História Amor Proibido - MITW - Capítulo 16


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Mike, Pac
Visualizações 127
Palavras 1.525
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo, Tortura
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii amores!
Espero que gostem do capítulo.
Boa leitura!

Capítulo 16 - Precisamos conversar Batista


Fanfic / Fanfiction Amor Proibido - MITW - Capítulo 16 - Precisamos conversar Batista

No capítulo anterior...

 

P.O.V Batista

 

Meu celular começa a tocar e quando vou olhar era ...

 

No capitulo atual...

 

P.O.V Batista

 

Era o Pac. O que será que ele quer comigo a essa hora da noite?

Atendo a ligação um pouco preocupado.

Ligação on

- Alo?!

- Ba-batista, é você?

- Sim, sou eu.

- Po-poderiamos nos encontrar?

- A-agora?

- Si-sim

 

- Mais esta tarde – digo olhando para meu relógio que marcava 00:16

 

- Por fa-favor Batata – quando ele me chamou assim meu coração estremeceu

- Tudo bem, Pac.

- Me encontra daqui a 5 minutos na praça perto daqui de casa.

- Okay moço.

 

Ligação off

 

Vou para meu quarto, pego uma blusa laranja, uma calça jeans preta e um sapato da mesma cor e me troco. Não tomei banho, pois eu tinha tomado antes de sair de casa e quando cheguei.

Pego minhas chaves e saio de casa indo em direção a praça, assim que chego avisto Pac sentado em um banco, ele estava de costas para mim, então pensei em chegar de fininho e o assustar.

Então, coloco meu plano em pratica. Vou andando devagar ate ele sem fazer nenhum barulho, coloco minhas mãos em seus olhos e sussurro no seu ouvido.

- Estava com saudades de você – dou uma mordida no lóbulo de sua orelha o fazendo soltar um gemido baixo – Por que me chamou aqui?

- P-precisamos conversar – ele fala

- Sobre? – pergunto

- Sobre a nossa briga e sobre você ter ido embora – ele fala triste

- Olha Pac, eu sou seu amigo mas como você sabe sinto algo a mais por você e eu não iria conseguir te ver com aquela puta – falo

- Eu deveria ter te escutado batata, aquela garota realmente não vale nada. Batista, sobre a sua paixão por mim eu não posso dizer que é reciproco, pois, não é. Eu sou apaixonado pelo nosso professor, batata. – Pac fala abaixando a cabeça e deixando lagrimas rolarem pelo seu rosto.

- Qual professor? – pergunto curioso e sentindo meu coração doer

- Mi-mikael Linnyker – fala deixando mais lagrimas cair

- Como pode gostar dele? Ele fez o que fez com você, e você ainda se apaixonou por ele? – falo sem acreditar

- E-eu não sei. Não mando no meu coração e não escolho quem vou me apaixonar

Por impulso acabo o puxando para um beijo. O beijo era perfeito, no começo ele não retribuiu mas depois cedeu.

( N.A: Por favor não me matem. Prometo que esse foi o ULTIMO beijo deles )

- Des-desculpa Pac, eu não devia ter feito isso – o encaro implorando perdão com o olhar.

P.O.V Felps

( N.A: Segura o lemon feito pela @Bilo_bilusco )

Cellbit me pega novamente no colo e me leva para o meu quarto. Assim que entramos no quarto ataquei aqueles finos lábios rosados de Lange. Era um selinho demorado, até eu pedir passagem com a língua, tocando a mesma em seu lábio inferior, que logo foi cedida por Cellbit.

Começamos uma guerra de línguas deliciosa. Explorávamos cada canto da boca um do outro. Seu sabor é delicioso e refrescante, e.... Meu Deus! Como amo esse sabor de sua boca!

 

Logo, no meio do beijo mesmo, começamos a tirar as roupas. Cellbit passou suas delicadas mãos por debaixo de minha camisa, enquanto eu tirava a sua calça com certa dificuldade, sem separar do beijo.

 

O ar fez falta, e nos separamos, mas logo voltamos a nos beijar ferozmente.

 

Para não separar nosso beijo, Rafael retirou minha camisa a abaixando em vez de levanta-la pra cima. Deu para ver que ele fazia esforços para tira-la.

 

Eu já tinha tirado sua calça, junto com sua cueca box vermelha.

 

Então, do nada, Cellbit me empurrou contra a cama, me deitando nela. Quando abri os meus olhos que tinham se fechado com a brusca queda, observei ele sentando em meu colo, por cima de mim.

 

—O que voc... Ahh... — Não consegui completar a minha frase, pois Cellbit rebolou em meu colo, me fazendo gemer

 

Então, ele falou:

 

— Hoje, quem comandará aqui... — Fez uma pausa — Sou eu.

 

Depois de falar isso, ele começa a rebolar sobre o meu membro coberto pela calça jeans, que ainda não tinha sido retirada.

—P-pare de, ah, m-me torturar, ba-baby, ah... — Eu falava em meio ao meus gemidos

 

— Vou te levar a loucura hoje, daddy. — Diz Cellbit, com um sorriso de canto

 

Então, ele começou a fazer movimentos de sobe e desce, me fazendo enlouquecer.

 

—B-baby...

 

Coloquei minhas mãos em sua cintura, e nesse exato momento, ele parou de se movimentar.

 

— P-por que parou? — Perguntei, ofegante

 

— Falei que eu estaria no comando hoje. — Diz com um sorriso maldoso — E vou continuar no comando até o fim.

 

Ele se levantou e foi em direção a um armarinho, tirando de lá um objeto metálico.

 

— Se prepare daddy. — Ele se virou para mim — Hoje, te levarei a sua loucura.

 

Então, percebi que o objeto que segurava... Eram quatro pares de algemas.

— O que vai fazer com isso, senhor Lange? — Perguntei, soltando um sorriso malicioso

 

— Vou prender o daddy na cama. — Diz Cellbit, imitando uma voz inocente, coisa que ele não é.

 

Sem espera, ele prendeu meus pulsos na cama e as pernas também. Estava preso. Mas, por algum motivo, eu estava gostando.

 

Cellbit começou a tirar a sua camisa na minha frente, devagar. Isso era muito excitante.

 

— Parece que o amiguinho do daddy já está animadinho, não? — Perguntou, apontando para minha ereção bem visível

 

— Estou assim por causa do baby. — Falei, abrindo um sorriso malicioso

 

Cellbit começou a caminhar lentamente até mim, de quatro na cama.

 

Ele se abaixou na direção de minha ereção, e, com a boca, começou a tirar a minha calça.

 

— B-baby... vai ma-mais rápido... p-por favor... — Eu implorava para ele parar de me torturar

 

— Shiuuuu... Relaxe... — Pediu

 

Agora, eu só estava de box preta na cama. Rafael colocou sua mão por debaixo do fino tecido, começando uma masturbação.

 

— B-baby... Ah...

 

Sua mão passava por toda a extensão de meu membro. Da glande até às bolas, as apertando de vez em quando.

 

Isso era uma tortura.

 

— Ba-baby... Ah...

 

— Calma, daddy... Aproveite... — Pediu

 

Até que...

 

— Ahhhhh... — Gemi de reprovação

 

Ele tinha parado a masturbação na metade.

 

Tirou sua mão de minha box, e ela estava melada de meu pré-gozo. Cellbit começou a lamber sua própria mão, como se fosse um sorvete.

 

— Hummm, delicioso, daddy. — Falou ao acabar de lamber a própria mão

Então, Cellbit arrancou a minha box, rasgando ela. Jogou os trapos para qualquer lugar do quarto e posicionou sua entrada em meu membro em pé.

 

— Você quer mais que eu, não é mesmo baby? — Falei, convencido

 

— Olha... Você tem toda a razão.

 

E ele sentou contudo em meu membro.

 

— Ahh.. C-Cellbit, s-seu louco. — Gemi, sentindo meu membro sendo apertado por aquele lugar quentinho e pequeno

 

— A-ah... D-daddy...

 

Cellbit nem esperou, e já começou a quicar em cima de mim, bruscamente.

 

— B-baby...

 

— Da-daddy.. ah...

 

Isso era tortura. Não poder o tocar, o estocar, o possuir só para mim... Mas estava tão bom...

 

Ele quicava e rebolava, rebolava e quicava.

 

Seus gemidos eram música para meus ouvidos. Uma música prazerosa de se ouvir. Poderia passar décadas ouvindo essa música, sem me cansar.

 

Até que... Cellbit se liberou entre nós dois.

 

— A-ahhh...

 

Quando ele chegou ao seu ápice, sua entrada se contraiu, apertando mais ainda o meu membro, me fazendo gozar dentro dele.

 

— Ahhhhh... — Gememos satisfeitos

 

 Cellbit me desalgemou da cama e jogou as algemas para qualquer lugar.

 

Se deitou por cima de mim, com meu membro ainda dentro de si, e falou:

 

— Gostou da sua tortura, daddy?

 

Eu sorri para ele e comecei um carinho em seus cabelos loiros.

 

— Adorei.

 

E acabamos adormecendo.

 

P.O.V Batista

- Preciso ir pra casa... Passa essa noite la em casa, por favor? – Pac me pede mudando de assunto.

- Tudo bem. Mas so vai ser essa noite, porque se deixar você se acostuma e não me deixa voltar pra casa do Cellbit. – Ele ri e concorda.

- Vamos?

- Sim

Fomos caminhando e conversando ate a casa dele. Assim que chegamos, entramos e Pac saiu correndo em direção a cozinha. Quando o mesmo volta, vem trazendo consigo uma Pepsi de 2l, um pacote de salgadinho daqueles gigantes, nutella e sorvete.

- Pra que isso tudo?

- Para fazermos uma festinha do pijama e comermos enquanto madrugamos assistindo serie.

- Mais Pac, amanhã tem aula

- E dai? É so um dia, ninguém morre se faltar um dia sozinho

- Ta, você me convenceu... – sentamos no sofá e começamos a assistir narcos

Ficamos assistindo ate 4:00 da manha. Acabamos por dormir os dois no sofá pois estávamos com muita preguiça de ir para os quartos.

 

P.O.V Pac

Acordo com a campainha tocando. Quando vou atender, que abro a porta me deparo com Jv, Cellbit e Felps desesperados e com caras de choro.



Continua no próximo capítulo...


Notas Finais


Queria agradecer a @Bilo_Bilusco pelo lemon maravilhoso.
E aí, gostaram do capítulo? Espero que sim.
Um beijo;
Um queijo;
E até o próximo capítulo...


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