História Amor Sem Teto ( Imagine: Namjoon ) - Capítulo 6


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Aluno, Amor, Artes, Artista, Bangtan, Bangtan Boys, Bts, Colégio, Colleger's, Fuffly, Gogh, Imagine Rap Monster, Inglaterra, Ingles, Kim, Kim Namjoon, K-pop, Londres, Mistério, Monster, Nam, Namie, Namjoon, Professor, Rap, Romance Proibido, Sem, Shortfic, Strawtears, Teto, Van, Van Gogh
Visualizações 82
Palavras 3.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Fluffy, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Eu acredito que Van está errado.


Fanfic / Fanfiction Amor Sem Teto ( Imagine: Namjoon ) - Capítulo 6 - Eu acredito que Van está errado.

   06Eu acredito que Van está errado.

Yoongi me encara curiosamente enquanto eu resolvo as questões que ele preparou para que nós fizéssemos após escutar sua explicação do assunto que ele fez para que Hannah e eu entendêssemos. 

Ele desviou o olhar do meu quando seu celular tocou - e eu agradeci por isso -, ele se levantou do sofá e seguiu em direção a janela da sala atendendo sua ligação, e pela maneira melosa e carinhosa com a qual ele falava, eu tinha certeza que se tratava da Madie do outro lado da linha.

Hannah fez um sinal de vômito olhando para ele e meu amigo revirou os olhos, voltando a prestar atenção na ligação. Eu sorri e voltei a minha atenção aos problemas matemáticos a minha frente. Hannah me chamou baixinho e eu desviei os olhos das questões para garota esparramada no chão da sala ao meu lado. 

 

- O que vai fazer em relação ao Kim? - Ela me pergunta com uma feição preocupada. 

- Eu não sei. - Respondo com calma e sinceridade. - Vou deixar acontecer. 

- E se sua mãe descobrir? - Perguntou em tom mais baixo, eu dou de ombros e sorrio.

- Ai eu penso sobre isso quando acontecer. - Respondo rindo e a ruiva bufa me chamando de imprudente, nesse momento Yoongi volta a se sentar no chão a nossa frente e sorri mostrando sua fileirinhas de dentinhos pequeninos. Eu retribuo o seu sorriso fofo e arqueio as sobrancelhas esperando que ele fale alguma coisa.

- O quê? Nada de fofoca, foco no problema matemático. - Ele dita sem conseguir tirar o sorrisinho bobo nos lábios. 

 

Eu levanto as mãos em forma de rendimento e volto a prestar atenção no questionário, afinal, Min não precisa falar nada para que eu saiba que ele fez as pazes com a namorada, seu sorriso já é resposta o suficiente. 

Van disse que; penso que não há nada mais artístico do que amar alguém verdadeiramente.

E confesso que acho que amor é realmente uma das forças mais linda que já vi ao ver meu amigo tão feliz como está agora, um pouco mais do que qualquer obra de arte já criada, mas diferente das palavras do Van, que dizem sem duvida que esse sentimento é a obra mais linda de todas, eu ainda tenho minhas dúvidas. 

(...)

Meus olhos estão pesados enquanto me arrasto pelas ruas frias de Londres, é manhã de domingo e me senti estranhamente inspirada para pintar, mas sinceramente não havia nada que me chamasse a atenção. 

Levantei da cama hoje de manhã sentindo boas vibrações, mas não entendo o motivo delas, se no momento nada me chama a atenção, o motivo talvez seja que não encontrei nada do que eu realmente queria ver naquela rua. 

Não é meu professor que encontro na pracinha onde o beijei, são só alguns colegas de escola que eu cumprimento desanimada. Recolhendo minha mochila onde deixei meus matérias de pintura, eu atravesso a rua e entro na café mais próximo.

O cheirinho de café recém passado entra por minhas narinas e eu sorrio ao inspirar o ar dentro daquele estabelecimento. Jin sorri para mim ao me ver parar em frente ao balcão e eu retribuo o gesto. 

 

- Como vai minha aspirante a artista preferida? - O loiro pergunta e eu dou de ombros me apoiando no balcão. 

- Perturbada. - Respondo, enquanto troco os pesos dos meus pés. Jin, dono do estabelecimento, solta uma risadinha e me questiona sobre o motivo. - Tem alguém fazendo de mim uma bagunça maior do que já sou.

- E você ainda não o vomitou em seus quadros por quê? - Meu amigo pergunta e eu dou ombros rindo da sua brincadeira. 

- Ainda não consegue fazer isso. - Respondo, estralando a língua no céu da boca. - E me sinto andando em círculos por isso.

- Então você está gostando de como ele bagunça você...

- Eu não acho que seja isso. - Respondo, olhando ao redor, especificamente dentro do vidro no balcão onde ele guardava os docinhos.

- Não foi uma pergunta, princesa. - Ele diz e eu o encara com meus olhos semicerrados. - Você gosta dessa pessoa, eu nem preciso vê-la ao lado dele para saber disso.

- Acho que é cedo demais para dizer. - Eu me esquivo de sua insinuação sentindo meu coração titubear pela menção ao Kim. - E eu vou querer o de sempre, Jin.

- Está fugindo. - Jin me alfineta com um sorriso brincalhão nos lábios, eu me limito a sorrir e me afastar dele, seguindo até minha mesa no fundo costumeira no estabelecimento, longe do tumulto, das tomadas e da porta principal.

 

Quando já estou acomodada, eu retiro meu caderninho e um lápis, começando a rabiscar o casal que estava a algumas mesas a minha frente, no alto-falante do café tocava Paris In The Rain do Lauv e isso só embalou mais ainda a minha inspiração.

O detalhe da camisa de seda da garota me tira um pouco a paciência e acabo parando de desenhar com uma careta de tédio expressa no rosto enquanto mordo a parte superior do lápis, novos clientes chegam e consigo ouvir um burburinho na entrada e mesmo assim continuo encarando meus traços no papel fosco.

Suspiro frustrada e levanto meu olhar para a conversa alta que ouço e a visão que tenho faz meus lábios caírem da linha reta que fazia com eles, meu coração acelera, minha garganta seca, minhas mãos ficam soadas  e Namjoon nem me vê ali, delirando apenas por vê-lo. E eu espero ansiosamente, com meu coração tocando uma orquestra até que ele venha se sentar próximo a mim.

E ele vem, andando distraído com um livreto em mãos, e se sentando na mesa a frente a minha enquanto ajeita os óculos de grau adequadamente no rosto. 

Ele se senta na cadeira e apoia o rosto na mão em concha enquanto ainda detém seus olhos para as linhas dos livreto, ele lê a versão de bolso de " o extraordinário ", que é meu livro preferido dentre todos que já li, e esse fato me faz ficar uns por cento mais encantada ainda pelo asiático. 

Namjoon solta um sorriso ao ler uma frase e esse detalhe me faz ficar sorrindo boba enquanto o encaro, ele é muito mais lindo quando sorrir achando que não há ninguém por perto vendo-o. 

 

- Psiu! - Eu murmuro alto o suficiente para que ele ouça e sorrio quando após uns segundos tenho sua atenção ao continuar repetindo o som. Namjoon parece surpreso ao me ver acenar para ele, mas o sorriso que aflora em sua face é mais lindo que sua expressão confusa. 

- Estava aí desde quando? - Ele pergunta enquanto sorrir. 

- Muito tempo. - Eu respondo e Namjoon marca o livreto com um marcado de livro e aponta para o assento a minha frente. - Não, não, estou sozinha. 

- E o que veio fazer sozinha em pleno domingo? - Ele pergunta baixinho, e se senta na cadeira a minha frente. E eu confesso que congelo observando-o, pois diferente da maioria das coisas, Namjoon é mais bonito ainda de pertinho. Com seus cabelos platinados em tom escuro, sua pele limpa e bronzeada, contrastando perfeitamente com o tom avermelhados dos seus lábios grossos que competem e harmonizam o ar charmoso que seus olhos repuxados passam. Reparar nisso me faz  ter mais certeza ainda que quero descobrir mais sobre a junção de contraste e cores que ele pode me mostrar. 

- Você parece tão distante. - Ele diz, risonho e eu arqueio minha sobrancelha tombando a cabeça para o lado.

- Por quê? - Questiono em tom brincalhão. Namjoon dá um sorriso antes de abrir a boca para me responder. 

- Você me olha como se estivesse catando o máximo de informações necessárias para me pintar na sua mente. - Ele inicia, me encarando fixamente, sem tirar os olhos do meu uma única vez. - Eu entendo que faz isso pois é uma artista, e artistas veem o mundo de um modo diferente. É algo lindo, mesmo que eu não saiba reagir quando faz isso.

- Mas? - Pergunto incerta, em dúvida sobre fazer tal pergunta. E Kim desvia os olhos do meu, parecendo se incomodar com o assunto.

- É que eu não me acho digno de ser o melhor modelo para isso. Mas consigo entender quando faz isso no meio da aula. Olhando para janela na hora em que todo mundo deveria prestar atenção na atividade e não no mundo ao seu redor.

- E por quê não se acha digno? - Pergunto confusa, mesmo que parte de mim se alegre ao saber que ele me observe em suas aulas. Me sinto importante, até.  - Eu não compreendo por quê pensa dessa maneira.

- Você se surpreenderia com outras opiniões. - Ela rebate incomodado enquanto olha para a janela ao nosso lado. E a descoberta dessa fragilidade no mais velho me deixa alguns por cento mais interessada ainda em descobrir mais sobre ele, pois odeio prepotência e a sensação de me sentir obrigada a fazer algo por conta do ego de alguém, e imagino que Kim nunca faria algo assim, e a imagem de o namorar parece ainda mais atraente , e distante, mesmo que me incomode admitir, mesmo que ele tenha dito que gosta de mim.

- Nam... - Eu chamo baixinho e o platinado me encara ladino. - Por quê não esquece essas opiniões e foca na minha? - Pergunto e bato a pontinha do lápis na mesa. - Se acha tão linda a maneira como meus olhos te veem, se enxergue por meio deles e tenho certeza que não vai se arrepender. 

- E por quê não? - Ele pergunta, desviando os olhos do meu para meu caderninho rabiscado. Ele estava envergonhado.

- Por quê a vista é linda daqui. - Eu digo sorrindo e vejo um sorriso lindo tomar conta dos seus lábios, marcando aquelas adoráveis covinhas enquanto se tornava cabisbaixo. 

- Está tentando me seduzir? - Ele pergunta, tombando a cabeça para o lado e eu arqueio as sobrancelhas, mordendo um sorriso.

- Talvez. - Eu deixo no ar e meu professor solta uma risada contagiante, e eu acabo me juntando a ele por alguns minutos, até que o silêncio se apodera de nós e vejo Namjoon engoli em seco, fitando meus lábios. 

- Sobre o beijo, eu...

- Se arrepende? - Pergunto seria e o platinado se esforça para negar rapidamente, eu umedeço meus lábios e o espero se explicar. 

- É...eu só estou confuso. - Ele revela, e brinca com as folhas de seu livreto. - Eu fui sincero com o que disse, mas não deveria ter feito. Eu sou seu professor.

- Isso não significou nada naquela hora. - Eu acrescento irônica e o Kim solta uma risadinha assentindo. - Me parece ser outra coisa.

- Que coisa? - Ele pergunta, curioso.

- Não está acostumado em ser beijado, Professor Kim? - Pergunto e o platinado sorri, marcando suas covinhas. Eu acompanho suas expressões em curiosidade extrema. - Prefere beijar do que ser beijado?

- Eu só não quero que venhamos a atropelar nada. - Ele revela, voltando a me olhar e a maneira séria com que me analisa faz com que parte do meu entusiasmo se dissipe. - Eu gostei, eu quero, mas...nós não podemos arriscar.

- Eu sei. - Confesso com um meio sorriso nos lábios. E me pergunto se ele se sente tão mal por dizer essas palavras quanto eu por ouvi-las. Mais uma vez eu desejo que Kim fosse um carinha qualquer, um mero aluno da minha sala para que esse desentendimento não existisse, e mesmo assim, eu ainda não compreendo o por quê ele não consegui-o reprimir o que sentia e me afastar. Séria muito mais fácil ficar longe de mim, não? - Mas...a gente pode continuar se conhecendo não? Não têm nada demais nisso. 

- Não, não têm. - Ele confessa e volta a me analisar, é como se Kim estivesse surpreso pela maneira como reagir, como se estivesse esperando outra coisa, até encantado diria. - Mas...preciso que me prometa algo para isso dar certo.

- O que é? - Pergunto baixinho e agradeço a garçonete por ter me entregado o lanche que pedi, assim como o do platinado sentado a minha frente. Nam beberica o líquido quente dentro da xícara de porcelana, e me encara seriamente enquanto observa meu chá de camomila quente. 

- Não se apaixone por mim, Srt.Porter. É a única coisa que lhe peço. - Ele revela e o sorriso brincalhão em seus lábios me pega de surpresa, isso me deixa com as bochechas quentes e o corpo mole enquanto desvio meus olhos do mais velho, sua ousadia repentina é um detalhe a mais para marca na listinha de coisas que adoro nele. - Pode fazer isso?

- Eu adoro um desafio, sabe? - Deixo no ar e remexo no saquinho do chá, sentindo-o me analisar fixamente. - Posso aceitar esse.

- Se você diz. - Ele dita e pega um dos meus bolinhos, soltando um murmúrio de agrado. - É muito bom.

- Eu  sei. Eu tenho bom gosto até para comida. - Revelo, lhe observando atentamente, Namjoon engasga com o bolinho pela minha indireta e beberica o café para desentalar. Quando sua respiração volta ao normal, eu beberico o meu chá e mordo um pedaço de um dos meus bolinhos. - Então Nam, de onde vem?

- Bom, eu sou coreano, creio que já notou... - Riu. - Eu sou de Ilsan, noroeste de Seul.

- Já ouvi falar. - Eu digo sorrindo. - Parece um lugar lindo para viver.

- Sim, é um lugar muito bonito. - Ele confessa e sinto que o assunto o deixa nostálgico demais, provavelmente ele sente muita falta da família e não quero que ele fique magoado por conta de nada que saia da minha boca, por isso decido mudar logo de assunto.

- E o que os coreanos costumam fazer no décimo quarto dia do mês, huh? - Pergunto com um quê de divertimento na voz e Nam me olha nos olhos curiosamente. 

- Hoje é dia quatorze? - Ele pergunta baixinho e eu concordo prontamente. Ele ri e encara seu café, bebericando o líquido. 

- O que foi? Alguma data que tenha esquecido? - Pergunto confusa e ele balança a cabeça. - Então o que é?

- Todo dia quatorze é dia do...amor, na Coréia do Sul. - Ele explica sorrindo. - Para cada dia quatorze á um tema, e nós estamos em março, no White Day, e seguindo a cultura eu deveria presentear, não necessariamente uma namorada, mas uma pessoa que eu estimasse, admirasse, entende?

- Entendo! - Exclamo sorrindo. - Oh, isso é tão lindo! Vocês realmente seguem essa tradição?

- A maioria segue. - Ele explica, rindo do meu entusiasmo. - Por exemplo, se uma garota me presenteasse com chocolates, o que costumeiramente é feito por lá, nesse mês eu poderia aceitar e presentear ela também, e se não for minha intenção, deixo quieto. 

- Mesmo assim, eu achei isso muito bonito. - Eu digo sorrindo, Kim gargalhou e eu dei de ombros. Ele se inclinou para frente e fitou meu desenho. - Não está pronto.

- Eu posso ver? - Ele perguntou sereno e eu morde meus lábios, assentindo por fim. Kim pegou meu caderninho em suas mãos e analisou meus traços. - É lindo!

- Obrigada. - Respondo, incapaz de não sorrir de orelha a orelha. Nam me encara fixamente por cerca de bons três minutos, até que aparentemente ouve um estralo e desvia os olhos dos meus.

- Bom, eu tenho de ir. Só passei aqui para matar o tempo. - Ele explica, disperso enquanto guarda seu livreto no bolso do casaco, de repente parecendo estar apressado, fugindo de mim. - Estava esperando dá a hora para encontrar um amigo.

- Entendo. - Eu respondo sorrindo desconfiada com ele, o moreno deixa algumas notas na mesa e se levanta da cadeira em seguida, sua mão quente e macia captura a minha que estava posta na mesa e ele afunda seus lábios macios no dorso dela, beijando-a.

- Até mais, bela. - Ele dita com um quê de melancolia na voz e acena saindo do estabelecimento e levando junto consigo boa parte do meu fôlego. 

(...)

Segunda feira...

Minhas mãos estavam tremendo, mas acredito que o motivo disso estar acontecendo é apenas nervosismo, pois me alimentei bem antes de ir a escola naquela manhã e mesmo assim, permaneço me sentindo frágil. O  sentimento toma todo o meu corpo e sinto prazer e temor com o mesmo.

Mas a cada novo passo que dou em direção a árvores onde professor Nam costuma descansar em meio aos intervalos de aula, eu me sinto mais apreensiva ainda. E por andar tão saltitante e nem um pouco discreta, eu logo chego as arvores próxima do corredor onde a sala dos professores se encontram, e de fato acho quem procuro a poucos passos de mim.

Namjoon está conversando com Emma novamente, minha professora de Matemática, que vi a poucas horas quando fiz sua prova de exatas demoníaca. 

Ela sorri para ele enquanto acaricia seu rosto, e Namjoon retribui o sorriso de maneira quase mecânica, é como se não fosse o mesmo Namjoon que fala comigo, como se estivesse atuando para uma plateia, ele logo cola seus lábios nos da loira e eu deixo o papel onde o desenhei com o cenário do café onde tivemos uma aparente boa conversa cair no chão. 

O suporte de plástico em que guardei a obra faz barulho e separa o casal, eu não os olho, mas me abaixo e recolho o suporte, apertando-o firme em minhas mãos e saindo lentamente daquele corredor de volta ao refeitório onde estava a poucos minutos.

Não estou divagando nos meus passos por quê espero por ele, faço isso pois me encontro perplexa e decepcionada, e tenho certeza que ficaria mais ainda se estivesse esperando Kim Namjoon vir até mim, pois a caminhada é longa até a saída, e me encontro sozinha nela, pois ele não o faz.

Estou decepcionada comigo por ter me deixado levar por Van e por suas palavras bonitas. Eu não entendo sobre o amor romântico, mas se o afeto já é uma maldição, eu não quero o conhecer.


Notas Finais


Eu sei que não dá para defender o Namjoon! O oscar de pessoa aparentemente mais confusa vai para ele, mas LOGO vai ser revelado a verdade cof próximo cof.

E sobre a próxima att, eu estou com o seguinte cronograma, eu att recentemente a maioria das fics, daí, eu vou att IDWLF e depois vou ficar de Hiatus em relação a essa fic aqui, IDWLF, IKMPJP e ENDA, para que eu foque em terminar LDYK, que só vai ter mais uns quatro capítulos.

Ou seja, falta pouco para finalizar então não acho que vai ser uma demora tão grande, ai depois disso, vou fazer esse rodízio de att de novo, e focar em terminar IKMPJP que também é curtinha, daí repito o processo e foco em terminar essa fanfic aqui que vai até o capítulo 16. Ao menos eu espero conseguir fazer isso, espero que a inspiração contribua e que eu não tenha nenhum bloqueio.

Estou muito desaminada para escrever por conta de meus problemas pessoais, e eu confesso que reformulei todas as fanfic para que elas sejam menores do que elas eram quando decidi escrever, para que eu termine logo, pois o que me incentiva a querer escrever, apesar de tudo que acontece fora do site, são os comentários. E a maioria não liga para comentar, achando que uma teoria maluca, ou um surto por conta de uma cena em um comentário, não faz diferença, mas faz. Não precisa me pedir para continuar a fic, eu farei isso assim que consegue, mas esse tipo de silencio me desmotiva mais a cada dia. Infelizmente, eu me importo com isso. :/ parece que todo o esforço que faço é em vão.

Enfim, até mais! Bjs da Mandie! 💙

Ps; eu demoro mas respondo! 💗


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