História Amor por acaso - Capítulo 7


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Categorias Agustín Bernasconi, Candelaria Molfese, Carolina Kopelioff, Karol Sevilla, Michael Ronda, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna, Valentina Zenere
Personagens Karol Sevilla, Personagens Originais, Ruggero Pasquarelli
Tags Aguslina, Amizade, Michaentina, Romance, Ruggarol, Ruggelaria, Violencia
Visualizações 147
Palavras 1.111
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - A Trip?


O italiano não estava entendendo o que o homem queria dizer com aquilo. Dizendo que ele não poderia casar com Karol, por quê? Qual seria o motivo?

- Por quê, não? - Questinou Ruggero, estranhado o que o homem acabará de dizer. O moreno estava começando a acreditar na hipótese de que, esse senhor possa ser tio, ou algum parente da mexicana. Mas, isso era impossível, nunca havia visto ele, e Karol nunca falou dele. De fato, isso era realmente estranho.

- Por quê não. Esse casamento é apenas, uma vingança contra Karol, e você não pode se casar com ela. - Diz o homem. Ele não poderia falar o motivo, mas não deixaria o casório acontecer.

- Vingança? Que vingança? - O moreno, interrogou. Não estava conseguindo entender mais nada. Como assim? Uma vingança contra Karol? Por quê essa vingança?

- Não posso falar mais nada. Só não se case com a Karol. - Dizendo isso, o homem se levanta, vai até a porta abre a mesma e antes de ir, prossegui. - Está avisado! - Diz e sai, deixando o italiano confuso.

Ruggero tentava entender o porque disso, por que não poderia casar com Karol. O italiano sabia que esse homem estava querendo alguma coisa, para ir até em seu apartamento e falar essas coisas sem sentido algum.

{...}

O homem de certa idade, batucava seus longos dedos, na mesa, e encarava a parede de tom escuro, totalmente sem paciência alguma. Esperava o seu homem de confiança, que até agora não havia chegado. Porém, a porta foi aberta, e o homem que tanto esperava adentrar o escritório.

- Fez o que eu mandei? - Questionou.

- Sim, Senhor. Ele já foi avisado, mas do jeito que é, duvido muito que ele respeitará a ordem. - Respondeu, se sentado na cadeira em frente ao homem de idade.

- Ele não pode se casar com ela. - Diz,  um pouco alterado. - Não pode. - Deu um soco na mesa, que fez um barulho estrondoso assustando o outro homem. - Precisamos fazer alguma coisa, ou aquele desgraçado acabará com a vida da minha filha.

- Mas, o que vamos fazer senhor?

- Não sei. Tem alguma ideia?

- Não, senhor. Podemos... - O homem pensou em alguma coisa que possa impedir o casamento, e o homem de idade ouvia atentamente.

 Ele estava disposto a não deixar o que estava prestes a acontecer. 

{...}

O nervosismo era visível em Ruggero, que, ainda não conseguia tirar da cabeça a conversa que teve com Jorge. Perguntas se faziam em sua mente, e ele tentava entender o porque de não se casar com a mexicana. O moreno havia conversado com David por telefone, mas nada tinha uma explicação coerente. Por isso, David decidiu ir conversar com o genro sobre o Jorge.

- Será que dá para me explicar, o que esse Jorge queria dizer com "não se case com a Karol"? - A paciência já não estava mais presente, tudo isso o deixou extremamente irritado.

- Calma. - Pediu David, um pouco nervoso. - Deve ser um idiota, querendo se intrometer na sua vida e da Karol, algo assim. - Diz simplesmente. O homem não sabia quem era esse tal de Jorge, e para ele, devia ser um desconhecido qualquer.

- Como querendo se "intrometer"? - Perguntou irritado. - Esse Jorge disse, que esse casamento é algum tipo de vingança - David encarou Ruggero, e percebeu o que esse Jorge queria dizer com esa conversa.

David temia por saber, que a qualquer momento, eles poderiam descobrir a verdade. E ele, não queria isso, por trás de tudo isso, tinha muitos segredos que ninguém sabe. 

- Esse tal de Jorge, está querendo alguma coisa com esse tipo de conversa, pode ser que queira tudo seu. Deve ser mentira isso, quem iria querer se vingar da nossa querida Karol? Ninguém. Ela não seria capaz de fazer mau a ninguém, nem a um inseto. - Diz tentando convencer Ruggero, que estava pensativo.

- É. Você tem razão. - Se convenceu. O moreno acredita que David estava falando verdade, ninguém teria motivo algum para se vingar de sua mexicana. Pera, sua?

- E então, mudando de assunto, pensei um pouco sobre o casamento seu de Karol, e antes que ele aconteça, vocês poderiam viajar. Tipo férias, sabe? - Ruggero assentiu e homem logo prosseguiu. - Assim, vocês poderiam se conhecer melhor, antes de se casarem. 

- Hum, acho uma boa ideia. Difícil vai ser convencer a Karol. - Diz. O moreno por dentro estava feliz, pois teria mais tempo para sua noiva. Seria uma boa oportunidade para se aproximar da mexicana, e assim, criarem um grande laço de "amizade". Sim, "amizade", desde o dia em que beijou Karol, percebeu que a jovem queria somente a amizade dele, ele iria aceitar, mas isso o incomodou um pouco, por que, queria ter algo a mais com a mexicana, estranho, não?

- Ah, pode deixar. Eu irei falar com ela hoje. - Diz. David não iria convencer ela, e sim obrigá-la, pois sabe que Karol não vai querer ir. Mas, vai de todo jeito.

{...}

A mexicana se encontrava no quarto conversando com Valentina, elas têm passado bastante tempo juntas. Karol estava feliz por conversar com alguém que a entendesse, sempre que Valentina não estava em Buenos Aires, ela se sentia sozinha. Mesmo com a mãe ali, e o "padrasto", ela se sentia só, não tinha ninguém de sua idade para conversar com ela e a entendesse. Tentava fazer amigos, mas isso nunca foi para ela. Restava apenas a loira, que a entendia.

- Quer dizer que você e o Ruggero, se beijaram duas vezes? É isso? - Questionou curiosa. Karol havia contado tudo a irmã, e a cada momento ao lado de Ruggero dito pela mexicana, Valentina dava vários gritinhos histéricos.

- S-Sim. Só duas vezes, e não vai mais se repetir. - Disse convicta. A mexicana acreditava nisso, mas sempre existia uma pontinha de esperança no fundo de seu coração, que indicava que iria se repetir sim, mas não iria dá importância à isso. 

- Será mesmo? Te conheço muito bem, e sei que talvez isso aconteça de novo. - Diz, e Karol corou por isso. Talvez ela esteja certa.

As irmãs continuaram conversando, porém, foram interrompidas, por David que entrou no quarto.

- Karol, preciso falar com você. - Disse, e a mexicana assentiu esperando o homem prosseguir. - A sós. - Direcionou essa pergunta a filha, que saiu revirando os olhos.

- O que quer me falar? - Perguntou, vendo o homem se sentar ao lado dela.

- Você e Ruggero vão fazer uma viagem. 

- U-Uma viagem? - Guaguejou. Karol jurou ter escutado errado, mas logo percebeu que não. 

Uma viagem. Só ela e Ruggero. Sozinhos. O que será que irá acontecer nessa viagem, entre eles?



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