História Amor sob encomenda - Capítulo 15


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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Assassino, Drama, Paixão, Sequestro, Sesshoumaruxrin, Violencia
Visualizações 253
Palavras 949
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada aos favoritos e aos comentários
Desculpa a demora

Boa Leitura

Capítulo 15 - Capitulo 15 - Acertando as contas part 1


Ao amanhecer o dia Rin saiu da casa silenciosamente, não queria que Sesshoumaru a visse partir, ainda mais por já ter em mente o que iria fazer de sua vida a partir dali. Antes de sair deu uma última olhada no homem que a sequestrara e verificou se o corpo de Kikyou já havia sumido da sala, ao constatar que nada mais a prendia ali Rin partiu seguindo a estrada que a levaria de volta a cidade. Passou o dia inteiro caminhando e quando chegou a cidade j estava escurecendo, sua barriga fazia barulhos constrangedores de que estava com fome e mesmo assim Rin continuou seu caminho até em casa.

Juntou tudo que precisava e mandou sua carta de demissão para a teckout, não iria mais trabalhar em um lugar que só trouxe desgraças a sua vida, também pediu para cancelarem o seu projeto caso contrário iria processar a empresa. Suspirando desanimada por ter de desistir de sua vida Rin pegou sua mala e pegou o primeiro ônibus que a levaria para fora da cidade. Não haveria tempo de se arrepender e nem poderia o fazer, se ficasse Sesshoumaru a encontraria novamente e não poderia se deixar levar por um assassino bonito.

Já com Sesshoumaru, o prateado olhava por toda a casa a procura de Rin, não a encontrando constatou que já havia partido. Ele teria de encontrá-la depois de resolver seu principal problema ou se aquele maldito fosse mesmo o assassino de sua família Rin poderia correr risco de vida se estivesse com ele. Derrotado Sesshoumaru se arrumou para investigar o dono da empresa teckout. Informações básicas ele iria conseguir pela internet como nome, idade e aparência. Mas o que ele realmente desejava teria de ser pessoalmente para descobrir.

Reunindo todo o material de que precisaria Sesshoumaru voltou para a cidade é dessa vez para observar Kohaku o dono das empresas teckout. A cada movimento Sesshoumaru estava na cola, viu Kohaku fazer negócios ilegais com pessoas erradas. Se encontrar com diversas mulheres para se divertir a noite, ir a empresa e por mais que o vigiasse Sesshoumaru tentava ver Rin que em momento algum aparecia na empresa ou em lugares de seu chefe estava. Os dias se passavam e Sesshoumaru não conseguia nada que o ajudasse a descobrir sobre a morte da sua falecida esposa ou o paradeiro de Rin.

- para onde você foi Rin? – se questionou ao ver Kohaku sair mais uma vez e dessa vez para bem longe da cidade, uma área de campo onde existia poucos morados. Sesshoumaru esperou vendo Kohaku entregar uma foto de Rin para um homem desconhecido, não podia ouvir mais sabia o que aquele tipo de gente fazia. Assim que o homem saiu Sesshoumaru se aproximou de Kohaku por trás e cobriu sua boca, Kohaku se debateu mais não conseguiu se soltar. – melhor desistir. – a voz de Sesshoumaru saiu abafada devido a máscara que usará para não ser reconhecido. Sesshoumaru deu um golpe na nuca de Kohaku o fazendo desmaiar. – é hora de descobrir quem você realmente é. – disse baixo carregando Kohaku para seu carro.

Após levar Kohaku para um galpão abandonado bem longe de tudo é todos Sesshoumaru o amarrou em uma cadeira, se sentou e esperou o homem a sua frente acordar. Kohako aos poucos foi recuperando a consciência e se assustando.

- aonde estou? Parque você quer? Se é dinheiro eu te dou. – disse irritado e assustado.

- o que quero é informações e não dinheiro. – Sesshoumaru se aproximou do homem a sua frente cravando uma faca em sua perna fazendo Kohaku gritar de dor. – eu não posso negar adoro isso. – seu sorriso não era possível ver devido a máscara.

- o que quer saber? – perguntou assim que a dor diminuiu.

- o que tem a ver com a morte dessa mulher? – questionou, Kohaku sorriu.

- Sara, eu não a matei se é isso que quer saber. – disse sorrindo maldosamente.

- eu sei que não foi com suas mãos. Quero saber sobre seu envolvimento. – disse frio desferindo um soco no rosto de Kohaku que cuspiu sangue.

- eu era apaixonado por ela, nunca a mataria, mais minha irmã a desprezava e mandou mata-la por ter recusado a se deitar comigo. – disse fazendo Sesshoumaru apertar com força as mãos em punho.

- está dizendo que a vadia da sua irmã a matou por ela o recusar? – questionou.

- minha irmã não é uma vadia, ela apenas não aceita que as pessoas nos rejeite. – disse virando o rosto.

- vamos ver se ela ainda vai pensar assim após perder alguém precioso para ela. – Sesshoumaru furioso pegou uma corda e colocou no pescoço de Kohaku.

- o que vi fazer? – perguntou assustado. Sesshoumaru pegou um saco e o colocou sobre a cabeça de Kohaku cobrindo seu rosto e em seguida usou a corda para amarrar.

- tenha uma morte lenta, logo sua irmã se juntará a você. – disse se afastando, Sesshoumaru assistiu Kohaku perder o ar aos poucos, se debatendo e tentando se soltar para recuperar o ar sem o conseguir.

Após Kohaku morrer Sesshoumaru sorriu ao se aproximar, iria se livrar do corpo sim, mais faria que a irmã dele soubesse com perfeição que logo seria a próxima. Após se livrar do corpo Sesshoumaru procurou tudo sobre a irmã de Kohaku, Sango. Um nome até bonito para uma maldita assassina pensou antes de sorrir com maldade.

- você com toda a certeza estará morta antes do que imagina. Pode contratar seguranças ou o que for eu vou pega-la e vai se arrepender do dia em que mandou matar a minha família. – disse apertando o jornal com a foto de Sango e alguns seguranças a seu lado, amassando o jornal.


Notas Finais


Kiseu


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