rosto - Acha mesmo que ficaria contigo somente por causa da criança? Que não te amo o suficiente para levarmos uma vida à dois?

Ela chora sem sentir, pois era exatamente isso o que ela pensava.

Levanta o seu choroso olhar para ele, e fala num suave murmúrio.

- Sim… somos muito diferentes em tudo, e não quero te obrigar a seguir por um caminho que não nos levará à lugar algum… - suspira profundamente - Nunca daríamos certo…

- Eu te amo… - ela se espanta ao escutar tais palavras vindas dos lábios do sexy Quincy - Quero que saiba que me arrependo por ser tão inflexível em minhas posturas, e por ser um idiota ao te magoar tão profundamente, a ponto de que pudesse esconder algo tão importante de mim por medo. - ele enxuga as lágrimas da Shinigami com o dorso de sua mão, e continua a falar - Quero que se case comigo, não só por esse bebê que está por vir, mas porque quero construir uma vida ao seu lado… quero parar de fazer burradas que somente me fazem sentir solitário, e quero finalmente acertar… dar o melhor de mim… - tira uma caixinha do bolso da calça, e a abre, revelando uma linda aliança em ouro branco e esmeraldas - Independente do que soube hoje, eu já iria te pedir em casamento mesmo… - ri sem jeito - Casa comigo?

- Ran se emociona, e o abraça sem muito pensar. O amava, não poderia negar nem que quisesse.

Ambos se beijam com paixão, e ela diz em meio à mais lágrima, que agora, eram de pura alegria.

- Te amo tanto Ryūken… claro que quero ser feliz ao seu lado!

Voltam a se beijar como nunca antes, pois decidiram parar com embates tolos, que não os levariam a lugar algum, e se entregariam de vez ao amor, que é o sentimento que unem os mais diferentes e teimosos corações.

 

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Com um copo de whisky nas mãos, Kenpachi olhava seus dois subordinados com suas respectivas garotas, que estavam junto de Izuru e Kukkaku, e também de Renji e Orihime. Todos conversavam e riam animadamente, pois mirando com atenção para os rostos deles, parecia que problema algum do rotineiro e cansativo dia-a-dia os afetavam. Olhou para o lado oposto, e viu Yachiru carregando a filha de Lisa, no colo, e conduzindo o pequeno Akira com sua mãozinha livre, e esta lembrava uma mini adulta, tomando conta dos bebês com muito cuidado..

Riu para si mesmo, e pensou em como estava ficando velho e bobo ao achar graça em coisas tão corriqueiras como as situações que presenciava ali, naquela festa. De repente, sentiu dois conhecidos braços lhe rodearem a cintura, e ao olhar para o lado, viu aqueles brilhantes orbes que tanto gostava encarando os seus, e um reluzente sorriso ornar a bela face da Capitã da 4ª divisão.

Um beijo discreto é trocado, e ele afaga as madeixas longas e negras, as colocando por trás da orelha da morena, que com o indicador, dedilha o peitoral definido do homem, que está com a camisa azul marinho entreaberta.

- Estava com saudades Zaraki… - fala com suavidade - Notei que está me evitando nos últimos dias. Porquê?

- Eu… - sente um aperto no peito, mesmo assim, fala sem rodeios - Percebi que passamos da fase que somente tínhamos tesão um pelo outro há muito tempo, e sei que sinto algo maior do que isso por você, e não consigo lidar com esse tipo de coisa, pois como me conhece melhor do que todo mundo aqui, sou um grosseiro chucro, e creio que merecia coisa melhor do que eu.

Ela ri baixinho e volta a encará-lo.

- Porque eu te conheço bem, que não poderia e nem iria querer ficar com outro homem além de ti. Não me importo que não seja exatamente um “lord”, e nem quero que tenhamos um compromisso… só quero que possamos viver o que sentimos… - ela faz uma cara de falsa indignação - Ou por acaso já cansou de mim, e essa conversa é só uma desculpa?

Ele dá uma risada seca, a puxa pela cintura, e fala roucamente, bem rente ao seu ouvido.

- Nunca vou me cansar de ti, Unohana.

Se beijam de maneira avassaladora, selando assim, o informal compromisso entre eles.

 

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Os olhos verdes da bela Arrancar de pele bronzeada se direcionam para o casal Shunsui e Nanao, que trocavam beijos cheios de ternura, sentados na grama verdejante do jardim, enquanto seu filhinho se divertia com Riyoko, sob os atentos cuidados da pequena Tenente Kusajishi. O casal de amigos tinham sua briguinhas passageiras, pois a morena era muito esquentada, e o jeito desleixado do agora Comandante Geral não ajudava em nada, mas o amor deles era sincero e verdadeiro, o que fazia a loira sentir-se contente de verdade pela tão transparente e genuína alegria dos dois amigos.

Distraída com aquela tão singela visão de felicidade em família, não notou que seu garboso marido se aproximava. Ele sorriu ao ver que sua amada Halibel também compartilhava de sua mesma aspiração, que era o de ter também uma feliz família. Não tinham conversado sobre isso antes, pois achou que era cedo para tal, mas agora, sabendo pela expressão tranquila no rosto dela, que esse desejo também não lhe era indiferente, se armou de coragem para lhe propor sua mais secreta vontade.

- Gosta da ideia de sermos como eles? De termos uma família linda só para nós?

Os olhos da 3ª Espada se enchem de um intenso e radiante brilho, e sem que ele esperasse, ela o beija com languidez e carinho. Se afastam em busca de ar, e a esbelta mulher, emocionada ao extremo, diz com a voz um pouco trêmula.

-Claro que sim, Juushirou… quero muito ter um filho seu...

Mais um amoroso beijo é trocado, e muitas carícias são por ele distribuídas na exultante face de sua adorada, pois a alegria de ver sua esposa feliz, era o que realmente fazia tudo, absolutamente tudo, valer à pena.

 

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Shinji e Momo dançam coladinhos ao som de Closer, e trocam cálidos e demorados beijos em meio à improvisada pista de dança no quintal dos Kurosaki. A castanha shinigami o olha fixamente, e esse sabe que ela quer lhe falar alguma coisa.

- Fala logo minha linda… sei que quer me dizer algo, e seja o que for, não hesite em me contar. - pisca com cumplicidade.

- Shinji, eu… sei que estamos muito bem, e que não precisamos de mais nada, e…

- Você quer ter um bebê? - completou a frase de sua amada.

- Bem… na verdade eu… - respira mais profundamente antes de falar - Já estou esperando um...

O Vizard para o seu bailar, e fica estático olhando para a sua mulher, que sente os olhos marejarem, pois tinha quase certeza de que ele se aborreceria, pois sempre disse por diversas vezes não queria ter filhos por hora.

- Shinji… eu sei que não esperava por essa notícia tão cedo, mas...

Não termina de falar, pois é abraçada com força e beijada com devoção. Depois que o contato se quebra, ele fala com sinceridade em sua voz.

- Agora estamos completos: eu, você, o preguiçoso do Félix, e o nosso bebezinho. - acaricia as madeixas macias da sua linda adorada, e indaga num tom brincalhão - Achou mesmo que me zangaria contigo? - ela acena em positivo e depois sorri contente - Deixa de ser boba… essa criança é um pedacinho de nós crescendo dentro de ti. Pensou mesmo que não ficaria satisfeito em saber disso? - põe as mãos no ventre feminino, e Momo chora sem sentir - Tudo que vem de você me faz feliz, e sabe porque? Porque eu te amo…

- Também te amo, Shinji… - seus braços se enlaçam no pescoço do Vizard, e um magnífico ósculo é trocado por ambos os jovens, que viviam uma alegria ímpar, que era saber que daqui há alguns meses teriam em seus braços o fruto de seu incondicional amor.

 

Continua...


Notas Finais


Bem, no próximo capítulo encerraremos essa louca história, e agradeço as visualizações, os favoritos e os comentários, que mesmo poucos, são sinceros!

No mais, até quinta!!!!

Mil bjos!!!!


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