História Amor sem Igual - Ruggarol 1,2 e 3 temporada - Capítulo 4


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Capítulo 4 - Aborto


Fanfic / Fanfiction Amor sem Igual - Ruggarol 1,2 e 3 temporada - Capítulo 4 - Aborto

P.O.V Karol.

Meu Deus, que homem foi aquele? Lindo, gostoso, aihhh senhor, eu chega tô sentindo umas coisas aqui por dentro. Cala a boca Karol que ele deve ser solteiro. E eu com isso? O meu papel não é isso. Quando eu estava quase entrando no " Cabaré " eu sinto alguém me puxando pelo cabelo.

Velho: Você pode ter escapado naquela hora, mas agora você é minha. - disse me puxando até o seu carro.

Karol: Seu estúpido, não me puxe desse jeito. - disse já dentro do carro.

Velho: Calada já falei, você não tem permissão pra dizer nada. - disse arrancando com o carro.

Karol: Pra onde você vai me levar? - perguntei com medo.

Velho: Você vai ver quando agente chegar meu docinho.

Meu Deus por favor me ajude, por que aquele homem não esta aqui agora? Eu preciso de alguém para me tirar daqui. 20 minutos depois chegamos a um hotel michuruca. Ele me tirou do carro, puxando o meu cabelo e me levando até o hotel.

Recepcionista: Olá, o que deseja? - perguntou educada

Eu desejo sair daqui - pensei.

Velho: Um quarto de casal.

Recepcionista: Só um momento.

Depois de uns 3 minutos, ela entregou a chave do quarto pra ele e ele me arrastou até o mesmo. Quando chegou lá ele disse.

Velho: Eu paguei muito caro ao Damon por você, então faça o seu serviço corretamente. - disse pegando duas algumas e vindo na minha direção.

Karol: O que você vai fazer comigo? - perguntei com medo.

Velho: Você nunca assistiu 50 tons de cinza meu docinho?.

Karol: Não por favor, eu te imploro.

Velho: Não implore meu amor, não vai doer nada nada.

Nessa hora veio na minha cabeça absolutamente tudo o que o Damon fez comigo. Quando o meu pai me deu a ele como um simples troféu. Ele me espancou e me estuprou, esse foi o pior dia da minha vida. A minha primeira vez foi horrível, e depois disso, eu só sofria, por que até hoje eu não sei o que é fazer amor, e sim o que é sexo selvagem. Eu não estou mais aguentando essa vida. Até que eu falei.

Karol: Não, você não vai tocar um dedo em mim. Me solte.

Velho: Como é? Agora você vai ver sua cadela.

Disse pegando um cabo de vassoura que tinha ali e começou a seção tortura. Ele me batia de todos os jeitos, me batia na cabeça, nas costas, na perna. Foi horrível. Até a hora que eu não vi mais nada.

Acordei em um lugar muito diferente do qual eu estou acostumada, eu estava em um hospital com vários fios a minha volta. Tentei levantar, mas me veio uma dor insuportável, droga. Vi um espelho na minha frente e fiquei apavorada quando eu vi o meu rosto ( foto da midia ) De repente eu vejo o doutor entrando com uma pasta na mão.

Doutor: Olá, como a senhorita esta se sentindo? - perguntou vindo em minha direção

Karol: Estou me sentindo como em um daqueles filmes de terror sabe. - perguntei rindo. Eu vi que ele não tinha entendido então eu falei. - Esquece.

Doutor: Qual é o seu nome?

Droga, mas uma pessoa perguntando o meu nome. Eu não posso dizer o meu verdadeiro nome, a Karol morreu a 8 anos atrás.

Karol: Perigosa.

Doutor: Perigosa?

Karol: Por que algum problema? - perguntei sem paciência.

Doutor: Não claro que não, só achei estranho.

Karol: Hum, o que eu tenho? Vou ficar muito tempo aqui?

Doutor: A senhorita vai ficar aqui alguns dias sim, e só vai poder sair daqui dependendo de como o seu corpo irá reagir.

Karol: Como assim Doutor? - perguntei sem entender.

Doutor: A senhorita sofreu um aborto e quase morreu.

Karol: O que?

Meu Deus, não acredito, eu sofri um aborto? Eu perdi o meu bebê aquele velho desgraçado, eu nem vou poder ver o rostinho do meu bebê. Esse assassino.



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