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História Amor pode Curar? - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Fantasmas


Fanfic / Fanfiction Amor pode Curar? - Capítulo 4 - Fantasmas

Pov S/n

 

 

Passei a semana inteira sem ir para a faculdade. Meus remédios no estavam mais fazendo efeito, tinha pesadelo com um simples cochilo.

Hellen teve que marcar consulta com a psicóloga e ela me receitou remédios mais fortes. Por mais que eu tivesse voltado a dormir com os novos comprimidos eu ainda acordava mau e vomitando. Hellen falou com o diretor da faculdade e ele entendeu depois que ela explicou a situação.

Eu já sabia o que estava acontecendo comigo, ficava assim sempre que a data do acidente estava perto.

Amanhã faria 3 anos que eu havia matado minha famlia. Eu sempre ficava muito mal e deprimida, tinha pesadelos frequentes com aquela noite.

Estava tomando coragem pra visitar o túmulo deles, pois desde do acontecido, eu não consegui ir visita-los e sentia que devia ir da um último adeus.

Acordei com uma dor de cabeça latejante, meu corpo todo doa. Sentei na beirada da cama e olhei as horas, 10h45. O remédio realmente me derrubava. Tentei algumas vezes estudar mais acabava dormindo e muitas vezes esquecendo o remédio e tendo pesadelos.

Depois disso resolvi simplesmente dormir pois só assim para não sofrer. Senti um enjoo repentino e sai correndo para o banheiro. Expulsei com violência o pouco que tinha comido na noite passada. Levantei e dei descarga.

Me olhei no espelho e eu estava destruída tanto mentalmente como fisicamente. Havia perdido alguns quilos e estava com as olheiras escuras. Tirei toda a roupa que me cobria, liguei o chuveiro e entrei em contado com a água quente que a cada toque fazia meu corpo arrepiar com o calor.

Lágrimas brotaram nos meus olhos e me permiti chorar mais uma vez. Já tinha decidido, eu iria. Algo em mim pedia por isso. O relógio marcava 16h30 da tarde eu já havia tomando outro banho e estava em pé na porta de saída da minha casa.

 Encarei a por alguns minutos. Uma luta interna havia dentro de mim, eu queria muito ir, mas algo me assustava e me deixava com medo. Eu ainda me sentia culpada e no queria vê-los. Pois isso s me deixaria pior.

Algum tempo depois de relutância abri a porta e ganhei as ruas rumo ao cemitério onde eles estavam enterrados. O tempo estava nublado e ventava um pouco, por alguns segundos pensei em desistir pois imaginei que pudesse chover.

Por quê eu tinha que fazer isso. Lutei contra o medo e continue a caminhar. Passei em uma floricultura e comprei algumas flores.

Minutos depois eu estava ali no porto do cemitério, engoli em seco lutando contra o no que se formava na minha garganta. Respirei fundo e adentrei. Observando cada túmulo com foto de pessoas sorrindo, flores no chão, restos de velas queimadas.

Caminhei mais um pouco e logo encontrei. Os três tinham sido enterrados um ao lado do outro. Senti minhas mãos suarem e meu corpo todo estremecer. Aos poucos me aproximei e ajoelhei.

Foi inevitável, as lágrimas caiam e eu não conseguia dizer nada só olhar para aquele local onde eles estavam e apenas me sentir mais culpada.

 

-Me perdoem. Eu eu não queria isso- eu soluçava.  

 

S/n ficou ali ajoelhada chorando, se culpando pelo o que acontecera. Pedia perdão e dizia o quanto os amava e sentia falta deles. Ficou assim por quase 1 hora até que levantou sua cabeça, enxugou suas lágrimas e levantou-se ficando de pé.

 

Percebeu uma figura famíliar á alguns túmulos a sua frente também chorando.

-Bi- Billie?- se perguntou baixinho. Começou a caminhar em direção a pessoa e viu uma foto de uma mulher mais velha que aparentava ser a mãe dela ou tia.

Billie não viu quando a loira se aproximou. Só sentiu uma mão em seu ombro e logo olhou para cima e viu os olhos azuis agir vermelho por causa do choro. Se levantou um pouco desajeitada.

-Você também perdeu alguém?- foi mais uma afirmação que uma pergunta.

S/n abaixou a cabeça e um nó começou a se formar eu sua garganta. Não respondeu nada só balançou a cabeça e positivo.

-Eu sinto muito.- Billie disse num sussurro colocando o dedo abaixo do queixo de S/n erguendo para que ela pudesse a olhar. Antes que S/n pudesse responder um trovão a assustou fazendo assim ela se agarrar em Billie sem perceber.

 Billie se assustou com a situação pois não sabia o que fazer. Porém acabou por abraçar a S/n de volta.

-Está tudo bem.- Billie disse tentando acalmar a mais nova. -Vamos antes que a chuva comece a cair.

pegou a mão da loira e a levou até a saída. -Você veio sozinha?-Bilie perguntou parando e ficando de frente para a S/n.

-Sim.- murmurou S/n cabisbaixa.

-Você veio a pé?- billie perguntou olhando em volta não vendo mais nenhum carro além do seu.

-Sim.- disse S/n levantando o rosto para olhar a de cabelos cinza.

-Vem eu te levo para casa. Vai Já chover e não acho uma boa ideia você ir andando. É muito perigoso e já vai anoitecer.

S/n olhou para o carro da de cabelos cinza e engoliu em seco. Não sabia como dizer a ela que tinha medo de entrar em um carro. Começou a tremer e respirar rápido.

 Sabia que ia chover e não tinha como voltar pra casa a não ser de carro. Seus maiores medos ali prestes á acontecer. Não sabia o que fazer. Não viu mais nada a não ser a voz da billie distante que dizia alguma coisa e apagou

 


Notas Finais


sorry
''demorou mais eu cheguei''
(pega a referencia)


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