História Amor Tekila - Capítulo 16


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Categorias A Madrasta
Tags Césarévora, Lasamazonas, Parejatekila, Victoriaruffo
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Palavras 1.350
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 16 - 16 - Te quiero...


INÊS - E eu, então, meu amor e eu, como eu te amo!!!! Como eu te amooooo! - ela sorriu agarrando ele e beijando na boca empurrando ele contra o carro.

Victoriano sorriu e a beijou mais...

VICTORIANO - Minha gravidinha quer amor, quer safadeza?

Ela apenas riu e beijou ele na boca. Ela queria tudo com ele, tudo com seu amor.

NA FAZENDA...

Emiliano sorriu quando viu os pais chegando de mãos dadas pois tinham retornado do hospital. Diferente do pai e da mãe, ele não costumava madrugar. Quando viu os dois chegando, ele abriu um sorriso e deixou o que eles contassem o que tinha acontecido.

VICTORIANO - Meu filho, até que o maluco do Frederico tem umas meninas muito linda você vai adorar conhecer.- Victoriano disse todo orgulhoso se sentando no sofá e colocando Inês em uma de suas pernas enquanto acariciava sua barriga enorme de quase 7 meses.- Elas são duas princesinhas muito lindas, bem novinhas ainda, bem mais novas que suas irmãs.- disse com um sorriso lindo.

INÊS - Elas são realmente lindas, meu filho, quando você conhecer vai se apaixonar. Camila e Maria, são uma lindeza de meninas. Elas foram tão carinhosas que me pareceu que estavam sentindo falta de alguma visita naquele hospital porque é tão triste para uma criança ficar lá. Mas mesmo assim, elas não parecem crianças infelizes não, os olhinhos estavam brilhando e as duas conversaram sobre tudo comigo com seu pai.- beijou ele que seguia alisando a barriga dela.

Emiliano sorriu, amava o jeito que os pais se tratavam. Era uma coisa que ele tinha aprendido a admirar bem novinho, aquele amor que se estendia em todas as instâncias de sua vida. Ele era um filho amado de pais felizes. Sorriu vendo eles dois naquele chamego de sempre.

EMILIANO - Eu quero ir conhecer as minhas primas e conversar um pouco com tio Frederico sobre as coisas que ele tinha falado comigo.- Emiliano disse sorrindo sabendo que o pai ia ficar com ciúme e dê certo e a responder na mesma hora.- Meu tio parece um cara bem legal.

Victoriano resmungou.

VICTORIANO - Nada de ficar todo tempo dando atenção ao seu tio não, é para ir conhecer as meninas, dar atenção a elas e depois voltar para casa e por que seu tio já tem as filhas dele não precisa ficar roubando o filho dos outros.- ele resmungou ciumento e Inês e Emiliano começaram a rir.- Você tem seu pai que sou eu para conversar.

Inês riu dele e o beijou na boca com calma.

INÊS - Amor, deixa de ciúmes bobos!!!! - disse com o rosto cheio de amor por eles.

VICTORIANO - Cada um que fique com seus filhos, eu tenho os meus!!!- ele revidou e se levantou com ela no colo beijando e rindo. - Filho, daqui a pouco você irá a ronda comigo. Eu quero que você me ajude com uns cavalos especiais. 

Inês sorria e disse amorosa.

INÊS - Filho, termine seu café e depois vá buscar suas irmãs, enquanto você e seu pai ficam de ronda, eu quero que elas fiquem aqui comigo. Busque elas, meu filho, as três, diz a Diana que vou cuidar delas e fazer um pequenique. - ela disse rindo porque Victoriano a beijava e mordia.

EMILIANO - Eu busco, mãe, pode deixar. - ele sorria, sabia bem onde eles iam.

Rindo ligou a tv, ele tinha tempo porque a farra deles ia demorar, ele sabia bem com as coisas eram. 

Victoriano levou Inês ao quarto e quando chegaram ele a levou ao banheiro e os dois se despiram se beijando e se acariciando, tomaram um banho intenso e sexy, com toques quentes, com carícias provocantes, os dois tocando em todas as partes do corpo do outro, estimulando, friccionando, mas sem permitir o gozo. Estavam se provocando. Era uma delícia sentir aquele toque. 

Quando o banho acabou, Inês foi nua ao quarto, mesmo com aquela barriga toda, com quase sete meses, ela se sentia sexy, desejada, amada, porque ele a fazia sentir que era a mulher mais linda do mundo. A mais sensual, a mais bela.

Victoriano parou na porta do banheiro olhando para Inês que nua passava óleo na barriga toda. Ela sentiu o olhar dele sobre seu corpo e sorriu sensual, passou as mãos úmidas de óleo nos seios e mordeu os lábios massageando com as mãos o corpo todo. Victoriano bagunçou os cabelos com a toalha esfregando e depois sorriu caminhando com o corpo todo aceso, estava duro para ela. 

Inês sorriu e sentiu o marido chegar por trás e agarrar ela beijando.

VICTORIANO - Você me provoca, me encanta, me acende. - ele sussurrou no ouvido dela com desejo, deslizou a mão a um dos seios e apertou.

Inês gemeu, sorriu, se sentiu aquecer mais ainda e depois a mão dele deslizou para entre suas pernas com a deliciosa sensação de quem queria dar prazer. Victoriano colou sei peitoral nas costas dela e mordiscou sua orelha com tesão. Ela gemeu e apertou os braços dele, um enlaçando sua barriga e o outro metido por baixo dela massageando seu sexo. Sem reservas, invadiu Inês com dois dedos e moveu entrando e saindo com ela choramingando e deitando a cabeça no peito dele.

INÊS - Amor, ahhhh, amor....- ela gemeu e ele moveu mais até que ela gozou forte, vermelha, de pé, na mão dele. Se virou e devorou os lábios dele que a levou a cama e a deitou dela, sem dizer nada investiu forte para dentro dela.

Victoriano estava louco de desejo por aquela mulher, sua mulher cheirava a sexo, a prazer, ele tinha o membro todo tomado e isso o deixava mais duro. Se moveu forte entrando e saindo em estocadas tão fundas que movia o corpo dela. Era uma delícia estar ali, dentro, quente, tomado por ela. Inês alisava o corpo dele como conseguia e gemia sofrendo de tanto prazer.

Com Inês e Victoriano sempre tinha sido assim, um desejo incontrolável que fazia seus corpos se quererem acima de todas as coisas. Desde a primeira vez que tinham decidido que seriam um do outro era aquele desejo incontrolável, uma força que não podia nunca ser substituída por outro prazer ou por outra coisa que fizessem.

Quando queriam fazer amor, nada mais poderia ser feito no lugar disso. Era um desejo tão intenso, tão maravilhoso que eles não tinham medo de sempre que estavam com vontade saciar aquele desejo incontrolável de serem corpo no corpo, beijo no beijo, amor meu amor, sexo no sexo.  Eram um do outro e ponto final.

Victoriano investiu repetidas vezes segurando o quadril dela, cuidando para que seu amor ficasse ainda mais excita e feliz com a presença dele dentro de seu corpo, a presença do homem que a amava mais que qualquer outra pessoa. Olhou o gozo dela, desceu os dedos ao clitóris e moveu enquanto entrava e saía, era uma delícia estar dentro dela.

Os dois se moviam com toda intensidade que era possível. Estavam em chamas, estavam em êxtase, em forma de paixão e fogo. Ela gritou e gozou com as fortes investidas dele e quando a viu gemer de prazer, ele gemeu junto ainda se movendo e sentindo que se consumia dentro dela.

Os dois sorriram e ele deitou na cama atrás dela assim que Inês se ajeitou. Os dois ficaram abraçados, nus, em concha e cheios de amor. Ela fechou os olhos sentindo os beijos de Victoriano. Ele era seu amor, maior o amor. Estavam felizes apesar de tudo.

VICTORIANO - Eu sempre quis uma família grande. E agora eu tenho uma. Agora eu tenho uma com tantas pessoas...- ele deu um suspiro.- Vamos salvar a vida dela, não é amor? -ele alisou mais a barriga dela, estavam emocionado. - Ela é só uma menina.

INÊS - Ela é só uma menina, meu amor, só uma menina linda e que já nos ama. - ela sorriu e virou a cabeça para beijar seu amor.- Agora, ela também é nossa... Só nossa...



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