História Amor Proibido - Marichat - Miraculous Ladybug - Capítulo 32


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Plagg, Tikki
Tags Alya, Amor De Marichat, Amor Proibido, Chat Noir, Marichat, Marinette, Miraculous, Miraculous Ladybug, Nino, Plagg, Tikki
Visualizações 235
Palavras 2.855
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Hentai, Luta, Magia, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii amorisss ❤❤
Obrigada aos 371 favoritos ❤❤ amo vcs demais ❤❤
São os melhores leitores desse mundo, e isso significa muito para mim ❤😘

Vamos ao capítulo ❤🐞

Capítulo 32 - "E eu amava isso nele"


Fanfic / Fanfiction Amor Proibido - Marichat - Miraculous Ladybug - Capítulo 32 - "E eu amava isso nele"

Adrien Agreste Point of Views on : 

[. . .] 

Marinette pegou no celular para olhar as horas. O mesmo já marcava 19:07.

- Adrien? - ela me chamou e eu lhe olhei - Tenho de ir para casa. Você não se importa na... 

- Não vaiiiiii - choraminguei - Você pode dormir aqui! Eu falo com sua mãe sobre você estar assim,  e invento a desculpa de você estar com muitas dores. 

- Mas Adrien... - ela tentou revidar mas eu fiz beicinho. 

- Mariiii por favorrr!! Meu pai vai gostar de ter você para jantar aqui em casa. - arranjei mais um argumento para que ela ficasse. 

- Tudo bem - pegou no celular digitando o número da mãe. 

Depois de falar com mesma deu um sorriso desligando o celular. 

-  E então? - perguntei ancioso pela resposta. 

- Ela deixou. 

- Obaaaa... - beijei a minha azulada que retribuiu o beijo - Vou pedir pra Nathalie colocar mais um prato. 

Eu levantei-me e abri a porta saindo pela mesma. Desci as escadas indo até Nathalie que estava na entrada da mansão atendendo o telefone. Fiz um sinal discreto perguntando quem era. 

- Chloé Bourgeois. Posso mandar ela entrar? - ela perguntou e eu neguei. 

- Diga que não estou. 

Ela assentiu e falou o que pedi logo pousando o mesmo no sítio. 

- Deseja alguma coisa Adrien? - me perguntou e eu abanei a cabeça em confirmação como uma criança. 

- Só para colocar mais um prato. Marinette janta connosco. Pode também colocar um pra você e comer junto de nós. - disse com um sorriso bobo, o que não foi despercebido por ela. 

- Você gosta dela não é mesmo? - sua voz demonstrava um pouco mais de felicidade que o normal. 

- Quem? Marinette? Oh sim ela é incrível... Ahhh di-digo... - tentei arranjar algo para dizer mas nada me vinha á cabeça. 

- Eu percebi... Fico muito feliz por você Adrien. Ela parece ser uma boa rapariga. - me disse e meu sorriso alargou ainda mais. - Vou colocar mais um prato não se preocupa. A propósito hoje seu pai vai jantar com vocês. Eu estive convencendo ele que era melhor pra você,  e ele aceitou. 

- Obrigada Nathalie! - abrecei ela, mas ela não retribuiu. Não sei se é por medo, ou por formalidade. Me desfiz do abraço e subi para cima. 

Abri a porta do quarto e Marinette estava transformada em Ladybug. 

- Vai fugir de mim my lady? - perguntei e ela deu um mini-gritinho de susto - Calma sou só eu. 

- Adrien..  UFA que susto. Vou a casa,  buscar meu pijama e roupas interiores. - ela disse e ao primeiro passo que deu,  fez um baque. Segurei ela rapidamente. 

- Não vai não. Vai ficar aqui em casa Mari. Eu te empresto algumas roupas. Você não vai sair assim nesse estado. - disse e peguei ela ao colo com cuidado para não a machucar. Deitei ela na cama ficando por cima e lhe dei um pequeno beijo. Comecei a fazer cócegas nela, que começou a rir sem parar. 

- O-Okay Okay eu Ahaha fico,  mas pa-para Adrien... - ela me pedia mas eu não parei. 

- Se destransforma primeiro...

- Des-destransformar... - ela riu mais e eu parei de lhe fazer cócegas,  mas em compensassão lhe beijei de modo lento. Era tão bom agora eu poder beijar ela enquanto Adrien. 

Mordi seu lábio inferior, e tornei a beijar ela. Ambos necessitavamos daquele beijo. Sem querer meu membro foi contra a intimidade de Marinette,  e ela gemeu. Isso aumentou minha vontade de querer beija-la e começou a minha excitação. 

Passei minha mão sobre a sua bunda e apertei a mesma. Simulei uma estocada. Duas. Três. E em todas elas,  Mari gemia. 

-A-Adrien - ela gemeu e beijei seu pescoço simulando outra estocada. 

Foram ouvidas batidas na porta, e saí de cima de Marinette. Ouvi um pequeno resmungo dela e ri. 

Fui até porta abrindo a mesma e lá estava Nathalie com a mesma cara fria de sempre. 

- O jantar está pronto Adrien. Você e Marinette já podem descer. - ela disse e assenti dizendo um baixo "Obrigada" e ela se retirou. 

Fechei a porta e olhei pra Mari,  que estava com um sorriso perverso no rosto. Já tinha uma ideia do que ela iria sugerir, mas na hora do jantar? Meu pai não gostaria que eu chegasse atrasado. 

- Sei o que está pensando Marib,  eu também quero mas não dá. Temos de jantar... 

- E no que eu estava pensando? - me perguntou se aproximando de mim com a mão na perna.  

- Numa transa antes do jantar? - perguntei. 

- Parecido. Na verdade eu queria que você me coloca-se de quatro naquela cama e me fudesse. - pegou na minha mão levando-a até sua intimidade e eu apertei ouvindo ela suspirar... Beijou meu pescoço deixando um chupão nele. Peguei nela ao colo com cuidado e a joguei na cama. Ela me olhava com aquele seu olhar incrivelmente sexy,  e aquilo já me queria fazer possui-la aqui e agora. Mas não dava. 

- Temos de ir Marinette... Meu pai vai jantar connosco. No final do jantar vemos o que rola. - ela assentiu. Levantou-se e veio andando devagar até mim. 

Ambos descemos e nos sentamos na mesa. Meu pai já estava lá,  então começamos a comer. O silêncio reinava no local,  até que meu pai o quebrou. 

- Marinette... Se seus pais aceitarem vir ao jantar,  eu gostaria de saber o que vocês queriam comer. Já que não sei as preferências deles. 

- Hm... Eles custumam comer de tudo um pouco, por mim e por eles pode ser qualquer comida. - ela disse e meteu mais um pouco de comida na boca. 

Ela até comendo era fofa. 

- O seu braço já está melhor? - meu pai perguntou e ela assentiu. 

- O braço já não dói assim tanto,  mas a perna ainda é um problema. - respondeu e meu pai riu. 

- Por mim poderia ficar aqui em casa até estar completamente boa. Gosto da sua companhia. - ele disse e ela dessa vez quem riu 

- Meu pais não aceitariam... 

[. . .] 

Acabamos de comer e subimos para cima. Marinette entrou no quarto juntamente a mim e se sentou na cama. 

- Estou cansada Adrien... - disse e bocejou - Mas tenho de ir tomar banho. - falou e pegou na minha toalha. - Vou usar sua toalha - sorriu de canto - Espero que não se importe. 

- Eu te ajudo a tomar  banho. Sua perna não está lá muito famosa. 

Ela sorriu para mim concordando com a cabeça. 

- Mas sem perversidade nesse banho Adrien... - ela pediu. 

Fomos até ao banheiro e eu ajudei ela a tirar a roupa. A cada peça que ajudava ela a tirar,  minha vontade de passar a mão no corpo dela era maior. Acabei de tirar a calcinha dela, e vi ela corar um pouco. 

- T-tem algum problema? - perguntei e ela negou com a cabeça. 

- Não... Apenas porque... É a primeira vez que estou assim em frente a você... Co-como Adrien... 

- Ah... Entendi. Mas não precisa ficar assim Marinette. - falei e liguei a água morna. 

Ela entrou dentro da box e eu fui assim mesmo com roupa. Não queria correr o risco de me descontrolar e acabar transando com ela aqui em casa. Se meu pai ouvisse os gemidos dela enquanto transavamos,  que não são baixos por sinal, ele ficaria puto da vida em ver seu filho transando com a estagiária dele. 

Comecei a molhar ela, e acabei me molhando a mim também. A água corria pelo corpo dela,  e pela posição que ela estava parecia estar relaxada. Virei-a de frente para mim lhe molhando um pouco da cara. Ela riu e me deu um pequeno "sermão" por lhe ter feito aquilo. Não pude deixar de reparar nos seus seios. Estavam arranjadinhos,  com o mamilo rosadinho. Mordi o lábio, tinha de me conter. Acho que ela percebeu e levou a sua mão até meu rosto. 

- Pode tocar... Mas... Não avança muito. - me falou e eu apertei um deles.

Aquilo lhe dava prazer,  e não só a ela,  mas também a mim. Vê-la gemer e suspirar já era um grande estímulo para mim. 

Peguei no sabão e comecei a passar devagar nela. Ela me olhava com aqueles seus olhos angelicais e azulados. Seus lábios estavam entre-abertos, e seu rosto ainda em leves tons de vermelho. 

Terminei e lhe passei por água. Saímos fora da box e aí reparamos que estava todo encharcado. 

- Deixa que eu cuido disso - a voz de Marinette se ouviu e me beijou. 

Começou a tirar minha camisola,  juntamente da minha calça jeans. Fiquei apenas se cueca e ela pareceu pensar um pouco e depois se agachou com cuidado para que o corte não se abrisse. 

[Agora vai haver uma cena hotzinha para mais 18 anos. Se você não gosta desse tipo de conteúdos não leia até eu colocar outra nota a negrito. Se você gosta de ler,  pode continuar] 

Aproximou sua boca do meu membro e começou a tirar a cueca com os dentes. Ela fazia aquilo lentamente,  e a cada segundo que passava meu pênis ganhava vida. 

- Prefere que como? Primeiro com dentes ao vamos direto ao ponto - ela falou e colocou a mão nele começando a fazer movimentos de sobe e desce. 

Lhe respondi com um gemido e ela sorriu logo abocanhando meu membro até o máximo que conseguia. Começou a chupar (N/A : Mds que verbo mais top rsrs "chupar" mds ;-;) ele, sentia ele tocar em sua garganta,  muitas vezes chegava a passar dela. 

Eu tentava controlar meus gemidos. Eles saiam baixos, poucas vezes altos. 

- O-oh Mari, c-ceus!! - gemia seu nome e bati na sua bunda com força p que fez ela parar o seu trabalho para gemer um pouco. 

Continuou. Seus movimentos eram rápidos,  e aquilo era realmente gostoso,  eu podia ficar naquilo a vida toda. A boquinha dela consegue ser maravilhosa para beijar,  mas para me masturbar? Era perfeita. 

- M-Mari eu v-vou... - não consegui terminar. Gozei na boca dela uma enorme quantidade de gozo. Mas ela engoliu tudo e no final ainda lambeu os lábios me provocando. 

Se levantou e virou costas pegando na minha toalha. 

- Já tratei do seu amiguinho... Pode ir tomar banho - se enrolou na mesma e saiu porta fora. 

Céus. Ela me leva á loucura total. 

[Pra quem não leu esse hotzinho que nem é hot sequer, pode continuar a ler a partir daqui.] 

Fui tomar banho e quando sai Marinette tava vestida com uma das minhas cuecas e uma camisola preta e verde,  minha. 

- Peguei numas roupas suas... Espero que não se importe. - ela mordeu o lábio inferior. 

- Claro que não. O que é meu é seu, incluindo meu corpo. - sorri perverso. 

- Claro. Então gostou do meu serviço? 

- Sem dúvida. Está ficando cada vez nisso. - comecei a vestir uma roupa interior e me deitei assim ao seu lado.

- Gosto de agradar ao meu dono. - falou e se virou para mim. 

Ficamos em silêncio apenas nos olhando um para o outro. 

- Eu te amo - falei e ela se aproximou mais de mim. 

- Te amo mil vezes mais do que você me ama. - me beijou de modo lento. 

- Impossível. Eu te amo ao máximo que a escala do amor pode aguentar - disse e ela riu. 

- Isso não faz sentido Adrien... Você é louco. 

- Louco por você isso sim... Eu já deveria ter me revelado á mais tempo não acha? - perguntei e ela assentiu - Era um desespero ficar perto de você todo dia sem poder te beijar. 

Recebi então mais um beijo dela. 

- Agora pode-me beijar as vezes que quiser.. 

Vimos um raio rasgar o céu,  através da enorme janela do meu quarto,  sendo que a seguir ouvimos o enorme estrondo. 

- Outra vez o tempo? Ainda ao fim da tarde estava muito sol... Agora está trovoando... Será que isso tem a ver com a batalha final,  ou o Hawk Moth? - Marinette me perguntou e eu fiquei pensando. 

- Não sei,  temos de falar com Mestre Fu. Não sei se um dos poderes de Hawk Moth possa se mudar o tempo. Porque se for ele ainda está treinando. - falei e me aproximei da janela. 

Do nada começa a cair bastante chuva, misturada com os raios que o céu imitia. 

A luz do meu quarto começou a falhar,  e vi Tikki e Plagg aparecerem.

Um raio caiu e a luz se apagou. Marinette deu um gritinho. Eu sabia como ela tinha medo de trovoada. Fui até ela e a abracei. Ela se aninhou em meus braços respirando pesado. 

- Calma... - falei - Isso vai passar logo , logo. 

- Odeio trovoadas... Apesar de ter sido num momento como esse que viramos amigos... E eu me apaixonei por você... 

- Espera... No dia do guarda-chuva você se apaixonou por mim? 

- Aham... - ela murmurou e sorri. Comecei a fazer cafuné nos cabelos dela, e em menos de 10 minutos ela já estava dormindo. 

Acabei por pegar no sono também, dormindo agarrado a ela. Ela era a melhor pessoa do mundo. A única que me fazia feliz. 

[. . .] 

Acordei com Marinette agarrada a mim. O seu rosto demonstrava serenidade,  e ela dormia calmamente. Olhei pela janela e o dia estava ensolarado. O sol brilhava. Aquilo era realmente estranho. 

Beijei o pescoço de Marinette,  subi para sua boca e desci para seus seios. Agora ela já estava acordada e sorrindo largamente. 

- Bom dia - disse e ela me retribuiu com outro "Bom dia". Se levantou procurando sua roupa de ontem. E quando pegou nela se desesperou. 

- Adrien,  minha roupa tá cheia de sangue,  e além do mais tá rasgada! Como eu vou para a escola? 

Pensei um pouco e me levantei. Sai do quarto e fui ate o quarto do meu pai. Entrei devagarinho,  e abri a porta do guarda-roupa tirando um vestido que era da minha mãe. Estava saindo quarto quando meu pai me olhou feio. 

- Vai de vestido para a escola Adrien? - me perguntou e eu não aguentei. Ri muito na cara dele. 

- Rsrss não,  pra Marinette,  a roupa dela tá com sangue e tá rasgada de ontem. Vou dar a ela o vestido preferido da mãe. Ela ficaria orgulhosa de mim. 

- Tudo bem,  pode ir. 

Sai do quarto indo para o meu. Chegando lá vi Marinette rindo junto do Plagg,  enquanto comia pedaços de Camembert. Serio isso Marinette? 

- Adrien! Vamos trocar. Você fica com a Tikki e eu fico com a Marinette! Ela ama Camembert Adrien! 

Olhei pra Marinette que estava metendo dois pedaços de queijo ao mesmo tempo na boca. 

Revirei os olhos e entreguei o vestido a ela. 

- Era o vestido preferido da minha mãe. Pode ficar com ele. - falei e ela me beijou depois de engolir o queijo. O beijo dela sabia a queijo!!! ECA! Odeio queijo,  mas amo os beijos dela. 

Ela vestiu ele,  e lhe ficava muito bem. Era um vestido vermelho de meia manga,  com a barra da cintura revestida de um vermelho mais escuro. Lhe assentava bem, na cintura, nos seios, em todo o corpo... Ela era perfeita,  e eu tinha muita sorte em te-la. 

- Você está perfeita Marinette! Embora seu cheiro a queijo não seja o meu preferido. 

Ela riu junto de mim. 

[. . .] 

Adrien Agreste Point of Views off:

Marinette Point of Views on :

Depois de um grande dia cansativo na escola,  falei com Mestre Fu e hoje não iria treinar. Após esse anunciamento um akuma apareceu. E que por acaso era Mirella quem tinha sido akumatizada pois tinha sido despedida por conta de um pequeno erro que ela deu na previsão do tempo. A culpa não é dela se o tempo tem estado instável. 

Fui para casa e me deitei na cama após alimentar Tikki. Mas aí me lembrei. Ainda faltava alguns minutos para Chat Noir chegar. Peguei em 6 folhas de papel estilo listrado e comecei a escrever... Á medida que ia escrevendo lágrimas ameaçavam cair. Sem nem dar conta elas já escorriam pelos meus olhos,  e agora já não conseguia mais parar elas. 

Doía estar escrevendo aquilo. Doía ainda mais ao saber o que aconteceria. 

- My princess? Porque está chorando? - ouvi Chat Noir atrás de mim. 

Rapidamente arrumei as folhas. 

Dobrei-as e coloquei-as na caixa do meu diário fechando á chave. Tentei limpar as lágrimas mas Chat me impediu.

- Porque está chorando Marinette? - me perguntou e eu fechei os olhos 

- Não foi nada Chat... 

- O que tinha escrito naqueles papéis? - perguntou preocupado. 

Abracei Chat Noir bem forte e ele retribuiu o mesmo. 

- Não era nada... Não me pergunte sobre isso... - falei e deixei-me chorar no seu ombro. 

Ele era a melhor pessoa para me apoiar.  

E eu amava isso nele... 



To be continued... 




Notas Finais


Oiiii o que será que a Mari estava escrevendo?? Só saberão no último capítulo!!

Espero que tenham gostado!! ❤❤


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