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História Amor, perdão e tantas coisas - SuperCorp - Capítulo 34


Escrita por: ES_Morango

Notas do Autor


Ola!
Tudo bem com vocês meus querides?
Eu espero que sim
Vamos de capítulo novo?
Mais uma vez temos algumas linhas acrescentadas no início, á pedidos.
Inclusive, como eu já disse antes, a história tá chegando no fim.
Então, esse é um excelente momento pra vocês fazerem perguntas sobre personagens e sobre o desfecho
E se possível, não prometo nada, vou tentar encaixar nos capítulo finais e responder as curiosidades de vocês.
Dito isso,
Boa leitura e nos vemos nas notas finais

Capítulo 34 - Preparativos pra uma vida


Fanfic / Fanfiction Amor, perdão e tantas coisas - SuperCorp - Capítulo 34 - Preparativos pra uma vida

Alura gastou mais de uma hora explicando as funções e o funcionamento da matriz kriptoniana para Lena, o que muitas vezes se intercalava com questões culturais a organização social do seu povo. Desde a concepção, gestação, orientação vocacional e, por fim, o pareamento dos casais para formar um novo núcleo familiar, e assim dar continuidade ao ciclo.

L: Bom, Alura, o que quero saber é se você acha possível fazer a combinação do meu DNA com o de Kara. Eu quero dizer, somos duas mulheres, na Terra nossos gametas não se combinariam espontaneamente, apenas os masculinos com os femininos, e ainda não há tecnologia disponível para induzir essa combinação.

A: Entendo... E você acha que a matriz pode ser a resposta pra essa questão. Bem, aqui a combinação genética pode ser feita com qualquer tipo de célula que contenha o material genético completo dos indivíduos em questão. Logo, o processo não necessariamente precisa envolver os gametas . E, por isso, as combinações masculino/masculino e feminino/feminino são perfeitamente possíveis. Talvez você só precise aprimorar a matriz para trabalhar com DNA não-kriptoniano, o seu, no caso, para tornar possível o cruzamento interespécie. Mas acredito que você é perfeitamente capaz de fazer esse aperfeiçoamento.

L: Ok, acho que entendi... Então, você disse que a matriz já tem parte dos dados de Kara, isso quer dizer... Ela chegou a usar a matriz?

Alura sorri com a preocupação de Lena.

A: Sei onde você quer chegar com essa pergunta, querida. Kara não chegou a usá-la, de fato, pois não tinha idade suficiente pra isso quando precisamos manda-la pra Terra. Os dados dela que ficaram armazenados são provenientes do processo de concepção e gestação. Mas posso dizer que ela vinha desenvolvendo um grande interesse pela área científica e passava boa parte do seu tempo livre no laboratório, com Zor-El. Nosso palpite era de que ela seguiria por esse caminho. Me surpreendeu saber que ela optou pela comunicação, no seu planeta. Mas enfim... O que acho que você realmente quer saber é sobre o pareamento. Kara não foi submetida, e agora nem faria sentido. Com a perda de mais de 90% da nossa população as combinações diminuíram muito as probabilidades de êxito. E Kara não vive mais aqui, ela vive na Terra e parece ter encontrado a combinação perfeita pra ela em você. Logo, acho que você deveria se tranquilizar quanto a isso.

Ela consegue arrancar um sorriso tímido e sem graça de Lena.

L: Eu sei, é só que...

A: Lena, Kara me contou dos problemas da sua família quanto à ela e ao Kal. Acho que sua insegurança tem mais a ver com isso do que com os nossos métodos e costumes, estou certa? – Ao que a Luthor apenas assentiu e permitiu que sua futura sogra continuasse. - A união de vocês é única, em muitos aspectos. Mas a essa altura, depois de tudo que passamos, já considero um milagre Kara e Kal terem sobrevivido, e um milagre ainda maior tê-los reencontrado e poder fazer parte da vida da minha filha depois de tantos anos e de ter perdido essa esperança. Eu terei o privilégio de vê-la se casar com quem ama, alguém que a respeita, a aceita com todas as implicações, a ama de volta e a faz feliz. Por isso, eu não poderia estar mais feliz por tê-la como nora, Lena. Você já tem o seu espaço no meu coração e na nossa Casa.

L: Muito obrigada Alura, isso significa muito pra mim, você nem imagina.

Alura agora a envolvia em um aconchegante abraço materno.

A: Vocês sempre terão todo o meu apoio, e eu estarei aqui sempre que precisar conversar, sim? – Lena mais uma vez assente. Era difícil formular palavras quando se está concentrada em não deixar-se dominar pelas emoções. – Agora, o que acha de me ajudar a preparar o lanche? Kara já deve estar voltando.

L: Claro.

Foi impossível não passar pela cabeça de Lena que talvez, apenas talvez, o universo, literalmente o universo nesse caso, estivesse lhe recompensando por tudo que perdeu ou já teve que abrir mão na sua vida. Claro que ela sempre se perguntaria como seria sua vida se sua mãe nunca tivesse se afogado naquele maldito lago. Mas lá estava ela, contra todas as próprias expectativas para si mesma e para sua vida, construindo sua própria família, reaprendendo a estabelecer laços. Talvez os Luthors nunca tivessem sido uma família pra ela, nesse sentido da palavra, mas a vida se encarregou de colocar Alura e Eliza no seu caminho, as melhores figuras maternas que ela já conheceu, e estava feliz que essas mulheres seriam as futuras avós que dariam suporte e as aconselhariam na criação dos seus futuros filhos. Ainda podia contar com Alex e Sam, também as melhores irmãs que poderia desejar. Lena apenas se permitiu inundar por essa sensação nova de que tudo ia ficar bem afinal. Não havia cenário catastrófico que sua mente pudesse criar em um momento de auto-sabotagem, que ela não se sentisse apta a resolver, tendo o melhor apoio de todos à sua disposição.

 

[...]

 

De volta ao planeta Terra, mais precisamente Nacional City, os preparativos para a cerimônia de casamento foram retomados. Isso incluía uma reunião com os advogados de Lena pra resolver a parte legal e burocrática do casamento. Afinal, entre muitas outras coisas, o casamento civil fazia de Kara herdeira de todo patrimônio Luthor, no atual panorama, pois sua noiva ainda não tinha descendentes e resto da família se encontrava legalmente impossibilitada de administrar os próprios bens. A CEO, por si, já passaria alguns bens para o nome de Kara, o que ela não aceitou. Porém, essa reação já era esperada pela Luthor, e mais uma vez ela foi preparada pra essa conversa que, por fim, os advogados estavam mais observando do que efetivamente participando.

L: Querida, 50% das ações da CatCo é mais do que justo. Não tô oferecendo nada tão absurdo assim, você já a administra ao meu lado, na mesma posição hierárquica. Nós a comandamos em igualdade. Eu não entendo a sua resistência. Eu comprei a revista por sua causa, você sabe. Mídias é o seu negócio... – E ela estava pronta pra continuar enumerando seus argumentos, mas foi interrompida.

K: Eu não posso aceitar Lee. Não é nada justo. Eu não paguei por isso, não fui eu que comprei a revista. E eu só sou Editora Chefa por que você me pediu ajuda, e bem, você sabe... Eu nunca soube como te negar nada... – E recebe uma revirada de olhos da noiva em resposta.

L: Bom, nós vamos nos casar, eu acho que isso muda um pouco as perspectivas. Kara, você ter algumas ações, algum patrimônio em seu nome é uma questão de segurança, pra nós duas. Pra que mesmo no pior cenário você esteja financeiramente segura, e como minha esposa, é seu direito.

Ok, talvez essa fosse a primeira vez que pronunciaram e ouviram a palavra “esposa” em voz alta, com o peso que ela realmente tinha. Kara percebeu o rumo delicado que essa conversa tomava. Casamentos podem ser bem mais complicados do que apenas dividir um lar com a pessoa que ama, também haviam esses aspectos chatos, pra dizer o mínimo, que precisavam ser discutidos. Kara entendeu que se não encontrassem um meio termo agora, esse tema seria uma eterna discussão que permaneceria entre elas, com potencial para se tornar um problema grande e real no seu relacionamento. E tudo que ela não queria era começar o seu casamento, que ela desejava que fosse a melhor fase da sua vida, com esse “elefante branco” sentado no sofá da sala.

K: Desculpe, vocês se importariam de nos dar licença e continuarmos essa reunião outro dia? Eu acho que preciso discutir algumas coisas com Lena em particular.

A: Claro, Srta. Danvers. Nesse caso, existe outro tópico que as senhoritas precisam decidir pra que possamos dar entrada nos documentos para o casamento civil e seria bom que discutissem também, já que conversarão a sós: se haverão mudanças nos seus sobrenomes, qual será adotado pelo casal, ou em que ordem. Assim poderemos encaminhar os seus novos documentos.

As duas se olham surpresas, ainda não haviam nem pensado a respeito dessa questão, aparentemente tão pequena. Mas Lena começou a ficar ansiosa para resolver tudo com a loira o mais rápido possível, então tratou de dispensar os advogados.

L: Ok, vamos aproveitar pra discutir isso também. Eu aviso assim que pudermos remarcar essa reunião.

A: Na verdade Srta. Luthor, só precisa nos comunicar o que quer que tenham decidido, mas, por favor, o faça assim que possível, sim?

L: Claro, pode deixar, minha assistente o contata para comunicar as nossas decisões assim que tivermos tudo definido.

E ela fecha a porta atrás dos homens e vai até o seu pequeno bar. Ela precisaria de uma dose de uísque irlandês pra continuar essa conversa. Quando ela se vira pra voltar à sua mesa Kara está indo ao seu encontro e lhe estende a mão, a convidando para sentarem juntas no sofá do escritório.

K: Sobrenomes, hum... Prefere começar por esse assunto?

L: Pode ser. Esse é fácil, pretendo usar apenas o seu sobrenome, se você não se importa em me ceder... – Ela sorri de leve pra mulher ao seu lado, sabendo a resposta.

K: Hmm, ok, essa vai ser outra questão então. – A feição de Lena muda para confusa. – Eu tinha a intenção de que usássemos os dois.

L: Kara, não. Que tipo de piada irônica é essa? Não tem a menor graça. Você é uma Super e... – Ela é interrompida de novo, mas dessa vez com um gesto terno e carinhoso de Kara segurando sua mão.

K: Meu amor, isso não é uma piada, eu não brincaria com isso. – Ela olha o mais profundamente que consegue nos olhos verdes, tentando passar toda a segurança que sentia no que estava propondo. Respira fundo antes de continuar. – Eu sei e entendo o significado desse nome pra você, mas você não precisa renega-lo por inteiro pra romper com o legado e a imagem negativos, você pode ressignificá-lo. É uma parte importante do que você é, afinal. E se você não tivesse sido adotada pelos Luthors, nós não teríamos nos conhecido, e não estaríamos nos casando agora. Acho que posso dizer que esse nome também te trouxe coisas boas, no fim.

Quando terminou de ouvir Kara, Lena já tinha um leve sorriso no rosto novamente.

L: Você tá ficando boa com argumentos.

K: Eu sempre fui, só deixo você ganhar. – Ela sorri, levemente satisfeita.

L: Convencida. Bom, você sabe bem o que esse nome significa e vai carregar esse fardo voluntariamente. Você é adulta e sabe onde tá se metendo. Afinal, tá se casando comigo. – Elas compartilham uma risada cúmplice brevemente. - Nesse caso, os meus termos são: Nós vamos usar Luthor-Danvers, nessa ordem; Você aceita 25% das ações da CatCo como presente de casamento e outros 25% serão dos nossos filhos, quando os tivermos e você fica responsável por administra-los; Na LCorp eu passo metade das minhas ações pra eles, nas mesmas condições, e fico como tutora. Fechado?

Lena oferece a mão para fecharem o acordo enquanto Kara está de queixo caído com a sua perspicácia. Ela achava que estava dominando o acordo, mas é claro que a Luthor já estava articulando anos-luz à frente. E pensar que por um minuto ela se deixou iludir pelo elogio à sua argumentação. Ela aperta a mão da noiva muito mais em respeito à ela ter se antecipado tanto, quanto por realmente concordar com os termos.

K: Jogando com nossos filhos que ainda nem existem, hã?! Acho que você tá convivendo muito com a Alex, jogando tão baixo quanto ela... Desde quando as noivas se dão presente de casamento?

L: Meu amor, eu sou uma Luthor, você acha mesmo que a Alex pode me ensinar a jogar baixo?! - Elas riem juntas novamente. - E quanto ao presente, você já me tornou herdeira da Casa de El, lembra?! Com direito a lugar no Conselho, se a gente quisesse, e ainda ganhei o laboratório do seu pai, de Alura.

K: Ok, justo. Você tem um ponto. Mas já que jogou crianças inocentes nessa discussão, eu aceito os seus termos desde que fique pré-estabelecido que eles também vão ser registrados com seu sobrenome.

Lena faz uma falsa cara de ofendida.

L: Olha quem tá jogando baixo agora! Mas Kara, falando sério, serão só crianças. Essa não é uma herança que eu gostaria de passar adiante, ainda mais pros nossos futuros filhos. O bullyng na escola pode ser só o primeiro dos problemas...

K: Nós temos tempo até lá pra trabalharmos na imagem do nome Luthor e um império da mídia nas mãos que pode nos ajudar. Mas pensa, talvez eles sejam, no futuro, a prova viva de que há esperança pro nome Luthor, talvez eles sejam a concretização do seu legado pra esse mundo, através do seu nome.

L: Você tá realmente muito boa na argumentação, meu bem. Deve estar passando tempo demais comigo, tá aprendendo os meus truques...

K: Bom, dizem que compartilhamos nossos segredos com quem compartilhamos a cama... – Elas sorriem uma pra outra mais uma vez antes de finalmente fecharem o acordo.

L: Ok amor, você venceu. Eu aceito as suas condições.

No fim, foi mais fácil resolver os impasses que haviam entre elas quanto ao acordo pré-nupcial do que imaginavam. Ambas tinham seus pontos de vista, mas ceder era importante, especialmente em um relacionamento que estava prestes a escalar o nível do compromisso. Era o acordo de uma vida inteira juntas que estava sendo firmado e era necessário colocar tudo sobre a mesa, de forma clara, pra que desse certo. Por sorte os anos de amizade anteriores estavam sendo muito úteis, elas se conheciam bem, a ponto de entender as nuances por trás de cada preocupação, de cada ressalva e reserva que tinham. Juntar uma Super e uma Luthor em matrimônio às vezes parecia que elas estavam lançando um desafio real ao universo, mas se alguém poderia dar conta desse desafio era esse casal.

 

[...]

 

A corrida com os preparativos continuava a todo vapor, fazendo o tempo passar despercebido. O local escolhido foi uma das propriedades da família Luthor, onde Lena levou Kara no primeiro encontro delas, aquela com o jardim preferido dela. Era o local perfeito, tanto para uma celebração ao ar livre, quanto em local fechado, caso o tempo não colaborasse e fosse necessária uma mudança de planos.

Para acompanha-las até o altar, Kara tinha duas mães e não abriria mão de nenhuma, já que agora Alura podia ir e vir de Argo com mais facilidade. Lena, por sua vez, convidou Brainy, já que eles estreitaram o laço de amizade desde que ela se juntou ao grupo novamente e passou a trabalhar na Torre.

Para escolherem o que vestir na cerimônia Lena contratou um estilista de alta costura, que, depois de estudar o estilo de cada um, trouxe alguns croquis pra que escolhessem. Além das noivas e das madrinhas, ele ainda produziria os trajes de Eliza, Brany e Nick, que carregaria as alianças, pra todos fossem harmônicos entre si. E essa foi uma etapa divertida.

As noivas concordaram que modelos e cores iguais eram um pouco óbvio, dando mais liberdade para todos nas suas escolhas. Porém, não conseguiam se decidir entre ternos e vestidos, e acabaram contagiando as madrinhas com suas dúvidas. Mas o estilista, acostumado com dilemas desse tipo, sugeriu que usassem os dois. Na cerimônia uma delas poderia usar vestido e a outra terno, e poderiam trocar para a hora da festa. Mas ainda assim precisariam combinar com suas madrinhas, que também concordaram em alternar as peças.

Sendo assim, Kara, Lena, Sam e Alex usariam duas peças cada uma, durante todo evento, e isso acabou virando uma brincadeira entre elas, como um jogo de peças. Por fim ficou decidido que as irmãs Danvers usariam terno na cerimônia e vestido na recepção, enquanto Lena e Sam usariam vestido durante a celebração do casamento e ternos na festa. O terno de Sam, como madrinha da Luthor, seria vermelho escuro, e o seu vestido verde; O terno de Alex, como madrinha da Super, seria azul escuro e o vestido vermelho. Já as peças das noivas seriam brancas, todas elas, porém os detalhes das de Kara em dourado e de Lena em prata, tudo muito sutil, pra não se sobressaírem demais. Eliza optou por um vestido azul claro, e Brainy por um terno vinho, bem escuro.

A decoração foi toda feita com base em rosas e plumérias, e não poderia ser diferente. Kara apenas pediu para que fosse reproduzido um ambiente aconchegante e acolhedor para os seus convidados.

Também concordaram que a festa iniciaria com uma banda e depois a música seria assumida por um Dj. A surpresa para os convidados é que em um dado momento da noite os microfones seriam abertos pra quem quisesse se arriscar no caraoquê, pedido da loira, é claro, mas apoiado por Alex com muito entusiasmo.

E por último, e talvez o mais importante, foi decidido o cardápio. Contrataram o Chef do seu restaurante favorito, pois elas sabiam que ele era o único capaz de fazer um cardápio que agradasse a ambas e aos convidados também. No fim, optaram por dar algumas opções para que os convidados escolhessem, incluindo opções vegetarianas em todas as etapas da refeição. O meio da festa era o momento de Kara satisfazer o seu monstrinho interior, conseguiu convencer sua noiva a servir pizza, postickers e hambúrgueres para o pessoal repor as energias durante a noite.

Depois de todos os detalhes da cerimônia e da festa decididos, havia uma decisão importante que precisava ser tomada pelo casal: o destino da lua-de-mel. E enfrentaram outro dilema. Kara obviamente é solar, já Lena não é a maior apreciadora de sol. Precisavam escolher um local romântico, que atendesse às duas. Paris não atendia todos os requisitos, mas a França era mais do que a cidade-luz, além de tão linda quanto. A região da Provence parecia perfeita, e talvez ainda reservassem alguns dias para os passeios de trem pela Europa.

Tudo já estava certo e definido, agora era só esperar que a data especial chegasse. E quanto mais perto chegava, mais o nervosismo tomava conta das noivas. Poderia parecer bobo, era apenas uma cerimônia para tornar oficial o que já viviam, pois até já moravam juntas. E, além disso, receberiam sua família e amigos pra celebrarem juntos o seu amor.

Mas internamente ambas sabiam que era mais do que isso. Era uma promessa. Uma Super e uma Luthor estavam se unindo em definitivo, se redimindo dos seus erros e reconstruindo a história por trás de seus nomes. Estavam validando o amor que foi mais forte que qualquer rixa ou divergência de ideais. Estavam prometendo, uma à outra, que seriam felizes juntas, apesar de tudo. Tudo que passaram e tudo que ainda vão passar. A verdade é que se não fosse com Lena, Kara talvez não tivesse coragem de dar esse passo, acreditar nesses planos e seguir adiante; E se não fosse com Kara, Lena também não sabia se tomaria uma decisão tão importante. Mas além de serem duas mulheres extremamente fortes, elas eram a fortaleza uma da outra, e nenhuma relação no mundo poderia ser mais sólida.


Notas Finais


Então, o que acharam?
Comentem aí, vamos conversar
Vou aproveitar pra dizer que tô muito feliz com os feedbacks dessa fic e vou continuar publicando, depois que essa acabar e adoraria que vocês lessem o que eu tô planejando.
Então, se quiserem continuar acompanhando o que está por vir, sigam a autora, que não custa nada e vocês seguem recebendo notificações quando eu postar algo novo.
Muito obrigada por lerem até agora, por cada fav, por cada comentário, por cada elogio, por cada surto, pode saber que eu surto escrevendo e surto de novo lendo as reações de vocês, kkkkk
Bjos e até o próximo capítulo
Twitter: es_morango


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