História Amor Sem Limites_(Park Jimin-BTS) - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys, Bts, Jimin
Visualizações 31
Palavras 4.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Desculpem a demora, eu estava sem internet.
Irei postar esse e mais outro ainda hoje por causa da demora, beijinhos 😘😘😘

Capítulo 2 - 01.


Eu te odeio, eu te amo 


Eu odeio te amar


Não quero, mas não consigo colocar 


Mais ninguém acima de você..."


_So Hyun-on


Eu ainda não conseguia acreditar que Sook tenha chegado a tal ponto. Será que ela não pensava no quanto essa atitude poderia machucar o Jimin? Nem o fato de, talvez ela não ama-lo mais não justifica. Será que ela não pensa nem mesmo na sua imagem? Porque agindo assim ela está se igualando a uma puta. Será que nem na filha dela ela pensava?


Park LeeHi, filha do Jimin com a Sook. Uma menina linda que com seus três anos já é bem inteligente. Apesar de hoje eu ama-la como se fosse minha filha, nem sempre foi assim, quando descobri que Sook estava grávida quase cometi uma loucura, principalmente após ver o amor do Park apenas aumentar pela mulher, que durante a gestação ficou ainda mais linda do que já é...

_FlashBack-on


"Estavamos Jin, eu, Kookie e TaeTae, nessa ordem, no sofá da casa do Jimin, este que se encontrava de pé na nossa frente, tal como Sook, ambos exibiam enormes sorrisos no rosto


-Pessoal, temos uma notícia maravilhosa para contar a vocês._a cada minuto que se passava a curiosidade dos que estavam no sofá aumentava, assim como a ansiedade visível dos que estavam de pé. Senti minha mão ser segurada com força, olhei para o autor desse ato e encontrei o olhar triste do Jeon, de alguma maneira ele já sabia do que se tratava, pude sentir somente pelo nervosismo que o mesmo demonstrava, a junção do seu olhar ao aperto forte de sua mão na minha, me fizeram não contestar e apenas retribuir na mesma intensidade. Suspirei.


-Eu estou grávida._as palavras pronunciadas pela mulher de pé, fizeram minha atenção voltar ao casal, apenas até o momento em que eu reformulei a frase. E eu que pensava que não poderia sentir dor maior que a sentida por mim no casamento deles, ahh... Mais eu estava tão enganada.


A combinação das palavras da Sook, o olhar apaixonado que os dois trocavam e a mão do Park sobre sua barriga, que agora carregava um novo ser, fizeram meu corpo perder a força, meus olhos transbordarem com lágrimas de dor, as quais eu não poderia mostrar a eles, e meu frágil coração foi destruído. Jeon me abraçou, encenando, assim como todos ali faziam, ele estava dando tempo para eu me recompor e continuar meu teatro que não tinha fim. O abraço foi pouco demorado, mas foi suficiente para mim buscar forças do fundo do meu ser e sorrir. Olhei para Jungkook, ele me olhava sorrindo mais seus olhos demonstravam a tristeza que ele sentia por mim. Sorri para ele, como que para dizer que aguentaria mais essa, mesmo meu corpo e alma dizendo que esse era o limite. Sai do transe e me levantei para abraçar o casal assim como meus outros amigos.


-Ah, eu estou tão feliz por vocês._falei sorrindo mais meu coração implorava para que eu fugisse dali, que não o machuca-se mais, que ele já estava ferido o suficiente e que a qualquer momento poderia para, fazendo meus pulmões perderem o ar.


Eles me abraçaram, felizes.


-Obrigada.


Depois de todos terem comemorado o casal nos chamou para um jantar, que eu recusei por não conseguir mais segurar tudo que estava sentindo. Sai dali quando me despedi de todos, corri pela rua, queria minha cama e meu travesseiro que são testemunhas do meu sofrimento, mais depois de virar a esquina meu corpo foi puxado e braços rodearam meu corpo de forma protetora. Eu sabia quem era então apenas retribui o abraço apertado, e estando com minha cabeça escondida sobre o peito do Jeon, derramei minhas lágrimas, não segurei nem uma assim como não impedi o grito abafado que saiu da minha garganta, apertei minhas mãos ao redor de sua cintura, soltei tudo que tive que segurar, eu sabia que poderia confiar nele. Senti suas lágrimas no topo da minha cabeça e tratei de parar com meu choro compulsivo, ele estava chorando por minha culpa e eu não queria isso.


-Não chore Kookie, eu vou ficar bem._falei um pouco afastada dele apenas para olhar seu belo rosto e secar suas lágrimas.


-Como você consegue? Aguentar tudo isso, e ainda conseguir sorrir?_perguntou com a voz ainda chorosa. Sorri para ele.


-Quando você ama verdadeiramente uma pessoa você é capaz de tudo apenas para tê-la ao seu lado. Eu aguento tudo isso porque sei que no dia em que eu sucumbir a minha dor ele não estará mais perto de mim.


-Eu sinto muito._falei derramando uma lágrima silenciosa e novamente me abraçou. Não queria sair do seu abraço, eu me sentia tão protegida ali, mais eu ainda tinha que aliviar toda a dor acumulada no meu ser. Calmamente eu me afastei de seus braços.


-Kookie, pode me levar em casa?_perguntei fazendo bico. Uma mania que eu tinha sempre que pedia algo.


-Claro que sim, Noona. Vamos._beijou minha testa e pegou em minha mão para me guiar até seu carro.


Entramos sem falar nada, ele me olhou e sorriu, sorri de volta pegando sua mão e apertando-a com força sendo rapidamente correspondida. E assim se seguiu até ele parar na frente da minha casa, era pequena mais acima disso era minha.


-Você quer que eu te faça companhia?_despertou-me de meus devaneios com sua linda voz me fazendo olha-lo.


-Não há necessidade, eu ficarei bem, como todas as outras vezes. Aliás, você não tem dado muita atenção a Minah esses dias._o olhei brincalhona.-Você deve cuidar da sua namorada Kookie._rimos.


Oh, sim. Ele tinha uma namorada. Kim Minah, uma linda médica que conheceu no último ano do colegial quando seu irmão mais novo foi estudar na mesma escola e sala que Jungkook e eu. Ela era dois anos mais velha que nois dois. Eles se completavam, e eu tenho certeza que Jeon Jungkook nunca encontrará uma mulher tão perfeita para ele como a Kim. Fora ele, ela era a única que sabia da minha história e sempre me ajudava assim como Jungkook.


-Ah, Noona, Minah entenderá se quiser que eu  fique, na verdade ela me obrigaria se estivesse aqui._sorriu. É eu sabia o quanto ela se preocupava comigo e não se importava de deixar que seu namorado me desse força, éramos mais que amigos, éramos irmãos, e ela sabia disso.


-Eu sei bem disso, mas mesmo assim. Vá pra casa e cuide da sua namorada, mais não tão bem assim porque eu não quero ser titia duas vezes, Okay?_rimos, mas minha risada logo parou ao me lembrar do motivo de estar ali. Porra eles vão ter um filho.-Eu ficarei bem, e ainda deixo você vir me perturbar de manhã bem cedinho.


-Jura?


-Sim, agora vá pra casa porque eu quero ir me deitar._dei um rápido e desajeitado abraço nele, logo saindo do carro. Estava pronta para entrar quando sua voz se fez presente.


-Noona, você sabe que vai e arrepender por ter me deixado vir aqui pela manhã, não é?_perguntou risonho. Me virei pra ele rindo.


-É eu sei._falei e acenei para ele, logo entrando em casa enquanto ele dava a partida para ir embora.


Quando fechei a porta, suspirei, e assim a dor interna que carrego comigo foi transbordando em meus olhos e logo cai no chão consumida por ela. Não tinha forças para levantar, nem mesmo tinha acendido a luz, a penumbra era total, não conseguia enxergar um palmo a minha frente. Mais isso não mudou nada, continuei no chão, chorando compulsivamente e gritando quando minhas lágrimas não eram capazes de me aliviar. Assim se passou a noite...


'Eu estou grávida.


Estou grávida.


Grávida.


Eu.'


Isso não saia da minha cabeça e eu não tinha mais nem uma lágrima pra derramar. Estava cansada e muito desidratada.


O dia estava amanhecendo, deduzi pela claridade que aos poucos tomava conta do ambiente, eu olhava fixamente para a faca posta sobre a mesa, ainda no chão, sem forças e destruída. Eu estava tentando lutar contra minha vontade mais era bem mais forte do que eu, levantei a me apoiando nos móveis caminhei até o objeto cortante. Peguei-o, não parei para pensar no que fazer com ele, eu não queria apenas me aliviar eu queria acabar com tudo. Por isso, cravei a faca em meu abdômen, logo sentindo uma dor insuportável, foi a primeira vez, desde que conheci Sook, que eu senti outra dor que não fosse a causada ao meu coração. Cai no chão batendo minha cabeça no mesmo e com minhas mãos ainda segurando o causador da minha queda.


Os objetos estavam perdendo sua cor, meus sentidos estava indo embora na medida em que a vida ia se esvaindo do meu corpo. Antes que eu fosse completamente tomada pela escuridão, pude ouvir me chamarem. Olhei na direção das vozes, apenas pude ver suas expressões desesperadas. E assim tudo ficou escuro e a dor já não era mais sentida.

_Jungkook-on.


Acordei cedo como todos os dias. Olhei para frente encontrando o corpo de minha amada completamente despido e com algumas marcas. Sorri feliz lembrando de como foi prazeroso fazer todas elas, mais meu sorriso logo morreu ao lembrar da minha Noona. Ela é tão incrível e tão forte, me sinto muito privilegiado por ter conhecido ela, mais também me sinto triste por saber o quanto ela sofre. Ah, minha Noona sofre tanto...


-Jeon?_olhei para minha princesa a encontrando, agora, de frente pra mim. Eu a amo tanto. Pensando bem eu entendo minha Noona, eu também seria capaz de tudo por Minah, tudo. Vejo-a coçar seus olhinhos pequenos sorriu com sua fofura e beijo sua testa. Ela ri e eu a acompanho.-Eu posso ir com você na casa da So? Eu queria tanto vê-la._faz bico. Minah, apesar de ser mais velha que eu ainda é como uma criancinha, por isso eu a trato como uma. Minha pequena.


-Claro que sim meu amor, ela vai adorar._sorri para ela que se levanta e vai rumo ao banheiro, a segui. Não minto, queria 'tirar uma casquinha.'


***


Estávamos chegando a casa da Noona, ambos satisfeitos e devidamente arrumados. Porém, quando cheguei na rua da So me assustei com o tumulto que lá estava, até mesmo a polícia estava lá. Estacionei e sai do carro sendo acompanhado por Minah, logo fui até um dos policias perguntar o que estava acontecendo.

-Um assassino muito perigoso veio nessa rua, há testemunhas que comprovam isso. Estamos procurando vítimas, a moradora dessa casa._apontou a casa da So.-Pode ter sido atacada, já que seus vizinhos alegam ter escutado gritos agora pela manhã.
Me desesperei corri até a casa dela, graças a chave reserva que ela me deu, chamei-a não sendo respondido, típico, se não fosse as informações do policial. Iria seguir para o quarto dela se Minah não tivesse gritado desesperada logo correndo na direção de... So Hyun, ensanguentada e com uma faca perfurando sua barriga.

O desespero tomou conta do meu ser quando me toquei que ela não estava mais consciente. Corri a pegando no colo, logo depois de Minah ter tirado a faca de seu corpo e ter amarrado a blusa da Noona contra seu ferimento para estancar o sangramento. As lágrimas caiam descontroladas do meu rosto, eu não podia perde-la, o policial que me deu as informações logo me ajundou e ofereceu carona enquanto as pessoas olhavam preocupadas, entrei no banco de trás da viatura, Minah veio falar comigo.

-Eu vou no seu carro, está bem? Cuida dela, segura firme no local do ferimento, ela já perdeu sangue demais._assenti e ela saiu. Logo depois o carro foi acelerado e seguimos para o hospital.


Eu tinha que sava-la.


Chegando lá, o homem gritou por ajuda enquanto eu a tirava do carro. Quando a tirei, coloquei-a na maca que os médicos trouxeram. Levaram ela imediatamente para a sala de cirurgia.


Abracei meu corpo, chorando, estava sujo de sangue. Até que me lembrei dos meninos e decidi ligar para eles. Afastei-me das pessoas apenas para ligar para meus hyungs, já com o número do Jimin hyung chamando avistei Minah vindo na minha direção, assim que chegou a abracei forte, ela também chorava, nós dois estávamos chorando muito.


'-Alô?_ouvi a voz sonolenta do hyung.


-Jiminie hyung, a Noona ela... ela._suspirei e tentei diminuir minha voz chorosa e meus soluços.


-O que tem a So? Fala Jungkook, já estou ficando preocupado!_ele falou com a voz um pouco alterada e nervosa, acredito que por causa do meu choro.


-Um assassino muito perigoso esteve na rua da Noona, ele atacou ela. E-eu... quando eu cheguei lá ela estava inconsciente. Hyung, eu acho que a Noona pode mo..._fui interrompido pelo mesmo.


-Onde você está Jungkook? Eu estou indo para aí agora._falou desesperado e pela sua voz percebi que ele estava prestes a chorar. Ele amava ela, não da mesma forma, mais ainda assim amava.


Falei o endereço. Não tive tempo de pronunciar mais nada pois ele desligou.'


Abracei ainda mais forte Minah, depois de ter guardado o celular. Puxei ela para os banquinhos de espera. E ficamos lá fazendo a única coisa que poderíamos fazer no momento, esperar...


***


Já se passaram duas horas e nem uma notícia. Todos os hyungs já estavam aqui e, assim como eu, estavam desesperados, até mesmo os polícias estavam preocupados, afinal ela era a delegada. Vi um médico se aproximando e me levantei depressa, assustando Minah que estava encostada em meu peito.


-Responsável pela paciente Choi So Hyun?


-Somos nós_respondi por todos.-Como ela está?


-A paciente está bem._respirei aliviado, assim como todos os outros, Minah veio até mim e me abraçou, retribui de imediato.-Ela irá ficar aqui até que esteja apta à voltar para casa, vocês poderão vê-la, mais antes, alguém sabe me dizer o que aconteceu com ela?_todos olharam para mim.


-Um assassino, ele esteve na rua dela e a atacou.


-Entendo, espero que o prendam._suspirou.-Ela está fraca então não pode sofrer muita emoção, no máximo duas pessoas para ir vê-la e um acompanhante.


Nos dividimos assim, Eu e Minah iríamos vê-la e Jimin Hyung seria seu acompanhante. A Sook não tinha vindo, Jiminie hyung preferiu não trazer ela. E assim entramos, sendo recebidos pelo seu lindo sorriso.


A conversa que tivemos com a Noona foi pouca, tanto pelo fato de termos que sair logo e também pelo fato dela se encontrar muito fraca.


Saímos logo do quarto, dando passagem para o hyung entrar. Eu estava aliviado sabendo que minha Noona está bem, e tenho certeza que a linda moça em meus braços que está a sorrir também está muito aliviada.


_Jimin-on.

Um dia antes...


Eu estava me sentindo triste e isso já tinha algumas semanas, não estava me alimentando direito pois não sentia fome, e isso vindo de mim era um 'milagre', ora, eu sempre comi demais e quase parar de comer de uma hora para outra com certeza traria preocupações. Sook estava desesperada, queria porque queria que eu fosse no médico descobrir o que era isso, e tentou até trazer um até aqui, o qual eu não deixei que chegasse perto de mim. Eu já sabia o porque de estar assim, então eu não precisava de um médico, eu precisava da minha So brincando comigo, como fazíamos quando éramos mais novos. Oh não me entenda mal, Sook também é divertida e nós dois juntos parecemos duas crianças, e sim eu a amo, muito mesmo, mais apesar sempre nos divertimos não é a mesma coisa. Quando é com a So é outra coisa, tipo... não sei, mais intenso? Intenso, não teria palavra melhor para descrever, mais essa tal palavra fez eu me distanciar dela com medo de estar traindo minha mulher.


Eu não estou aguentando mais essa distância que está entre nós, desde que Sook entrou na minha vida. Não nos divertimos mais, não saímos para conversar sobre nossos problemas, não vamos mais a nossa sorveteria preferida no centro da cidade, não assistimos mais os filmes de terror do pai dela para ficarmos com medo a noite e buscar proteção um no outro, e quando neva nós não brincamos de jogar bolinhas de neve. 


Tudo mudou, não só porque eu tenho a Sook mais porque crescemos. Meu doce floquinho agora é uma delegada, uma mulher de fibra e competente, eu me tornei um dos maiores empresários da Coreia depois de ter tornado a empresa, já falida, do meu pai, em uma empresa próspera e com muitos lucros, a qual eu ganhei dele. Agora como adultos e eu sendo casado, não temos mais tempo um para o outro. E é isso que está me deixando triste. 


Chamei Kookie para vir ao meu escritório pois queria lhe contar antecipadamente a grande surpresa de hoje a noite, a qual eu descobri hoje de manhã. Enquanto conversamos eu não tirei o sorriso da cara o que levou o Jeon a  questionar-me o porque de tanta felicidade, contei-lhe e ele me parabenizou muito feliz, mas, algo parecia o incomodar, deixei de lado e voltamos a conversar.


Mais tarde...


Eu e Sook esperávamos os garotos chegarem junto da So, confesso que estou ansioso para vê-la, como se não tivesse sido eu a afasta-la. Quando meus hyungs chegaram eu fiquei muito feliz, mais não se compara com a alegria que eu senti ao vê-la entrar junto do maknae, não aguentei e fui abraça-la, sussurrei um 'senti sua falta floquinho' e ela me devolveu com um 'senti sua falta também gordinho' rimos e nos juntamos aos outros na sala onde eu e Sook contamos que ela estava grávida, todos ficaram muito felizes, mais na hora do jantar So Hyun parecia incomodada com algo e disse que não poderia ficar, logo ela se despediu de todos e saiu, em seguida Kookie fez o mesmo que ela deixando todos confusos, deixamos de lado e fomos comer entre muitas risadas e piadas sem graça dos meus hyungs. Depois que eles foram embora, quase meia noite, apenas conversando, eu e Sook fomos organizar a bagunça mais eu percebi que ela estava cansada então disse para ela descansar que eu arrumaria tudo e ela fez como pedi agradecendo, depois que arrumei tudo, lá pelas uma da manhã, subi para nosso quarto e fui tomar um banho, de banho tomado deixei um selar na testa da minha amada e logo adormeci...


***


Acordei com uma ligação do Jungkook, quando ele me contou o que aconteceu não pensei em mais nada sai da cama tomei um banho rápido e vesti uma roupa simples.


-Onde vai amor?_Sook perguntou sonolenta.


-Vou resolver uma coisa não se preocupe._sai às pressas sem dar uma explicação decente, mais no momento o que importava era a garota que estava agora numa cama, sabe-se Deus se com chances de sobreviver.


Liguei meu carro e dirigi até o hospital que Jungkook me falou, depois de estacionar entrei rápido encontrando Jungkook e Minah, fui até eles é os abracei eles estavam sujos de sangue o que fez meu peito doer por saber que esse sangue era dela, da So Hyun, do meu floquinho.


Liguei para os outros e eles vieram tão rápido quanto eu. E ficamos todos esperando alguma notícia. Nem um de nós estava conseguindo segurar as lágrimas, So era muito importante para todos nós. Se passaram duas horas e nada, Jungkook se levantou rápido, olhei para saber o motivo logo vendo um médico vindo em nossa direção eles estavam conversando mais não consegui prestar atenção depois de ele dizer que ela estava bem, eu soltei o ar que nem sabia que estava segurando e me juntei ao abraço em grupo que demos. 


Nos dividimos, e eu seria o seu acompanhante, por escolha minha eu ficaria com ela. Depois que Jungkook saiu eu logo entrei. 


Prendi a respiração. 


Ela estava tão fraca, pálida, com seus belos lábios ressecados, seus olhos estavam abatidos e não mostravam o brilho de sempre, ela tinha vários fios ligados a seu corpo e um sorriso fraco em seu lindo rosto.


-Oi, gordinho._ri, ela nunca se deixa abater por nada. 


-Oi, floquinho._sorri para ela, e fui me sentar na beirada da cama. Segurei sua mão a apertando e ela, mesmo fraca, me retribuiu.-Que susto você me deu em baixinha._falei, lágrimas ameaçavam cair ao me lembrar da agonia que passei.-Você quase me deixou, tem ideia do quão dolorosa essa possibilidade é para mim? Céus. Mesmo sabendo que você não tem culpa de nada, meu coração._levei a mão dela, que eu estava segurando, até meu peito onde ela podia sentir meu coração frenético pela 'adrenalina', uma lágrima escorreu em seu rosto, limpei-a antes de continuar.-Ele...Ele quase parou, pois eu não posso te perder. Então por favor nunca mais me dê um susto desses._algumas lágrimas transbordaram.


-Venha aqui, Jimin._chamou-me para um abraço e eu fui sem questionar.-Me desculpa tá? Eu te amo._beijou o topo da minha cabeça que estava sobre seus seios. 


-Eu também te amo._levantei um pouco a cabeça para selar sua bochecha logo deitando sobre ela de novo.


-So Hyun-on.


Três meses depois...


Três meses se passaram depois de ter acordado numa cama de hospital, e, apesar dos milhões de motivos para amar meus amigos o destino adicionou mais um na lista. Eu não tinha palavras para descrever o amor que sentia por eles.


Nesse tempo eu venho recebendo tanto carinho que eu acho que vou ficar mais carente do que já sou. Brincadeiras a parte.


Todos vem me visitar regularmente, não faltando um dia sequer, principalmente Park Jimin que não me deixa em paz um segundo, de uma maneira boa é claro, sempre me visitando e me mandando mensagens. O que causou certo ciúmes em Sook, mais nada que prejudique o relacionamento deles, não, muito pelo contrário.


A cada novo dia Sook parecia ficar ainda mais linda e adorável do que já era, sua barriga agora já um pouco avantajada lhe dava um charme a mais.


Estava cada vez mais difícil...


A relação entre ela e o Park já era perfeita e agora não tinha nem como descrever, o amor deles parecia aumentar a cada nova manhã...


E a cada nova manhã eu era torturada, pois eu tinha que sorri enquanto eu queria ardentemente chorar...


Seis meses depois...


Os dias pareciam não querer passar, estava tudo tão triste e cinza para mim. A dor estava consumindo todo meu ser, e como se já não bastasse presenciar e camarote a felicidade do Jimin e a Sook, o mundo ainda parecia querer jogar na minha cara que ele não precisava de mim para sorrir, e isso é doloroso.


Seja vendo um casal na rua com seu bebê, uma foto em alguma rede social, ou até mesmo num encontro de amigos. Tudo me fazia lembrar deles e isso estava sendo difícil demais para mim. 


Me encontrava agora, na casa do Jungkook, estava na cozinha com Minah, enquanto o dono da casa estava jogando na sala. Os dois tem presenciado de perto meu sofrimento, apesar de não querer isso eles estão sofrendo junto comigo.


-Chega!_Minah levantou da mesa em que estava sentada, chamando minha atenção e a do namorado que estava na sala.-Eu não aguento mais te ver cabisbaixa. Nós vamos sair, e você vai esquecer tudo nem que seja apenas por essa noite._falou segurando minhas mãos e olhando em meus olhos. 


-Eu topo, se o Jungkook concordar._olhamos para ele.


-Vão se arrumar._sorriu animado.


*** 


Já dentro da balada fomos os três pedir bebidas ao barman. Assim que ele chegou com minha bebida, virei o copo e sai de perto do casal indo pra pista de dança. A noite só estava começando...


{...}


Sentei-me num banquinho que tinha ali e pedi uma bebida, estava na terceira dose e já havia dançado quatro músicas. Quando minha bebida chegou virei o copo, percebi uma presença ao meu lado mais não olhei. 


-Olá moça, acompanhada?_olhei para o lado para ver se dava um fora ou se deixava rolar. 

Puta que pariu esse homem lindo da porra. Sorri maliciosa e o respondi. 


-Ainda não._sorriu para mim. Não o deixaria escapar.


-Bom saber, me acompanha em mais uma? _apontou para a bebida em minha mão. 


-Claro mais antes, qual seu nome?_perguntei.


-Min Yoongi, e o seu linda?_perguntou.


-So Hyun.


Depois de nos apresentarmos ficamos conversando, descobri que ele era um médico muito bem sucedido e falei que era uma delegada, ele ficou surpreso e muito interessado, fomos para a pista e da pista fomos para a cama, onde tive a completa certeza de que ele era incrivelmente intenso...


***


Nove meses depois...


Estava em minha casa, junto com Minah e Sook, essa que exibia seu belo barrigão. As duas estavam aqui pois os meninos tinham saído a negócios e para não ficarem sozinhas vieram para cá.


Assistiamos um filme, quando sinto Sook apertar minha mão, olhei para ela que estava suando e demonstrava estar sentindo dores. Me desesperei ao lembrar do bebê.


-Oh meu Deus, Sook o que aconteceu?_perguntei sem saber o que fazer.


-Vai nascer._disse segurando minha mão com força e respirando com dificuldades.


-Rápido So, vá pegar tudo que eu pedir o mais rápido possível._Minah disse rápido e eu assenti, ela me disse o que fazer, trouxe tudo para ela que já tinha deitado Sook no chão e tirou sua roupa de baixo. Entreguei tudo a ela e segurei na mão de Sook que suava e chorava por causa da dor.-Okay, Sook faça força e traga seu filho ao mundo._e assim ela fez, gritando.


Eu estava chorando também só pelos gritos dela, imaginar a dor que ela estava sentindo. Alguns minutos depois.


-Vamos Sook, só mais um pouco e você terá seu filho nos braços._Minah falou.


-Eu não consigo._falou fraca por fazer muita força.


-Você consegue. Sook, você já chegou até aqui não pode desistir agora, traga seu filho ao mundo. Eu estou aqui com você. Vamos, 1, 2, 3..._falei, ela fez força e finalmente conseguiu, ouvimos o choro do bebê o qual ninguém, fora Minah que acabara de ver, sabia o sexo já que o casal preferiu manter o mistério.


-É uma menina._Minah sorria, assim como eu e a mãe da criança. Minah entregou a menina nos braços da mãe que sorriu emocionada.


-Minha filha._sorriu e nos olhou.-Obrigada._deu o peito para ela se alimentar. Quando já estava satisfeita ela olhou para mim.-Quer pega-la?_assenti. Peguei ela no colo e sorri, ela tinha as bochechas do pai.


-Qual vai ser o nome dela?_perguntei sem tirar os olhos daquele pequeno serzinho.


-Park LeeHi."

"É sozinha eu observo você olhar para ela 


Ela é a única que você já viu 


Porque você nunca percebe 


Que você está me matando

lentamente?"




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