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História Amor Sombrio -Bipper- - Capítulo 44


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Notas do Autor


bom... tudo que é bom, dura pouco (já dizia um filósofo).
e, assim como alegria de pobre, a dos personagens foi-se embora...
D.: e a saudade no meu peito, aiiinda mora...
e vai continuar morando, porque eu estou chorando enquanto faço isso!
D.: carai, relaxa aí, amada... nossa, que triste.
é, eu sei... vamos para o capítulo.


~Boa Leitura~

Capítulo 44 - Chapter Forty-Four- Despedida


quem não lê as notas, por favor, leiam essas e do cap passado. obrigada :).



Dipper Pines


Semanas se passaram, e assim como ontem, muitos passeios entre nós foram feitos. Além de passar tempo com as meninas, passei boa parte dele com meus amigos e os tivôs. Claro que, com a família de Bill também. Nessas semanas — que sendo mais exato, foram três — eu e o loiro estávamos fazendo o possível para aproveitar o tempo com nossas famílias, e prepará-los para nossa ida, que infelizmente, é necessária. Não tem uma outra maneira de derrotar o mal, e se tivesse, com certeza a faríamos.

O mais triste de tudo, é se despedir. Pensar que nunca mais veremos essas pessoas — pelo menos, não neste lado da vida — me dói o coração. É evidente que sentiremos saudades, isso é inevitável.

Saudades dos momentos com a Mabel.

Saudades das broncas e brincadeiras do tivô Stan.

Saudades das experiências com o tivô Ford.

Saudades das aventuras com o Soos.

Saudades dos conselhos da Wendy.

Saudades dos passeios com o Waddles.

Saudades das horas e horas jogando conversa fora com a Pacífica.

Saudades dos lanches e do carinho da tia Cecília.

Saudade dos jogos na madrugada com o tio Gus...

Essas coisas, ações, que parecem não significar nada, na verdade significam e muito. Por mais simples que sejam, tem um valor e uma importância imensa. E pensar, que não terei mais isso, me deixa assustado, ansioso, com medo...

Ontem recebi um aviso dele. Estou sendo consumido aos poucos, e caso isso aconteça, será tarde demais. Por esse motivo, nos reunimos na cabana hoje para a despedida e uma explicação bem resumida de tudo, só para não deixar ninguém confuso — o que não deu certo, mas tudo bem —.


– Então, para literalmente salvar o mundo, vocês terão que se sacrificar? – Wendy pergunta, e nós assentimos.

– Vocês farão isso quando...? – tia Cecília pergunta, com os olhos cheios de lágrimas prestes a escorrer por seu rosto...

– Esta noite... – Bill responde, suspirando pesadamente – Quanto mais rápido, melhor.

– C-certo... – ela fungou, se permitindo chorar de vez. A abracei e a mesma me apertou – Saiba que eu sempre te considerei como um segundo filho, e sempre fiz o possível e impossível para cuidar de vocês dois. E me desculpem por qualquer erro que cometi...

– Não tem que pedir desculpas por nada! – a apertei mais um pouco.

– É, mãe. Você sempre foi uma mãe excelente, não só para mim, como para os gêmeos. – disse o loiro se aproximando, fazendo com que a mais velha olhasse em sua direção – E continuará sendo uma para o Daniel...

– Ele se apegou tanto à vocês... – sorriu, secando as lágrimas.

– E nós à ele. – disse, sorrindo fraco – Não deixe que ele esqueça de nós.

– Não irei, eu prometo. – ela saiu de meus braços e suspirou – Afinal, vocês ainda estarão presentes. – ela sorri, segurando meu rosto.

– Não vamos abandonar nenhum de vocês. – Bill disse, sorrindo, enquanto uma lágrima escorria por sua bochecha – É melhor irmos agora...

– Te amo, campeão. – tio Gus disse uma última vez, também chorando.

– Eu também, pai. – o loiro respondeu, recebendo um abraço apertado – Eu também...


Olhei aquilo e senti um aperto no peito. Virei para os outros, e eles não estavam diferentes de nós. Mabel me encarou e segurou minha mão, a apertando. Sabia o quê ela estava sentindo. Sabia o quê ela estava dizendo. Apenas sorri fraco e a respondi.:


– Desculpa... mas eu não posso... – suas lágrimas começaram a sair uma atrás da outra. Grossas. Ela então, pela primeira no dia, me puxou para um abraço e continuou a desabar em meu ombro.

– Eu não posso perder você também... não posso! – a cada palavra, ela me apertava, assim como o aperto em meu peito – Você é meu irmãozinho! A minha dupla pra' qualquer hora, o meu consolo de tudo, uma parte de mim! Não quero que isso aconteça...

– Se não fizermos isso, vai acontecer coisa pior que o Estranhagedon. Ele pode dominar o mundo, e isso não pode acontecer. – segurei em seus ombros, e a afastei de leve – Prefiro fazer isso sabendo que é a única solução de salvar a humanidade e as pessoas que amo, do quê ser totalmente dominado e ter a possibilidade de ter minha consciência sã novamente, e ver que tudo e todos que eu amo, foram mortos por algo que estava dentro de mim.


Depois de ter dito isso, todos ficaram cabisbaixos. Pareciam até envergonhados. Mabel me abraçou mais uma vez e me soltou, secando suas lágrimas. Ri anasalado e limpei seu rosto, já que estava preto por conta da maquiagem de seus olhos. Ela sorriu e segurou minha mão, dizendo.:


– Até isso você faz por mim... e, quem é que vai fazer agora?

– Pacífica pode fazer isso no meu lugar. – olhei para a loira que sorriu fraco, assentindo.

– Te amo, tá? Não se esqueça disso. E eu não vou abandonar você.

– Eu também te amo... – fungou – Nunca vou esquecer... – a apertei em um último abraço.



...



Notas Finais


eita caraio, capítulo bad da porra, misericórdia!
nossa, até eu chorei gente, ui...
enfim... reta final. talvez esse seja o penúltimo capítulo, e o último, será escrito amanhã (que pra vocês, é hoje). ou posso escrever na madrugada, depende da minha insônia :).

e bem, sim, o final será bad. por quê? bom, nos primeiros caps, eu tinha perguntado como VOCÊS queriam o final e ninguém se dispôs à falar (exceto o Mind). e então, escolhi o bad, pois pretendo fazer um fofo, kk :).
é isso, se preparem. peguem os lencinhos!

(boatos de quê estou escrevendo o próximo capítulo. só não sai hoje, pq eu estou refazendo os primeiros da fic) :).


bjinhos no popô
~Bye dos Bye~


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