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História Amor Sobrenatural - Capítulo 44


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Notas do Autor


Espero que gostem...

Boa Leitura...

Capítulo 44 - Teste Sobre Queda


Quebra de Tempo

 

All Might:On

Hoje, mais um novo dia nesta cidade, por volta do meio dia, me encontro dentro de uma loja, fazendo algumas compras. Frente a frente com o funcionário da caixa, o mesmo está colocando os produtos dentro de uma saca. Após ele ter feito isso, pude ouvir um grito, vindo do lado de fora.

???: AAHHH!!

Olhamos para a porta e numa questão de segundos, pude ouvir um outro grito.

???: Ladrão! - Olhem em volta, procurando por ajuda - Alguém!

???: Me peguem se puderem!

Suspirei, pois vejo que o trabalho de um herói nunca acaba. E aprece que os vilões tem andando muito ativos ultimamente. Com as compras dentro da saca, peguei numa quantia de dinheiro e entreguei ao funcionário.

All Might: Fique com o troco – Peguei na saca, caminhado agora ame direção à saída.

Funcionário: Ah... Obrigado...

Me direcionei até à porta automática. Através dos vidros, pude ver um homem de pele gosmenta. Um super vilão com uma singularidade de lodo.

Frente à porta, esperei a mesma se abrir e enquanto isso, pude ouvir uma conversa do exterior da loja.

???: Hã? Não em um herói por perto?

???: Normalmente alguém viria imediatamente.

A porta se abriu e então, passei para o lado de fora, ainda segurando a saca. Olhei para o super vilão, vendo o mesmo correr pela rua.

???: Esse cara está tirando vantagem do caos dessa manhã. Hoje e dia há toneladas de pessoas que não sabem o que fazer com as suas singularidades.

???: Eles não têm fim.

Enquanto ouvia a conversa, modifiquei o meu corpo, para a minha forma de herói e em seguida, sorrindo, me pronunciei atrás deles.

All Might: Há um fim – Eles me olharam, se surpreendendo e então, avancei em frente – Sabem por quê?

O vilão do lodo me olhou e pude ver o mesmo arregalar os olhos. Ficando agora diante eles, sendo iluminando pela luz do sol, esbocei um sorriso, falando com confiança.

All Might: Porque eu estou aqui!

 

Izuku:On

As aulas do dia já terminaram. Que alivio, mal vejo a hora de ir para casa. Meus colegas saiam da sala de aula, e eu de pé, arrumava as minhas coisas, enquanto conversava com o Happy.

Happy: O que vamos fazer hoje, já que as aulas terminaram?

Izuku: Não sei ao certo. Talvez vá escrever alguns apontamentos no meu caderno – Peguei em outro livro, colocando-o dentro da mochila, sem machucar o Happy.

Happy: Ou... poderíamos sair. Você passa a maioria do tempo em casa. Isso não te faz, bem, Izuku.

Izuku: Eu entendo. Mas, que é que eu posso fazer?

Peguei agora no meu caderno de anotações e observei o mesmo, pensando um pouco. E no mesmo instante, vi uma mão pegando nele, retirando-o de mim. E quando olhei de cara para quem quer que fosse, me deparei com o meu maior pesadelo.

Katsuki estava me olhando com uma expressão azeda, enquanto balançava o meu caderno, segurando-o com os dedos.

Katsuki: Nós ainda não terminamos a nossa conversa, Deku – Olhava para ele com desgosto e então pude ouvir os meus amigos atrás de mim.

???: Ei, Katsuki, o que é isso?

Ele mostrou-lhes o título do caderno e numa questão de segundos, ambos começaram a rir. Revirei os olhos, pois este ato chega a ser mesmo infantil.

Izuku: É apenas um caderno e anotações - Estiquei a minha mão na direção dele, exigindo o meu caderno - Dá cá, Katsuki.

Nesse mesmo instante, ele esmurrou o caderno, libertando uma explosão no mesmo. Meus olhos e arregalaram e senti uma dor no peito de ter presenciado algo tão horrível.

Izuku: Não! - Depois de ter destruído um pouco o caderno ele o jogou pela janela aberta – Ah, não!

Nesse mesmo instante, senti um vulto passar por mim com uma velocidade incrível. Corri até à janele e ao olhar para baixo, pude ver o Happy segurando o meu caderno, dando um sorriso. Pontei para cima, sem que os três atrás de mim percebessem, e o mesmo intendeu o recado.

Com isto, em voltei para trás, me deparando de novo com aquele verme imundo que me olhava de cima.

“Orgulhoso de merda... Você não presta.”

Katsuki: Sabe... a maioria dos heróis de primeira linha, tem histórias, desde o seu tempo do colegial. Eu quero brilhar e ser chamado como o único estudante do fundamental medíocre dessa cidade a conseguir entrar na U.A - Desviei o olhar, sorrindo de lado - A bem dizer, sou um perfeccionista.

“Tá mais para uma vadia.”

Quando vi, o mesmo voltou a me encarar e em seguida, ele pousou a sua mão em cima do meu ombro. Nesse mesmo instante, ele começou a usar a sua singularidade, queimando um pouco as minhas roupas.

Izuku: ...

Katsuki: Então... - Sorri, fechando os olhos - Não se inscreva na U.A, nerd.

Olhei-o com uma expressão neutra e no mesmo instante, segurei o seu braço com força, retirando o mesmo de cima de mim.

Izuku: Agradeço a preocupação, Katsuki, mas... - Falei com ironia, olhando agora seriamente – Foi o meu irmão que fez a inscrição. E só ele pode anula-la. Por isso, vais ter de aceitar que eu, vou para a U.A. Tal como o Natsu.

Katsuki: Tsc... - Puxei o meu braço, encarando-o com fúria – E como esperas passar o exame, nerd!? Tu nem sequer possuis uma singularidade!

“Mas é que você não sabe nem metade da história.”

Ele se afastou e então se dirigiu em direção à saída, sendo seguido pelos seus amigos. Suspirei e então em aproximei da minha mochila, fechando a mesma, me preparando para sair. Mas em meio à arrumação, pude ouvir de novo aquele idiota.

Katsuki: Escute, se queres tanto ter uma singularidade, existe uma forma rápida e simples – Olhei para ele de lado, sorrindo – Acredita que podes nascer com uma singularidade na próxima vida e aproveita a última chance de saltares do telhado.

Ao ouvir siso, me virei para ele, olhando com um semblante vazio. O mesmo me correspondeu cerrando os dentes, sorrindo e libertando explosões.

Katsuki: Que foi?

Depois deste momento de olhares, ele saiu, com os outros dois o seguindo, me deixando para trás. Olhei em frente, e suspirei, dando um pequeno sorriso.

“Quer saber, seu merda... vamos testar essa experiência.”

Fechei a mochila e coloquei a mesma sobre o ombro com uma das alças, em direção ao telhado da escola, onde eu me encontraria com o Happy.

 

Happy:On

Happy: Mas onde é que ele está?

Olhei para o caderno das minhas mãos, o mesmo que agora se encontra um pouco cozido, graças aquele bastardo do Bakugo. Só espero que o Izuku esteja bem.

Sentado no chão, com o caderno em mãos, esperava o meu grande amigo chegar. No mesmo instante, aporta foi aberta brutamente, revelando o Izuku, se dirigindo na minha direção com um semblante sério.

Happy: Ei, Iuzku! Aqui tens o teu caderno.

Izuku: Agora não, Happy – Segui em frente atirando a mochila para o lado e então, perto da rede, passei para o outro lado.

Happy: Izuku?

Pousei o caderno no chão e me aproximei dele, caminhado, vendo o mesmo passar para o outro lado da rede, para a grande queda do telhado da escola.

Meu coração quase falhou uma batida. Levando as mãos à cabeça, olhei para o mesmo com os olhos arregalados e coma algum receio.

Happy: Izuku, o que estás a fazer!?

Izuku: Tem calma, Happy – Me virei para ele, me agarrando à rede - É apenas um teste.

Happy: Teste!? Isso não foi obra daquele loiro da farmácia, pois não!?

Izuku: Bem...

Happy: Izuku.

Izuku: Não vou dizer que não, mas também não digo que sim.

Happy: Izuku, volta para aqui. Por favor.

Izuku: Tenta me apanhar, Happy – Nesse mesmo instante soltei-me da cerca e deixei-me cair para trás.

Happy: Izuku!

Nesse mesmo instante, quando ele sumiu da minha vista, abri as minhas asas e saí voando atrás dele. Meu coração acelerou de medo, mas, no entanto, quando cheguei ao outro lado para o apanhar, vi algo que me deixou confuso.

Izuku estava voando. Ele estava a planado no ar e eu nem sei como ou o porquê de ele conseguir fazer isso. Me aproximei do mesmo, voando e então fiquei de frente para os eu rosto.

Happy: Izuku? - Ele me olhou, esboçando um sorriso e então notei o sangue que saia do seu nariz.

Izuku: Está vendo, Happy. Eu estou bem.

Ah, entendi... Ele deve estar usando uma das suas habilidades. Claro, isso fazia mais sentido. Com o coração desacelerando, voltando aso normal, olhei-o com uma expressão assustada.

Happy: Não voltes a fazer isso! Você quase me matou de susto! - Falei sentindo as lágrimas descer pelo meu rosto.

Izuku: Oh, Happy... - Ainda usando a telecinese, fiquei em pé, no ar e abri os braços para ele – Vem cá.

Em um movimento, voei até ele, sendo recebido num grande abraço pelo mesmo. O Izuku é uma pessoa tão lega, não suportaria que ele morresse. Nem conseguiria olhar para o Natsu se eu deixasse isso acontecesse.

Em meio ao abraço, notei que ainda estamos no ar. Olhei para baixo, com dúvida, vendo se não tinha ninguém.

Happy: Izuku, não achas que estamos muito expostos, daqui de cima?

Izuku: Relaxa, os alunos já se foram embora. Somos só nós e os professores na escola. E eu duvido que eles vão reparar em nós.

Happy: Certo – Olhei em volta, vendo que estamos bem perto da cerca do telhado – Achas que nos consegues levar até ao topo?

Izuku: Só tem um jeito de descobrir.

Ele sorriu e então, numa questão de segundos ele começou a mover o seu corpo para cima, me levando junto com ele. Quando reparei, nos encontramos acima do telhado. Em seguida, passando para o lado oposto da cerca, ele desceu calmamente, chegando ao fim, colocando um pé de cada no chão.

Ele me soltou e eu, agora voando, olhei para o mesmo que limpou o sangue com a manga e em seguida se aproximou do seu caderno. Pegou no mesmo e guardou-o na mochila. Em seguida ele se dirigiu para a porta e antes de abri-o me olhou sorrindo, abrindo a sua mochila.

Izuku: Vamos Happy.

Happy: Sim!

Voei até à mochila e entrando na mesma, guardei as minhas asas. Izuku fechou um pouco o fecho e então, saímos do telhado.

 

Izuku:On

Depois daquela experiência, um tanto interessante, me encontro saindo da escola, em direção à minha casa. Sabem, talvez uma pequena parte de mim agradeça ao Katsuki. Graças a ele, descobri que posso me levitar a mim mesmo.

Caminhei pelas ruas, converso com o Happy que se encontra dentro da minha mochila. De momento, estou lhe explicando o que realmente aconteceu na sala de aula.

Claro que a reação dele não foi muito boa.

Happy: Ele é um idiota! Quem é a pessoa que vai dizer isso a outra!? Que estupidez! Se ele soubesse o que você consegue fazer, Izuku.

Izuku: Acho que ele acabaria por ficar boquiaberto. E com azar, vinha pra cima de mim, exigindo respostas. Típico, Katsuki.

Happy: Verdade, verdade... - Nesse instante, me lembrei daquele pequeno assunto – Escuta, Izuku... Você disse que ia entrar no curso de heróis. É sério?

Izuku: É sim – Sorri, seguindo caminho, chegando perto do túnel.

Happy: Mas duvido que é para se tornar um herói. O que você vai fazer com o curso ao certo?

Izuku: Lembras-te daquilo que falaste há oito anos? No dia do incidente.

Happy: Sim.

Izuku: É por isso. Quem sabe, talvez se o curso me ajudar a controlar os meus poderes, posso vir a batalhar sem problemas. Além do mais, eu quero ficar forte para destruir o The Mind Flayer.

Happy: Eu entendo. Na verdade, você fala disso quase que todo o tempo.

Izuku: Eu persinto a presença dele. Parece que está sempre em cima de mim. E pior, às vezes tenho medo de me deparar com ele quando olho para trás.

Happy: Numa ilusão?

Izuku: Sim.

Depois deste assunto, o caminho foi um silêncio. É meio estranho falar disto, pois chega a ser difícil de acreditar que uma criatura de cinquenta andares possa estar de olho em mim. Mas não tem como negar isso. Eu o vi, e sei que é real.

Chegando no túnel, adentrei o mesmo e então, pude ouvir de novo a voz do Happy, que agora exalava alegria.

Happy: Vamos deixar isso de lado, e comemorar! Hoje você fez frente ao Katsuki! Isso foi incrível!

Izuku: Oh, para... - Tapei o meu rosto que estava corando, usando o cachecol do Natsu - Não foi uma cosia assim tão incrível.

Happy: Foi um máximo! Vamos ter de comemorar! Eu quero peixe!

Izuku: Hahahaha... Claro que sim!

Happy: Viva!

Chegando perto da saída do túnel, ouvi alguma coisa, vindo de trás de mim. Parei, arregalando os olhos e então escutei bem o som. Pelo mesmo, aprecia algo gosmento e pegajoso.

Me virei para trás, lentamente e então me deparei com o que parece uma criatura de lodo. O mesmo ganhou olhos e uma boca e me encarou com um sorriso.

Izuku: Um vilão? - Perguntei encarando-o com uma expressão serena e um pouco assustada.

Vilão de Lodo: Vejam só... Uma capa de invisibilidade de tamanho médio. É perfeito.

O mesmo saiu da tampa de esgoto e veio na minha direção. O mesmo parecia feliz e alegre. No entanto, quando ele estava preste a me atacar, o mesmo ficou imobilizado no ar, pois em certa altura, usei a minha telecinese.

 

Continua...


Notas Finais


Por hoje é só. Trago mais amanhã. BYEE!


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