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História Amor Sombrio - Park Jimin (BTS) - Capítulo 1


Escrita por:


Notas do Autor


Boa noite guys, tudo bem?

➳❥ A fanfic é no Século XV
➳❥ Caça a bruxas é presente
➳❥ De fato é um romance, mas Jimin tem total atenção na fanfic
➳❥ Sua parceira terá nome ok?
➳❥ Fanfic +18
➳❥ A fanfic terem poucos capítulos
➳❥ Mortes, bruxas, feitiços, preparados?
➳❥ Obrigada @Taeciturna pela capa maravilhosa <3

Então,
Boa
Leitura
◇♡◇

Capítulo 1 - Prólogo


Pov's Park Jimin

15 de Agosto, Século XV

  Quando era pequeno, meu pai dizia-me que eu seria um grande herói, que seria forte e destemido igual ele e com o passar dos anos iria me apaixonar e viver um lindo romance com uma bela família igual na qual eu cresci. 

   Eu acreditava, meu pai era meu herói, minha família era a minha base, mas então descobri a ruína e morte da nossa família, o pior, eu fui o causador daquilo, de toda aquela desgraça. Queria que esses malditos dons pudessem mostrar-me o futuro para poder ver se as coisas iriam melhoras, mas eu era apenas um incompetente.

   1415. O ano da discórdia, das mortes, a peste banhada de sangue causado pelas mãos daqueles que idolatram Deus. Não só a caça as bruxas, mas a todos os sobrenaturais, todos eram fugitivos e inimigos. Machista e torturante era esse mundo o qual eu pisava meus pés, o qual eu respirava o ar, o qual eu sempre ia ao funeral da minha família.

  Durante estas épocas o que todos podiam desejar era nascer puros sem um dedo do diabo, sem uma maldição, um pecado. Durante todos os anos que vivi eu via famílias sendo dizimadas, crianças e mulheres grávidas, todas acusadas de bruxaria. Vidas inocentes perdidas e eu? Bom eu era considerado um pecador, um ser vindo do inferno para dominar almas puras, mas nem os filhos da igreja conseguiriam definir o que era puro, pois suas mãos estavam banhadas de sangue.

  Enquanto muitos morriam eu vagava, totalmente perdido e sem rumo, a procura de algo que pudesse me trazer uma razão maior para viver. Eu poderia simplesmente acabar com minha vida a qualquer hora, mas então, eu estava preso a uma promessa que diante do ultimo piscar de olhos de minha mãe ela pediu para eu jurar. 

  Quem sou eu? O que é eu

   Até onde um dia me contaram eu era filho de um grande fazendeiro, eu lembro de estar brincando em meio ao milharal, com meu pai a cavalo atrás de mim, naquela época eu queria me tornar um grande peão. Meu pai tinha grande poder material que seria passado para mim com maior idade, mas descobri uma única vez que tal poder não seria único que eu ganharia. 

  Com 15 anos eu descobri um dom que me fazia levitar coisas, era demais! Eu mostrei aos meus pais que na época me olharam com uma expressão preocupada, me lembro de quando fui colocado a cama e recebi um beijo de boa noite, do andar de cima eu escutava os dois discutindo, dia e noite, noite e dia.  Meus dons pareceram melhorar e aprimorar e em um único dia sem querer coloquei fogo no meu quarto, outro eu taquei minha cama pela janela. Só vi o resultado terrível daquilo quando na época um homem de batina e dois caras com cara de mal apareceram perguntando de um menino que minha mãe chamava de peculiar, mas eles chamavam de demônio. 

 Meus pais pareceram discutir muito e em uma noite fria e estrelada eu vi minha mãe subindo em um cavalo e partindo para longe deixando meu pai e eu. Aquele senhor de idade começou a vir diariamente e seus olhos percorrendo-me fazia um arrepio tomar conta de mim, algo péssimo.  Então completei 19 anos e eu era incontrolável, comecei a ter tensas crises de ansiedade e na mesma noite que um dia minha mãe se foi, depois de anos ela voltou. 

  Uma senhora havia vindo consigo e então eu fui embora com ela. E por incrível que parecesse um dia o que nunca ninguém entendeu sobre mim, sobre aquele dom, ela sorriu me ensinando mais coisas. 

  Levitar, defender, sobreviver e um dia me ensinou a matar. Nunca lhe contrariei, eu a chamava de Lua, pois seu pingente era em formato de meia-lua, mas uma única vez eu queria poder ver meus pais novamente e toda vez que eu os citava ela mudava de assunto. Em um dia eu me levantei, as escondidas peguei um cavalo e um livro da prateleira. Lua morava em uma floresta, também naquela mesma época eu descobri que não éramos exatamente bruxos e sim feiticeiros, feiticeiros brancos, eu era azul o que me definia não só ser um ser do bem, mas também um ser da proteção. 

  Fiz meu primeiro portal com meus 20 anos e então estava pronto para naquela época poder ir ver meus pais, os abraçá-los e lhe falar a novidade. O lugar o qual eu cai estava com chamas por todo o lado, era o milharal de papai, naquela madrugada eu corri até a nossa casa vendo o desastre que estava aquilo, os homens que honravam Deus estavam com meus pais ajoelhados enquanto os homens de preto tinham uma arma em mãos. 

 Um estava virado de costas para o outro e eu agachado e escondido tremendo com medo do que ia acontecer e incapaz de ter coragem de fazer algo. O tiro ecoou tão alto que minha visão ardeu e meus ouvidos zumbiram, meu pai caiu para o lado com a cabeça sangrando e eu deixei minhas lagrimas caírem. Minha mãe pareceu me sentir e quando seus olhos encararam a arvore senti que ela pode me ver ali e com um sorriso triste silabou de forma muda: “Vá embora e sobreviva, eu te amo”.

  Logo o tiro passou por seu crânio e de dentro de mim pareceu que uma parte boa foi embora, uma parte que fez meu peito palpitar de forma acelerado e meus punhos fecharem, eu sentia ao meu redor tudo mudar, eu sentia as coisas levantaram não só ao meu redor, mas o que havia mais a frente. Naquela madrugada eu matei pela primeira vez, todos haviam sido mortos, meus pais eu havia enterrados e desmaiei ali aos seus túmulos. 

 Quando acordei eu estava onde fiquei por um ano, mama Lua cuidava de mim e cuidou por anos, até ser a próxima vitima. Eu aprimorei e aprendi cada coisa que eu poderia conseguir e comecei a fugir, quando a caçada realmente começou não podia me aproximar de ninguém, cada um era por si. 

 Quem sou eu novamente? 

   Feiticeiros, caças as bruxas, mortes. Confuso não é? Eu sou Park Jimin filho da lua, o último feiticeiro azul vivo da linhagem da minha família e mesmo com quase três décadas de sobrevivência, ainda não sei como libertar o meu povo, a minha raça, dessa maldição. 

  Caminhei pela floresta até chegar ao precipício onde me sentei e escorei-me olhando como a lua brilhava intensamente com as estrelas ao seu lado e completamente conectado com ela implorei novamente como todas as noites:

  — Querida mãe, minha líder suprema que me abençoa com vossa proteção e poder todo dia, me de uma pista do que fazer de agora em diante. Ajude-me a guiar nosso povo para a salvaçliberdade.  


Notas Finais


E foi isso meus caros, o prólogo foi lançado! Espero que gostem viu?
Bjs, Fuii
♡◇♡


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