História Amor por Contrato - Capítulo 22


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Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli
Tags Karol, Ruggarol, Ruggero
Visualizações 282
Palavras 1.657
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpa...

Capítulo 22 - Atitude Suspeita


Autora (vou narrar a história)

Karol rápidamente abaixou a arma e colocou a mão na cabeça. 

- Não entre assim no meu quarto pelo amor de Deus, Ruggero!

- Karol, pra onde você vai vestida assim? - Ignorou completamente o fato dela reclamar do mesmo ter entrado no quarto dela.

-Vou trabalhar! O coronel me ligou pedindo minha ajuda... Já sabe como é né? Os militares fazem a merda e a gente tem que limpar essa porcaria!! - Karol fala tranquila.

- Meu amor, não vai... eu e Caio queremos ficar contigo. - Ruggero fala na tentativa de convencer a agora loira ficar em casa.

- Ruggero, esse é o meu trabalho, e eu duvido muito que se te ligassem da empresa, precisando urgentemente da sua ajuda, se vc não ia...

- Mais o meu trabalho não coloca a minha vida em risco! - Fala alto e Karol o encara.

- Olha faz o seguinte, quer brigar? Quer gritar? Fique aí sozinho, porque eu vou trabalhar e quando eu chegar e você estiver mais calmo a gente conversa! - Ruggero a olha e suspira assentindo positivamente, e ignorando tudo o que sua ,agora, mulher falou caminhou até ela e lhe deu um selinho. 

- Cuidado, vê se não se machuca e vê se volta logo. - Falou e ela sorriu. 

- Te amo! - Ao falar isso Karol lhe dá um beijo e sai rapidamente.

Ruggero ficou pensativo enquanto olhava cada canto do quarto da loira. Karol era uma mulher de pulso firme, era forte e tinha muita inteligência. Ruggero não casou com ela, só pelo rostinho bonito não! Ruggero se encantou com tudo que diz respeito a ela, ele a amou desde a primeira vez que a viu, só não sabia o que estava sentindo e nem o que realmente sente, a verdade é que ele quer falar um eu te amo mais não consegue porque não sabe se é isso o que realmente sente por ela.

Algumas horas depois...

- Não morre... olha pra mim... olha pra mim. - Karol falava desesperada. - Henrique olha pra mim, não morre! - Gritou tentando manter o capitão acordado.

Henrique tinha levado um tiro no abdômen, sim no abdômen. O homem estava sem colete, pós tinha acabado de chegar ali totalmente desprotegido. Karol obviamente estava desesperada, ela se perguntava o que levou a toda aquela briga, se foi o fato dos militares terem matado um morador, ou se foi o fato do batalhão dela ter se metido no meio.

Karol não sabia o que o Henrique estava fazendo ali sem colete, totalmente imune a tudo que estava se passando ali. A loira não entendia o porque dele ter negado presença e derrepente aparecer ali totalmente desprotegido. 

- Abre os olhos Henrique, você não vai morrer agora. Não comigo aqui!

- Pasquarelli... - Ele tentava falar. - Pasquarelli, eu não vou suportar... tá doendo muito! 

- Ah, mais você vai suportar sim! Você não vai morrer comigo aqui, ah mais não vai mesmo! - Karol gritava feito uma louca.

Do outro lado do morro, um certo moreno observava a cena, ele gostaria de dizer que estava comovido com tamanho teatro... sim teatro. Pra ele tudo não passava de uma brincadeira, Henrique era um capitão diferente, aguentava qualquer coisa, e sabia que não era uma simples bala no abdômen que o mataria, bom pelo menos ele contava com isso.

- Ele não vai morrer! - Dizia o moreno olhando bem de longe.

- Como o senhor sabe, chefe? - Agora foi um galego que falou.

- Conheço o Henrique. Ele é duro na queda, nunca entrou em uma batalha pra perder. - Falou rindo do desespero da tenente. 

- Como sabe o nome do capitão senhor? - o mesmo rapaz pergunta.

- Sei de muitas coisas, Erick. Agora me passe esse alto-falante. - E assim o menino fez, então Frota começou a falar. - Tenente, tenente Pasquarelli, sei que você só entra na batalha se for pra ganhar, mas prefere mesmo perder seu capitão? 

Karol rápidamente o olha e seu sangue ferve. Ela não queria perder o seu capitão ali, mais desejava acabar com a raça do Frota. Ele ria a olhando, ela sabia que ele se divertia com seu desespero. 

- Então, o que me diz Pasquarelli? Vai embora com seu capitão e vai salvar a vida dele, ou prefere ficar aqui pra salvar um assassino e perder o seu chefe? - Gritou o moreno. Karol podía sentir o seu sangue ferver.

- Por favor tenente, diga o que devemos fazer... - Foi aí,  que ela percebeu que o batalhão dependia dela. Primeiro que ela não podia deixa seu chefe morrer e segundo que ela estava lá pra salvar a vida dos militares. 

- Tudo bem... tudo bem, tá tudo bem Karol, você só tem que dar uma ordem, só uma ordem. - Karol sussurrava para ela mesma. Então respirou bem fundo e olhou para um dos seus companheiros. - Levi - o, desça com ele, e o restante permaneçam nos seus lugares!

Então assim foi feito, um deles desceu com o Henrique, que obviamente levaria uma suspensão por isso, e todos os outros ficaram la e esperaram a ordem da tenente.

- O que devemos fazer, 02? 

- Eu direi agora! - Karol fala confiante. - 06, você fica aqui. Só se aproxima se eu mandar. 04, você fica ali, naquele cantinho onde ninguém vai te ver.... - E assim karol deu sua ordem e fez o Frota ferver de raiva. 

A guerra no morro durou mais três horas... Frota sabía que ela não recuaria sem os militares, e muitos de seus homens havia morrido, ou estavam feridos. Então ele decorou bem a cara de cada um e deixou que eles fossem... Bom pelo menos era isso o que ele queria que eles pensassem!

Karol voltou para a central e estavam todos muito irritados, e xingavam o Henrique com todos os nomes possíveis, ela também estava irritada com ele, pois o mesmo atrapalhou a operação, mas xingar não ia mudar o fato de que ele praticamente jogou tudo pro ar, e basicamente acabou com toda a operação!

- Escuta aquí, ele errou. Todos aqui erramos! Ele errou em ter dito não pro coronel e do nada, do nada mesmo aparecer no morro totalmente desprotegido e ter praticamente arruinado tudo, concordo com vocês, se eu pudesse daria uns belos tapas nele, mais isso não vai mudar o fato de que o Frota quase conseguiu o que queria! Agora prestem atenção no que vou falar, levantem seus rabinos dessas cadeiras e comecem a estudar todo tipo de estrategia, pois o Frota vai aprontar, ele podia ter matado os oficias la dentro mais não fez isso, ao invés ele os soltou! -Karol falou tudo o que tinha opra falar e saiu dali, deixando todos calados e pensativos!

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Karol se encontra em sala de espera junto ao coronel que está muito puto com a situação, ela estava muito com muita raiva e como sempre acaba descontado em qualquer pessoa... uma das recepcionista havia soltado uma leve piada com ela, coisa que ela nem se importaria se não estivesse realmente muito estressada, então ela foi extremamente grossa com a morena que ficou com medo ao ver que falava com uma tenente! 

Ligação onn

- Eu não sei meu amor... tô esperando o médico vim aqui e falar se esta tudo bem... agora passe pro seu tio! - Karol fala com Caio. 

- Ele tá bem? - Ruggero pergunta, não que ele realmente se importe com o que acontece com o Henrique, mas por mais ele seja idiota ainda assim é um ser humano! 

- Ainda não fomos autorizados a entrar no quarto e médico ainda não nos falou nada!

- Então você  não tem previsão de que hora vai chegar né?!

- Então, daqui a pouco eu chego em casa, não se preocupe, não vou demorar aqui! - Falou tentando o convencer!

- Tá certo, eu vou dar a janta do guri aquí! 

- Do guri? - Karol não pode conter o sorriso.

- Sim, eu olhei o YouTube hoje e vi que era assim que chamavam o tal de... aquele seu cantar Brasileiro. - Karol rir ainda mais e chama atenção do seu coronel.

- Luan Santana?! - Perguntou, afirmando.

- Isso! Ele mesmo...Não demora tá?  - Falou Ruggero bem tranquilo! 

- Não vou! -Falou e logo depois disso ela desligou.

Ligação off

Mais uma hora se passou e nada de notícias, Karol falou com seu coronel e foi pra casa pós estava cansada.

Ao chegar em casa, karol se joga no sofá. Estava cansada, ou melhor dizendo ela estava esgotada! Precisava urgentemente de um descanso.

Ao respirar fundo Karol se levanta e vai para o andar de cima, ela abri a porta do quarto de Ruggero e o encontra dormindo, ele devia esta cansado. Assim ela vai em direção ao quarto de Caio que já estava dormindo a mais tempo e lhe deu um beijo de boa noite. 

Entrando em seu quarto Karol aproveita o momento pra tomar um banho bem demorado e bem relaxante. Assim que termina seu banho Karol veste uma camisola qualquer e cai na cama... simplesmente dorme sem comer nada e sem ao menos avisar ao Ruggero que havia chegado.

No dia seguinte!!!

Mais um dia lindo e maravilhoso amanhece e Ruggero acorda com o despertador, eram 05:30 da manhã, como ele não viu a Karol ali do seu lado pegou o seu telefone e não viu nenhuma ligação perdida ou sequer alguma mensagem, e obviamente o moreno se preocupou.

Ruggero saiu de seu quarto e foi no dela com a esperança de encontra - la ali, e quando a viu dormindo tranquila,  sorriu. Naquele momento o Ruggero só sabia a olhar para sua linda esposa, karol abriu os olhos e sorriu ao vê-lo, ela não disse nada apenas se endireitou na cama e abriu os braços, um jeito diferente de pedir um abraço e de dizer que estava tudo bem. 

Ruggero fechou a porta do quarto e foi até ela, lhe deu um selinho enquanto a abraçava. Então os dois voltaram a dormir abraçados. 


Notas Finais


Demorei mais cheguei!!!
Então está aí, e acho que hj mesmo eu começo a trabalhar no outro capítulo, farei o possível pra não demorar a postar, mais com tantos problemas estou sem criatividade... sei que não ficou bom mais fiz o possível.


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