História AMOR SOBERANO - Capítulo 1


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Categorias Vampiro Apaixonado
Personagens Personagens Originais
Tags Passado, Presente, Vampiros
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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


bom dia, boa tarde, boa noite.

Capítulo 1 - Cap 1


Fanfic / Fanfiction AMOR SOBERANO - Capítulo 1 - Cap 1

 

 

 

 

ESTE TEXTO TRATA-SE DE UMA OBRA DE FICÇÃO, TODOS OS PERSONAGENS E LUGARES EMBORA EXISTA A CIDADE, SÃO DE MINHA INSPIRAÇÃO, NADA TENDO EM VÍNCULO COM A REALIDADE.  GENÊRO VAMPIROS.

OBRIGADO, BOA LEITURA, SEMPRE

PAULO FOG E IONE AZ.

INDICAÇÃO LIVRE PARA TODOS.

 

 

 

 

 

 

                                        1

 

 

 

   1975 - Presidente Prudente SP.

 

   Em um casarão ao estilo dos grandes fazendeiros de café, os barões, donos do Brasil segundo as falas daqueles que desconheciam que tudo tem seu fim.

   - Senhora, tem certeza?

   - Por favor Maria, cuide dele.

   - Mais senhora.

   - Tem de ser feito.

  Maria segura a mão do garoto ali de seus quase 4 anos de idade, o menino chora ao ver sua mãe passar pelo portão de ferro, em vestido branco simples e um capuz preto a esconder sua face, Teresa segue a passos largos para o centro da cidade até parar num ponto de táxi.

    - Para onde senhora?

    - Me deixe na rodoviária, por favor.

    - Sim senhora.

    Ela entra no carro que segue para o destino, o motorista liga o rádio que noticía a morte de 3 homens que foram achados em uma construção á beira da estrada.

-        Meu Deus quem teria feito isso, senhora, esta cidade esta cada vez mais violenta.

-        Sim sr.

-        Já estamos chegando, suas malas ficaram onde?

-        Não as trouxe, comprarei algumas roupas quando chegar em meu destino.

-        Deve ser bom ser rico?

-        Se engana, ser livre, isso sim é bom, já imaginou viver por séculos?

-        Oras senhora, ninguém vive tanto assim.

-        Verdade, ninguém.

O carro pára ela paga ao homem, desce do veiculo que retorna ao ponto, ali no embarque um homem a aguarda.

-        Francisco, por que Osvaldo não veio?

-        Tem seus negócios.

-        Nem nesta hora em que me vejo, me sujei por vocês.

-        Por você também, não se esqueça faz parte dessa família também.

-        Tem razão.

-        Como sempre, o tenho.

Os olhos de Teresa se formam em um vermelho e suas veias dilatam tornando suas mãos em um relevo verde.

-        Aqui o dinheiro e seus novos documentos, tudo que precisará está aqui.

-        E meu filho?

-        Meu neto ficará bem, você sabe disso.

-        Sim.

-        Não se esqueça, faça aliados.

-        Eu farei.

Ela pega o pacote e o velho sai deixando-a ali, tira da bolsa um pote de cosmético que passa nas mãos e logo sua pele retorna ao tom agradável aos olhos humanos, seus olhos aos poucos retornam ao azul marítimo que tanto chama a atenção e lhe rende louváveis elogios.

  Logo estaciona na plataforma 7 o ônibus que ela entra, na poltrona retira um pequeno espelho e arruma seus cabelos em corte que fizera channel, escuros, retoca sua make deixando as maçãs de seu rosto de forma desejável a outras visões femininas e masculinas, porém sua não é refletida no espelho que o usa somente como um disfarce para esconder sua origem, Teresa é um vampiro.

   O garoto ali na cozinha em estilo colonial é alimentado com bolachas e frutas porém o que lhe nutre é trazido por Maria, um copo com sangue que é preparado junto de um pó amarelado que não permite que este coalhe e nem tampouco transmita vírus ou qualquer bactéria que aflige aos humanos, assim o garoto irá crescer até cerca de seus 20 anos onde estacionará e assim ficará com sorte pela eternidade, tudo devido a alguns elementos encontrados na natureza e que em trabalho adjunto as bruxas se poderam extinguir a falta de desenvolvimento destes seres considerados pelo popular como seres das trevas.

   Três dias depois, Fernando já não chora tanto, Osvaldo deicidira deixar por aqueles dias as empresas nas mãos de seu irmão mais novo Leônidas, para ficar mais tempo junto de seu filho.

-        Pai.

-        Sim meu filho.

-        Quando a mãe virá?

-        Olhe meu querido, melhor se acostumar por aqui com a gente e com o tempo estaremos todos juntos.

-        Promete.

-        Escute bem Fernando, você não é um tolo qualquer, você é parte de um clã, possuimos raízes de famílias seculares.

-        Pai.

-        Promessas são para pessoas fracas nós desconhecemos fracos e suas fraquezas, não se esqueça, jamais se esqueça disso.

-        Sim meu pai.

-        Agora venha, vou ler alguns livros para ti.

-        Sim pai.

Ali Fernando escuta ao pai que lê para ele histórias infantis e de conhecimento, como fisica, ciências e outros estudos, até os 12 anos segundo os antigos de seu clã, o cerébro de um rebento vampiro atinge seu 100% em total portanto uma criança aprende de tudo e com muita facilidade e rapidez, o que de certa diferencia aos outros seres humanos comuns.

  A porta do escritório é aberta de forma um tanto grosseira.

-        O que houve, pai?

-        Arrume tudo, temos de deixar esta casa.

-        Por quê?

-        Sua esposa, ainda não sei por que confiei nela.

-        O que houve?

Francisco olha firme para Osvaldo.

-        Havia mais um outro homem, ele esta no hospital.

-        E agora?

-        Leônidas, vai tentar.

-        Pai.

-        Pelo seguro, leve meu neto para outro local.

-        Onde?

-        Paraná.

-        Paraná, sim só por algum tempo.

-        Mais.

-        Eu ficarei, fique tranquilo, leve Maria junto.

-        Tudo bem.

Em minutos, Maria entra no veiculo preto, onde Fernando e Osvaldo já se encontram, o veiculo sai, da janela do escritório Francisco vê a saída.

O velho toma mais um gole daquele sangue que ficara no copo.

-        Pai.

-        O que faz aqui Leônidas, deveria estar no hospital.

-        Para quê, meu pai.

-        O que esta dizendo, o outro homem...

-        Não há outro homem meu pai.

-        Como assim?

-        Quero tudo.

-        Não pode ser.

-        Sim, estou cansado de ouvir seus elogios para o meu irmão, só para ele.

-        Ingrato.

Leônidas levanta a mão e avança contra seu pai, a luta vampirica ali é brutal e logo Francisco o tem preso em suas garras porém Leônidas lhe fere com a Lâmina de Adão.

-        Como conseguiu isso?

-        Não é só o sr que tem seus tratos.

-        Pare filho, não sabe o que pode acontecer.

-        Sim eu serei o chefe, o superior deste clã.

Mais um golpe e o velho perde suas forças, caindo no chão retorna as cinzas.

Uma mulher entra ali.

-        Até, enfim acabou.

-        Cale a boca e pegue a válise com os documentos.

-        Onde estão?

-        No armário do velho.

A mulher vasculha tudo e nada.

-        Não está.

-        Como?

-        Não esta.  Ela grita para ele.

Leônidas vai até ela de arma em punho para mata-la quando uma outra mulher entra ali.

-        Pare com isso, achou mesmo que o velho não desconfiaria de você, tolo você hein.

-        Elza.

-        Não me agradeça por te-lo lembrado disso, sou assim sempre ativa.

 

O veiculo trafega em velocidade superior a 1200 km/h ou seja voando porém não se sente nada ali como se estivesse em velocidade normal alem de que o veiculo toma outras medidas sendo sua largura não mais que 2 cm e o comprimento é de 1,80 metros.  Dentro nada diferencia, já se aproxima do local, o motorista aciona um botão que faz o veiculo retornar ao normal e em velocidade também.

-        Chegamos pai?

-        Sim.

Uma fazenda próxima a cidade de Londrina, já na porteira 3 empregados do clã os recebem e um deste oferece copos com o suco predileto deles.

-        Estão formidáveis, adivinharam que estamos necessitando urgente de nutrição.

-        Sim sr.

Osvaldo desce e pega seu copo que sorve o líquido em segundos, Fernando por ser criança demora um pouco mais, mas entrega o copo vazio.

-        E Juliana?

-        O aguarda no escritório sr.

-        Obrigado.  Pai e filho entram no casarão que mais parece assombrado, dentro, móveis do século passado, um enorme relógio de pêndulo que faz o ambiente ainda mais temível.

-        Por aqui sr.

-        Obrigado.

Abre-se a porta, ali na mesa, uma jovem branca, cabelos azul, olhos em vermelho.

-        Osvaldo.

-        Juliana.

-        Soube que tiveram problemas.

-        Nada que já não esteja sendo resolvido.

-        Fico feliz de te-lo aqui.

-        Eu é que devo agradecer por nos aceitar.

-        Lógico, sempre aceito o clã secular, afinal fomos e ainda somos amigos.

-        Sempre.

-        E Teresa?

-        Teve de se afastar.

-        Vitimas?

-        Três.

-        Era de se esperar, um dia teria de acontecer.

-        Pois é.

-        Já nós do Germanico temos de passar e resolver com muita frequência.

-        Sempre lhes demos o total apoio.

-        Jamais diria o contrário, somos muito gratos a vocês.

-        Iremos ficar por algum tempo.

-        Fique o quanto quiser.

-        Obrigado.   Osvaldo sai dali, Fernando olha para a moça que lhe sorri.

No quarto espaçoso, Osvaldo toma banho na banheira junto do filho que brinca com um patinho preto de borracha.

-        Sente falta de sua mãe?

-        Sim, muita.

-        Logo estaremos juntos.

-        Tomara.

-        Agora vamos terminar este banho ou ficaremos sem pele.

-        Sim.

Ao sairem da banheira, suas peles ficam em estado lastimável quase a lembrar cadáveres em decomposição, já secos eles passam o creme cosmético e a pele retorna ao normal.

O jantar é servido ás 20 horas e eles comem de um banquete farto, após a alimentação, tomam mais um copo de sangue e seguem para o quarto, Juliana não fez a presença durante o jantar, saíra para resolver suas questões.

Ja preparados para seu sono, Maria em seu leito num quarto á par do deles prepara mais um copo para Fernando, assim que o garoto bebe já cai em sono.

-        Colocara o normal?

-        Sim sr, 8 gotas de tranquilizante.

-        Assim é melhor, ainda sente muito a falta da mãe.

-        Sim sr.

-        Obrigado Maria.

A mulher sai e Osvaldo prepara para ler seu livro de cabeçeira quando vê as malas.

-        Melhor arruma-las.

Em segundos arruma todas as roupas nos devidos lugares, cabides no enorme armário de madeira de lei quando nota ali no chão a válise.

-        O que esta válise esta fazendo aqui, é de meu pai será que o velho esqueceu.

Osvaldo pega a mesma e esta abre-se, dali cai um envelope, ele o pega junto da válise e vai para a cama, abre-o e pega a carta.

“ Amado filho, sou eu teu pai Francisco, escrevo-lhe para dizer que tenho quase que certo que seu irmão Leônidas trama contra nós.  Portanto deixo nesta válise tudo que precisarás para tomar posse de tudo que é meu e agora é seu, de nosso clã.

Sinto muito não ter lhe contado sobre minhas suspeitas, porém se o fizesse com certeza teria com ele.

Aceite o destino, o seu destino de agora em diante e assuma a liderança de nosso clã, passo para ti tudo, honre e não demonstre qualquer tipo de compaixão para com aqueles que nos trairam.

Faça a caça junto de Juliana e o clã Germanico e jamais aceite as desculpas de seu irmão, ele já não é mais dos nossos.

Para todos ele esta rechaçado e banido de nosso clã e nossa fraterna sociedade, sendo á partir deste um exilado por corrupção e alta traição, com certeza eu já estarei fora de tudo quando estiver lendo esta.

Cuide bem de nosso futuro líder e aumente e preserve até com a vida as raízes de nosso clã.

Adeus e procure Teresa, tenha para si, ela é a mulher que tanto procurou, não a deixe.

             Francisco D’ Alvej. “

Osvaldo tem um súbito em ódio e abre a janela saindo dali logo se encontra em meio ao grupo de Juliana, que faz a degustação de carneiros ali e como banquete principal um criminoso que a justiça dispensara a eles para tal fim.

-        Qual o acuso?

-        Estrupro, pedofilia, tráfico entre outros.

-        Homicídios?

-        Vários.

Osvaldo degola o homem ali para a alegria de todos.

Já no casarão ele olha Juliana que relê atentamente a carta do mestre do clã secular.

-        O que pretende fazer?

-        Tudo que meu pai ordenou.

-        De quantos irá precisar?

-        Sei lá uns 8.

-        Já os tem.

06082018..................

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Notas Finais


muito obrigado por lerem


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