História Amor Proibido - Capítulo 12


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Categorias Bill Skarsgård, Elle Fanning
Personagens Bill Skarsgård, Elle Fanning, Personagens Originais
Tags Bill Skarsgard, Elle Fanning, Romance
Visualizações 42
Palavras 4.240
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS AMORES MAIS LINDOS DO MUNDO QUE ME DEIXAM CADA DIA MAIS APAIXONADA NESSES COMENTÁRIOS DIIIIVOOOOS.
AAAAH SOCOOORRO QUE EU TO MUITO APAIXONADA EM VOCÊS.
NEIVA DO CÉEEEEEU.
PROMETO RESPONDER TUDO DEPOIS.
BOA LEITURA AMORECOS DA MINHA VIDA, ESPERO QUE GOSTEM E QUE FAÇAM UMA BOA LEITURA.
MAMÃE AMA VOCÊS.
Torcendo pro Gif da capa funcionar, se não funcionar vou chorar

Capítulo 12 - Capítulo Doze


Fanfic / Fanfiction Amor Proibido - Capítulo 12 - Capítulo Doze

O despertador de Bill tocou na hora de sempre no dia seguinte. Ele sempre acordava uma hora antes de ir para a empresa para que tivesse tempo para tomar um banho e comer tranquilamente, odiava ter de fazer as coisas na pressa. Bill esticou a mão e deslizou o dedo sobre o celular cessando o barulho repetitivo. Ele respirou fundo e se espreguiçou um pouco, estava com preguiça até mesmo de abrir os olhos. O motivo disso tudo era que havia tido uma péssima noite de sono, Elle havia se mexido muito naquela noite e ficou balbuciando coisas desconexas, era evidente que teve pesadelos.

Ele se deu por vencido e abriu os olhos, a primeira coisa que fez foi encarar o lugar ao seu lado e já deu de cara com Elle acordada, ela fitava o teto como uma pessoa louca e ele ficou preocupado.

-Bom dia... –Bill falou baixinho e ela fechou os olhos, mas não respondeu.

Ele então se levantou e foi direto para o banheiro. Tomou um banho rápido e desceu para a cozinha. Comeu algumas frutas e preparou mais suco para Elle. Dessa vez preparou um pouco de cereal para ela. Elle devorou em segundos e ele ficou feliz por isso, ao menos o apetite dela estava voltando ao normal.

Abriu as cortinas e teve um vislumbre de como o dia estava cinza e cheio de nuvens carregadas que pareciam se apertar uma contra as outras. Alguns raios cortavam o céu e traziam um estrondo consigo.

-Você precisa ir para a aula. –Ele disse a encarando.

-Hoje não. –Ela falou respirando fundo, a tristeza em seus olhos ainda era palpável e de partir o coração.

-Tudo bem, vou ligar na empresa para avisar que não vou hoje.

-Eu não me importo de ficar sozinha, sei que precisa trabalhar Bill. –Apesar de dizer isso ele sabia que ela queria que ele ficasse, sabia o quanto ela odiava ficar sozinha.

-Eles não vão morrer se eu não for Elle, e se precisarem que eu resolva algo eu posso resolver aqui mesmo. –Bill disse enquanto mandava uma mensagem avisando que não iria comparecer na empresa.

O dia seguiu exatamente como o anterior, a única diferença foi que Bill conseguiu fazer Elle comer nas horas certas. O fato de Elle continuar enfurnada no quarto o incomodou muito já que no dia seguinte tudo teria que voltar ao “normal”, ele chegou à conclusão que estava na hora de conversar com ela, aquele clima tinha que acabar, ele não estava mais aguentando sofrer por vê-la naquele estado.

Deitou-se na cama e ficou esperando ela sair do banho, aproveitou para admirar o por do sol que dava pra ser visto das enormes janelas. Quando ela saiu do banheiro enrolada na toalha não se preocupou de se trocar perto dele porque ela se lembrava muito bem que ele havia dado banho nela. Vestiu novamente a camiseta que era de Bill e foi logo deitando ao seu lado e o abraçando. Ela respirou fundo sentindo o cheiro dele e aquilo a fez sorrir brevemente, ela amava o cheiro de Bill.

Bill deitou de lado e a abraçou, trazendo o corpo de Elle para mais perto do seu. Ficou acariciando as costas dela por alguns longos minutos, estava criando coragem para iniciar aquela conversa, seria como andar sobre ovos.

-Elle. –Bill a chamou e esperou ela o encarar. –Eu não aguento mais te ver aqui sofrendo. –Ele sussurrou e respirou profundamente, ela desviou o olhar. –Hey... Vamos pra sala ver qualquer filme idiota, jogar uno. –Ele abriu um sorriso triste enquanto pedia isso a ela, mas Elle apenas respirou de forma pesada e tensa.

-Não Bill. Não quero. –Falou se virando para o outro lado.

-Elle! Olha ficar aqui trancada não vai mudar as coisas. –Ele disse pousando a mão na cintura dela, mas ela empurrou a mão dele e se sentou num impulso rápido.

-Não Bill... infelizmente eu nunca vou poder desfazer isso tudo. –Ela respondeu grossa. –Olha Bill, eu... –Parou e bufou, escolheu o silêncio.

-Eu não quero mais brigar Elle, só não quero mais te ver desse jeito. Eu quero a minha Elle de volta. –Ele falou se levantando e indo se sentar ao lado dela. –Você quer me contar o que aconteceu? –Perguntou com receio, na verdade não tinha certeza se queria mesmo saber.

-Foi horrível Bill. Como as mulheres podem gostar de sexo? –Ela falava baixo sentindo-se completamente envergonhada por falar sobre aquilo, mas precisava desabafar já que aquilo estava a consumindo.

-Não é ruim assim Elle... Você só deu um azar danado. –Ele respirou fundo. –Aquele garoto idiota ao menos sabia que você era virgem? –Bill segurou a mão dela que estava gelada.

-Eu não falei isso pra ele... na verdade tudo aconteceu muito rápido. E tudo isso fica se repetindo na minha cabeça. Foi horrível e tão nojento. –Ela fungou. -Eu estava sentindo muita dor e ele não parava nunca, quanto mais eu tentava me livrar dele mais eu percebia o quanto estava bêbada. –As lágrimas começaram a cair e Bill estava com o coração batendo acelerado, queria matar o idiota estúpido que só pensava com o próprio pau. –Eu pedi pra ele parar, pedi várias vezes.

-Elle... –Ele respirou fundo e ela o interrompeu antes que ele continuasse.

-Me diz Bill, como você pode gostar disso? Como pode gostar de ver uma pessoa saindo machucada disso? Como as pessoas podem gostar de sexo? –O olhar dela cortou o coração dele.

-Elle eu preciso que você entenda que não é ruim! Esse é o tipo de coisa que tem que ser feito com responsabilidade sabe? Você tem que estar bem e tem que se sentir á vontade com a pessoa.

-Mas machuca tanto... –Ela fungou novamente e secou as lágrimas com as costas da mão, Bill respirou fundo, nunca teve tanto ódio de uma pessoa como estava sentindo de Manuel agora.

A forma como ela falava deixava transparecer muito tudo o que estava sentindo e isso era o que mais fazia o coração de Bill doer. A situação toda em si era muito trágica, uma garota que apesar de ter sua primeira relação sexual ainda não sabia nadinha sobre sexo.

-Elle se o seu parceiro não tiver cuidado e nem paciência é óbvio que vai ser ruim e machucar. Caramba você era virgem! Se ele não sabia é óbvio que não teve cuidado nenhum com isso, se bem que aquele engomadinho de merda é o típico filho da puta que só se preocupa com o próprio pau, é capaz que mesmo percebendo tenha ainda sim pensado com a merda do pau dele. –Ele bufou de raiva e depois percebeu o que disse perto dela, não gostava de ser assim tão desbocado perto dela, na verdade perto de nenhuma garota. –Desculpe-me amor. O que eu quero dizer é que sexo precisa ser feito com cuidado e com carinho para dar certo.

-Por que você não tentou fazer sexo comigo então?

-Porque você é especial pra mim Elle e eu não queria que fosse só mais uma transa. Eu queria que você estivesse preparada pra isso querida. Eu não podia arriscar que você se arrependesse depois, a virgindade é algo muito precioso e que não dá pra recuperar, eu só queria que você tivesse certeza, só isso.

-Eu queria que tivesse sido você. Mesmo que essa coisa de sexo seja tão horrível. –Ela disse mordendo o próprio lábio em sinal de vergonha por ter dito aquilo, Bill sorriu e acariciou o rosto dela.

-E eu também queria que tivesse sido comigo, nunca te machucaria desse jeito. –Elle corou e sua respiração se tornou tensa, ficou imaginando que afinal de contas não deveria ser tão horrível assim.

-Bill eu... –Ela suspirou e engoliu em seco. –Posso te contar uma coisa? –Perguntou corando.

-Claro Elle.

-Aquele dia na academia... bom...enquanto você treinava eu senti uma coisa diferente, eu... eu senti uma coisa gostosa e minha calcinha ficou molhada. Eu não senti isso com o... –Ela deu de ombros, não queria lembrar nem do nome daquele garoto.

Bill ficou em silencio por alguns segundos, saber que Elle ficou excitada com ele o deixou um pouco bobo, ele sorriu disfarçadamente e a encarou, as bochechas estavam ainda coradas e ela não mantinha o contato visual mais.

-Bom...Aquele dia eu senti algo parecido. Antes de ir pra academia eu sonhei com você e... –Ele sorriu se lembrando da bagunça que fez ao gozar em meio ao sonho.

-E? –Ela agora o encarava e ele sorriu faceiro.

-Então... –Ele riu pelo nariz. –Eu fiz a maior bagunça na... minha calça. –Ela uniu as sobrancelhas.

-Como assim? Igual a minha calcinha molhada? –Ele sorriu e percebeu que havia chegado a hora de ter a conversa com ela, queria voltar no tempo para ter conversado antes.

-Não exatamente. Elle quando as mulheres ficam excitadas vocês meio que... ficam, molhadas... É porque isso ajuda bastante pra que o sexo aconteça sem machucar. –Ele fez uma careta engraçada que a fez rir, a verdade era que percebeu o quanto era uma péssima pessoa para explicar sobre sexo. –Não sei se quero continuar explicando. –Confessou e ela riu de novo, Bill ficou tão feliz em ouvir aquela gargalhada.

-E o que você sonhou? –Ela perguntou notando um enorme sorriso se formando nos lábios de Bill, ele balançou a cabeça negativamente e mordeu o próprio lábio.

-Também não sei se quero falar sobre isso. –Ele se aproximou mais dela e a abraçou pela cintura, apoiou o queixo sobre o ombro de Elle e sentiu-a entrelaçando seus dedos aos dele.

-Me fala. –Ela insistiu enquanto encostava a cabeça na dele.

-Sonhei que nós estávamos...sabe... –Ele limpou a garganta e naquele instante ela entendeu que ele estava falando sobre sexo, mas ainda assim queria ouvi-lo falar.

-Estávamos dormindo? –Perguntou segurando o riso e ele gargalhou.

-Definitivamente não. Eu estava... –Ele levou os lábios até o ouvido dela. –Te provando que sexo é bom. –Sussurrou no ouvido dela, Elle arrepiou e respirou fundo, Bill sorriu ao notar.

-Bill, você gosta de mim? –Ela perguntou o fazendo sorrir com a mudança repentina de assunto.

-Não Elle, eu amo você. Caramba você é a garota mais incrível que eu conheci. Você nunca fingiu ser outra pessoa quando estava perto de mim e eu gosto disso, gosto do tanto que você é moleca e do tanto que ás vezes me irrita. Até gosto quando você fica louca e sai me socando ou chutando meu carro. –Ele disse e ela gargalhou. –É sério, eu gosto mesmo de você.

-Nós vamos ser namorados? –Ele riu pelo nariz com a pergunta.

-Se você quiser eu não vejo problema nenhum nisso. Mas...

-Ninguém vai poder saber. –Ela pareceu um pouco triste.

-Não! –Bill concordou. –E ninguém inclui ninguém mesmo, teremos que ser discretos. Ao menos até você ter idade, o que não está tão longe. –Ele sorriu e beijou a mão dela.

-Mas você realmente me quer como namorada? –Ela perguntou com medo da resposta dele, mas ela precisava saber, precisava ter certeza de que aquela paixão não era só coisa da cabeça dela. Bill sorriu de lado e beijou o ombro dela, subiu os beijinhos até chegar aos lábios onde depositou um selinho demorado.

-Quero mais que tudo. –Roçou os narizes de forma carinhosa.

-Bill... Eu quero...quero fazer com você. –Falou num sussurro, as bochechas ficaram vermelhas.

-Eu também quero Elle. –Ele disse sorrindo bobo e acariciou o rosto dela, contornando a bochecha corada.

Elle fechou os olhos e o beijou, um beijo doce e sem malicia. Aproveitou a distração de Bill naquele beijo e começou a puxar a camisa dele, querendo tira-la. Bill segurou as mãos dela com delicadeza e separou os lábios. Colou as testas e respirou fundo.

-Mas não hoje meu bem. –Ela ficou desapontada, ele notando aquela cara completou. –Elle eu não quero te machucar, não quero que seja ruim pra você. Tem que ser uma coisa boa para ambos se lembra? –Ele perguntou e ela mordeu o próprio lábio.

-Não vai me machucar, eu já estou melhor. –Ela respondeu enquanto deslizava a mão por dentro da camisa dele, tocando a barriga definida, Bill fechou os olhos e soltou um baixo arfar, era impressionante o que o toque dela causava nele, seus músculos ficavam tensos.

-Elle...-Ele tentou segurar a mão dela, mas não se esforçou para isso. O toque dela era tão gostoso que fez um formigamento conhecido tomar conta de seu corpo, não iria demorar para estar completamente duro.

Elle o beijou de novo, o mesmo beijo calmo e despretensioso de antes. Grudou as mãos na barra da camisa e a puxou para cima, Bill separou os lábios e terminou de tirar a peça. Ela encarou o peitoral dele e deslizou os delicados dedos por ali, encarou-o e sorriu, um belo sorriso que o derreteu todo.

-Seu corpo é tão bonito. –Ela disse corando um pouco, Bill sorriu e respirou fundo.

A verdade era que por mais que estivesse excitado e cheio de vontade de tê-la para si, ainda estava preocupado e um pouco nervoso com a situação em si. Elle era tão mais nova que ele que Bill realmente estava com medo de machuca-la, querendo ou não o corpo de Elle ainda estava se desenvolvendo.

-Olha... Nós vamos só tentar tá? Se você sentir que não está ok vai me pedir pra parar, tudo bem?

Bill encarou-a nos olhos e não deixou de perceber que ela estava mais corada que antes, os lábios estavam entreabertos e ela respirava ansiosa.

-Tudo bem Bill. –Elle respondeu sentindo o nervosismo aumentar um pouco, seu coração estava batendo acelerado e a ansiedade chegou com rapidez.

Bill se levantou e ela ficou o observando. Ele trancou a porta do quarto por garantia, já que sua mãe também tinha a chave de sua casa. Depois fechou as cortinas e deixou a iluminação do quarto mais baixa. Ligou o estéreo e colocou na rádio de Jazz instrumental que sempre ouvia, o ambiente se tornou perfeito naquele momento. Elle continuava na mesma posição o encarando, na verdade ela estava encarando a calça dele que marcava perfeitamente a ereção. Bill respirou fundo e esboçou meio sorriso disfarçado, ele gostava da forma que ela o encarava parecendo hipnotizada por seu corpo, tão curiosa. Bill parou de frente a ela e Elle levantou seu olhar lentamente porque aproveitou para passear os olhos pelo corpo dele.

Elle desceu o olhar novamente e parou no abdômen bem desenhado que ele tinha, ela arfou enquanto levava seus delicados dedos até o corpo dele, usou apenas as pontas para tocar o abdômen de Bill de forma leve, os músculos da barriga dele tornaram-se rígidos instantaneamente e seu membro se contraiu dentro da cueca, ele ofegou e umedeceu os lábios. Elle levou uma mão para cada lado da cintura dele e o puxou de forma delicada, ao fazer isso ela o encarou nos olhos.

Bill ficou completamente perdido naqueles lindos e inocentes olhos verdes. A forma como ela o encarou fez seu corpo tremer e o deixou sem reação, ele deu um passo á frente já que ela havia o puxado e ficou observando-a enquanto tentava, em vão, controlar sua respiração e ansiedade.

Elle sentiu vontade de beijar o corpo dele e foi isso o que fez, aproveitou aquela proximidade e colou os lábios na barriga dele. Distribuiu leves beijos enquanto suas mãos se aventuraram de forma tímida para as costas dele, na altura da lombar. Mal sabia Elle o quanto ela estava o deixando louco com aquilo, Bill estava molhado e muito excitado.

O membro dele se contorceu dentro da cueca e ele fechou os olhos brevemente enquanto soltava um longo suspiro de seus lábios.Tantos pensamentos impuros passaram por sua cabeça naquele momento que quase esqueceu que tinha que manter a calma com ela.

Elle estava excitada com o corpo dele, sentia aquele formigamento gostoso no meio das pernas e já estava bem úmida. Ela encarou o formato do membro dele marcado na calça de moletom e ficou curiosa, queria muito ver o corpo de Bill, saber como ele era. Ela enroscou os dedos no cós da calça dele prestes a empurrar aquela peça para baixo, porém Bill a impediu.

-Ainda não meu amor. –Sussurrou se abaixando um pouco para lhe dar um selinho, Elle o encarou desapontada e isso o fez sorrir despretensioso. –Se você fizer isso agora eu não vou aguentar... –Ele sussurrou entre um selinho e outro. Bill sabia que se ela fizesse aquilo seria impossível ir com calma, a calça era nesse momento o empecilho perfeito para ele se segurar um pouco.

Bill envolveu-a com seu braço e a arrastou para o meio da cama, ela riu baixinho por não estar esperando aquilo, mas a carinha com que ele a encarou quando se colocou sobre o corpo dela a fez se derreter e esquecer do espaço/tempo por alguns segundos. Ele apoiava o peso do corpo em seu braço direito e enquanto isso encarava-a ainda com a expressão de segundos atrás, Elle poderia afirmar que Bill sorria com os olhos.

Ele selou os lábios e iniciou o beijo calmo e bem molhado, aproveitou a distração dela naquele beijo e começou a puxar para cima a única peça que ela usava, separou os lábios e ela o ajudou a terminar de livrar da camiseta. Elle ficou tímida naquele momento, suas bochechas coraram e ela sentiu vontade de se esconder entre seus braços, porém a forma como Bill encarou seu corpo a fez se arrepiar.

-Você tem um corpo lindo. –Ele falou baixo e sua voz soou bem sensual devido á testosterona, Elle sentiu um arrepio gostoso entre as pernas e instintivamente apertou uma contra a outra, ele notou.

Bill tinha mãos grandes e quando ele deslizou uma delas pela lateral do corpo dela a fez gemer em desespero por mais daquele toque. Ele desceu seu olhar e o repousou sobre os seios de Elle, sua mão chegou quase que no mesmo instante de seu olhar e ele exerceu um pouco de pressão ali causando mais arrepios em Elle, o membro de Bill pulsou dentro da calça.

“Devagar Bill. Devagar Bill.” –Ele pensou tentando se controlar.

-Vem cá. –Ele pediu enquanto ia se deitando de lado, Elle fez o mesmo ficando de frente a ele, estava perdida apenas o seguindo, não tinha ideia do que fazer só queria que aquela sensação gostosa entre suas pernas fosse saciada.

Bill esperou-a se acomodar e colou mais os corpos, sua mão foi parar direto na bunda dela e ele exerceu certa pressão ali, Elle arfou, novamente sem perceber. Para Bill aquele pequeno momento estava sendo o melhor de toda a sua vida, ele estava apaixonado no corpo de Elle, na textura macia de sua pele, mais apaixonado ainda no cheiro dela. Ele subiu a mão da bunda para as costas até chegar à nuca da mesma, chegando ali puxou-a para um beijo ansioso, queria tanto tê-la que seu corpo começou a tremer sem que ele pudesse controlar. Elle interrompeu o beijo e o encarou.

-Bill, você está... tremendo. –Ela disse apertando a cintura dele. –Você está bem?

Ele queria responder que estava bem, que tinha tudo sobre o controle, mas não estava. Bill ficou tão excitado, com tanta vontade de tê-la que simplesmente não conseguiu controlar o próprio corpo.

-Eu preciso de você... –Ele falou baixo enquanto empurrava sua calça para baixo, se libertando.

Elle desceu o olhar e engoliu em seco ao ver o tamanho do membro dele, não era nada parecido com o de Manuel. O de Bill era sem dúvidas bem maior e mais vigoroso. Ela umedeceu os lábios enquanto observava cada detalhe, as veias grossas e estufadas, a ponta rosada. Bill estava tão excitado que sua ponta estava molhada, chegava a escorrer.

-Por favor... –Ele pediu desesperado enquanto puxava a mão dela, levando-a diretamente para seu membro.

Assim que Elle o envolveu ele fechou a mão por cima da dela e a instruiu com os movimentos.

-Awww...hummm. –Bill gemeu fechando os olhos, seu membro pulsava sem que ele pudesse controlar.

Bill estava tão excitado que sua pele estava toda esticada. Cada movimento dela e ele tremia mais ainda. Elle estava fascinada com aquele momento, ver Bill tão entregue e desesperado estava sendo algo mágico para ela. Elle nunca imaginou que sexo fosse tão complexo assim, ainda mais depois de sua péssima primeira experiência. Naquele pequeno momento ela percebeu que Bill estava certo e estava amando toda aquela experiência.

Ele respirou fundo e num ato rápido estava sobre o corpo dela de novo, Bill beijou o pescoço dela e desceu seus lábios traçando uma linha imaginaria para o sul. Ao chegar a altura dos seios fez questão de passear por ali, os lábios carnudos tocaram com carinho o bico rosado, em seguida sua língua deslizou ali e foi a vez de Elle gemer.

-Ahhhh Bill... –Ele sugou o seio dela e isso a fez gemer mais ainda.

Bill empurrou o resto de sua calça com facilidade enquanto descia os lábios pela barriga dela. Beijou a parte interna das coxas dela e afastou as pernas da mesma de forma sutil. Ele não chegou ali só pelo motivo óbvio, ele queria ter certeza de que Elle estava bem e queria deixa-la úmida o suficiente para não forçar nada.

Bill beijou de forma carinhosa aquela região para em seguida afastar os lábios de sua intimidade e deslizar a língua lentamente da entrada até o clitóris, Elle soltou um alto gemido e ficou vermelha por ter feito aquele som que não conseguiu controlar. Ela não deixou de notar o quanto a língua dele era quente e macia e a forma lenta que ele fazia aquilo estava enlouquecendo-a. Elle apertava o lençol embaixo de si enquanto se contorcia com tal caricia e Bill estava amando ver aquela cena, era realmente maravilhoso ver aquelas delicadas mãos massacrando o lençol.

-Gosta disso? –Ele perguntou baixinho ao parar de chupa-la, ela o encarou e estava ofegante, apenas concordou com a cabeça.

Bill sorriu malicioso e mordeu o próprio lábio, ele levou seu dedo até a entrada dela e massageou de forma bem leve com movimentos circulares, Elle abriu mais ainda suas pernas enquanto gemia baixo. Ele penetrou-a com o dedo, introduzindo lentamente, Elle estava tão molhada que o fez latejar, suas paredes se contraíram sobre o dedo dele e Bill percebeu naquele pequeno momento que estaria ferrado, ele provavelmente não aguentaria muito e tudo o que menos queria era decepciona-la no único dia em que tudo o que mais queria era provar para ela o quanto sexo era bom. Seu membro latejava sem parar e não aguentando mais ele decidiu que era a hora, subiu os beijos e a fitou nos olhos enquanto se encaixava em meio às pernas dela, Elle estava vermelha e já respirava ofegante, ela o puxou para um beijo e ao invés de sentir nojo ela adorou saber que o sabor dela estava nos lábios dele.

Bill deslizou o membro pela intimidade dela e quando ela o sentiu ao invés de gostar da sensação acabou se recordando da noite anterior, do quanto havia sido horrível quando Manuel enfiou a “coisa” dele nela. Isso a fez travar, Elle ficou completamente tensa e apertou os braços de Bill com força. Ele é claro que notou a tensão do corpo dela e encarou-a notando a expressão de desespero que ela esboçava.

-Elle...-Ele a chamou já que ela estava com os olhos marejados e calada.

-Eu acho que... –Ela começou a respirar ofegante, e não aguentou segurar as lágrimas. Bill saiu de cima dela e se sentou enquanto puxava a mão dela com sutileza e segurava-a com carinho.

-Tudo bem? –Perguntou muito preocupado.

Ela se sentou também e apenas deitou a cabeça no ombro dele e chorou que nem uma criança, chorou porque estava com medo, chorou porque não viu Bill encima dela e sim Manuel e reviveu mentalmente todas aquelas dores, todo aquele pesadelo.

-Calma Elle, tá tudo bem, eu tô aqui. –Bill falava acariciando as costas nua dela, ele imaginava o que tinha acontecido afinal de contas não era difícil perceber, isso só fez sentir mais ódio ainda do maldito garoto imbecil.

-Me desculpa Bill... Por favor, me desculpa eu não sei o que deu em mim eu lembrei de tudo e... me desculpa por favor. –Ela soluçava entre o choro.

-Elle não precisa se desculpar por nada. –Ele a puxou, aninhando-a em seu colo. –Vai ficar tudo bem eu prometo. –Completou enquanto respirava fundo, odiava com todo o seu ser vê-la daquele jeito.

Ficaram assim longos minutos até que ela se acalmou e ambos se deitaram embaixo do cobertor. Ficaram fitando-se nos olhos. Elle segurava a mão dele perto de seu rosto e com o dedo indicador ele acariciava a bochecha dela.

-Se sente melhor? –Bill perguntou se aproximando mais e colando os corpos, só de tê-la ali nua com o corpo colado ao seu já lhe era suficiente.

-Uhum. –Ela balbuciou baixinho e encostou o rosto no peitoral dele.

-Amanhã você vai se sentir melhor eu prometo! E sexta-feira nós poderíamos ir no cinema de verdade, o que acha? –Bill beijou o alto da testa dela.

-E depois pizza? –Ela perguntou com a voz agora animada, Bill riu.

-Sim senhora, a maior pizza que eles tiverem. –Ambos gargalharam.

Ficaram uma boa parte da noite conversando sobre coisas bobas e adormeceram agarrados um ao outro.G


Notas Finais


Pessoas me matando em
3
2
1
....


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