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História Amor sombrio -Bipper- -Hiatus- - Capítulo 37


Escrita por:


Notas do Autor


deuses da inspiração e da criatividade: Suas preces foram ouvidas, pequena gafanhota. Pode atualizar essa história, que já fazem décadas que não tem capitulo.
– obrigada, meus senhores. tenho mais um pedido.
deuses: Qual seria ele?
– como faço para os leitores não me matarem...?
deuses: Te vira.
– tudo bem, então.



brincadeiras à parte. sei que demorei, peço desculpas, novamente. vou tentar atualizar a semana toda. vou me esforçar, prometo! "e as atividades da escola?" não faço à um mês, e to bem foda-se pra elas e para esses professores do cacete que não se importam com ngm, além deles próprios. falo mesmo, achou ruim, me processa u.u
prefiro repetir, do que fazer 30 atividades na semana e enfiar no toba! pq, sinceramente, não estou entendendo nada do q eles estão passando e eles também estão ligando o fds. não assisto as aulas desde abril porque não tenho memória pra merda daquele CMSP! então, é isso, kk
desculpem o desabafo full pistols


~Boa Leitura~

Capítulo 37 - Chapter Thirty-Seven- Seu Idiota!


Fanfic / Fanfiction Amor sombrio -Bipper- -Hiatus- - Capítulo 37 - Chapter Thirty-Seven- Seu Idiota!

Bill Cipher

 

– Sabia que você se entregaria. Você sempre se entrega... – digo acariciando seus cabelos, que estavam bagunçados e por minha causa, admito.

– Falando assim, até parece que sou fácil. – revira o olhar, me encarando.

– Foi fácil te convencer. – sorrio malicioso – Poderíamos repetir a dose...

– Enlouqueceu? Ficamos nisso por duas horas, eu estou só o pó!

– Foi tão pouco tempo... – faço um bico, recebendo um beliscão – Ai! Pinetree! Isso não era necessário...

– Poupe-me, Bill. – semicerrou os olhos, acho que o deixei bravo... (aut.: ah, tu acha?).

– Com fome? – assentiu – O que podemos fazer para comermos às... – olho as horas – 00:27?

– Boa pergunta. Teremos que apelar para seu estoque de salgadinhos, já que não temos luz ainda. – disse, levantando-se e tentando pegar alguma roupa para vestir-se.

Acendi a lanterna do celular, iluminando o chão, vendo a bagunça que estava. Nossas roupas espalhadas, uns chicotes meus jogados, até o tapete estava fora do lugar! Sorrio ao lembrar das cenas de pouco tempo atrás...

"Voltando" ao mundo real, olhei para Dipper, já vestido com a boxe'r e colocando minha camiseta. Me abaixei pegando minha boxe'r e a calça, vestindo as peças, juntamente de uma meia. Levantei meu olhar para o moreno, mesmo no escuro, pude perceber que ele me encarava e sorria, de braços cruzados.

– Que foi? – perguntei, ouvindo-o rir – Do que está rindo?

– Nada... só estava, pensando. – se aproxima, me abraçando – Eu te amo tanto... – disse, acariciando meus cabelos, com o olhar preso ao meu – Pareço meloso demais, eu sei, mas senti a necessidade de dizer.

– Te amo... – sorri, retribuindo seu abraço – Vamos antes que fique mais tarde e a preguiça me impeça de descer. – disse e ele riu, beijando minha bochecha.

Saímos do quarto e estava um completo breu. Nem a luz da lua eu via. Mas tinha uma explicação: nuvens carregadas a cobriam. Além de estar sem luz, aparentava que uma chuva torrencial estava por vir, o combo perfeito! 

Chegamos na cozinha, Dipper estava com seu celular em mãos e a lanterna ligada. Ele andou até um armário, retirando de lá velas e fósforo. Acendeu duas e as deixou na bancada, virando-se para outro armário, tirando de lá nossa "janta".

– Vou acender os candelabros da sala, okay? – assentiu sem me olhar.

Saí da cozinha e acendi os candelabros. Um por um? Não, preguiça. Apenas estalei os dedos e eles se acenderam.

Bocejei, tedioso. O que durou segundos, pois tive a  — talvez — brilhante ideia de assustar Pinetree. Iria começar com barulhos de arranhares nos móveis; batidas e rangeres de portas; e por fim, assustá-lo com uma máscara de Ghost Face que tenho guardada, mas ele não sabe. Óbvio que os barulhos das portas, faria com meus poderes. É, eu tenho o plano perfeito. Caminhei para a cozinha e vi o moreno de costas, distraído. Ele estava fazendo guacamole para comermos com nachos, ótimo momento para começar... (aut.: isso vai ser muito bom... *como minha pipoca).

– Todos acesos. – disse, fazendo-o dar um pequeno pulo e olhar para mim – Te assustei?

– Um pouco. Estava distraído... – sorriu, virando para frente novamente. Me sentei no banco da bacada, e fiquei encarando-o – Vou terminar isso logo, aí, poderemos comer e voltar para o quarto.

– Tudo bem. – sorri mesmo sem ele ver, e comecei com os arranhares, mas antes, saquei meu celular e fingi estar falando com alguém, só para disfarçar.

– Ouviu isso? – perguntou, me fitando. Fingi desentendimento, e o mesmo arqueou uma sobrancelha – Certeza que ouvi alguma coisa...

– Deve ser coisa da sua cabeça, meu bem. – o encarei e ele desviou o olhar, desconfiado.

– Se for voc-

– Como pode ser eu, sendo que estou mexendo no celular? – fiz uma pergunta retórica, recebendo um olhar semicerrado. Aproveitei a chance, fazendo as portas do andar de cima se fecharem e a da lavanderia, ranger.

– Que porra é essa...?! – sussurrou, olhando para todos os cantos, assustado.

– Não sei, mas vou verificar. Fique aqui. – levantei saindo em disparada, nem dando chance para o menor protestar. Subi, peguei a máscara e desci novamente, voltando para a cozinha bem sorrateiro.

– Ai, Bill... – disse ele, apertando os próprios braços. Fiz outra porta bater, dessa vez, a da cozinha. Ele deu um pulo, ficando totalmente pálido, andando até a porta. Antes de tocá-la, agarrei seus braços sem muita força – AI CARALHO! – foi então, que minha visão ficou completamente turva e eu quase desmaiei. Sim, eu havia levado um soco... (aut.: eu disse! KKKKKKKK).

 

~~~

 

– Porra, Bill! Um soco foi pouco, mas você teve uma tremenda sorte, eu poderia ter te matado, seu idiota! – Dipper dizia, furioso, enquanto limpava meu rosto.

– Foi só uma brincadeira. Não imaginava que você iria reagir... – disse, antes de deixar um gemido de dor escapar. Dipper suspirou, parando de passar o pano úmido, fazendo um curativo no local avermelhado.

– Não faça mais isso... – me encarou, acariciando meu rosto – E me desculpe pelo soco.

– A culpa foi minha, eu mereci. – desviei meu olhar do seu, estava totalmente constrangido. Ele riu mínimo, depositando um beijo no ferimento e um selinho em meus lábios. Sorri e o abracei, fazendo uma nota mental: nunca mais assustar esse garoto...

 

 


Notas Finais


é isso, bjinhos no popô!
e me desculpem o capítulo curto, não estou 100% criativa ;-;


~Bye dos Bye~


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