História Amor proibido - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Dom, Magia, Poderes, Romance
Visualizações 3
Palavras 1.238
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ooooi, quanto tempo. Eu sei!
Lembrando que ainda não desisti daqui
Mais um capitulo pra vcsss

Capítulo 6 - Sábado sinistro


Fanfic / Fanfiction Amor proibido - Capítulo 6 - Sábado sinistro

No instante que cheguei em casa, recebo uma mensagem de Ester dizendo que haveria ensaio sábado às 14 horas em diante, e não havia horário para terminar e nosso show era 20 horas no domingo. Ah, que ótimo. Iriamos apresentar no restaurante do nosso patrocinador, tio daquele rapaz que eu só sentia raiva e passava mico. Tinha até esquecido disso. Coloco o celular na escrivaninha e me preparo para dormir, afinal amanhã eu iria trabalhar. 

Nem parecia que eu tinha dormido, porque juro que só fechei os olhos e o maldito despertador já estava tocando anunciando que o dia havia começado. Me levanto de mau humor e tomo uma ducha fria. Encontro meus pais na cozinha tomando o café. Eles nem precisaram abrir a boca eu já sabia o que viria “como foi a aula?”, afinal ontem eu tinha ido direto para meu quarto e falado que estava muito exausta e não queria ser incomodada. Hoje eu não escaparia.

- Como foi seu primeiro dia de aula? – Meu pai pergunta e eu reviro os olhos. – Foi tão ruim assim?

-É....- vejo os olhos da minha mãe, que diziam para mim se esforçar mais – foi interessante. – digo, depois de procurar alguma palavra que significasse ah pai foi da hora, sabe...encontrei uma professora que odeia vocês e provavelmente vai infernizar meu semestre.  Porém, eu havia me esquecido de um detalhe, meu pai lia sentimentos, apesar que as vezes parecia muito, mas muito mesmo que ele lia era pensamentos. droga.

- Quem odeia a gente?

- Affff – resmungo – esqueci que você é vidente – dou um gritinho – depois falamos sobre isso ok? Estou atrasada para o serviço e ainda nem comi – respondo de mau humor. Por sorte, os dois me deixaram em paz. Tomo café rapidamente e peço para o motorista me levar.

***

Sábados eram quase tão ruins como as segundas. Era tão corrido e mesmo tentando ao máximo sair meio dia, como era o combinado, nunca dava e sempre eu saia as 13 ou mais. Por sorte, consegui sair as 13, o que significava que eu teria que escolher: tomar banho ou comer, antes de ir para o ensaio da banda. Algo me diz que seria melhor tomar banho, já que poderia ter certas pessoas lá...E a comida, eu comeria algo no caminho. Visto uma calça jeans e uma blusinha preta, e amarro meu cabelo em um rabo de cavalo. Não vai dar tempo de maquiagem – penso. Desculpa sociedade, por ter que me ver assim.

13:30 peço para o motorista me levar. Durante o caminho, eu como um saquinho de batatas fritas e tomo um refrigerante. Isto teria que me encher. Depois de 15 minutos, chego no local do ensaio. Por sorte, pela primeira vez em muito tempo, eu não estava atrasada! Ester me olha surpresa.

- Quem diria, eim Katrina! – ela solta uma risadinha. Eu só aceno com a cabeça. Vejo que tinha chegado quase todo mundo, menos Paulo, que era baterista. Depois de cinco minutos, Ester recebe uma mensagem. – Ih, pessoal. Paulo está internado com uma pneumonia. – ela bate a mão na testa – Droga! Como vamos ensaiar as músicas agitadas sem bateria?! – Neste momento, Miguel e Natanael chegam.

- Desculpa a intromissão, mas meu sobrinho toca bateria. Ele pode ajudar vocês. – Vejo uma Ester envergonhada e um Natanael de cara emburrada, mas nesta hora vejo seu tio o encarando.

- É, pode ser. – ele responde de mal humor.

- Ah, ótimo! Obrigada. – Ester agradece. – Venha, vou te mostrar as gravações do que vamos tocar hoje. Espero que você consiga. – vejo ele revirar os olhos, mas dá um sorriso a ela. Acho que Ester não sabia que ele era baterista. Mas espera, como eu sabia daquilo?

- Consegue sim. Ele é baterista da banda Star, conhecem? – o tio do rapaz fala. Aquilo só podia ser sacanagem. A banda que eu gostava, como eu nunca tinha reparado nisso antes? O baterista sempre ficava aos fundos nos shows...Mas, eu tinha que ter visto que era ele, não é?

Depois de Ester mostrar as 10 músicas que íamos tocar no restaurante da família de Natanael, começamos o ensaio. Começamos pela música de autoria das gêmeas, Anny e Mary, e seguimos para outros estilos musicais, como sertanejo e pop. Se eu achava que já odiava Natanael antes, percebi que o odiava muito mais agora. O ensaio demorou muito mais, não que ele era ruim, aliás, ele era muito bom. Mas ele era egocêntrico demais e ficava querendo mandar no ensaio, dar a opinião. Eu estava de saco cheio, mas não falo nada.

Quando finalmente acaba o ensaio, as 19 horas da noite ( ensaio mais demorado da face da terra), eu vou para fora da garagem e fico aguardando alguém vim me buscar. Eram 20 horas e todos haviam ido embora, exceto eu, Natanael e seu tio. Ester pergunta se eu queria esperar lá dentro, mas recuso. Ela estava vendo os últimos detalhes com o patrocinador, eu que não queria me intrometer. Comento que iria andar até encontrar um táxi e ir para casa.

Guardo meu celular dentro do bolso da calça e vou andando. Não seria tão difícil achar um táxi. Ignoro o formigamento de que algo ruim iria acontecer e continuo andando, quando sou surpreendida minutos depois por um cara, que para bem na minha frente.

- O que...- começo, mas ele me surpreende, colocando uma arma na minha cintura, de forma com que se alguém passasse na rua, não visse o que realmente acontecera ali.

- Passa seus objetos de valor, moça. Antes que eu atiro. – ele diz com uma voz firme. De início eu hesito. Sério? Estava sendo assaltada por um humano?! Sei que podia comprar outro celular, mas ia perde muitos dados, porque sempre esqueço de fazer o maldito backup. – ANDA LOGO! – ele eleva a voz, de forma que me assusto e percebo que não tinha me movido nadinha. Quando faço menção de pegar meu celular, somos surpreendidos por outra voz, uma que eu estava passando a conhecer bastante.

- Deixa a moça em paz! – Natanael se aproxima e aponta uma arma para ele.

- E quem você pensa que é? – diz o assaltante.

- Sou policial. Agora solta a menina, antes que eu atire! – diz ele mais firma agora. O cara sai correndo e Natanael apenas o olha.

- Não vai atrás? – pergunto boquiaberta.

- Na verdade não. – fico olhando esperando mais, quando ele bufa e continua – sou policial em treinamento, se meus superiores souberem que estou andando armado, sem autorização…bom, ia para cadeia junto. – ele dá um riso sem humor.

- Ah. E obrigada. – digo, ficando sem graça.

- Por que está na rua sozinha? – ele diz com irritação na voz.

- Estava procurando um táxi.

- Não era mais fácil ligar?

- Era, mas...- fico pensando Por que eu saíra sozinha? – Eu queria andar um pouco. – digo por fim. Nos minutos seguintes, Natanael pede um táxi para mim e fica comigo até eu ir embora. Não falamos nada em interessante. Falamos sobre clima, ensaio e quando ele perguntou o que eu fazia, disse onde trabalhava e quando ele esperava por mais, como uma faculdade talvez...O táxi chega e me salva. Como eu iria explicar aonde eu estudo? Mas agora eu tinha um problema maior. Contar para meus pais como foi o dia de aulas, sentia que eles estavam ansiosos para ouvir, o que era idiotice, já que eles já deviam saber de todos os acontecimentos.

 

 


Notas Finais


O que acharam?


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