História Amor Sem Medida - Capítulo 32


Escrita por:

Postado
Categorias Wesley Safadão
Personagens Personagens Originais, Wesley Safadão
Tags Wesley Safadao
Visualizações 65
Palavras 966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 32 - Capítulo 31


Fanfic / Fanfiction Amor Sem Medida - Capítulo 32 - Capítulo 31

— Mas por que ela não pode ter outro?

— Ela tá infértil agora!

Eu chorei ainda mais.

— Como ela tá?

— Não sei... Não deixaram eu ver ela ainda.

— Vai me mandando notícias então!

— Tá bom, eu vou ter que desligar aqui agora.

— Tá, tchau!

Mais duas horas se passaram, até que deixaram eu ver a Nat.

Eu entrei naquele quarto e meu peito apertou ao ver ela ainda daquele jeito.

Ela já estava acordada, mas ainda estava meio pálida.

— Wesley?

A voz que eu tanto esperava ouvir, me chamou.

— Oi , como tu tá se sentindo?

— Tô meio tonta, um pouco dolorida... — ela respondeu baixo — Mas, o bebê tá bem, né?

A vontade de chorar veio de novo.

— Nat...

— Ele tá bem, né Wesley? — o monitor cardíaco já mostrava o quanto que ela já estava alterada.

— É que... A gente perdeu o bebê, mô! — minha voz já ficou embargada — Ele acabou parando em um dos canais e não se desenvolveu, e eles tiveram que abortar, porque isso já tava colocando a sua vida em risco.

Quando eu mal terminei de falar, ela já começou a chorar.

Eu não podia chorar na frente dela. Eu tinha que passar segurança pra ela.

— É tudo culpa minha.

— Não é!

— Eu sei que é. Eu nao tava comendo direito e ainda deixei o Henrique fazer aquilo comigo e...

— Para com isso! A culpa não foi sua!

Ela chorou ainda mais, e eu a abracei em resposta.

(...)

Os dias haviam corrido, ainda mais com a minha carreira decolando cada vez mais. Fazia um mês daquele dia, que eu prefiro me poupar. Eu estava tão louco pra ter esse bebê com a Nat... Pena que não foi dessa vez. 

Eu tinha ficado alguns dias com ela, pra se recuperar. Após ver que ela estava melhor, voltei pra casa. 

Thyane parecia estar feliz com a perca do meu filho. 

Quando eu falei pra ela, fui respondido por um sorriso maldoso.

— Olha, eu só tô aqui por causa da Ysis, não você sabe muito bem disso! Você não tem direito de debochar dela assim... Não só dela, quanto do meu filho que morreu! Você é ridícula, Thyane...

Ela tirou o sorriso de seu rosto e me olhou.

Peguei o Yhudy e dei um cheiro na Ysis. 

— Papai já vai? 

— Vou sim, filha. Eu amo você, depois eu volto e trago o Yhudy pra brincar com você.

— Tá bom, papai! Te amo! — ela disse, do jeitinho embolado dela e eu sorri.

Beijei a bochecha dela e saí. 

Pus o Yhudy no carro e peguei o celular.

Eu sorri instantaneamente.

Tinha uma mensagem da Natalie, dizendo que precisava falar comigo.

Eu respondi dizendo que ela fosse lá em casa, depois que eu deixasse o Yhudy. 

Em seguida, mudei de ideia e disse que eu ia buscar ela.

Ela concordou e eu fechei os olhos.

Balancei a cabeça, tentando evitar os pensamentos relacionados ao dia que... enfim. 

Deixei o Yhudy com a babá dele, na casa da mãe dele e voltei pra casa. 

Eu pensei em ligar pra ela, mas desisti. 

Se eu ligasse, ela ia me falar o assunto por telefone e a história de ela vir aqui iria por água abaixo.

Tomei um banho e passei os olhos pela casa. 

Me arrumei rapidamente, coloquei uma bermuda, uma blusa, ajeitei o cabelo e passei bastante perfume.

"Tô indo aí te pegar!"

"Kkk, tá bom!"

Eu sorri e calcei os chinelos. 

Peguei a chave do carro e coloquei o celular no bolso.

Entrei no carro e em pouco tempo, estava na casa dela. 

— Pode ser aqui mesmo não?

— Claro que pode! — eu disse e sorri.

Estacionei e saí do carro.

Meu coração apertou ao vê-lá novamente. Era sempre assim agora, até mesmo nos shows.

Ela me abraçou forte e eu dei um cheiro no pescoço dela.

Tava linda demais, eu tava babando.

Entramos na casa dela e ela se sentou no sofá.

Ficamos maior tempo em silêncio. Parecíamos dois desconhecidos! 

— Então... O que você queria me falar?

— Eu queria te agradecer pelo tempo que você ficou comigo internada. Queria agradecer por mim e pelo bebê!

— Nem me fala... Eu tava tão feliz! Enfim. — balancei a cabeça. — Quando você volta pra mim?

—  Pra você?

— Não, eu... Quis dizer pro palco, você me entendeu!

Ela sorriu, sem jeito e empurrou uma mecha do cabelo pra trás da orelha. 

Eu não resisti e beijei ela.

Nossos corpos se encaixam, sentia falta da minha mulher...

Ficamos grudados até quando o ar nos permitiu. 

— Desculpas! 

—  Não pede desculpa, Wesley. Eu colaborei!

— Sei que tu gostou! 

Ela corou e eu a abracei. 

— Foi um erro!

— Só se for pra tu, pra mim não foi erro, foi até acerto!

Ela ficou mais sem jeito ainda. 

— Então... — eu disse e me levantei. — Eu vou indo, Nat!

— Fica aqui... — ela disse baixo. 

— Fico!

— Você ouviu?

—Ouvi!

Ela fez pipoca e brigadeiro.

Eu mal conseguia parar de babar no corpo e no sorriso dela. 

Estava sem maquiagem, mas estava perfeita!

Ela me convidou pra subir.

Fomos pro quarto dela, e ela se deitou, apagando a luz.

Eu me deitei com ela, a abraçando por trás, comendo a pipoca, enquanto ela colocava alguma besteira na TV.  

Eu ignorei o clima que ela queria criar e beijei ela.

Eu beijei sua boca, e desci, parando na cicatriza abaixo da barriga dela, coberta pelo elástico da calcinha. 

Beijei ali e uma dor percorreu meu corpo todo.

Uma lágrima escorreu, mas eu a limpei rapidamente, colando nossos corpos e colocando ela encaixada no meu membro.

Ela gemeu, arqueando a cabeça e arranhando minhas costas.

Subíamos e descíamos...

Estávamos em plena harmonia!

Chegamos ao nosso ápice e ela me selou.

Eu sorri.

(...)

Hoje era dia de show. 

Nat viria com a Odete.

Eu andava de um lado pro outro, esperando elas chegarem. 

Saí e vi ela conversando com o Hilton.

Como que ela podia?

Eu avancei pra atrapalhar a conversa dos dois.

Puxei o braço dela e ela me olhou.

— Oi, Wesley.


Notas Finais


O que acharam?
Até o próximo capítulo!
(Mô, obrigada por me ajudar mais uma vez! Te amo demais! 💜)
Beijo ❤


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...